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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

maio 2026
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:: ‘Lucy Citti Ferreira: a pintora esquecida do modernismo’

Mazé Torquato Chotil lança “Lucy Citti Ferreira: a pintora esquecida do modernismo”

A jornalista e escritora brasileira radicada na França, Mazé Torquato Chotil, está lançando seu novo livro,  a biografia “Lucy Citti Ferreira: a pintora esquecida do modernismo”, editado pela Patuá.  Na apresentação do livro, a professora doutora Valéria Cristina Pereira da Silva,  da Universidade Federal de Goiás destaca que  ´”puxando o fio de um novelo misterioso e reunindo um feixe de delicadezas, Mazé Torquato Chotil traz à tona a biografia de Lucy Citti Ferreira, uma artista esquecida do grande público, a pintora esquecida do modernismo brasileiro a quem havia ficado o epíteto de musa de Lasar Segall. O papel dado a Lucy pela história é revisto nesta obra: Lucy Citti Ferreira, a pintora esquecida do modernismo. Chotil nos conduz pelos mistérios da vida de Lucy, apresentando a artista, a mulher e a personalidade forte por trás da discrição, da introspeção e da excentricidade”.

“Esta obra, assim, é um lapidar da matéria da memória e polimento das lembranças através de fontes e documentos, aos quais vai apresentando-nos Lucy Citti Ferreira à medida em que a retira do recôndito, desnovelando fios de segredos carregados de emoção, de amores, de relações, de perdas, de despedidas, de criações. Nas treliças desses fatos e sentimentos, a sociedade da época é o apanágio onde se figuram valores, tabus e preconceitos”, afirma

MAZÉ TORQUATO CHOTIL

Mazé Torquato Chotil é jornalista e autora. Doutora (Paris VIII) e pós-doutora (EHESS), nasceu em Glória de Dourados (MS), morou em Osasco (SP) e foi para a França em 1985. Nos últimos anos, vive entre Paris, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Tem 14 livros publicados, entre romances, biografias e ensaios, dos quais cinco em francês. Entre eles estão: Mares agitados: na periferia dos anos 1970Na sombra do ipêNo crepúsculo da vidaLembranças do sítio / Mon enfance dans le Mato GrossoLembranças da vilaNascentes vivas para os povos Guarani, Kaiowá e TerenasMaria d’Apparecida: negroluminosa voz e Na rota de traficantes de obras de arte. Foi editora da 00h00 (catálogo lusófono) e é fundadora e primeira presidente da UEELP – União Europeia de Escritores de Língua Portuguesa. Escreveu – e continua escrevendo – para a imprensa brasileira e sites europeus. Recebeu o Prêmio de Biografia da AILB – Academia Internacional de Literatura Brasileira, em 2022, pela obra Maria d’Apparecida.

COMO ADQUIRIR

 

https://www.editorapatua.com.br/lucy-citti-ferreira-a-pintora-esquecida-do-modernismo-biografia-de-maze-torquato-chotil/p?srsltid=AfmBOor2ndrS4LrLzeeftNO06ZbOIlWDCHOPSLr0G2NwL9_SxupdRLJ1

Pintora modernista do Brasil é resgatada por pesquisadora em livro após décadas de invisibilidade

A jornalista, pesquisadora e escritora Mazé Torquato Chotil, baseada em Paris, resgata a trajetória da artista plástica Lucy Citti Ferreira, brasileira de formação europeia, cuja obra transita entre São Paulo e a capital francesa. No livro Lucy Citti Ferreira: a pintora esquecida do modernismo, Mazé revela uma artista autônoma, sensível e injustamente apagada da história da arte brasileira.

A artista plástica Lucy Citti Ferreira viveu entre dois mundos, o Brasil e a França, e construiu uma trajetória singular no modernismo brasileiro. Nascida em São Paulo, em maio de 1911, Lucy passou parte da infância e juventude na Europa, especialmente na França e na Itália, o que influenciou profundamente sua formação estética. Estudou nas escolas de belas-artes francesas e desenvolveu uma produção marcada pela sensibilidade, pelo rigor técnico e por um diálogo constante entre pintura e música.

Apesar de sua formação sólida e da atuação no cenário artístico paulista, Lucy foi, por décadas, relegada ao esquecimento. A jornalista e escritora Mazé Torquato Chotil, autora do livro Lucy Citti Ferreira: a pintora esquecida do modernismo, decidiu enfrentar esse apagamento histórico. “Ela era artista tal qual o Lasar Segall”, afirma Mazé, referindo-se ao pintor com quem Lucy manteve uma relação profissional e afetiva. “Segall dizia: ‘Ela não era minha aluna, era minha colega de trabalho’.”

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