WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

prefeitura itabuna livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

janeiro 2026
D S T Q Q S S
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031


:: ‘Mazé Torquato Chotil’

Pintora modernista do Brasil é resgatada por pesquisadora em livro após décadas de invisibilidade

A jornalista, pesquisadora e escritora Mazé Torquato Chotil, baseada em Paris, resgata a trajetória da artista plástica Lucy Citti Ferreira, brasileira de formação europeia, cuja obra transita entre São Paulo e a capital francesa. No livro Lucy Citti Ferreira: a pintora esquecida do modernismo, Mazé revela uma artista autônoma, sensível e injustamente apagada da história da arte brasileira.

A artista plástica Lucy Citti Ferreira viveu entre dois mundos, o Brasil e a França, e construiu uma trajetória singular no modernismo brasileiro. Nascida em São Paulo, em maio de 1911, Lucy passou parte da infância e juventude na Europa, especialmente na França e na Itália, o que influenciou profundamente sua formação estética. Estudou nas escolas de belas-artes francesas e desenvolveu uma produção marcada pela sensibilidade, pelo rigor técnico e por um diálogo constante entre pintura e música.

Apesar de sua formação sólida e da atuação no cenário artístico paulista, Lucy foi, por décadas, relegada ao esquecimento. A jornalista e escritora Mazé Torquato Chotil, autora do livro Lucy Citti Ferreira: a pintora esquecida do modernismo, decidiu enfrentar esse apagamento histórico. “Ela era artista tal qual o Lasar Segall”, afirma Mazé, referindo-se ao pintor com quem Lucy manteve uma relação profissional e afetiva. “Segall dizia: ‘Ela não era minha aluna, era minha colega de trabalho’.”

:: LEIA MAIS »

Mazé Torquato Chotil lança biografia de Lucy Citti Ferreira, a pintora esquecida do modernismo

Uma obra que aborda a vida e a trajetória da pintora modernista — também desenhista, gravadora e professora — Lucy Citti Ferreira (São Paulo, SP, 1911 – Paris, França, 2008), que marcou a história da pintura brasileira nas décadas de 1930 e 1940 e que, como tantas outras artistas mulheres, acabou esquecida. Esta biografia busca ajudar a “desenterrá-la”.

Nascida em São Paulo, Lucy passou a infância em Gênova, na Itália e em Le Havre, na França, onde iniciou seus estudos artísticos na Escola de Belas Artes, continuando-os depois em Paris. Já formada e premiada como pintora, retornou ao Brasil em 1934, nos seus 23 anos, quando conheceu Mário de Andrade, que a colocou em contato com o pintor Lasar Segall — com quem trabalhou, foi musa e viveu uma história marcante.

Seu patrimônio pictórico, incluindo seus arquivos, foi doado à APAC – Associação Pinacoteca Arte e Cultura, com o apoio de Marcelo Araújo, amigo da pintora, que, à época, depois de ter dirigido o Museu Lasar Segall, estava à frente da Pinacoteca de São Paulo.

Lucy viveu uma história artística relevante, assim como no plano afetivo: teve três homens importantes em sua vida e enfrentou numerosos desafios, tanto no plano pessoal quanto no profissional. Lutou contra dificuldades financeiras e contra as barreiras impostas às mulheres artistas. Sua relação com Segall foi, ao mesmo tempo, fonte de inspiração e obstáculo ao reconhecimento de sua própria obra. Uma Camille Claudel dos trópicos?

:: LEIA MAIS »

Como escrever longe de seu país?

Muitos escritores vivem longe de seus países de origem nesse mundo globalizado. Autores brasileiros estão em Portugal, na França e em tantos outros países da Europa e do mundo.

Como viver longe de sua pátria influencia — ou não — a forma de escrever? Assista ao bate papo com Deise Ramos, Eliana Bueno-Ribeiro, Leonardo Tonus, Marco Guimarães e  Mazé Torquato Chotil.

Assista:

 

 

Mazé Torquato Chotil fala de seus livros e de como divulga a literatura brasileira na França

No Conversa com o Autor, Mazé Torquato Chotil fala para a jornalista Katy Navarro sobre a ideia central do livro “Mares Agitados: na periferia dos anos 70”. A história tem como personagem principal uma jovem estudante do ensino médio que deseja fazer faculdade. Com a falta de universidade na sua região, na época, como outros colegas de classe, migra para São Paulo e vai morar na periferia da Grande São Paulo.

Em meados dos anos 70, num país sob ditadura, ele vai descobrir a maior cidade da América Latina, sua história, seus monumentos… Vai buscar trabalho para financiar seus estudos, fazer amizade no colégio e se preparar para passar o vestibular. Esse é o desafio e a partir daí Mazé faz um registro também da história do Brasil. O Mato Grosso do Sul está presente em vários dos livros publicados por Mazé Torquato Chotil. Filha de nordestinos vindos do Sul do Céará para colonizar a área da CAND – Colônia Agrícola Nacional de Dourados, ela escreveu Minha Aventura na Colonização do Oeste romance que fala da experiência dos pais na região. Fora as biografias, seus romances estão marcados pela sua experiência de vida no sul do Mato Grosso dos anos 1950, Mato Grosso do Sul hoje.

:: LEIA MAIS »

A poesia brasileira de Patrícia Lavelle

Mazé Torquato Chotil

Tive o prazer de receber, no Ciclo de Encontros da Biblioteca Gulbenkian, a poeta, tradutora e professora, Patrícia Lavelle, para uma conversa sobre sua poesia e através dela, a poesia brasileira.

