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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘chocolate’

Fazenda de turismo rural em Ilhéus cria marca de chocolate

yrere 2O casal Gerson Marques e Dadá Galdino é proprietário da Fazenda Yererê, na zona rural de Ilhéus, no Sul da Bahia. Integrada ao projeto do Sebrae Indústria Setorial Ilhéus – Derivados de Cacau, a propriedade é um case de sucesso no segmento do Turismo Rural. Na sede, os visitantes, a maioria de estrangeiros, são recepcionados pelos donos e por trabalhadores rurais. Em três horas, conhecem a história e o funcionamento da fazenda, degustam pratos típicos, ouvem ‘causos’ locais dos antigos coronéis de cacau e ainda visitam o maior orquidário da região.

yrere 1Neste mês, os empresários lançam um novo produto para agregar valor a sua produção de cacau e oferecer mais um atrativo aos turistas: uma marca própria de chocolates finos feitos com amêndoas selecionadas e teor de 54% e 70% de cacau puro. O chocolate será produzido em parceria com o Instituto Cabruca e as primeiras unidades serão em barras de 80g e bombons de 12g.

Gerson Marques destaca que os chocolates de origem do Sul da Bahia estão ganhando reconhecimento mundial e se tornando um bom e lucrativo negócio. “Os turistas antes chegavam perguntado por novelas. Hoje, a procura é por chocolates e vamos tê-los em nossa linha de produtos”, afirma.

A nova fase dos negócios também conta com o apoio do Sebrae, segundo o empresário. “Teremos uma consultoria para desenvolvimento do produto, envolvendo aspectos administrativos, financeiros e de marketing para a evolução da marca”.

Cacau na Folha

Editorial do jornal Folha de São Paulo- 09/11/2015

Cacau mais doce

cacau (2)Mundialmente conhecida graças aos romances de Jorge Amado (“Terras do Sem-Fim” e “Gabriela, Cravo e Canela”, entre outros), a cultura do cacau da Bahia esteve ameaçada de subsistir apenas como um ente de ficção. A produção da amêndoa, que chegou a representar 4,2% das exportações brasileiras na Primeira Guerra Mundial, entrou em colapso nos anos 1990.

Enfermidade originária da região amazônica, a vassoura de bruxa devastou as plantações baianas. Os números são eloquentes: as 397.362 toneladas obtidas na safra de 1986/87 reduziram-se para 96.039 toneladas em 1999/00.

De grande exportador, o Brasil regrediu à condição de importador de cacau. Muitos produtores rurais foram à falência, e os desempregados encheram as periferias de Ilhéus e Itabuna. Plantações viraram pastagens, e a população de alguns municípios encolheu.

As tentativas de combater a doença com fungicidas não tiveram sucesso. A recuperação só começou após a substituição das árvores afetadas por clones e variedades mais resistentes, num notável esforço de pesquisa aplicada. Demorou, mas em 2012/13 a Bahia colheu 180.527 toneladas.

Agora, no início deste mês, o porto de Ilhéus voltou a exportar amêndoas em larga escala: 100 mil sacas, ou 6.600 toneladas. É uma notícia animadora, pois isso não acontecia desde 1999.

Contudo, não convém reviver um passado que a doença sepultou. Antes, a Bahia produzia uma matéria-prima de baixa qualidade, vendida a preços ínfimos.

Isso tem mudado. Os produtores brasileiros perceberam a importância de investir em frutos melhores, com aromas mais intensos, e na fabricação de chocolates finos. Vale a pena: uma tonelada de cacau fino pode alcançar US$ 8.000; o comum sai por um quarto desse valor.

Os produtores, por isso, começaram a despender mais nos tratos culturais e, sobretudo, reforçaram a qualificação dos empregados.

O custo da força de trabalho no Brasil é hoje bem mais elevado do que nos países competidores da África. Em compensação, o preço médio do produto nacional também é maior. Um bom sinal.

A civilização do cacau dos romances de Jorge Amado –conhecido na Alemanha como um “Balzac da selva”– desapareceu.

Os coronéis que comandavam centenas de trabalhadores não qualificados cederam lugar a pequenos produtores, preocupados em atender as expectativas de um mercado exigente. O sul da Bahia amargou anos sombrios, mas hoje seu cacau é mais doce.

editoriais@grupofolha.com.br

 

Audiência pública em Itabuna discute projetos para cacau e chocolate

cacau 13A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Lavoura Cacaueira, da Ceplac e do Cacau Cabruca realiza audiência pública na Câmara de Vereadores de Itabuna, no próximo dia 31, segunda-feira, às 8 horas, para debater um tema que mobiliza toda a região: “Política de importação e exportação de cacau e seus derivados”. Em debate, como o governo vai ampliar o controle sobre o cacau importado para dar mais oportunidades de desenvolvimento ao produtor nacional e regional. E também como incrementará a produção nacional do chocolate.

“Esta nova política vai ajudar a transformar a realidade do mercado do cacau e a indústria de chocolate na região sul da Bahia”, observa o deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB-Ba), integrante da Frente e idealizador da audiência pública em Itabuna. A principal mudança, informa Davidson Magalhães, está em rever a forma como vem sendo praticado o drawback, para possibilitar harmonizar o mercado interno com as necessidades da indústria nacional. E formular novos caminhos e oportunidades para o desenvolvimento do mercado do cacau e derivados.

O deputado federal afirma que “é a primeira oportunidade de reunir todos os universos interessados, depois do governo nos garantir as mudanças na política de importação e exportação do produto”. Participam do encontro na Câmara de Vereadores de Itabuna representantes dos ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura e Ceplac.

