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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘Feira Artesanato da Bahia – Edição Indígena’

Artesã ilheense vai representar cultura Tupinambá em feira indígena em Salvador

Luciana Yara Carqueija Tupinambá, uma das professoras no Programa Manoel Querino em Ilhéus, foi  selecionada para participar da 5ª edição da Feira Artesanato da Bahia – Edição Indígena, em Salvador. A artesã ilheense Luciana Yara Carqueija Tupinambá conquistou o primeiro lugar no processo seletivo da Feira Artesanato da Bahia – Edição Indígena, garantindo presença em um dos mais relevantes espaços de valorização da cultura indígena no Estado. O resultado não apenas a destaca entre os nomes escolhidos, mas reafirma a força de uma produção artesanal que carrega identidade, memória e tradição.

A feira integra a programação da 5ª edição do Abril do Artesanato Indígena 2026, que acontece entre os dias 24 e 26 de abril, no Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC), em Salvador. Reunindo cerca de 30 artesãos de diferentes etnias, o evento vai além da comercialização de peças, é um espaço de encontro, troca e visibilidade. Nesse cenário, a presença de Luciana amplia o alcance da cultura Tupinambá de Ilhéus e reafirma seu protagonismo.

A trajetória que leva Luciana até esse reconhecimento também se conecta com sua atuação na formação de novos artesãos. A artesão será uma das instrutoras da oficina de Artesanato Cultural no Projeto Ilhéus Rural Produtiva, dentro do Programa Manoel Querino em Ilhéus, executado pela ABIR (Associação Bariátrica de Ilhéus e Região), em uma parceria com o Grupo Paranã.

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Feira Artesanato da Bahia – Edição Indígena celebra saberes e tradições dos povos originários

“Cada peça que faço carrega a memória do meu povo, a história do meu território.” É assim que Cicilha Pataxó, artesã e estudante de medicina da UFBA, define sua relação com o artesanato. Ela é uma das 30 artesãs e artesãos que participam da Feira Artesanato da Bahia – Edição Indígena, que acontece até domingo (27), na área externa do Museu de Arte da Bahia (MAB), no Corredor da Vitória, em Salvador. O evento integra o Abril do Artesanato Indígena, promovido pela Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre). “O artesanato é também o que me ajuda a continuar na universidade e a viver em Salvador, uma cidade difícil para quem vem da aldeia”, afirma.

A feira celebra as expressões artísticas dos povos originários em um mês dedicado à sua valorização e reúne representantes dos povos Tupinambá, Tumbalalá, Pataxó Hã-Hã-Hãe, Kariri-Xocó, Xuku-Kariri, Kiriri, Pataxó, Tuxá, Xukurú, Funiô, Kaimbé, Tapuya e Tuxi. Quem visitar o espaço poderá dialogar diretamente com os criadores e adquirir peças únicas, que unem tradição e criatividade em uma variedade de técnicas e materiais nativos. São adornos corporais com sementes, maracás, colares, cerâmicas com pigmento de tauá, entalhes em madeira, trançados em fibras naturais, instrumentos musicais e muito mais.

Para o titular da Setre, Augusto Vasconcelos, a ação reforça o compromisso com o fomento às atividades que valorizam o trabalho dos povos originários: “O apoio ao artesanato indígena é uma forma concreta de gerar renda, fortalecer identidades e preservar saberes que são patrimônio imaterial do nosso estado. É também uma forma de dar visibilidade ao protagonismo desses povos na economia criativa baiana”.

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