Patrícia Lavelle é carioca, professora da PUC-Rio, pesquisadora do CNPq. Fez doutorado em filosofia na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais (EHESS) de Paris, onde morou entre 1999 e 1914. Em poesia, publicou Sombras Longas (Relicário, 2023), Bye bye Babel (7Letras, 2018/2ª ed. 2022, menção honrosa no Prêmio Cidade de Belo Horizonte. Publicado na França em versão translíngue (Les presses du re?el, 2023) e foi traduzido ao espanhol. Migalhas metacríticas (7Letras, 2017). Participou das antologias Trato com el viento. 22 voces de la poesia brasileña (2024); Um Brasil ainda em chamas (2022), Bresil: poesie intraitable, (2022), Poetas contemporâneas do Brasil (2021), entre outras.

Coorganizou O Nervo do poema. Antologia para Orides Fontela (Relicário, 2018). Tem contribuído com poemas próprios e traduções de poesia brasileira contemporânea para revistas francesas (Poesie, Place de La Sorbonne, Journal). Para a revista Cult, fez a curadoria da coluna “Arcas de Babel”, reunindo traduções de poesia. É autora de livros de ensaios publicados no Brasil e na França.

#PatriciaLavelle #MazéTorquato #BibliotecaGulbenkian #PoesiaBrasileira

Mazé Torquato Chotil lança ´Mares agitados: na periferia dos anos 1970´

A escritora brasileira Mazé Torquato Chotil está lançando o romance  Mares agitados: na periferia dos anos 1970.  Mazé é jornalista e autora. Doutora (Paris VIII) e pós-doutora (EHESS), nasceu em Glória de Dourados-MS, morou em Osasco-SP e vive em Paris desde 1985.

Tem 13 livros publicados (cinco em francês). Fazem parte deles: Na sombra do ipê e No Crepúsculo da vida (Patuá); Lembranças do sítio / Mon enfance dans le Mato Grosso; Lembranças da vila; Nascentes vivas para os povos Guarani, Kaiowá e Terena; José Ibrahim: O líder da grande greve que afrontou a ditadura; Trabalhadores Exilados; Maria d’Apparecida negroluminosa voz; e Na rota de traficantes de obras de arte.

 

Em Paris, trabalha na divulgação da cultura brasileira, sobretudo a literária. Foi editora da 00h00 (catálogo lusófono) e escreveu – e escreve – para a imprensa brasileira e sites europeus.

 

 

Confira um trecho do romance:

:: LEIA MAIS »

Férias européias. Tempo de leitura para pequenos e grandes

Em Paris, Mazé Torquatro Chotil conversa com    Katya Manira sobre as opções de leitura durante as férias de verão na Europa.

Katya Manira

Veja a entrevista:

 

 

“Os Simões da Serra do Gabão”, uma história de família

 

Os Simões da Serra do Gabão é uma história de família narrado por Marcone Pereira Simões. Uma viagem nos tempos dos engenhos, do trabalho escravo, das festas religiosas, dos arrasta-pés, saraus, de historias de trancoso… um outro mundo entre a Paraíba e o Pernambuco.

Veja o bate papo de Mazé Torquato Chotil com Marcone Pereira Simões:

 

 

Peabiru, o mítico caminho sagrado do Atlântico ao Pacífico- Patrimônio da Humanidade

Mazé Torquato Chotil

Voltei de Portugal com a entrevista de Carlos Dominguez, jornalista e professor do Curso de Jornalismo da Universidade Federal de Pelotas, autor de Peabiru – o mítico caminho sagrado do Atlântico ao Pacífico lançado no Brasil e em Portugal pela Infinita.
Peabiru é um caminho existente há milhares de anos, um sistema de estradas ligando o Brasil, a Bolívia e o Peru e inúmeras nações indígenas (Guarani, Inca…) desses territórios.

Saindo do Brasil foi se expandindo, criando vias em quatro direções até às terras baixas, na Bolívia, Norte da Argentina e do Chile e Paraguai. Os guaranis dominavam o centro do continente por onde passava esse caminho milenar que servia para trocas, festas sagradas e migrações.

Carlos Dominguez pesquisou durante cinco anos e nos fala de Peabiru nesta entrevista.

De volta à sua terra, Mazé Torquato Chotil apresenta Jornal de Bordo: Brasil 2021

 

A jornalista e escritora Mazé Torquato Chotil está chegando ao Brasil para o lançamento de seu novo livro Jornal de Bordo: Brasil 2021. Dessa vez a autora que já escreveu biografias, ensaios e romances, aborda a poesia em prosa. Residente em Paris, ela revisita no livro, seu país após pandemia, em 2021.

A obra em questão é marcada pela intensidade de um olhar expatriado, um desfilar de versos que relembram o leitor de todos os horrores e dificuldades do segundo ano de pandemia, mas também lançam nova luz sobre a nossa brasilidade, uma releitura da realidade brasileira por quem tem a chance de olhar o país de fora.

“Uma das propostas do meu livro”, diz a autora, “é essa de ver o Brasil após a pandemia. Uma viagem de redescoberta do país dois anos depois da minha última estadia”.

Mazé expõe por meio de sua poesia vários sentimentos, escreve sobre seus encontros e redescobertas diante do país onde nasceu e cresceu. “Eu vejo um Brasil múltiplo”, ela continua, “com seus pontos positivos e negativos. Um país visto por olhos ‘novos’, com suas contradições e possibilidades”, finaliza.

:: LEIA MAIS »





WebtivaHOSTING // webtiva.com.br . Webdesign da Bahia