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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘livro’

Analu Leite lança Verdades de Papel no Teatro Municipal de Ilhéus

O Teatro Municipal de Ilhéus será palco do lançamento de “Verdades de Papel” livro da escritora Analu Leite pela Editora Urutau. O evento conta com o apoio da Prefeitura de Ilhéus por meio da Secretaria Municipal de Cultura e está marcado para o dia 19 de abril às 18 horas.

Na obra, o protagonismo fica na conta de Rita de Cássia, uma menina forte, esperançosa e cheia de determinação, que tem sua história contada em uma jornada comovente e inspiradora, um livro que vai além da ficção, já que é baseado em fatos reais.

A história se passa na década de 1980 e traz a história de Rita de Cássia, uma menina pobre, filha de trabalhadores rurais analfabetos, que se alfabetiza sozinha, por meio de uma apostila antiga e recortes de jornal. Uma história muito comovente e inspiradora, que promete prender os leitores em suas páginas.

A autora convida o público a conhecer essa história de superação e engrandecimento. “A trajetória de Rita, que foi inspirada numa história real, gera identificação com muitas pessoas que, contra todas as possibilidades, decidiram que iriam vencer na vida e de forma extraordinária o fazem”, afirma Analu.

Mauricio de Sousa e o Dr. Pet ensinam como cuidar de um cãozinho em novo livro

Ao ganhar o tão esperado amigo canino, a emoção é grande e tudo parece uma festa, mas cuidar de um cachorrinho é um grande desafio. As crianças precisam compreender que regras são necessárias para que todos na casa aproveitem ao máximo a experiência de ter um animal de estimação, sem estresse.

Para mostrar como trilhar este caminho, de forma divertida e responsável, duas grandes personalidades se juntaram: o ilustrador Mauricio de Sousa e o especialista em comportamento animal Alexandre Rossi, o Dr Pet. O livro Como educar seu cãozinho (editora Caramelo – selo da SOMOS Educação) é fruto desta união e traz os personagens da Turma da Mônica, como os adoráveis Bidu e Floquinho, para mostrar aos jovens leitores comandos eficazes e cuidados necessários aos cães, de forma que garanta a segurança e a felicidade tanto dos bichinhos quanto de seus donos.

“A ideia deste livro surgiu quando comecei a reparar que muitas crianças vinham falar comigo nos eventos e comentavam nas minhas lives”, conta Alexandre Rossi. “Elas se mostram sempre muito interessadas em entender melhor os seus pets e ensinar truques, o que é excelente, porque a ciência já provou que essa relação traz inúmeros benefícios para ambos. Eu já estava produzindo conteúdo em minhas redes voltado para as crianças, mas faltava algo mais didático e lúdico”, diz Rossi.

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Cléber Isaac Ferraz lança “Bahianos” em Ilhéus

Foi realizado no Jardim Secreto, em Ilhéus, durante um evento do Sebrae , o lançamento do livro “Bahianos”, de Cléber Isaac Ferraz, em sua primeira incursão na literatura.

 

O encontro reuniu empresários, autoridades, operadores de turismo e profissionais de comunicação.

“Bahianos”  traz uma série de crônicas sobre personagens populares que fazem parte do cotidiano do Estado.

“O fato do lançamento do livro ocorrer na terra do maior escritor brasileiro – Jorge Amado dá uma relevância especial ao acontecimento”  afirma Cléber.

“Bahianos”, editado pela Mondrongo, também será lançado em Salvador, Itabuna e outras cidades.

 

 

 

Walmir Rosário lança “O Berimbau, velhacouto de boêmios”

Já está disponível no site da Amazon mais um livro de autoria de Walmir Rosário, O Berimbau, Valhacouto de Boêmios – como a Confraria d’O Berimbau criou e manteve por anos o Troféu Galeota de Ouro. Inicialmente, o livro foi editado no formato e-book e pode ser consultado pelos leitores e apreciadores deste tipo de obra por meio do link https://bit.ly/47fFSAi no site da Amazon.

No entender do autor, pelo mundo afora pode se verificar, in loco, ou simplesmente por ouvir dizer, que cada um dos botecos tem sua especificidade. É como se fosse um DNA, com as diferenças um do outro, o que agrega tipos diferentes de frequentadores. Com isso não quero dizer que um boêmio não possa frequentar vários botecos, pois pode se identificar com os colegas de mesa e copo de vários deles.

