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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘brasil’

2026 é o ano do brasileiro vencer: no futebol e na política

Andreyver Lima

Quem melhor do que o brasileiro para discutir futebol e política? Somos um povo que tem o time do coração e o político de estimação. Sofremos, xingamos, defendemos, abandonamos e voltamos. Tudo com a mesma intensidade de um clássico no domingo ou de uma eleição apertada no segundo turno.

E 2026 nasce como um desses anos raros, em que o calendário parece conspirar.

O ano começa em ritmo de Carnaval,  que cai em fevereiro, com segunda e terça-feira oficialmente parando o país, e uma quarta-feira meia boca. Janeiro já abre com feriado numa quinta-feira, convidando o brasileiro ao primeiro “enforcamento” do ano. Ao longo de 2026, o Brasil terá feriados estratégicos: Sexta-feira Santa (3 de abril), Dia do Trabalho (1º de maio, sexta), Corpus Christi (4 de junho, quinta), Independência do Brasil (7 de setembro, segunda), Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro, segunda), Finados (2 de novembro, segunda) e Consciência Negra (20 de novembro, sexta). Um país que trabalha muito, mas sabe como poucos esticar o tempo.

Depois o coração acelera de novo: Copa do Mundo. Entre 11 de junho e 19 de julho, com 48 seleções, 104 jogos e três países-sede. O Brasil, claro, entra como protagonista de milhões de brasileiros

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Anistia e golpe de Estado não combinam “brasileiros corações”

Efson Lima

                A América Latina, o continente africano e  o Oriente Médio sofrem com golpes de Estado ou tentativas. Esses eventos marcaram os capítulos  da História do séc. XX em vários países  e cabe a geração atual reprimi-los toda vez que seja aventado. Não pode haver concertação com golpistas. É o ônus que herdamos da nova fase civilizatória que se fundamenta no Estado Democrático de Direito. O constituinte brasileiro de 1988 não estabeleceu a anistia direta, mas reservou essa possibilidade ao Congresso Nacional para proceder, conforme art. 48, VIII, da CF/1988 e estratégico ao estabelecer a existência do pluralismo político e asseverar que “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente”  e que “constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático”.

 

A Constituição, obra do povo, não pode ser interpretada de forma fragmentada, sem confrontar e compatibilizar com os dispositivos encartados e proclamados pelos representantes do povo naquele 05 de outubro de 1988, cujo texto constitucional adveio após o ciclo do regime  ditatorial brasileiro entre 1964 e1985.  Assim sendo, tem-se um rol de fundamentos que lastreiam a interpretação em favor do Estado Democrático de Direito e impõe às instituições e aos brasileiros a se conformarem com essa centralidade, independentemente, das correntes ideológicas existentes, mesmo que possam representar uma aparente contradição a  aceitação de todas elas na mesma ordem jurídica. Entretanto, essa contradição só confirma a necessidade de celebrar a pluralidade de ideias.

 

O instituto de anistia não é dádiva que pode ser remanejado para atender quem afronta o regime republicano. Golpe de Estado é, certamente, crime inafiançável e insuscetível de graça ou anistia, devendo todos os envolvidos responderem de acordo com a respectiva participação. Ele visa surrupiar o funcionamento das instituições e instaurar o governo da minoria política detentora do poder.  A Lei n.º 6.683/1979 foi uma saída jurídico – política para aqueles que percebendo o fim do regime ditatorial, no Brasil, viram no instrumento uma medida capaz de proteger aqueles que interromperam o governo de João Goulart e cometeram uma série de atrocidades

 

A concertação entre golpistas e o Estado Democrático de Direito não combina. Humilha  toda a nossa geração. Viola os princípios da solidariedade, da existência do Estado uno e da nação. Derrota todas as instituições, exceto, os  golpistas que sairão vitoriosos  e orientados a fomentar o próximo golpe. Em hipótese alguma combina com “brasileiros corações”.

