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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

março 2026
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:: ‘cacau’

Artigo de pesquisadores da Uesc analisa urbanização de Ilhéus e impacto do futebol na ´Era de Ouro` do Cacauacaueiro

Estudo publicado na revista Acervo investiga a relação entre

economia do cacau, imprensa e projetos urbanos na primeira metade do século XX

Pesquisadores da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), os professores Dr. Marcial Cotes e Dr. Elvis Barbosa, publicaram o artigo “Cacau, imprensa e urbanização: a inauguração do Estádio Mário Pessoa, em Ilhéus, e a repercussão nacional” na revista Acervo, periódico científico do Arquivo Nacional. O estudo examina como a economia cacaueira impulsionou transformações urbanas em Ilhéus entre 1890 e 1942, período em que obras públicas e práticas culturais contribuíram para consolidar a cidade como centro regional.

A pesquisa demonstra que, nesse contexto, o futebol passou a ser associado às ideias de progresso e civilidade, enquanto a imprensa desempenhou papel relevante na construção da imagem pública de Ilhéus. A análise revela como jornais da época difundiram a inauguração do Estádio Mário Pessoa como símbolo de modernidade urbana, integrando o esporte ao discurso de desenvolvimento da cidade.

O trabalho também destaca a importância do complexo educacional e esportivo formado pelo Ginásio Municipal — atual Instituto Municipal de Ensino Eusínio Gaston Lavigne — e pelo Estádio Mário Pessoa. Segundo os autores, o conjunto arquitetônico representou uma vitrine urbana marcada pela linguagem modernista, evidenciada em soluções voltadas à ventilação, iluminação e em elementos estéticos característicos do período.

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PL do Cacau incorpora propostas articuladas pela Bahia e avança no Congresso

A mobilização institucional liderada pelo Governo da Bahia para enfrentar os desafios da cadeia produtiva do cacau começa a gerar resultados concretos no Congresso Nacional. O Projeto de Lei nº 1769/2019, que estabelece regras para a composição e a rotulagem de chocolates e derivados de cacau no Brasil, incorporou sugestões apresentadas pela comissão articulada pelo Governo do Estado, formada por representantes do setor produtivo, parlamentares e entidades ligadas à cacauicultura.
Para o diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Jeandro Ribeiro, o avanço do projeto demonstra a importância do diálogo institucional e da construção coletiva de soluções para o fortalecimento da cadeia do cacau no país.
“Estamos vendo um resultado concreto de uma articulação construída de forma coletiva. O governador Jerônimo reuniu o setor produtivo, parlamentares e instituições para discutir os caminhos da cacauicultura, e essa agenda já começa a produzir efeitos. As mudanças incorporadas ao projeto refletem as contribuições da comissão e mostram que, quando todos trabalham juntos, conseguimos avançar na proteção e no fortalecimento da cadeia do cacau”, destacou Jeandro.

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Mulheres se destacam na produção de cacau e chocolate no Sul da Bahia

Marcas e amêndoas premiadas mostram reconhecimento internacional

Ficou para trás o tempo em que o universo masculino, tão bem retratado por Jorge Amado, com seus coronéis de antologia, dominavam o cenário da Região Cacaueira do Sul da Bahia. As mulheres, com seu espírito empreendedor  e a sensibilidade feminina, estão cada  vez presentes, fortalecendo um novo modelo que passa pela produção sustentável do cacau, investimentos em qualidade e, principalmente, a vira de chave que se tornou a produção e chocolates de origem, a partir da criação do Chocolat Festival, em Ilhéus, na virada do século.  Elas entenderam a força da união, trilhando um caminho sem volta, uma tendência que se consolida a cada nova iniciativa, e um legado para as novas gerações de mulheres, que já entram de mãos dadas na vida profissional e que constroem uma nova história na chamada Civilização Grapiúna, em que as Mulheres do Cacau e do Chocolate são  protagonistas.

 

No Sul da Bahia, as mulheres vem ocupando espaço e se destacando na produção de cacau de qualidade e chocolates de origem, que a cada ano conquista novos mercados no Brasil e no Exterior. Elas dão  um exemplo de união que impulsiona para o sucesso e consolida marcas que primam pela inovação e originalidade.

