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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

maio 2026
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:: ‘chocolate’

Consumo de até 100 gramas de chocolate por dia reduz risco de infarto, diz pesquisa

Um estudo feito na Austrália mostrou que comer 100 gramas diárias de chocolate escuro ajuda a prevenir infartos. As conclusões se unem às de outras pesquisas que já mencionaram os efeitos positivos do chocolate escuro para a saúde.

O chocolate é rico em flavonóides, poderosos antioxidantes naturais que limitam o estresse e diminuem o risco de doenças cardiovasculares, cânceres e outras doenças.

Realizado pela Universidade Monash, de Melbourne, e publicado esta semana no “British Medical Journal”, este estudo insiste nos efeitos positivos “significativos” do chocolate com alta concentração de cacau e menos açúcar.

Concretamente, um consumo diário de 100 gramas de chocolate com 70% de cacau poderia evitar 70 ataques cardíacos mortais e 15 de menor intensidade em cada 10 mil pessoas com risco de sofrê-los, segundo a pesquisa.

“Nossas conclusões indicam que o chocolate escuro poderia ser uma alternativa ou um complemento aos tratamentos médicos das pessoas que têm alto risco de sofrer doença cardiovascular”, afirmou Ella Zomer, encarregada do estudo.

FABRICANTES DE CHOCOLATE ASSUMEM COMPROMISSO DE COMBATER TRABALHO ESCRAVO NA PRODUÇÃO DE CACAU

o gosto amargo do chocolate

A Ferrero,  fabricante italiana de chocolates finos,  se comprometeu a erradicar a escravidão das fazendas onde adquire amêndoas de cacau, até 2020. A empresa,   que produz chocolates Ferrero Rocher e Nutella  e ovos Kinder, segue a Nestlé e a Hershey na adoção de uma política anti-escravidão e de exploração de mão de obra, muito comum na África.

A direção da Ferrero garante que vai erradicar o trabalho infantil e o trabalho forçado de adultos a partir de plantações de cacau que utiliza até 2020. Além disso, vai relatório mais detalhado sobre suas ações na cadeia produtiva.  Cerca de  75% dos grãos de cacau do mundo são cultivados em pequenas propriedades agrícolas na África Ocidental. Na Costa do Marfim, existem  cerca de 200 mil crianças que trabalham na lavoura, muitas contra a sua vontade, para criar o chocolate apreciado em todo o mundo. A maioria desses trabalhadores mirins não sabem nem mesmo o que é  chocolate.

Em janeiro deste ano,, a CNN destacou a situação do trabalho infantil na Costa do Marfim em um documentário,    ” Escravos do chocolate para crianças “, pelo correspondente David McKenzie. (com informações da CNN)

E NÓS AQUI, PRODUZINDO APENAS MATÉRIA PRIMA…

A indústria de chocolates no Brasil vendeu 390 mil toneladas no ano passado, o que representa um crescimento de 11% sobre 2010. O índice, no entanto, é inferior à alta verificada em 2010, de 16%, o que demonstra a desaceleração do consumo no país. 

 Segundo Ubiracy Fonseca, vice-presidente da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim e Derivados (Abicab), apesar da retração, a expectativa é que a venda dos fabricantes continue crescendo dois dígitos este ano. “Tivemos o aumento do salário mínimo e a indústria, a julgar pelos próprios lançamentos da Páscoa, está disposta a oferecer produtos mais acessíveis ao consumidor final”, afirmou o executivo.

 As empresas projetam aumento de vendas entre 5% e 20% em volume e até 20% em valor. Na Páscoa do ano passado, foram vendidas 18 mil toneladas de chocolate, com alta de 7% sobre a mesma data de 2010.  

 Este ano, a Garoto incrementou de quatro para 10 o número de itens de Páscoa que custam menos de R$ 10. O Serenatinha de Amor, de 130 gramas, chega a R$ 9,90. Também a Cacau Show decidiu manter o mesmo preço do ovo tradicional de 400 gramas, a R$ 29,90. “É um dos nossos principais produtos”, afirmou o presidente da Cacau Show, Alexandre Costa. (do Valor Econômico)

É O FIM DO MUNDO? NÃO, MAS PODE SER O FIM DO CACAU

será que vai peça de arqueologia?

espanhol), na Colômbia, sugere que o cacau corre o risco de se tornar escasso em função do aquecimento global. Em quatro décadas, se não for “extinto”, pode se transformar em artigo de luxo, custando caro.

A elevação de 2 a 3 graus Celsius na temperatura do planeta – o que segundo os cientistas, deve acontecer até 2050, se não forem  mitigadas as emissões globais de CO2 – pode causar danos irreversíveis nas principais regiões de cultivo de cacau (a matéria prima do chocolate), Gana e Costa do Marfim, que juntos respondem por 2/3 da produção mundial do fruto.

Encomendada pela fundação Bill & Melinda Gates, a pesquisa mostra que o aumento da temperatura nessas regiões vem obrigando os fazendeiros a cultivar cacau em maiores altitudes, mais frias, o que exige tecnologias de plantio novas para garantir a adaptação. O problema é que essas áreas altas também são limitadas, o que pode contribui para a queda da produção de chocolate.