Efson Lima é  Doutor e mestre em Direito/Ufba e advogado.

efsonlima@gmail.com

Pepe Escobar manda um alerta para o Brasil

O jornalista e escritor brasileiro Pepe Escobar deu início, em Udine, à sua turnê pela Itália, onde participa de uma série de conferências organizadas pela Italiani in Formazione. Entre os dias 30 de novembro e 6 de dezembro, Escobar passará por cinco cidades do norte do país discutindo os rumos do multipolarismo global e o reposicionamento estratégico das grandes potências.

A Bahia Press acompanhou o primeiro evento da turnê e conversou com Escobar diretamente de Udine, por meio da nossa correspondente internacional Adalgisa Silveira, que esteve presente na abertura e colheu impressões exclusivas do analista sobre o cenário geopolítico e a postura do governo Donald Trump diante do avanço do Brics e do Sul Global.

O roteiro da turnê inclui:

30 de novembro – Udine, 1º de dezembro – Trieste, 2 de dezembro – Bolonha, 4 de dezembro – Turim, 6 de dezembro – Florença

Multipolarismo como campo de batalha

Durante a entrevista concedida à Bahia Press, Escobar reforçou que o multipolarismo não é mais uma simples projeção teórica, mas “um verdadeiro campo de batalha”, marcado pela disputa entre quem defende a manutenção da ordem pós-Segunda Guerra — historicamente liderada pelos EUA — e aqueles que reivindicam o direito de redefinir a arquitetura global.

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Legado de liderança global: homenagem ao presidente Lula da Silva, e uma visão de colaboração contínua

Karim Errouaki  

Na auspiciosa ocasião de seu aniversário, é com profundo apreço pessoal e elevada consideração diplomática que estendemos nossas mais sinceras felicitações a Sua Excelência, Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente da República Federativa do Brasil.

Essas felicitações são apresentadas duplamente: em primeiro lugar, como uma homenagem pessoal a um estadista distinto, cuja dedicação inabalável aos pilares da justiça global, do desenvolvimento equitativo e da solidariedade internacional deixou uma marca indelével em nossa era; e, em segundo lugar, em minha função oficial como Alto Representante e Enviado Especial.

Nesse papel formal, tenho a distinta honra de representar duas prestigiosas coalizões internacionais: o Conselho de Ação pela Unidade das Nações para as Mudanças Climáticas (UNACCC), uma organização com status consultivo pleno junto ao Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), com escritórios diplomáticos em Bruxelas e Genebra; e a Rede Global de Educação para a Paz (GPEN), sediada em Nova York.

O legado do GPEN é profundamente moldado pela visão de seu falecido Presidente Emérito, o Professor Federico Mayor Zaragoza, ex-Diretor-Geral da UNESCO, cuja memória reverenciamos com a mais alta estima. É, portanto, um privilégio particularmente solene servir como Enviado Especial do GPEN, promovendo, sob seu mandato global, os mesmos princípios que o Professor Mayor e o Presidente Lula há tanto tempo defendem: educação para a paz, fraternidade humana e compreensão mútua entre as nações, alicerçadas na justiça e no diálogo.

Hoje, celebramos mais do que um aniversário; homenageamos uma vida de compromisso inabalável com os princípios da equidade social, da resiliência democrática e da dignidade inerente a todos os povos. A trajetória do Presidente Lula — do chão de fábrica ao Palácio do Planalto — é uma narrativa que inspirou gerações, provando que a liderança enraizada na compaixão e na convicção pode transformar o destino de uma nação e elevar sua voz no cenário mundial.

 

O professor Karim Errouaki  foi Assessor Especial do falecido Secretário-Geral das Nações Unidas, Professor Boutros Boutros-Ghali, e do falecido Diretor-Geral da UNESCO, Professor Federico Mayor, e é  Alto Representante para os Assuntos Externos e os Direitos Humanos da UNACCC,  Representante-Chefe da UNACCC junto à União Europeia e ao Escritório das Nações Unidas em Genebra Enviado Especial da Rede Global de Educação para a Paz (GPEN), Nova Iorque e  Professor Honorário da Universidade de Málaga (Espanha)

Brasil supera marco de 1,34 milhão de novos empregos com carteira assinada em 2025