 

Vejam a reportagem completa em

 

www.cacauechocolate.com.br

 

Governo da Bahia debate fortalecimento da cadeia do cacau em encontro com produtores em Ipiaú

O Governo da Bahia, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), promoveu, nesta sexta-feira (6), em Ipiaú, o Encontro Estratégico da Cadeia Produtiva do Cacau. A iniciativa reuniu produtores, representantes institucionais e lideranças do setor para apresentar avanços e discutir demandas da região.
Durante o evento, foi assinado um Termo de Cooperação Técnica com o Consórcio Intermunicipal do Médio Rio das Contas (CIMURC) para a implantação do Projeto Parceria Mais Forte / Cacau Mais. A iniciativa contempla 16 municípios e beneficiará mais de 1.900 famílias da agricultura familiar, por meio de ações de assistência técnica e extensão rural associadas ao fomento produtivo.
“Essa agenda nos aproxima ainda mais dos produtores, principalmente da agricultura familiar. Estamos apresentando avanços, ouvindo demandas e fortalecendo iniciativas como o Cacau Mais, voltadas para quem mais precisa no campo. Essa é uma pauta prioritária do Governo do Estado”, destacou o diretor-presidente da CAR, Jeandro Ribeiro.
Para o presidente do CIMURC, Marcelo Pecorelli, as ações demonstram o comprometimento do Governo da Bahia com a cacauicultura. “A criação de uma comissão para discutir o tema e as articulações com o Governo Federal mostram que o Estado está atento às demandas dos produtores. Já conquistamos avanços importantes e seguimos trabalhando para melhorar a situação dos cacauicultores”, afirmou.
A produtora rural Josilene Henrique dos Santos, da Associação dos Agricultores Rurais do Braço Pequeno, ressaltou o impacto das políticas públicas na comunidade. “Hoje nos sentimos reconhecidos. Somos 30 famílias que têm espaço e voz. Um encontro que debate o cacau, principal produto da nossa região, mostra a importância desse tema para os governos estadual e federal”, disse.

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Líder do governo diz que discurso de ACM Neto para região cacaueira é pura demagogia

“A oposição vive atacando o governo, mas não faz nada nem propõe para resolver os problemas do povo baiano”, diz o deputado estadual Rosemberg Pinto (PT). Líder do governo na Assembleia, ele destaca a região cacaueira onde o pré-candidato oposicionista ao governo, ACM Neto, pretende se reunir com produtores de cacau na próxima sexta-feira (06). “Ele só aparece na região para fazer promessas em período eleitoral. A bancada federal de seu partido, o União Brasil, não move uma palha nem sequer destina uma emenda parlamentar para o setor”.

Com base em dados oficiais, Rosemberg informa que os correligionários do ex-prefeito de Salvador não destinaram para o desenvolvimento da cadeia produtiva do cacau um centavo dos R$ 700,6 milhões empenhados em 145 emendas parlamentares no período de 2022 a 2026. “Se ele tivesse algum compromisso com os cacauicultores, na condição de vice-presidente do União Brasil, teria orientado à bancada do partido que fizesse alguma ação em prol da zona cacaueira”.

 

Os dados evidenciam ser pura demagogia o que promete ACM Neto em campanha. “À região e aos produtores de cacau só restaram o discurso vazio dele e o abandono da bancada do União Brasil”, afirma o parlamentar. Para piorar, acrescenta Rosemberg, a portaria que facilitou a entrada do cacau da África no Brasil foi iniciativa do ex-presidente Jair Bolsonaro, aliado dele. “Mas felizmente, a pedido do governador Jerônimo Rodrigues, o atual presidente Lula suspendeu a famigerada medida, que tanto prejudicava o setor”.

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Adélia reforça defesa dos produtores de cacau e soluções para preços baixos

A médica e professora Adélia Pinheiro reforçou a defesa dos produtores de cacau da Bahia e destacou o compromisso do Governo do Estado com o setor, reafirmado pelo governador Jerônimo Rodrigues, nesta terça-feira (17), no sul da Bahia, onde cumpriu agenda em Uruçuca e Maraú. “O diálogo com a cadeia produtiva é conduzido de forma estruturada e com envolvimento direto do Governo Jerônimo e de lideranças do segmento”, explicou Adélia.

Reitora da Universidade Estadual de Santa Cruz de 2012 a 2019 e ex-secretária de Estado, Adélia ressaltou a importância de Maraú como um dos polos fortes da produção rural e do cacau na Bahia e enfatizou o engajamento de lideranças como o deputado Rosemberg Pinto, o diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Jeandro Ribeiro, e o secretário de Desenvolvimento Rural, Osni Cardoso. “Há um compromisso claro de diálogo e construção de soluções para enfrentar a crise do setor”, assegurou Adélia.

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Torre de Babel

Daniel Thame

Durante os tempos dadivosos, cada um se bastava, e o individualismo era a regra. Quem é que precisava de união, de organização, quando as terras, conquistadas por seus antepassados a ferro e fogo e deixadas esbanjando prosperidade e riqueza, geravam também a disputa para ver quem era o maior?

O título de maior produtor individual de cacau do mundo, coroa pousada em pouquíssimas cabeças, era uma espécie de troféu que, quando conquistado, equivalia à posse de um reino.

E pareciam mesmo reis os senhores que tudo podiam e de ninguém dependiam, a não ser do fruto dourado, da árvore mágica.

