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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Notícias’

Abril Verde alerta para a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais entre trabalhadores baianos

A campanha Abril Verde, dedicada à conscientização sobre saúde e segurança no trabalho, chama a atenção para um problema que impacta, todos os anos, milhares de trabalhadores baianos: os acidentes e doenças relacionadas às atividades profissionais.

 

Dados recentes apontam que o desafio permanece grande na Bahia, onde, somente entre os meses de janeiro e agosto de 2025 foram registrados 10.187 acidentes de trabalho e doenças ocupacionais, com 63 óbitos. O volume representa a média de 1.390 ocorrências por mês. No entanto, sindicatos da categoria defendem ainda que, esses dados são significativamente ampliados, quando consideradas as subnotificações. Para eles, até 85% das incidências não são oficialmente registradas.

 

Em Salvador, o impacto é ainda mais alarmante pois a capital baiana posiciona-se entre as cidades com maior volume de benefícios concedidos por incapacidade relacionada ao trabalho no país, entre 2012 e 2023, com 330.756 afastamentos registrados, segundo dados do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho (SmartLab/ MPT e OIT).

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Artesã ilheense vai representar cultura Tupinambá em feira indígena em Salvador

Luciana Yara Carqueija Tupinambá, uma das professoras no Programa Manoel Querino em Ilhéus, foi  selecionada para participar da 5ª edição da Feira Artesanato da Bahia – Edição Indígena, em Salvador. A artesã ilheense Luciana Yara Carqueija Tupinambá conquistou o primeiro lugar no processo seletivo da Feira Artesanato da Bahia – Edição Indígena, garantindo presença em um dos mais relevantes espaços de valorização da cultura indígena no Estado. O resultado não apenas a destaca entre os nomes escolhidos, mas reafirma a força de uma produção artesanal que carrega identidade, memória e tradição.

A feira integra a programação da 5ª edição do Abril do Artesanato Indígena 2026, que acontece entre os dias 24 e 26 de abril, no Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC), em Salvador. Reunindo cerca de 30 artesãos de diferentes etnias, o evento vai além da comercialização de peças, é um espaço de encontro, troca e visibilidade. Nesse cenário, a presença de Luciana amplia o alcance da cultura Tupinambá de Ilhéus e reafirma seu protagonismo.

A trajetória que leva Luciana até esse reconhecimento também se conecta com sua atuação na formação de novos artesãos. A artesão será uma das instrutoras da oficina de Artesanato Cultural no Projeto Ilhéus Rural Produtiva, dentro do Programa Manoel Querino em Ilhéus, executado pela ABIR (Associação Bariátrica de Ilhéus e Região), em uma parceria com o Grupo Paranã.

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Mazé Torquato Chotil lança “Lucy Citti Ferreira: a pintora esquecida do modernismo”

A jornalista e escritora brasileira radicada na França, Mazé Torquato Chotil, está lançando seu novo livro,  a biografia “Lucy Citti Ferreira: a pintora esquecida do modernismo”, editado pela Patuá.  Na apresentação do livro, a professora doutora Valéria Cristina Pereira da Silva,  da Universidade Federal de Goiás destaca que  ´”puxando o fio de um novelo misterioso e reunindo um feixe de delicadezas, Mazé Torquato Chotil traz à tona a biografia de Lucy Citti Ferreira, uma artista esquecida do grande público, a pintora esquecida do modernismo brasileiro a quem havia ficado o epíteto de musa de Lasar Segall. O papel dado a Lucy pela história é revisto nesta obra: Lucy Citti Ferreira, a pintora esquecida do modernismo. Chotil nos conduz pelos mistérios da vida de Lucy, apresentando a artista, a mulher e a personalidade forte por trás da discrição, da introspeção e da excentricidade”.