Com os indicadores de julho, o total de vínculos empregatícios formais ativos no país chegou a 48,5 milhões, número recorde. Foto: Vitor Vasconcelos/ Secom PR

O Brasil acumulou, nos sete primeiros meses de 2025, mais de 1,34 milhão de novos empregos com carteira assinada. Apenas em julho foram gerados 129.775 postos de trabalho formais e, com isso, o país chegou a 1.347.807 novos vínculos no ano. No acumulado dos últimos 12 meses, o saldo é de 1,5 milhão. Os dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) foram divulgados nesta quarta-feira, 27 de agosto, pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O sétimo mês de 2025 apresentou variação positiva nos cinco grandes agrupamentos de atividades econômicas avaliados: Serviços, Comércio, Indústria, Construção e Agropecuária. O saldo foi positivo em 25 das 27 Unidades da Federação. Com os indicadores de julho, o total de vínculos empregatícios formais ativos no país, número conhecido como estoque, chegou a 48,5 milhões, um número recorde na série histórica.

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Crise na pecuária dos EUA pode abrir brecha para carne brasileira, avalia economista

Mosca-da-bicheira, tarifas de importação e redução histórica

do rebanho elevam preços e pressionam inflação norte-americana

 

Pecuária brasileira (foto Pixabey)

O aumento no preço da carne bovina nos Estados Unidos tem causas que vão além das disputas comerciais ou das tarifas impostas por governos anteriores. Além do encarecimento da ração e de uma redução histórica no rebanho americano, que chegou ao menor nível em mais de sete décadas, agora há um novo temor sanitário: a possível chegada da mosca-da-bicheira, praga que já afeta rebanhos no México.

Dra. Anete Mecenas

Segundo a Dra Anete Mecenas, nutricionista e professora da Estácio, os seres humanos podem se contaminar sim ao comer a carne bovina infestada pelos ovos destes insetos. A ingestão de carnes com ovos ou larvas, pode ocorrer miíase intestinal, com sintomas como dores abdominais, náuseas, vômitos e, em alguns casos, sangue nas fezes.

 

“As moscas vão depositando seus ovos em feridas abertas e aí esses insetos entram em contato, por exemplo, com a pele humana e eclodem, e também podem ocasionar infecções secundárias, com destruição de tecidos e formação de fístulas. Por conta disso, é recomendável evitar o consumo de carne bovina quando os órgãos competentes identificarem a proliferação de moscais mortais em determinadas regiões”, alerta a especialista.

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Lula e Jerônimo mostram que é possível governar com prioridade para o povo”, afirma Robinson Almeida após Brasil sair do Mapa da Fome

O deputado estadual Robinson Almeida (PT) comemorou, nesta segunda-feira (28), o anúncio oficial da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) de que o Brasil deixou, mais uma vez, o Mapa da Fome. Para o parlamentar baiano, a conquista histórica é resultado direto das políticas públicas implementadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pelo governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), com foco no combate à fome e à pobreza.

“Lula e Jerônimo mostraram que é possível governar com prioridade para o povo. Enquanto uns atacam, eles trabalham para garantir comida na mesa, dignidade e justiça social aos brasileiros e aos baianos”, afirmou Robinson.

Segundo relatório da ONU, o país voltou a ficar fora da lista de nações com mais de 2,5% da população em situação de subalimentação. O índice é resultado de um conjunto de políticas articuladas desde o início do terceiro mandato de Lula, em 2023, incluindo o relançamento do programa Brasil Sem Fome, a reestruturação do Bolsa Família, a ampliação da alimentação escolar e o fortalecimento de ações voltadas à agricultura familiar e segurança alimentar.

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Robinson Almeida critica tarifa de Trump contra o Brasil e responsabiliza Bolsonaro: “Bolsonarismo comete crime de lesa-pátri

O deputado estadual Robinson Almeida (PT) criticou duramente a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros. Trump justificou a medida como uma retaliação ao Supremo Tribunal Federal (STF), que, segundo ele, estaria “perseguindo” o ex-presidente Jair Bolsonaro e criminalizando aliados políticos em razão da tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023. Para Robinson, a justificativa é “absurda e inaceitável” e representa um ataque direto à soberania e à democracia brasileira. O parlamentar também responsabilizou Bolsonaro pela medida, acusando a extrema-direita de agir contra os interesses nacionais.