Folha de São Paulo destaca produção de chocolate no Sul da Bahia

ilheus aerea

Reportagem do Caderno de Turismo da Folha de São Paulo desta sexta-feira destaca a retomada do cultivo de cacau e a produção de chocolate para alavancar o turismo e recuperar a economia em Ilhéus e no Sul da Bahia.

A reportagem, produzida por Angela Boldrini durante a realização do Festival Internacional do Cacau e Chocolate, em Ilhéus, cita Jorge Amado como um referencial para atrair turistas, que agora também poderão saborear o chocolate do Sul da Bahia.

Veja o texto completo em:

http://app.folha.uol.com.br/#noticia/582526

cacau

Nasce o dia na Fazenda Yrerê , em Ilhéus, e começa o trabalho numa barcaça de cacau. Amêndoas especiais para produção de chocolates finos.

 O verdadeiro ouro do cacau. (foto: Gerson Marques)

Flor do cacaueiro. Desafiando bruxas e bruxarias, a lavoura resiste ao sabor do chocolate, o bendito fruto do fruto de ouro.

Flor do cacaueiro. Desafiando bruxas e bruxarias, a lavoura resiste ao sabor do chocolate, o bendito fruto do fruto de ouro.

Chocolate poderá acabar, Flamengo comemora

choco

(do Blog Sensacionalista)- Foi anunciado que o chocolate poderá acabar até 2020. A torcida do Flamengo comemorou, cansada de perder de 4 para o Atlético Mineiro.

Alguns flamenguistas acham que 2020 ainda está muito longe. Já os rivais preferem dizer que não acabará o chocolate enquanto houver um Flamengo no mundo: “Para São Judas Tadeu nada é impossível”.

As crianças escravas da África e o gosto amargo do chocolate

Uma empresa de Portugal aproveitou o lançamento de uma marca de chocolate num shopping para denunciar o trabalho escravo de crianças nas roças do cacau na Costa do Marfim, África.

Veja o vídeo:

Geraldo Simões apresenta projeto que regulamenta utilização de cacau no chocolate

cacau 3Na próxima sessão da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio – CDEIC da Câmara dos Deputados deve ser votado o relatório do Projeto de Lei 851 de 2011 de autoria do deputado federal Geraldo Simões. Pelo projeto, para se aplicar o termo chocolate, é preciso que o produto tenha pelo menos 25% de cacau. No caso dos chocolates brancos, o percentual deve ser de 20% de manteiga de cacau.   Ele tomou a iniciativa em propor este projeto, no início de 2011 movido pelo bom senso que deveria existir em toda produção alimentícia, ou mesmo de toda a produção.

“Tudo que consumimos deveria ter designação de origem e informação dos componentes que integram o produto. O conhecimento do produto é um princípio básico da teoria econômica capitalista, que na prática não é observado e estamos longe de alcançar”, disse o deputado. Segundo ele, “vivemos em uma sociedade capitalista, mas princípios éticos devem ser obedecidos. Um dos princípios que deve ser observado é justamente a veracidade das informações. A correspondência entre os nomes com que se rotulam os produtos e seus componentes”. “Assim como não podemos compactuar com produtos falsificados e piratas, também não podemos aceitar que se tente enganar os consumidores com autofalsificações, classificando como chocolate o que não é chocolate”.

Geraldo-SimoesUm grande número de produtos existentes nas prateleiras dos mercados brasileiros ostenta a denominação de “chocolate” ou de “chocolate branco”, ou utilizam-se de outros termos como ‘achocolatado’e induzem o consumidor a entender que há na formulação daquele produto ao menos um pequena quantidade de chocolate, ou seja, de um produto derivado do cacau em uma de suas formas de incorporação aos alimentos industrializados.

Na verdade, tais produtos contêm, tão somente, produtos químicos que tentam imitar o inigualável sabor do chocolate. O consumo desses compostos químicos traz vários prejuízos ao consumidor

Geraldo Simões explica que “o consumidor assim enga nado, é lesado ao pensar que consome chocolate de alto valor nutricional ao consumir produtos químicos, alguns evidentemente nocivos ao organismo”.  Paralelamente, o nome chocolate e as palavras dele derivadas, são usadas de forma indevida ao não se utilizar a verdadeira matéria prima, em evidente prejuízo aos produtores de cacau, insumo indispensável ao verdadeiro chocolate.

“Acredito firmemente que, ao apresentar este projeto benéfico a todos os consumidores, estarei criando condições de aumento da demanda do cacau, o que estimulará a produção e a economia das regiões cacaueiras no Brasil, particularmente na minha região, Sul da Bahia, tradicionalmente produtora desta valiosa amêndoa”, finalizou Geraldo Simões.

 

Enquanto uns caçam bruxas, outros produzem chocolate…

Um pé (calçado) na bunda do pessimismo

O dono de uma loja de calçados mandou um funcionário a uma pequena cidade, para avaliar a possibilidade de abrir uma filial.

No dia seguinte, o funcionário manda um email pro chefe, dizendo o seguinte:

-Aqui a gente não vai vender nem um par de chinelos. Nessa cidade, todo mundo anda descalço.

Em busca de uma segunda opinião (feito o sujeito que repete o exame de próstata umas 200 vezes para evitar dúvidas), o chefe manda outro funcionário à mesma cidade.

No dia seguinte, recebe o email:

-Chefe, a gente vai vender sapatos pra caramba. Nessa cidade, só tem gente descalça.

 





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