“Esta obra, assim, é um lapidar da matéria da memória e polimento das lembranças através de fontes e documentos, aos quais vai apresentando-nos Lucy Citti Ferreira à medida em que a retira do recôndito, desnovelando fios de segredos carregados de emoção, de amores, de relações, de perdas, de despedidas, de criações. Nas treliças desses fatos e sentimentos, a sociedade da época é o apanágio onde se figuram valores, tabus e preconceitos”, afirma

MAZÉ TORQUATO CHOTIL

Mazé Torquato Chotil é jornalista e autora. Doutora (Paris VIII) e pós-doutora (EHESS), nasceu em Glória de Dourados (MS), morou em Osasco (SP) e foi para a França em 1985. Nos últimos anos, vive entre Paris, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Tem 14 livros publicados, entre romances, biografias e ensaios, dos quais cinco em francês. Entre eles estão: Mares agitados: na periferia dos anos 1970Na sombra do ipêNo crepúsculo da vidaLembranças do sítio / Mon enfance dans le Mato GrossoLembranças da vilaNascentes vivas para os povos Guarani, Kaiowá e TerenasMaria d’Apparecida: negroluminosa voz e Na rota de traficantes de obras de arte. Foi editora da 00h00 (catálogo lusófono) e é fundadora e primeira presidente da UEELP – União Europeia de Escritores de Língua Portuguesa. Escreveu – e continua escrevendo – para a imprensa brasileira e sites europeus. Recebeu o Prêmio de Biografia da AILB – Academia Internacional de Literatura Brasileira, em 2022, pela obra Maria d’Apparecida.

COMO ADQUIRIR

 

https://www.editorapatua.com.br/lucy-citti-ferreira-a-pintora-esquecida-do-modernismo-biografia-de-maze-torquato-chotil/p?srsltid=AfmBOor2ndrS4LrLzeeftNO06ZbOIlWDCHOPSLr0G2NwL9_SxupdRLJ1

Bienal do Livro da Bahia evidencia talento de estudantes e professores da rede estadual

A Bienal do Livro da Bahia 2026 destaca a participação de estudantes e professores da rede estadual, que ocupam o Espaço Deixa Eu Falar, no estande do Governo do Estado, com produções de suas autorias e apresentações literárias. Ao todo, são 36 alunos, representando os 27 Núcleos Territoriais de Educação, além de 19 docentes. A iniciativa da Secretaria da Educação do Estado (SEC) reforça o protagonismo estudantil e a produção dos seus professores, valorizando a escola estadual como espaço cultural.

Entre os destaques está o projeto Tempos de Arte Literária (TAL), que reúne produções de estudantes de todos os territórios de identidade da Bahia, abordando temas sociais e culturais diversos. Nesta quarta-feira (15), a estudante Thaline Silva Leandro, do Colégio Estadual Teotônio Vilela, de Feira de Santana, apresentou a obra “Dor não contada, culpa mascarada”, inspirada em reflexões sobre violência de gênero. “A sensação de declamar é sempre incrível. E hoje, na bienal, foi ainda mais especial. A ideia de performar uma apresentação poética sobre violência de gênero é emocionar quem me ouve. Meu poema nasce da resistência, contra a violência, a misoginia e o feminicídio. Estamos nos levantando de uma trajetória de dor para mostrar que temos espaço na sociedade e que não aceitaremos mais o silenciamento.”

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Robinson rebate ACM Neto e contrapõe crítica com legado social do PT na Bahia

Robinson Almeiida

A declaração de ACM Neto de que a Bahia seria “um estado rico com um povo pobre” acirrou o embate político no estado. Ao criticar os quase 20 anos de governos petistas, o ex-prefeito de Salvador provocou a reação do deputado estadual Robinson Almeida (PT).

Para o parlamentar petista, ACM Neto ignora o passado e tenta reescrever a história recente da Bahia. Segundo ele, foi justamente no período de domínio do grupo político liderado por Antônio Carlos Magalhães, avô do ex-prefeito de Salvador, que o estado consolidou os maiores indicadores de desigualdade social.

“O que era a Bahia antes de 2007? Um estado com concentração de renda, baixa presença do Estado no interior e acesso restrito a serviços básicos. A pobreza era ainda mais profunda e invisibilizada”.

