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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

maio 2024
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:: ‘Sul da Bahia’

TV Cabrália, ´Faculdade de Comunicação` e a moça do posto de gasolina

Daniel Thame

 

Quando a  TV Cabrália,  primeira televisão do interior do Norte-Nordeste foi implantada em 1987 em Itabuna,  no Sul da Bahia, não havia faculdade de comunicação fora de Salvador.

 

E como gestor que deu vida a essa aventura épica,  Nestor Amazonas, a quem essa região desmemoriada  ainda deve o merecido reconhecimento,  queria trabalhar profissionais de fora,  a opção foi contar com mão de obra local.

 

Que mão de obra local, cara pálida, se a emissora, como se disse, era pioneira.

A primeira loucura-sana de Nestor foi me colocar como Gerente de Jornalismo, responsável entre outras coisas para montar a equipe de repórteres e apresentadores.

 

Jornalista com boa formação em mídia impressa e rádio,  expertise de vida moldada por uma década de mochileiro nas quebradas de nuestra América, mas conhecimento de televisão, zero, zero, zero!

O fato que é, na base da intuição (e também fazendo muita merda, até que um dia Nestor decretou que a cota de merda estava encerrada),  ao longo de uns sete a oito anos, acabei formando uma geração talentosa de profissionais de tevê, que se espalharam por Salvador, Feira de Santana, Conquista, Juazeiro, Santa Catarina, Rio de Janeiro e  São Paulo.

As tevês baianas Aratu, Itapoan e Rede Bahia se fartaram de contratar repórteres e apresentadores da Cabrália, sem que a gente pudesse desfrutar esses talentos por mais tempo.

Por esses acasos do destino e porque (como diria de novo el viejo Nestor, o que me faltava de talento sobrava de capacidade de trabalho, algo do tipo ´burrito, pero cumplidor`), acabei me tornando o que hoje a idade permite dizer sem  ser cabotino, a primeira ´faculdade de comunicação´  destas Terras do Sem Fim.

 

Citei Jorge Amado, mas o fato que levou a esse bolodório todo é digno do realismo mágico de Gabriel Garcia Marquez.

 

Põe no ar:

 

Estava eu numa das ilhas de edição (um trambolho pré-histórico comparado à tecnologia de hoje) preparando as matérias do Jornal do Meio Dia, quando minha atenção é desviada para a ilha de edição ao lado, em que aparecia a imagem de uma moça gravando o sorteio de vales-gasolina, devidamente paramentada com o uniforme do Posto Universal.

 

(Antes que me acusem de um merchan descaradinho, eu nem dirijo e o  isqueiro pra acender meus Cohibas é a gás).

 

Volta pra ilha de edição. Esqueci as matérias, fui pra outra ilha, a da moça do posto, e me bastaram três minutos.

Me dirigi ao estúdio com uma única folha do script do jornal, e diante de uma equipe que não entendeu nada, mandei parar a gravação do sorteio, coloquei a folha no teleprompter (uma máquina com umas letras imensas, onde os apresentadores leem as noticias), pedi pra moça (essa sem entender menos ainda) sentar na mesa de apresentação do telejornal  e assim que eu desse o comando lá da ilha de edição, lesse a nota.

 

Leu uma, leu duas e nem precisou ler três vezes.

 

Voltei ao estúdio e  ainda sem saber o nome dela, decretei:

 

-Moça, avisa o dono do posto pra ele arrumar outra pessoa pra fazer o sorteio de gasolina. Você começa a trabalhar com a gente amanhã.

 

A Nestor Amazonas eu disse apenas: “acabo de descobrir uma daquelas apresentadoras que vão fazer história”.

Nestor foi menos retórico:

-Contrata.