Mas o que Walmir Rosário quer dizer é que O Berimbau, em Canavieiras, é diferente, melhor dizendo, sui generis, por arrebanhar uma “fauna” bastante parecida nos hábitos da boemia, apreciadores dos mesmos gostos, sabores e comportamentos. Muitos que chegaram depois se ajustaram e passaram a ser mais um deles, sem tirar nem pôr, como diz o ditado popular.

Mais que um simples boteco, essa plêiade de boêmios fundaram uma confraria com o pomposo nome de Confraria d’O Berimbau. Como todo o boteco que se preza, o Berimbau sempre foi marcado por sua simplicidade, do jeitão de Neném de Argemiro, o líder de um poderoso e heterogêneo grupo, que se igualavam assim que adentravam o ambiente. Não sei se pelo nível do bate-papo, das cachaças com folhas, dos tira-gostos. O livro tem a apresentação de Raimundo Tedesco, um dos fundadores da Confraria d’O Berimbau e do Troféu Galeota de Ouro.

Em cada mudança de sede, os frequentadores seguiam fielmente Neném de Argemiro, e não era apenas pelo som do trompete tocado por Neném. Também eram marca da confraria o sino, com diferentes toques para recepcionar os recém-chegados: longo e intermitente para os mais chegados; mais ou menos para os toleráveis; e um toque breve, este como um aviso que não era da turma.

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Cléber Isaac Ferraz lança “Bahianos” uma homenagem ao povo simples que escreve a história de um Estado Magia

Com a realização de um stand up bem descontraído no Restaurante Mandacarú, em Itacaré, o empresário  e ativista ambiental Cléber Isaac Ferraz lançou seu primeiro livro “Bahianos”, que traz uma série de crônicas sobre personagens populares que fazem parte do cotidiano desse Estado-Magia que é a Bahia.

Cléber Isaac diretor do Vilas São José, um projeto pioneiro de hotelaria e lazer/entretenimento encravado entre o mar e a Mata Atlântica, focado na integração ser humano-natureza e idealizador do programa Economia Verde, se revela um escritor de talento ao narrar histórias de pessoas simples como Mundinho Fofoqueiro de  Itacaré, Jipe de Itabuna, Samuca de Ondina e Mágico Cristope.

Editado pela Mondrongo, “Bahianos”  começou a ser gestado durante os quatro anos que Cléber Isaac residiu em  São Paulo. “Naquela imensidão de concreto e frieza, bate uma saudade da Bahia e de sua gente calorosa, pessoas comuns que são parte do cotidiano e constroem histórias de vida únicas”, afirma o escritor. “O livro é uma homenagem a essas pessoas que fazem parte do povo, os verdadeiros heróis da Bahia”, afirma o escritor.

No prefácio do livro o editor da Mondrongo Gustavo Felicíssimo afirma que “Bahianos”, uma obra que, como todo bom livro de crônicas, joga luz sobre os aspectos da vida cotidiana e fatos aparentemente irrelevantes, mas que, apenas uma pessoa com a sensibilidade aflorada para o mínimo, é capaz de captar. Seus personagens, em grande parte, são pessoas absolutamente comuns, digo isso ancorado na sensação de que toda cidade possui a sua gama de personalidades que giram fora do eixo de tão incomuns que pareçam, como o Jeep, o Mágico Cristoff ou o Mudinho fofoqueiro, eles fazem parte de um elenco de pessoas que nos ajudam a formar a história social de cada lugar”.

 

“Importante notar também que, muito embora o autor referencie frequentemente a região sulbaiana na obra, não são os coronéis do cacau os seus personagens, aqueles que aparecem, não raras vezes, também como os agentes civilizadores no “chão de cacau”, essa enorme falácia, mas os empreendedores e os empreendimentos, os sonhos de realizar e as realizações”, diz Gustavo.

 

 

“Bahianos”  pode ser adquirido através do site

https://www.editoramondrongo.com.br/bahianos/p

 

 

 

 

Itororó : com tarde de autógrafos, escritora-mirim Sofia Figueiredo lança seu primeiro livro aos 8 anos de idade

 

Sofia Santos Figueireido, de apenas 8 anos, moradora de Itororó e  aluna do colégio Educandário Ferraz, filha de Elenario e Ramona vai lançar no dia 10 de novembro o seu primeiro livro “A menina, o Gato e o Ciúme “. O livro conta a história  de uma menina que maltratou o seu gatinho de  estimação.