De acordo com o estudo, outros fatores também estão levando a produção de cacau a um limite preocupante, como o uso insustentável da terra, com técnicas degradantes e o aumento do consumo de chocolate em todo o mundo. (da Revista Exame).

O renascer do cacau

esse é o verdadeiro ouro do cacau

 Os recém-lançados roteiros do chocolate – com visitas, hospedagem e almoços – incluem fazendas que produziram ou ainda produzem cacau. Uma delas, a Provisão, com350 hectares, existe há 180 anos, às margens do Rio Almada, na zona rural de Ilhéus. Depois da grande crise de 1989, ela chegou a parar a produção por quase 18 anos. “Ficou quase abandonada”, conta o dono, o médico Albino Eduardo Novaes, de 74 anos. Antes da vassoura-de-bruxa, a propriedade empregava 50 funcionários, número que hoje chega a10. Asaída para a penúria foi o turismo rural, que valoriza a bela construção da sede e o visual caprichado de toda a fazenda, rodeada por reserva de Mata Atlântica. Curiosamente, a Provisão sempre pertenceu à mesma família, como conta Maria Adelina, esposa de Novaes.

Outra fazenda, a Riachuelo, ainda não está nos roteiros de visitas, mas deve entrar em 2012. Ela oferecerá tour para apresentar a produção de cacau e chocolate fino, visto que tem uma unidade industrial. O visitante poderá conhecer o processo que vai da colheita da amêndoa à fabricação do chocolate, passando pela secagem, seleção e fermentação da matéria-prima. Para entrar na unidade industrial, o turista é obrigado a vestir roupas descartáveis fornecidas pelo fabricante. E também faz uma pequena degustação no fim, em que experimenta chocolates com diversos teores de cacau (o mais forte, com 70%).

“Ouro” de Ilhéus

O funcionário Ricardo Oliveira Santos, de 26 anos, assim como o colega Paulo Santos Sarmento, de 18, trabalham na extração da amêndoa do fruto, um trabalho cansativo, repetitivo, que exige habilidade no manuseio do facão. Ambos estão há cerca de um ano na Riachuelo, vindos de São Paulo. Na verdade, regressando, já que são de Ilhéus. Segundo Ricardo, há alguns anos houve momentos em que não se encontrava emprego na região, o que o fez migrar para a capital paulista, atrás de oportunidades na construção civil. “Agora que o cacau está voltando, tenho condições de ficar por aqui. Mesmo que o salário seja menor, viver na nossa terra é muito melhor”, contou Ricardo.

Os dois encarnam o pensamento de milhares de trabalhadores da região, que têm esperança de ver renascer a força do cacau. Eles vieram de famílias que trabalharam décadas com o fruto e sabem: dificilmente a atividade terá, em curto espaço de tempo, a importância de antes. Ainda assim, acreditam no ressurgimento do ouro de Ilhéus. (matéria publicada no Correio Braziliense/DF)

Consumo de chocolate reduz em até 30% os riscos de doenças cardíacas

bom pra saúde, bom pro bolso de quem fabrica

 Comer chocolatre evita o desenvolvimento de certas doenças cardíacas, segundo um estudo britânico.

O estudo, publicado na revista científica British Medical Journal, confirma resultados de investigações anteriores sobre o assunto que, de maneira geral, encontraram evidências de um possível vínculo entre o consumo de chocolate e a saúde do coração.

Os autores enfatizam, no entanto, que é preciso fazer mais testes para saber se o chocolate realmente causa essa redução ou se ela poderia ser explicada por algum outro fator.

A equipe da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, apresentou seu trabalho no congresso da European Society of Cardiology, nesta segunda-feira, em Paris. (informações do Portal UOL)

FAZ BEM PRO CORAÇÃO E PRO BOLSO DE QUEM PRODUZ CHOCOLATE. E NÓS AQUI, VAMOS CONTINUAR MEROS FORNECEDORES DE AMENDOAS?

EM DISCUSSÃO, OS RUMOS DA LAVOURA CACAUEIRA

não basta ser cacau, tem que ser chocolate

A Câmara Setorial do Cacau se reúne no próximo dia 31 em Brasilia. Entre os temas debatidos estão a apresentação Frente Parlamentar daAgropecuária, a  caracterização das Cabrucas no Sul da Bahia, a inserção do Cacau da Bahia e Espírito Santo no Código Florestal  e criação do Comitê de Prevenção à Monilíase do cacaueiro a agregação de valores da                                 cacauicultura, as metas da Cadeia produtica de cacau  com o programa de incentivo à  industrialização e o projeto de Lei apresentado pelo deputado federal.Geraldo Simões, que flexibiliza a renegociação dos débitos dos produtores de cacau.

 O encontro também discutirá as ações de fiscalização e cuidados sobre desinfecção na origem do produto nas importações de cacau e o Programa Qualidade do Cacau Brasil. A Câmara Setorial do Cacau é presidida por Durval Libânio.

 





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