Mazé Torquato Chotil lança “Lucy Citti Ferreira: a pintora esquecida do modernismo”
A jornalista e escritora brasileira radicada na França, Mazé Torquato Chotil, está lançando seu novo livro, a biografia “Lucy Citti Ferreira: a pintora esquecida do modernismo”, editado pela Patuá. Na apresentação do livro, a professora doutora Valéria Cristina Pereira da Silva, da Universidade Federal de Goiás destaca que ´”puxando o fio de um novelo misterioso e reunindo um feixe de delicadezas, Mazé Torquato Chotil traz à tona a biografia de Lucy Citti Ferreira, uma artista esquecida do grande público, a pintora esquecida do modernismo brasileiro a quem havia ficado o epíteto de musa de Lasar Segall. O papel dado a Lucy pela história é revisto nesta obra: Lucy Citti Ferreira, a pintora esquecida do modernismo. Chotil nos conduz pelos mistérios da vida de Lucy, apresentando a artista, a mulher e a personalidade forte por trás da discrição, da introspeção e da excentricidade”.
“Esta obra, assim, é um lapidar da matéria da memória e polimento das lembranças através de fontes e documentos, aos quais vai apresentando-nos Lucy Citti Ferreira à medida em que a retira do recôndito, desnovelando fios de segredos carregados de emoção, de amores, de relações, de perdas, de despedidas, de criações. Nas treliças desses fatos e sentimentos, a sociedade da época é o apanágio onde se figuram valores, tabus e preconceitos”, afirma

MAZÉ TORQUATO CHOTIL
Mazé Torquato Chotil é jornalista e autora. Doutora (Paris VIII) e pós-doutora (EHESS), nasceu em Glória de Dourados (MS), morou em Osasco (SP) e foi para a França em 1985. Nos últimos anos, vive entre Paris, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Tem 14 livros publicados, entre romances, biografias e ensaios, dos quais cinco em francês. Entre eles estão: Mares agitados: na periferia dos anos 1970; Na sombra do ipê; No crepúsculo da vida; Lembranças do sítio / Mon enfance dans le Mato Grosso; Lembranças da vila; Nascentes vivas para os povos Guarani, Kaiowá e Terenas; Maria d’Apparecida: negroluminosa voz e Na rota de traficantes de obras de arte. Foi editora da 00h00 (catálogo lusófono) e é fundadora e primeira presidente da UEELP – União Europeia de Escritores de Língua Portuguesa. Escreveu – e continua escrevendo – para a imprensa brasileira e sites europeus. Recebeu o Prêmio de Biografia da AILB – Academia Internacional de Literatura Brasileira, em 2022, pela obra Maria d’Apparecida.
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