Sofia escreveu o  livro infantil quando  tinha apenas 07 anos de idade e o lançamento terá em uma tarde de autógrafos, no dia 10 de Novembro, sexta-feira, a partir das 16:00, no Educandário Ferraz.

Lançamento de livros celebra o samba e o futebol baianos

O livro “Walmir Lima – um Bamba da Bahia”, do jornalista José Carlos Teixeira, será lançado nesta quarta-feira, 18, a partir das 16h30, no saguão Deputado Nestor Duarte da Assembleia Legislativa da Bahia, em meio a uma grande roda de samba.

José Carlos Teixeira

A obra é um perfil biográfico do sambista baiano, autor do icônico “Ilha de Maré” e dezenas de outros sambas gravados por alguns dos mais representativos intérpretes do gênero, como Alcione, Beth Carvalho, Martinho da Vila e Mariene de Castro.

Será uma grande celebração do samba e do futebol baianos, pois no mesmo evento será lançado também o livro “Paulo Maracajá – o conquistador de títulos”, perfil biográfico do ex-dirigente esportivo que comandou o Esporte Clube Bahia em várias jornadas vencedoras, escrito pelos jornalistas Gabriela de Paula e Edson Almeida.

As duas obras integram a Coleção Gente da Bahia, do programa ALBA Cultural, que pretende resgatar e preservar, em linguagem direta, jornalística, a memória de personagens icônicos da Bahia que imprimiram suas marcas na história recente do Estado.

 

UM PEDAÇO DA BAHIA

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Em livro, pesquisadora da UFSB analisa o papel da universidade pública em relação à educação em prisões no Brasil

 

O ensino como direito de todas as pessoas e, por conseguinte, também devido a quem está em privação de liberdade é o tema do livro Educação em prisões e universidades públicas no Brasil (Editora Appris, 2023). Assinado pela professora Carolina Bessa Ferreira de Oliveira, lotada no Centro de Formação em Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal do Sul da Bahia (CFCHS/UFSB), o livro parte de um estudo sobre as experiências brasileiras e argentinas na forma de conduzir iniciativas educacionais nos sistemas penitenciários, com um olhar voltado para apontar ideias e fomentar a discussão informada e baseada em evidências  científicas em torno de políticas públicas sobre o tema.

 

A professora Carolina conta que a sua jornada na formação como profissional e pesquisadora, da graduação ao doutorado, a levou a estudar esse assunto: “O interesse no assunto nasceu sobretudo de minha prática profissional como educadora e gestora de educação em prisões nos estados de Minas Gerais e São Paulo, ao lado de pesquisa anterior realizada no mestrado na área de políticas públicas de educação básica em prisões, quando pude verificar de perto a avassaladora seletividade social e racial do sistema punitivo: a maior parte das pessoas que historicamente são encarceradas, mantidas na prisão e condenadas no Brasil não possuem escolarização básica completa, são negras, com reduzido ou ausente acesso à defesa no processo penal e vulneráveis socialmente. As evidências demonstram que a prisão acaba se constituindo como uma resposta racista aos conflitos sociais e como mais uma fronteira no acesso a direitos”.

 

A docente conta que a sua experiência como advogada na área criminal também influenciou a aproximação com o tema, pelo contato com histórias de vida de pessoas presas. Isso aumentou o seu interesse em investigar práticas de acesso a direitos sociais, incluindo a educação superior nas prisões. Carolina explica que o Brasil já oferta educação básica, na modalidade Educação de Jovens e Adultos, devendo cumprir as legislações vigentes – embora essa política alcance menos de 10% da população presa, sendo que a maioria possui escolarização básica incompleta. Em termos de ensino superior, o que existem são práticas isoladas nas prisões. “Com isso, passei a me inquietar com o que faz e o que pode fazer a universidade pública brasileira como instituição estatal em relação às prisões, para além das pesquisas já muito bem delineadas que temos sobre o tema. E o ensino? E a extensão? E a inclusão?”, questiona.