Com uma semana, a agora ex-moça do posto já estava apresentando o jornal do Meio Dia, depois dividiu comigo e com Eduardo Lins (esse é outra história ´gaboniana´) uma experiência fantástica chamada Jornal da Semana, espécie de precursor e primo pobre do Mosaico Baiano, passou pela TV Santa Cruz e foi brilhar na Rede Globo e na Rede Manchete, depois Rede TV, Jovem Pan , onde, nas idas de uma de minhas filhas, Hannah Thame, para especializações em Medicina Veterinária, não apenas a recebia em sua casa (eu a chamo de Mãe de Adotiva de Hannah em Sunpolo), como quando a apresentava ao pessoal das tevês sempre repetia a mesma história: “essa menina é filha do rapaz que me tirou do sorteio do posto e me transformou em profissional de televisão…

 

O nome dessa moça, hoje dedicada a viagens esotéricas mundo afora mas sem se afastar   das comunicações, atende pelo nome de Cláudia Barthel.

 

Dona de um talento que não cabe nem na maior das telas e uma virtude rara nessa máquina de egos chamada televisão: gratidão.

 

No caso aqui, o grato sou eu!

 

E vamos aos nossos comerciais…

 

“Zé Drone” participa da DroneShow 2024 em São Paulo

O  instrutor de drones Jr. Miranda,  conhecido como “Zé Drone”, está participando pelo segundo ano consecutivo da DroneShow, a maior feira da América Latina dedicada a drones, robótica e tecnologia aeroespacial. O evento, que ocorre entre os dias 21 a 23 de maio, é uma referência no setor, reunindo profissionais, entusiastas e empresas de ponta para discutir as inovações e tendências do mercado.

Jr. Miranda, com sua vasta experiência e conhecimento na operação e instrução de drones, tem se destacado como uma figura influente na comunidade tecnológica. Sua participação na DroneShow reforça seu compromisso em disseminar o uso seguro e eficaz dessa tecnologia, além de promover o desenvolvimento de novas aplicações no setor.

“A DroneShow é uma plataforma incrível para compartilhar conhecimento, aprender com outros profissionais e explorar as últimas novidades do mercado. Estou entusiasmado por participar novamente e contribuir para o avanço desta tecnologia que está transformando tantos setores,” afirmou Jr. Miranda.

A presença de Jr. Miranda na DroneShow 2024 destaca a importância do evento como um ponto de encontro crucial para o networking e a troca de conhecimentos entre profissionais da área. A participação de especialistas como ele é fundamental para impulsionar o crescimento e a inovação no setor de drones e tecnologia aeroespacial.

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A força da agricultura nos municípios

 

Itatelino Leite

 

Temos que entender que as   maiores receitas dos municípios são o ICMS quê é proporcional a quantidade de valores da notas fiscais emitida pelos município.

O FPM que é a divisão de tudo que o governo federal arrecada de IPI + IR dividido pelo número de habitantes de cada município.

Portanto quanto  mais  tiver de valores nas notas fiscais o município arrecada mais ICMS.

Quanto maior for a população do município maior é arrecadação do FPM.

Quero dizer que quando maior for o somatório das notas fiscais e maior for a população mais dinheiro fica para os municípios.

Os governantes têm que entender que vale a pena investir na agricultura pois ela traz vários benefícios para o município.

Meu município Itajuípe, na Bahia,  tem 1.300 funcionários na Prefeitura. Se fosse disponibilizado 1% dos funcionários para montar uma equipe de Assistência Técnica aos produtores rurais seria uma boa iniciativa, pois em uma época de altas tecnologias na agricultura a região ficou orfã com o extinção da Assistência técnica da Ceplac.

 

Fica a sugestão às nossas autoridades.

Itatelino Leite  é Engenheiro  Agrônomo e produtor rural.