Não precisavam de governo nenhum e transformavam gerentes de banco em office boys subservientes e bajuladores. Nas crises cíclicas, pequenos hiatos na rotina de bonança, era o próprio dinheiro gerado pelo fruto quem garantia a recuperação, quem trazia de volta a prosperidade, num ciclo que não terminaria nunca.

Como não terminaria nunca, nunca se preocuparam com representação política, com entidades que fossem além dos almoços, jantares e viagens de puro deleite.

A força de cada um dispensava a força coletiva, coisa de uns pobres coitados, de uns agitadores que vez por outra tentavam fazer com que os trabalhadores, que sempre ficaram com as migalhas do bolo doce e farto, se organizassem e reivindicassem seus direitos.

“Esses comunistas filhos da puta”, diziam com escárnio nas rodas de uísque escocês, correndo pelos copos como a água corre na cachoeira caudalosa.

Quando vieram os tempos difíceis, e esses tempos se revelaram mais longos do que a mais longa das crises enfrentadas até então, já não havia o dinheiro gerado pelo fruto, que a bruxa tratava de abortar ainda no ventre das árvores, igualmente agonizantes.

Cada um já não se bastava mais, a coroa de Rei do Cacau enferrujou tal qual um latão de péssima qualidade.

“Precisamos nos unir, cobrar das autoridades tudo aquilo que demos para o Estado, para a Nação”, bradava-se para auditórios suntuosos, mas vazios de gente e de alma.

Nas articulações, que nem esse nome justificavam, tão desarticuladas eram, ninguém se entendia, visto que como cada um sempre se fizera sozinho, sozinho falava a sua própria língua.

Instalou-se, então, uma confusa babel grapiúna, até que o templo em que eles se reuniam para celebrar as dádivas do deus cacau, em vez de ruir como era de se imaginar em tempos de ira divina, foi alugado, subalugado, emprestado, tomado.

E, finalmente, abandonado, como um monstrengo encalhado no coração da cidade.

Há quem jure ouvir, nas noites abafadas, vozes fantasmagóricas, mas que ninguém entende, posto que nessa Torre de Babel nem os fantasmas falam a mesma língua.

Conto extraído do livro “Vassoura, do Apocalipse ao Gênesis da Região Cacaueira da Bahia”. Atualíssimo.

Ministério do Trabalho lança programa de capacitação para agricultores familiares do Sul da Bahia

Magno Lavigne

O Ministério do Trabalho e Emprego, por meio da Secretaria Nacional de Qualificação, Emprego e Juventude lançou em Almadina, o Programa de Qualificação Profissional Manoel Quirino, destinado a capacitação de jovens e trabalhadores  da agricultura familiar. Sul da Bahia. A capacitação tem como base o Projeto Cacau 500@  + Sustentável, um pacote tecnológico desenvolvido pelo Instituto Chocolate, que já tem resultados positivos no aumento da produtividade na lavoura sulbaiana.

O programa será realizado através de uma  parceria com a   Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) e  o Instituto Federal Baiano – Campus Uruçuca, e o Projeto Cacau 500@ + Sustentável, com foco na capacitação de jovens e trabalhadores da agricultura familiar. O projeto prevê a capacitação de mil agricultores familiares do Sul e Baixo Sul do Estado.

A proposta do encontro é fortalecer a formação profissional, estimular o desenvolvimento territorial e ampliar o debate sobre sustentabilidade, renda e futuro da cadeia do cacau, especialmente na região cacaueira do sul da Bahia.

Marciel Pinheiro, prefeito de Almadina, destaca que  “ nossa cidade tem sua economia voltada para a produção do cacau e a capacitação da mão de obra vão impulsionar a produtividade, ampliando a geração de emprego e renda no setor rural”. Ivan coordenador do projeto Cacau 500 afirma que    “o apoio do Governo Federal a esse projeto é muito importante, na medida em que mais produtores terão acesso a novas tecnologias, com práticas de manejo que vão elevar a produtividade e incentivar o aproveitamento total do cacau. Citamos como exemplo que, ao deixar de industrializar o mel de cacau, a lavoura perde cerca de 280 milhões de reais por ano”.

O lançamento contou a presença dos prefeitos de Almadina, Marciel Pinheiro e Ilhéus,Valderico Junior, secretários municipais de Itabuna, Itajuipe, Uruçuca, Jussari, Itapitanga, Itacaré e Coaraci, a reitora da Universidade Federal da Bahia, Joana Angélica Guimarães, o diretor do IF Baiano-campus Uruçuca, Josué Oliveira, e dirigentes do Consórcio de Desenvolvimento Sustentável Litoral Sul.