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Richard Santos lança livro ´Mídia, Colonialismo e Imperialismo Cultural´

 

Mídia, Colonialismo e Imperialismo Cultural é o tema do livro que será lançado no dia 12 de setembro, a partir das 17h, no Centro de Cultura da Câmara Municipal de Salvador. De autoria de Richard Santos, na obra “Mídia, colonialismo e imperialismo cultural”, lançamento do selo Pensamento Negro Contemporâneo em parceria com a Editora Telha, vemos como a televisão brasileira, sua forma de fazer, estética e branquitude contribuíram na formação do imaginário nacional muito por copiar e reproduzir por aqui o modelo de TV praticado nos Estados Unidos. A obra foi escrita pelo jornalista, escritor, rapper e doutor em Ciências Sociais Richard Santos, figura icônica dos anos 1990/2000 no cenário cultural brasileiro e docente da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

O professor Richard Santos lançou na sexta (18) o livro “Mídia, colonialismo e imperialismo cultural”. Foto: Richard Santos/Arquivo Pessoal

“Esse meu percurso que mistura o prático e o acadêmico, sendo um homem negro, de origem periférica, me fez compreender as nuances da indústria cultural e como ela impõe as imagens de controle sobre nossas presenças e limitam nossos corpos no espaço público que é a tela da televisão, e do vídeo de modo geral. Não foram poucas as vezes que me recusei a fazer papeis estereotipados nos grandes veículos em que tive a oportunidade de entrar.” – Richard Santos, comunicador, professor e escritor

Em seu novo livro, “Big Richard”, como é chamado por quem o conheceu por ser pioneiro no Hip Hop, analisa como a hipótese da criação de um discurso emancipatório e contra hegemônico em relação às políticas de mercado e da indústria cultural poderiam alterar a situação da TV pública nacional que tem papel de ajudar na formação cultural e como cidadão do público que a assiste. E isso em todos os seus níveis, incluindo quem apresenta tais programas. “Mídia, colonialismo e imperialismo cultural” analisa ainda a relação da televisão e os anseios da chamada ‘Maioria Minorizada’. Aqui o autor investiga o processo histórico de importação dos modelos estadunidenses de fazer televisão, faz uma comparação com a Argentina para apontar que é um modelo imposto pelas políticas de dominação do EUA na região, e isso, segundo o autor, será definidor do estereótipo que domina as mídias da região, e brasileiras em especial.

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Pawlo Cidade lança ´A última Flor Juma`

 

Em meados de 1960, seringueiros, caucheiros, madeireiros e pescadores em Canutama, Amazônia, às margens do rio Assuã, quase exterminaram o povo juma. Aruká Juma era um dos sobreviventes da sua etnia. O indígena morreu aos 86 anos, vítima de complicações da coronavírus, no dia 2 de fevereiro de 2021. Foi a partir deste acontecimento que Pawlo Cidade (55), autor ilheense, membro da Academia de Letras de Ilhéus, ficcionou “A última flor juma”. A história é dedicada a Aruká Juma e todos os povos originários.

 

Pawlo Cidade

“A última flor juma” narra a saga de um pai e três filhas vivendo a beleza e as agruras da vida na Amazônia. Aruká Juma, remanescente da etnia Juma, e suas meninas Estrela D’água, Filha Branca e Menina do Rio lidam com um mundo em contradição.

De um lado, a exuberância da floresta, a harmonia da natureza e a magia das histórias. Do outro, a violência e a opressão de contrabandistas, seringueiros, grileiros e madeireiros que se apossam da terra e do trabalho de indígenas, ribeirinhos e pequenos agricultores. A última flor juma é uma história de amadurecimento, uma crítica social contemporânea e uma ode às tradições populares da região amazônica.

 

Pawlo Cidade (55) é também pedagogo, dramaturgo e gestor cultural. Autor, dentre outros, de “O colecionador de lembranças” (TPI Editora), “O tesouro perdido das terras do sem-fim” (A5/Via Litterarum Editora) e “Rio das Almas (Chiado Books). “A última flor juma” é também um manifesto contra todos os que querem sufocar, matar as cantigas, a história e a voz dos povos originários”, afirma o autor.

 

O livro, exclusivamente em e-book, está disponível à venda na Amazon desde o dia 26 de agosto, ao preço de R$ 24,99. Para os assinantes da kindle unlimeted o acesso é gratuito. Não é necessário ter um kindle para baixar o livro. Você pode lê-lo através do celular, tablet ou notebook. Basta baixar o aplicativo Amazon Kindle gratuitamente no Play Store. “A última flor juma” concorre ao Prêmio Kindle de Literatura.

 





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