 

Funai autoriza novas indenizações por retomada de Terra Indígena no Sul da Bahia

Terra Indígena é habitada pelos Pataxó Hã-Hã-Hãe || Foto Clarissa Tavares/Funai

A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) publicou a Portaria Nº 996/2024, que institui a Comissão de Pagamento para a continuidade dos procedimentos administrativos indenizatórios pelas benfeitorias derivadas da ocupação de boa-fé instaladas por não indígenas na Terra Indígena Caramuru/Paraguassu, localizada nos municípios de Itaju do Colônia, Pau Brasil e Camacan, no sul da Bahia.

O ato determina a adoção das medidas necessárias à concretização das indenizações, com diligências na Terra Indígena e nas cidades de Porto Seguro, Eunápolis, Itabuna, Ilhéus, Itaju do Colônia, Pau Brasil, Camacan, Itororó e Canavieiras. A Comissão tem prazo de 26 dias para concluir os trabalhos e mais 10 dias para a entrega do relatório dos pagamentos, a contar do próximo dia 27.

RETOMADA

De acordo com a Funai, o processo de regularização fundiária da TI Caramuru/Paraguassu remonta ao reconhecimento do território do povo indígena Pataxó Hã-Hã-Hãe, pelo Governo Bahia, por meio da Lei Estadual n° 1.916, de 9 de agosto de 1926. A lei autorizou a destinação de uma área de 50 léguas em quadra de “florestas gerais e acatingadas” ao “gozo dos índios tupinambás e patachós, ou outros que ali são habitantes”, sendo posteriormente, em 1938, os limites demarcados em conjunto com o Ministério da Guerra para usufruto dos indígenas.

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Amurc assina termo de cooperação junto a SPM para a implantação das Salas Elas à Frente no Sul da Bahia

 

O Termo de Cooperação Técnica para a  implantação das Salas Elas à Frente no Sul da Bahia foi assinado nesta segunda-feira, 13, durante uma sessão especial na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), em comemoração aos 13 anos de criação da Secretaria das Mulheres do Estado da Bahia (SPM). O evento que evidenciou esforços da Secretaria em ampliar sua rede de apoio e acolhimento às mulheres contou com a presença do Presidente da Amurc, Jadson Albano e da Secretária Executiva, Rita Souza.

Em exercício como governadora desde o último sábado (11), a desembargadora Cynthia Resende participou da sessão especial que marcou a data e assinou o termo de cooperação com a Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste Baiano (Amurc) para a implantação de mais de 40 salas ‘Elas à Frente’, projeto da pasta estadual, no interior da Bahia.

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Isaquias Queiróz conquista duas Medalhas de Ouro na Copa do Mundo de Canoagem na Hungria

O canoísta sulbaiano Isaquias Queiroz conquistou, neste domingo (12), a sua segunda medalha de ouro, na I Etapa da Copa do Mundo de Canoagem Velocidade, em Szeged, na Hungria. Desta vez o canoísta do sul da Bahia venceu a prova do C1M1000m, categoria que estará em disputa nos Jogos Olímpicos Paris 2024. O baiano foi seguido pelo francês Adrien Bart e pelo russo Zakhar Petrov.

Isaquias Queiroz fez o tempo de 3min,45s84. “Eu estou muito feliz. Foi uma prova muito legal, bem pegada ali no começo, mas bem controlada e no final deu para abrir vantagem em relação aos meus adversários. Como eu sempre falei, o nosso objetivo é Paris, não era essa Copa do Mundo, aqui é um ponto chave para saber como está o nosso trabalho para continuar os treinamentos no Brasil”, diz o atleta.

Foi a segunda medalha de ouro do canoísta nesta Copa do Mundo da Hungria. A primeira foi conquistada na disputa do C1M500m, prova que não é olímpica. Esta é a primeira competição internacional da temporada que Isaquias disputa, agora o foco é para os Jogos Olímpicos Paris 2024. O canoísta assegurou a cota brasileira no C1 na disputa do Mundial em 2023.

Os jogos Olímpicos da França serão realizados no período de 26 julho a 11 de agosto. Além do C1 1.000m, Queiroz deve disputar o C2 500m na França. Ele pode torna-se o maior medalhista olímpico brasileiro.

