:: ‘chocolate’
Secretaria da Agricultura de Itabuna será parceria nas ações de fortalecimento do cacau e chocolate
A convite do secretário estadual da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), João Carlos Oliveira, o secretário de Agricultura e Meio Ambiente de Itabuna (Seagrima), Moacir Smith Lima, participou ontem, dia 8, de reunião na Superintendência Regional da Ceplac, na rodovia Ilhéus-Itabuna, para apresentação das ações da Seagri referentes à cultura do cacau no sul da Bahia.
O titular da Seagri está buscando parcerias para dinamizar ainda mais a pauta sobre os chocolates finos do sul da Bahia, cuja aceitação pelo mercado consumidor vem crescendo de forma exponencial, além da assistência técnica aos produtores e distribuição de clones resistentes a vassoura-de-bruxa, dentre outras ações para o fortalecimento da cacauicultura.
Esse foi o primeiro contato do secretário João Carlos Oliveira com dirigentes e técnicos da Ceplac depois de assumir a Seagri. Desde o início do segundo mandato do governador Rui Costa, João era o titular da Secretaria de Meio Ambiente (Sema). Agora, ele deseja aprofundar as discussões, inclusive com a realização de sequência de lives para a iteração dos órgãos parceiros: Ceplac, Seagri e Seagrima.
No encontro de quinta-feira estavam presentes Lucimara Chiari, coordenadora de Pesquisa e Inovação; José Carlos Santana, coordenador regional substituto; José Marques Pereira, Mílton Conceição, Dan Érico Lobão, Karina Gramacho, pesquisadores da Ceplac; Tiago Guedes, assessor Seagri/BA; Rodrigo Haun, diretor de Agricultura, e Cilene Souza, diretora Meio Ambiente da Seagri.
Brasileiro está comendo mais chocolates, enquanto a produção de cacau é insuficiente para o mercado
(Forbes) Os domicílios brasileiros estão consumindo mais chocolate e com maior frequência. Realizada pelo Instituto Kantar, uma pesquisa apresentada pela Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas mostra que a categoria chocolates cresceu 1,5% no ano passado. Os outros dois mercados acompanhados pela entidade são amendoim e balas e gomas.
A receita do segmento chocolates foi de R$ 11 bilhões, aumento de 2,4% ante 2019. “Esses resultados, em um ano tão atípico como 2020, são muito positivos e reforçam a consolidação da indústria chocolateira”, diz Ubiracy Fonseca, presidente da Abicab. “Os indicadores da pesquisa Kantar revelam que a indústria brasileira de chocolates tem um potencial significativo para crescer no mercado interno e externo.”
A pesquisa também mostrou que o chocolate faz parte da lista de compras de 82,6% dos lares brasileiros e que elas foram mais constantes no ano passado. A frequência de compra cresceu 9,3% no período, aumentando de 7,5 para 8,2 a quantidade de vezes em que o consumidor esteve nos pontos de vendas no último ano, principalmente nos canais de autosserviço. Essa frequência aumentou 7% em 2020.
No ano passado, a indústria produziu 757 mil toneladas de chocolates que foram vendidas no mercado interno e exportadas, registrando um leve aumento de 0,05%, de acordo com dados da KPMG. Esse volume representa os preparados de cacau, mais os ingredientes como manteiga de cacau, leite, açúcar, lecitina de soja, óleos vegetais e outros. No Brasil, um produto só pode ser considerado chocolate caso sua fórmula contenha 25 % de sólidos totais de cacau.
Projeto Chocolate no Brasil aborda Arquitetura, Design, Cacau e Chocolate
Juliana Ustra
O Projeto Chocolate no Brasil traz inúmeras abordagens sobre o cenário do cacau e do chocolate brasileiros, com objetivo de promoção e entrega de conteúdo sobre este cenário incrível. Este workshop Arquitetura, Design, Cacau e Chocolate é a segunda edição de um encontro de assuntos inicialmente inusitados, mas que tem muito a ver, A sua primeira edição realizada de forma presencial em janeiro de 2020 em Pelotas no RS, foi um sucesso.
Este evento online traz cases nacionais relativos ao design e arquitetura de marcas e empreendimentos na cadeia do cacau ao chocolate brasileiros. Estes compõem um apanhado de inspirações reais, coletadas a partir da realização do Projeto Chocolate no Brasil, viagens e muita observação deste mercado.
Neste espaço traremos referências muito interessantes sobre patrimônio arquitetônico referente ao cacau e chocolate, projetos de lojas de chocolates, design de barras, moldes e rótulos de chocolates. Uma base incrível para insights e projetos!
Além disto, neste evento mostramos marcas brasileiras, abertas como livros e tendo seus conceitos “lidos” um a um. Cada barra representa algo com um compêndio de histórias familiares, lendas, questões religiosas, muita brasilidade e detalhes que são verdadeiro “ouro” para olhares atentos. Em muitas delas, de alguma forma se percebe a influência de etnias diversas que construíram o Brasil, traduzidas em elementos ou da loja, ou da embalagem ou da própria barra.
Cooperativa do Sul da Bahia investe em produtos com cacau e licuri
O cacau e o licuri têm sido matérias-primas de deliciosos chocolates, geleias, cerveja artesanal e produtos cosméticos. Tanta riqueza gastronômica gerada por estes frutos: unir essas duas maravilhas é a fórmula ideal para criação de novos produtos deliciosos.
Foi justamente isto que a Cooperativa de Serviços Sustentáveis da Bahia (Coopessba), localizada no município de Ilhéus, com a marca Natucoa, fez. O que originou as saborosas barras de chocolate com licuri e pasta de cacau com licuri.
A Coopessba é mais uma cooperativa que conta com investimentos do Bahia Produtiva. O programa destinou R$ 2,5 milhões, que incluem ações como a ampliação da capacidade produtiva e o desenvolvimento de nova marca e embalagens.
Os novos produtos fazem parte da estratégia de expansão dos cooperados. A companheira e presidenta da cooperativa, Carine Assunção, comemora o novo feito: “Juntamos dois sabores da Bahia. Hoje, nossos produtos já estão em outros estados, queremos levar além do cacau, outros produtos da nossa terra”.
Livro “O gato que tinha três nomes” celebra paixão pelo chocolate do Sul da Bahia