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Bienal do Livro Bahia 2026 tem início e fortalece políticas de incentivo à leitura

Um dos momentos mais aguardados pelos amantes da literatura está de volta. A Bienal do Livro Bahia 2026, que conta com importante apoio do Governo do Estado através da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-BA), por meio da Fundação Pedro Calmon (FPC), em conjunto com a Secretaria de Educação (SEC), começou nesta quarta-feira (15) e vai até o dia 21 de abril, no Centro de Convenções, em Salvador, com o tema “Bahia: identidade que ecoa nos quatro cantos do mundo”.
A abertura da edição contou com a presença do governador Jerônimo Rodrigues, que ressaltou a importância da Bienal para o fortalecimento da cultura e da educação no estado. O Governo da Bahia participa com um estande ocupado pela rede estadual de ensino, com apresentações literárias e circulação de milhares de estudantes, reforçando políticas públicas voltadas ao livro e à leitura.
“A Bienal é um momento de geração de emprego e renda, tanto na produção quanto na comercialização de livros. E o tema da nossa história e da nossa identidade vai ser refletido, tanto para nós mesmos quanto para o mundo”, descreveu o governador.
O secretário de Cultura, Bruno Monteiro, destacou a dimensão dos investimentos do Estado no fortalecimento da literatura. “A Bahia é o estado que mais investem em eventos, feiras e festivais literários do Brasil. E a Bienal é o grande ápice dessa movimentação que nós realizamos nos municípios de todos os territórios de identidade”.

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Augusto Castro assina Ordem de Serviço e autoriza início das obras e serviços do Programa Pavimenta Itabuna pelo Fonseca

O prefeito Augusto Castro (PSD) visitou os moradores da Rua Eduardo Fonseca, no Fonseca, na zona sul da cidade, onde assinou a Ordem de Serviço que autoriza o início das obras e serviços do Programa Pavimenta Itabuna (PPI) pela Secretaria de Infraestrutura e Urbanismo (SIURB). Estão previstas a pavimentação e requalificação de mais de 200 ruas em 23 bairros.

Na fase preliminar, está sendo realizada a remoção de lixo e entulhos e a execução da operação Tapa-Buracos nos cerca de 800 metros da principal corredor de tráfego do bairro, entre a rotatória do Pedro Jerônimo e a Praça da Alegria, mobilizando quase uma centena de operários, caçambas e maquinário pesado. Numa segunda fase, visa secundárias também serão recuperadas.

No contato com lideranças e moradores, o prefeito Augusto Castro explicou que o PPI se destina a melhorar as condições de trafegabilidade das vias, com prioridade para aqueles principais. “Vamos atuar nos corredores por onde passam os ônibus do sistema de transporte público, veículos e caminhões que prestam serviços às comunidades”, disse.

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SEC convoca 111 novos professores e reforça Educação Profissional e Indígena na rede estadual

A Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) publicou, no Diário Oficial do Estado de sábado (11), a convocação de 111 candidatos aprovados em processos seletivos simplificados para contratação sob o Regime Especial de Direito Administrativo (REDA). Ao todo, foram chamados 97 professores da Educação Profissional, por meio do Edital SEC/SUDEPE nº 03/2025, e 14 professores da Educação Indígena, que irão atuar nas unidades escolares da rede estadual.

O prazo para o envio da documentação necessária ao ingresso começa nesta segunda-feira (13) e prossegue até 27 de abril, correspondendo a dez dias úteis, conforme estabelecido nas portarias. Os candidatos convocados devem apresentar a documentação exigida dentro do período estipulado, condição obrigatória para a efetivação da contratação.

Os profissionais selecionados terão vínculo contratual com duração de até 36 meses, podendo ser prorrogado por igual período, com carga horária de 20 horas semanais. A remuneração varia de acordo com a classe e o nível, conforme os critérios definidos nos editais dos processos seletivos.