O  Secretário Nacional de Qualificação, Emprego e Juventude do Ministério do Trabalho do Ministério do Trabalho, Magno Lavigne, destacou que “a qualificação social e a qualificação profissional são fatores importantes para a cadeia produtiva do cacau  e essa parceria com a Universidade Federal do Sul da Bahia e o IFBaiano representam uma ação do governo do presidente Lula para beneficiar os pequenos produtores. A experiência e os resultados do Projeto Cacau 500 deve ser levada a um número cada vez maior de agricultores familiares e valorizar o Sistema Cabruca, que ajuda a preservar a Mata Atlântica”.

 

O Projeto Cacau 500@ + Sustentável integra o esforço de valorização da produção local, com foco em produtividade, boas práticas, sustentabilidade ambiental e fortalecimento da economia rural, dialogando diretamente com os desafios atuais do setor cacaueiro.

A reitora da UFSB, Joana Angélica Guimarães, destaca que “estamos sempre apoiando iniciativas que beneficiam a região e esse é um programa fundamental para a fortalecimento da lavoura cacaueira, através da capacitação e adoção de novas tecnologias”. Josué Oliveira, diretor do IFBaiano, campus Uruçuca, ressalta que “a nossa identidade está ligada ao cacau e vamos estabelecer parcerias que fortaleçam a lavoura e isso para pela capacitação e educação, numa região em que 80% da produção vem de pequenos produtores e da agricultura familiar”.

LANÇAMENTO DO ENCONTRO NACIONAL CACAU 500

Durante o encontro em Almadina, também foi realizado lançamento oficial do 4º. Encontro Nacional Cacau 500, que este ano acontece em novembro, no Centro de Convenções de Ilhéus, Na apresentação feita pelo diretor do Instituto Chocolate, Erlon Botelho, e o publicitário Tião Ribeiro, da BPonto, foi destacada a importância  da cidade na consolidação do cacau como uma força econômica na Bahia e mais recente a implantação do polo chocolateiro, a partir do Chocolat Festival.

A programação do Encontro Cacau 500 inclui palestras, cursos de capacitação, Feira da Agricultura Familiar e da Economia Solidária, Feira Nacional do Agronegócio, Exposição Chocolate Summer e Feira Sustentável dos Municípios.

De acordo com o prefeito de Ilhéus, Valderico Junior, “trata-se de um evento de extrema importância para a cadeia produtiva do cacau e estamos felizes em receber esse encontro, que vai mostrar todo o potencial da lavoura, disseminar novas tecnologias e valorizar ainda mais o cacau e o chocolate, que são marcas da nossa cidade”.

 

Para Adélia, comissão fortalece defesa dos produtores de cacau da Bahia

Adélia Pinheiro e o governador Jerônimo Rodrigues durante reunião com produtores de cacau em Salvador Foto Thuane Maria GovBA

A professora Adélia Pinheiro avalia que a comissão de enfrentamento à nova crise da lavoura cacaueira, criada pelo governador Jerônimo Rodrigues, reforça a luta dos produtores de cacau da Bahia. “É um instrumento focado na defesa de preços justos para a amêndoa e na expansão de políticas para fortalecer a cadeia produtiva”, explicou, nesta quarta-feira (4), em Salvador, após participar da reunião em que o chefe do Executivo baiano anunciou o grupo de trabalho.

A comissão, segundo Adélia, reúne pequenos produtores da agricultura familiar, Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste da Bahia (Amurc), prefeitos, prefeitas, deputados federais e estaduais, as instâncias estadual e nacional da Câmara Setorial do Cacau e a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb).

A reunião desta quarta-feira (4) deu encaminhamento às reivindicações do setor produtivo, informou Adélia.  “A comissão formula plano de trabalho para a proteção da produção cacaueira, com foco nos pequenos produtores, associações e cooperativas. Também vai fazer levantamento para estimar o tamanho da safra da Região Cacaueira”, detalhou.

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Rosemberg comemora criação de Grupo de Trabalho para discutir o cacau da Bahia

O líder do Governo Jerônimo Rodrigues na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) e uma das principais vozes do Litoral Sul no Parlamento baiano e junto ao Executivo Estadual, deputado Rosemberg Pinto (PT), comemorou, nesta quarta-feira (4), o anúncio da criação de um Grupo de Trabalho para discutir o cacau baiano.

De acordo com o parlamentar, o governador Jerônimo determinou o envolvimento das secretarias estaduais e órgãos do Estado ligados à agricultura como Seagri, SDR (Desenvolvimento Rural), CAR (Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional), e a Adab (Agência de Defesa Agropecuária).

“A pauta é o cacau, com medidas de curto, médio e longo prazo. No curto prazo, é o preço que precisa ser atualizado. A ideia é alterar uma normativa validada pelo Governo Federal para que possa criar alíquotas de importação e regulamentar a operação de Drawback, o que poderá melhorar o preço do cacau”, explicou Rosemberg.

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