Um gato que tem três nomes e é tão apaixonado pelo chocolate do Sul da Bahia que acaba virando ou sendo confundido com uma deliciosa barra do produto de origem que, além do cacau, está se tornando uma referência de qualidade e conquistando mercados no Brasil e no mundo.
O mundo mágico do chocolate é uma das abordagens do livro “O gato que tinha três nomes”, do jornalista e escritor Daniel Thame, em sua primeira incursão na literatura infantil. Editado pela Via Litterarum, o livro tem ilustrações fantásticas da artista e produtora cultural Juraci Masiero Pozzobon, e é uma divertida história de um gato das terras encantadas do cacau e do chocolate do Sul da Bahia.
“O livro celebra a valorização da família, o amor aos animais e a conservação da natureza, numa linguagem típica do universo infantil e vai encantar crianças de todas as idades”, diz o autor. A inspiração veio do gato adotado pela família do próprio autor, que é chamado por três nomes diferentes e que com sua personalidade forte se tornou o verdadeiro `dono da casa`.

“Procurei trabalhar valores que são importantes na formação das crianças e também fazer um livro em que as crianças vão se divertir, com ilustrações que destacam o universo do cacau, do chocolate e da Mata Atlântica, três marcas do Sul da Bahia”, afirma Thame.
“O gato que tinha três nomes” pode ser adquirido através do email danielthame@gmail.com ou do telefone/wathsapp (73) 99981-7482.
Projeto Alianças Produtivas e IG Cacau Sul da Bahia viabilizam acesso de agricultores familiares ao Pronaf do Banco do Brasil

Fruto de um esforço conjunto liderado pela IG Sul da Bahia Cacau Sul da Bahia, duas Cooperativas Associadas à IG -Coopercentrosul e Coopessba, Banco do Brasil, Governo do Estado da Bahia, Conderupes – Conselho Municipal de Agricultura e Pesca Sustentável de Ilhéus, Instituto Arapyaú e Instituto Conexões Sustentáveis – CONEXSUS, foi viabilizada junto ao Banco do Brasil Ilhéus a liberação de créditos de custeio e investimento em cacau advindos do PRONAF para agricultores familiares e Assentados de Reforma agrária em cinco municípios do Sul da Bahia.
Nesta segunda-feira, 29, foram assinadas em Ilhéus as seis primeiras operações de crédito para custeio e investimentos, com um valor médio de 70 mil reais. Outras catorze operações estão em análise no Banco do Brasil e outros quinze 15 produtores já solicitaram acesso ao projeto. O valor total dos financiamentos poderá chegar a 1 milhão e 400 mil reais. Essas operações envolvendo o cacau não eram realizadas há quase duas décadas. Os contratos foram assinados pelos produtores com a supervisão do Gerente Geral do Banco em Ilhéus, Euler Oliveira Paiva.
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Na África, trabalhadores das roças de cacau provam chocolate pela primeira vez