Cacaunnabis mostra conexão entre cacau e cannabis e valoriza uso medicinal das plantas

Evento pioneiro no Sul da  Bahia também fortaleceu turismo

Realizado pela primeira vez no Sul da Bahia, o Cacaunnabis ,  evento Científico & Integrativo de Cannabis Medicinal na região da Costa do Cacau, promoveu durante três dias  conhecimento e network sobre o uso medicinal da Cannabis e do Cacau, fortalecendo a experiência turística no litoral baiano, numa sinergia construtiva entre aprendizado e vivência integral.

A Medicina Endocanabinoide se baseia no estudo do Sistema Endocanabinoide, que estima estar presente há cerca de 60 milhões de anos na natureza. São mais de 20 mil artigos científicos publicados nessa área, e diversos achados arqueológicos demonstrando a presença e utilidade da Cannabis na humanidade há mais de 7000 anos.

Durante o  evento foi possível apresentar mais profundamente a conexão que existe entre os compostos da planta Cannabis sativa e a saúde integrativa, a promoção da saúde e do equilíbrio orgânico, através de atividades educativas teóricas e práticas a respeito da medicina endocanabinoide.

O Cacaunnabis teve como principais objetivos ministrar um conteúdo teórico a respeito da terapêutica canabinoide, princípios básicos, mecanismo de ação farmacológico, patologias tratáveis, prescrição e experiência clínica, através da discussão de casos clínicos, network entre estudiosos e curiosos pelo tema, e proporcionar práticas integrativas que estimulam o sistema endocanabinóide e a ressignificação de crenças limitantes.

 

Vejam o texto completo em

 

www.cacauechocolate.com.br

 

Itacaré é destaque no “Voe Costa do Cacau” da Azul

A Secretaria de Turismo de Itacaré participou do evento “Voe Costa do Cacau”, promovido pela Azul Viagens, Prime e Ertour, que  aconteceu no Hotel Praia do Sol, em Ilhéus, reunindo representantes do setor para uma rodada de negócios focada no desenvolvimento do turismo regional.


O encontro contou com a participação de vários representantes do setor hoteleiro e de turismo de Itacaré, como Luciana França do Portal da Concha, Fernando Castro da Villa N’Kara, Daniela Quadros do Grupo Aguilar Lima, que inclui o Hotel Resende Imperial, o Terra Boa Hotel Boutique, a Pousada Pedra Torta e o Vila Canoa. Também estiveram presentes Luana e Erika Damasco da Pousada Damasco, Leticia Oliveira do Ecoporan Hotel, Fabiano do Aldeia do Mar, Cristina do Pous Endless Senses, Alaiza Camila da Vila dos Pássaros, além de Edvandro representando a Pousada Mentawai, Fernanda do Resort Barracuda, Vivian Rodrigues do São José Beach Club, Carlos Abare da Pousada Abaré, UP Hotéis, que engloba Villa N’Kara, Pousada Raízes e Casa Olu Olu.

A Ertour, representada por João Vianna e sua equipe, também esteve presente no encontro, que também  contou também com a participação de Liane Reis, Presidente do Sindicato, e do Secretário de Turismo de Itacaré, Marcos Japu, junto com sua equipe. Lúcio do Carmo, da Azul Viagens, e Sônia Henriques, da Azul Viagens Bahia Sul e Sudeste, também estavam presentes.

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Olipimpikus abre inscrições para etapa Itacaré do Bota pra Correr 2024

Praia de Itacarezinho é um dos cenários do Bota pra Correr || Foto Turismo Itacaré

Estão abertas as inscrições para as duas etapas deste ano do Olympikus Bota pra Correr, marcadas para os dias 13 e 14 de setembro, em Morretes (PR), e 15 e 16 de novembro, em Itacaré. As provas terão percursos de 10 e 21 quilômetros no asfalto e de 16 quilômetros em trilha.