“Enquanto o presidente Lula trabalha por justiça tributária, pra taxar os super-ricos, Bolsonaro se articula para taxar o Brasil, prejudicar o setor produtivo e gerar desemprego entre os brasileiros. O bolsonarismo é antinacional, antipatriota e essa articulação para prejudicar o comércio internacional brasileiro não deixa dúvidas”, afirmou Robinson.

A imposição tarifária por parte de Trump reacendeu críticas à postura submissa de Bolsonaro diante dos interesses norte-americanos. Para o parlamentar baiano, a aliança entre o presidente dos EUA e a extrema-direita brasileira representa uma ameaça concreta à independência institucional do país.

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Ministro Rui Costa rebate Tarcísio e critica apoio à tarifa dos EUA contra produtos brasileiros

Rui Costa

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, rebateu nesta quarta-feira (10) declarações do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que demonstrou apoio à tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. A medida, que entra em vigor no dia 1º de agosto, atinge diretamente setores da indústria e da agroindústria, com forte impacto sobre a economia paulista.

Em nota divulgada nas redes sociais, Rui Costa lamentou que o chefe do Executivo paulista “defenda uma tarifa que penalizará a indústria e a agroindústria do seu próprio estado, em vez de defender a população de São Paulo e do Brasil como nação”.

Segundo o ministro, “é curioso: liderar a maior economia do país e, ao mesmo tempo, apoiar medidas que encarecem produtos e prejudicam a economia nacional”. Costa também destacou que a decisão do ex-presidente Donald Trump “mina a competitividade dos produtos que sustentam milhares de empregos em São Paulo”.

De forma enfática, concluiu: “Liderança, governador, se exerce com coragem. É compreensível que queira agradar ao ex-presidente a quem serviu como ministro, mas quem valoriza São Paulo não apoia medidas absurdas, ilegais e imorais impostas por estrangeiros.”

 

(Foto: Fabio?Rodrigues Pozzebom / Agência?Brasil)

Exposição em Paris mostra memória dos movimentos de resistência na França

Evento é promovido pela Associação Memória da Resistência Brasileira na França 

Nesta quinta-feira, 3 de julho, às 10 horas (Brasília) ,vai ao ar a exposição virtual sobre a resistência brasileira na França. Foram quase três anos de trabalho da Associação homônima, criada em Paris para recolher, identificar datar e organizar o material produzido pela diáspora engajada na luta pela democracia no Brasil.

Ao longo desses anos, diversos coletivos apartidários foram se constituindo, de maneira espontânea e com funcionamento horizontal, para denunciar, junto à comunidade internacional, os ataques ao Estado de Direito no Brasil. Com o apoio de partidos progressistas, sindicatos, organizações da sociedade civil e cidadãos franceses solidários, tais grupos realizaram manifestações, flash mobs, intervenções político-artísticas, caravanas, abaixo-assinados, entrevistas, debates, livros e documentários, dentre uma multiplicidade de ações para chamar a atenção sobre a escalada do autoritarismo em nosso país.

O vasto corpus documental — composto de fotos, vídeos, convites para eventos, panfletos, releases, atas, newsletters, bem como entrevistas e artigos publicados na imprensa — estará agora à disposição do público, para consulta gratuita online, graças à parceria com o Memorial da Resistência de São Paulo. Na mesma data, a Aliança Francesa de Salvador inaugura uma mostra sobre essa Memória, aberta até 3 de agosto, na Galeria da unidade Barra (Av. Sete de Setembro, 401 / 2726 – Ladeira da Barra).

O Memorial é coordenado pela  da Associação Memória da Resistência Brasileira na França, que tem como dirigentes Marcia Camargos, Solange Cidreira e Gabriella Scheer.





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