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Teatro Popular de Ilhéus leva “Borépete?. Uno” em mini turnê em unidades do SESC Bahia

O Teatro Popular de Ilhéus (TPI) inicia, no dia 17 deste mês, uma mini turnê do espetáculo Borépete?. Uno pelas cidades de Jacobina e Santo Antônio de Jesus. O projeto criado pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), unidade vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), tem como objetivo fortalecer a cadeia produtiva do teatro e ampliar o acesso do público às artes cênicas. O Circula Cena conta com a parceria do Serviço Social do Comércio (Sesc-Bahia). A Secretaria de Educação do Estado da Bahia (SEC) fortalece a parceria, mediando ações de formação com o público estudantil.

Com linguagem contemporânea e forte experimentação estética, Borépete?. Uno convida o público a uma imersão sensorial e reflexiva, abordando temas como identidade, coletividade e os atravessamentos culturais que moldam o Brasil profundo.

Em Jacobina, as apresentações acontecem nos dias 17 e 18 de abril, e em Santo Antônio de Jesus, nos dias 21 e 22 de abril, sempre às 19h. A obra combina elementos físicos, sonoros e visuais, criando uma experiência cênica que rompe com narrativas tradicionais e propõe um diálogo direto com o espectador.

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Eu, André Rosa, Jorge Amado e o Cú do Mundo

Daniel Thame

André Rosa foi um dos grandes escritores desse chão grapiuna, tão pródigo na literatura. Um grande ser humano, que hoje dá nome a um espaço público em que livros podem ser apreciados gratuitamente, num belo projeto de incentivo à leitura..

Minha convivência com ele foi esparsa, um ou dois encontros ocasionais em Ilhéus e Itabuna, sempre em eventos literários em que eu, mero jornalista que se atreve a escrever livros, quase nunca participo, por timidez e porque esse não é meu mundo.

 

Mas, vivemos juntos, ainda que de forma involuntária, um momento marcante, pelo inesperado e inusitado.

 

Em 2018 participamos juntos de uma  mesa na Festa Literária de Itabuna, a Felita, para falar sobre a obra de Jorge Amado.

Ele por seu vasto conhecimento acadêmico.

Eu, ex-jornalista em atividade e escritor extemporâneo,  por ter me atrevido a escrever um livro, Jorge100anosAmado-Tributo a um eterno Menino Grapiuna, homenagem ao centenário do escritor.

Cerca de 100 pessoas na platéia, boa parte delas composta de estudantes, levados quase à força por professores, para evitar que  os escritores não falassem para ninguém.

André esbanjando conhecimento.

Eu, cultura que não enche um pires, usando o empirismo que me permite estar beirando os 50 anos de jornalismo e já r com cinco livros publicados.

 

André falava com a bagagem de um estudioso  sobre a obra de Jorge e eu indo pelo lado sarcástico do escritor, com seus personagens que são a cara do povo. Tipo ´toca a bola e se livra logo dela´.

 

Tudo ia bem, até que alguém na platéia pergunta porque o povo de Ferradas rejeitava Jorge.

 

André Rosa, do alto de sua sabedoria, craque que era, mata a bola no peito e responde:

 

-Um dos motivos é que em algumas de suas obras Jorge Amado se refere a Ferradas como o cú do mundo.

 

E eu, sutileza de zagueiro de time de roça, vou na canela:

 

-E cá pra nós, ele tinha razão. Ferradas é o cú do mundo mesmo.

 

O que eu não sabia e nem tinha como saber é que a maior parte daquele grupo de estudantes no Centro de Cultura veio de uma escola de… adivinhem, Ferradas!

 

Se tivesse algum jagunço na platéia, e felizmente não tinha, era tocaia, e das grandes.

 

Avisado pelo organizador da Felita, Gustavo Felicíssimo,  tentei consertar, mas não havia o que consertar.

 

Lesse eu pensamentos e certamente captaria nada amadianas homenagens a senhora minha mãe.

 

Fecha o livro.

 

 





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