A etapa de Itacaré recebeu 187 inscrições em dois dias, comemora Peu Guimarães, da agência Icons, que organiza o circuito Bota pra Correr para a Olympikus. “Já temos representantes de 18 estados brasileiros, incluindo o Distrito Federal”, disse o organizador.

 

Peu Guimarães: parceria público-privada é decisiva para o evento || Foto Redes Sociais

A escolha do município sul-baiano levou em consideração as paisagens e a história de Itacaré, explicou. “Primeiro, por ser um lugar paradisíaco e histórico. Também é um polo incentivador do esporte. O conceito do Bota pra Correr consiste em levar as pessoas para redescobrirem o Brasil correndo. A gente cria percursos sempre inéditos, inclusive para os participantes locais”.

Outro fator preponderante para a definição do local é o acolhimento das instituições públicas, acrescentou Peu Guimarães . “O que mais faz a gente ficar num lugar vai além da paisagem. É a parceria público-privada construída”.  Para o organizador, o destino escolhido deve ter atrativos capazes de expandir a experiência dos participantes além da corrida. “Gastronomia, cultura, praias. Como Itacaré já oferece tudo isso, com o apoio da Prefeitura, o sucesso do evento é garantido”.

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Produção de chocolates no Sul da Bahia

Efson Lima

 

   A Bahia é um dos estados maiores produtores de cacau do Brasil e o escritor Jorge Amado se tornou o grande divulgador do cacau e de seus elementos socioculturais por meio da literatura no mundo ao colaborar para a temática alcançar diferentes países. É sabido também que a região de Ilhéus e os municípios adjacentes concentraram a maior produção de amêndoas de cacau do País, entretanto, o sul da Bahia plantava, colhia e exportava-as ao longo do século passado, ocupando assim a posição de grande produtora de commodity . No fim dos anos 70 do século XX,  indústrias multinacionais de moagem se instalaram, especialmente, em Ilhéus, com objetivo debeneficiar o cacau, mas não produziam chocolate. Após o processamento, a produção é escoada para outros lugares.

A produção de chocolate no Litoral Sul voltada à comercialização em escala tem iniciativa com Hans Schaeppi, quando implanta em Ilhéus a primeira fábrica com esse propósito.  A partir dos anos 2000, cresce um movimento em favor do cacau fino. Em Ilhéus, no ano de 2007, é realizado o primeiro festival internacional do chocolate, inclusive, colaborando para difundir conhecimentos técnicos sobre a produção de chocolates e fomentando intercâmbio entre produtores locais e internacionais. Surge assim um ambiente propicio à produção do chocolate, confirmando as perspectivas de Nelson Schaun e Eusínio Lavigne que defendiam a produção do chocolate no sul da Bahia, como estratégia para o desenvolvimento econômico e social da região. Atualmente, o Litoral Sul possui mais de 100 marcas de chocolates e o número de fábricas de chocolate é crescente no território.

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), com apoio da SETRE e com colaboração do Cesol Litoral Sul, realizou estudo sobre a produção de chocolate no sul da Bahia, em 2022, cuja pesquisa indicou que 80,6% dos produtores de chocolate iniciaram suas atividades entre 2011 e 2021 e segundo eles, a principal fonte de renda está associada à produção de chocolate, conforme apontou 64,5% dos entrevistados. O estudo apresenta uma série de dados interessantes sobre esses produtores: renda, escolaridade, composição etária, gênero, renda entre outros aspectos. Não resta dúvida que a produção de chocolate aumenta o valor agregado do produto, consequentemente, o melhoramento da renda dos trabalhadores. Outro fator preponderante é a produção sustentável desse chocolate e o impacto que essa produção exerce na melhoria de vida dos produtores locais. Ademais, a produção cuidadosa e preocupada com a natureza possibilita combinações exclusivas de barras  de chocolate.

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