(www.contioutra.com)- Esse vídeo de um canal de TV holandês é, além de um registro emocionante, um convite a refletir sobre a cadeia de produção capitalista e as extremas injustiças sociais de nosso planeta.
A Costa do Marfim, na África, é uma das maiores produtoras de cacau do mundo. Mesmo assim, a maioria dos trabalhadores que cuida do cultivo não sabe qual o gosto do chocolate. Alguns sequer sabem qual o destino das sementes de cacau que secam em seus quintais.
“Francamente, eu não sei o que eles fazem com as sementes de cacau”, diz Alfonse, um dos pequenos produtores entrevistados no vídeo. “Eu só estou tentando me sustentar”.
O preço é proibitivo: uma barra de chocolate custa em torno de 2 euros. Os plantadores ganham cerca de 7 euros por dia. Chocolate é um luxo.
O canal do youtube Metrópole, um coletivo de repórteres e cineastas, decidiu apresentá-los ao doce.O vídeo é em francês com legendas em inglês, mas vale ver mesmo se você não souber nenhuma das duas línguas: a surpresa dos trabalhadores rurais é inconfundível.
Aprovado projeto que estabelece percentual de cacau em chocolate

A Comissão de Fiscalização e Controle (CTFC) do Senado aprovou nesta terça-feira (17) substitutivo a um projeto de lei que estabelece percentuais mínimos de cacau em chocolates e derivados (PL 1.769/2019). Como se trata de texto alternativo, precisa passar por mais um turno de votação, antes de seguir para a Câmara dos Deputados, caso não haja recurso para votação em Plenário.
O senador Zequinha Marinho (PSC-PA), autor do projeto, lembra que a matéria foi resgatada de uma iniciativa da ex-senadora Lídice da Mata. O texto encontrava-se arquivado em razão do término da legislatura anterior. Zequinha destaca que o Brasil é o sexto maior produtor de cacau do mundo, tendo os estados do Pará e da Bahia como os responsáveis por cerca de 90% da produção nacional.
O projeto estabelece parâmetros a serem observados na produção de chocolate e seus derivados. Exige, por exemplo, um percentual mínimo maior de cacau no chocolate amargo ou meio-amargo, correspondente a 35% de sólidos totais de cacau, em comparação à exigência de 25% do atual regulamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O projeto também trata de conceitos, possibilidade de sanções e regras para os rótulos que identificam o percentual de cacau nas embalagens dos produtos.
Estudantes de Itororó e Gandu apresentam experiências das fábricas-escolas de chocolate e de carne do sol
As representações das fábricas-escolas da Carne do Sol, do Centro Tecnológico de Educação Profissional (CETEP) do Médio Sudoeste da Bahia, localizado em Itororó, e, de Chocolate, do CETEP do Baixo Sul, situado em Gandu, estão chamando a atenção dos participantes da 10ª Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária (FEBAFES), que acontece até o dia 1º de dezembro, no Parque de Exposições de Salvador. As iniciativas servem como laboratórios para que os estudantes que fazem os cursos técnicos de nível médio tenham aulas práticas e possam desenvolver projetos, pesquisas e intervenções sociais, aperfeiçoando a formação profissional. As duas estruturas estão instaladas no local do evento para que estudantes e professores compartilhem suas experiências com os visitantes da feira.
Na fábrica-escola do Chocolate, os estudantes mostram como é feita a produção de barras de chocolate compostas por 50% e 70% de cacau da região, com direito a degustação. Já na Fábrica-escola da Carne do Sol, além de provar a carne, que é considerada a melhor da Bahia, os visitantes aprendem sobre como é produzida a carne do sol e de que forma os estudantes colocam em prática o que aprendem em seus respectivos cursos.
A estudante Giovana Cristina Gomes, 15, do curso técnico em Nutrição, do CETEP do Baixo Sul, falou do trabalho realizado na Fábrica-escola do Chocolate durante a feira. “A fábrica é muito importante não só para o CETEP, como também para a comunidade, pois nos proporciona uma experiência única de aprendizado prático e de ampliação de conhecimentos. Trouxemos a fábrica para mostrar para as pessoas o quão é bonito a arte de fazer chocolate natural e saudável”, afirmou.














