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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

maio 2026
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:: ‘chocolate’

Chocolate pode combater perda da memória

Um estudo com pessoas acima de 60 anos sem sintomas de demência mostrou que duas xícaras de chocolate quente melhoraram o fluxo sanguíneo no cérebro e melhorou a memória. O estudo foi publicado no periódico “Neurology”. Esta não é a primeira vez que o cacau é relacionado com a saúde vascular, e pesquisadores acreditam que isto é em parte devido a ele ser rico em flavonoides.

No estudo, pesquisadores pediram a 60 pessoas com média de idade de 73 anos para beber duas xícaras de chocolate por dia – um grupo recebeu cacau com alto teor de flavonoides, enquanto que o outro, baixo teor. Eles não podiam consumir outro tipo de chocolate ao longo do dia. Testes com ultrassom no início do estudo mostraram que 17 deles tinham um fluxo insuficiente de sangue no cérebro. Não houve diferença entre aqueles que tomaram chocolate com alto ou baixo teor de cacau. Mas independente da bebida que foi dada, 88% dos que tinham problemas de fluxo sanguíneo começaram a mostrar melhora, inclusive nos testes cognitivos, comparados com 37% das pessoas que tinham fluxo sanguíneo normal no início do estudo.

Exames de ressonância magnética em 24 participantes mostraram que pessoas com fluxo sanguíneo prejudicado tinham mais propensão a ter pequenas lesões cerebrais.  “Um tratamento com base no cacau poderia ser popular, mas ainda é muito cedo para formar conclusões sobre os seus efeitos”, disse o diretor do centro de pesquisa de Alzheimer no Reino Unido, Simon Ridley. (Fonte O Globo)

 

 

Mengão prova o Chocolate da Bahia

1 em cada 3 chocolates vendidos no Brasil não é chocolate real

chocolate sem cacau não é chocolate

Um em cada três chocolates comuns vendidos no Brasil, produzidos pelas grandes indústrias, não pode ter esse nome de chocolate porque não é feito com o percentual mínimo de cacau exigido pela legislação. Segundo as regras, para ser considerado chocolate, é preciso que o produto tenha pelo menos 25% de cacau, mas muitos não chegariam nem a 5%.

A denúncia é de Marco Lessa, 43,  presidente da Associação de Turismo de Ilhéus (BA) e organizador do Festival Internacional do Chocolate e Cacau. “O que o brasileiro encontra nas prateleiras de supermercados, vendido como chocolate, é apenas doce, não chocolate”, afirma. “Estimo que um terço dos chocolates estejam nessa situação. Esses não devem ter nem 5% de cacau.”

Lessa também diz que muitos chocolates amargos, com suposto alto teor de cacau (de 50% a 70%), produzidos pelas grandes indústrias e vendidos no mercado nacional por preço maior não têm esse percentual declarado. “Dizem que têm 70%, mas não têm. Não existe fiscalização para confirmar esse percentual”, declara. Ele não apresentou nenhuma pesquisa ou teste que comprovem essa avaliação, mas diz que o problema se manifesta no próprio sabor dos produtos.

parece chocolate, mas nem sempre é…

“Basta comer algumas vezes um bom chocolate para saber que muitos dos vendidos por aí não têm o teor de cacau prometido.” Além do  sabor considerado melhor e menos doce pelos especialistas, os chocolates com maior teor de cacau também são tidos como benéficos à saúde. Por terem porcentagem reduzida de gordura, açúcar e leite, fazem bem bem para o coração.

A Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados) emitiu uma nota, dizendo que os produtos feitos com menos de 25% de cacau são considerados doces com “sabor de chocolate”. “A Abicab reforça que, de acordo com portaria da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária], somente é chocolate o produto que possua pelo menos 25% de cacau. Abaixo disso, o produto é considerado com sabor de chocolate”, registra o documento. (do UOL)

Direito e Chocolate. Data vênia, isso dá sabor

Marly e os chocolates que desafiam qualquer regime

O Fórum Brasil de Direito, que termina hoje no Centro de Convenções de Ilhéus e que reúne cerca de 1200 pessoas, é um espaço para a discussão de grandes temas da área jurídica.

Mas é também a chance de degustar uma das maravilhas do Sul da Bahia, o chocolate caseiro produzido por Marly Britto em Itacaré. Num estande oferecido pela Multipla, organizadora do evento, Marly expõe e comercializa vários tipos de chocolate, um mais delicioso que o outro.

Data vênia, é um desafio a qualquer regime.

O amargo sabor do chocolate

O lado negro do chocolate é documentário produzido pelo jornalista dinamarquês Miki Mistrati. Ele decidiu investigar a origem do cacau que abastece grandes multinacionais, como Barry Calebaut, Nestlé e Mars. A maior parte da produção de cacau é originária do continente africano.

Gana, Mali e Costa do Marfim são países visitados pelo jornalista. O documentário revela, além da trabalho escravo infantil, o tráfico de crianças em Mali. Elas são vendidas a fazendeiros de cacau. O documentário tem pouco mais de 45 minutos e revela o lado obscuro da produção de cacau na África. E parte dessa produção abastecia/abastece a indústria moageira e de chocolate no Brasil.

Chocolate em 2030: raro e caro como caviar

cá prá nós, o chocolate é bem melhor

As mudanças no solo da África, que responde por 72% da produção mundial de cacau, ameaçam o chocolate de extinção. A notícia foi publicada pela revista Superinteressante. “Em 20 anos, o chocolate vai ser como o caviar: tão raro e caro que as pessoas não vão poder comprar”, diz John Mason, diretor do Centro de Pesquisas sobre Conservação da Natureza (NCRC), sediado em Gana, segundo produtor mundial de cacau.

O problema é que hoje os produtores estão derrubando outras espécies para plantar apenas cacaueiro, que cresce melhor em florestas, à sombra de árvores mais altas. Dessa forma, a colheita de cacau aumenta a curto prazo, mas o solo acaba empobrecido com a ação do sol e a produção futura é comprometida.

 

Produção de chocolate no Brasil cresce 4% no primeiro semestre

A produção de chocolate no Brasil no primeiro semestre de 2012 foi de 228.212 toneladas, 4,2 % a mais do que o mesmo período do ano passado, de acordo com o último balanço da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (ABICAB).

Com a crise internacional, o chocolate é um dos produtos brasileiros que estão mantendo o mercado interno aquecido. Reflexo disso, foi o consumo  em 2011 de 631 mil toneladas, 12,2% maior que no ano anterior (2010 – 562 mil toneladas).

O Brasil é o terceiro maior em consumo do mundo, sendo que cada brasileiro ingere, em média, pouco mais de 2,2 quilos de chocolate ao ano. Em 2011, isto resultou na venda de 390 mil toneladas de chocolate no País. Segundo a consultoria internacional Euromonitor, o mercado nacional de chocolates registra uma taxa de crescimento de 3,6% ao ano, contra uma média mundial de apenas 2%.

E  o que o  Sul  da Bahia  ganha com isso?

Nada,  já que continuamos produzindo  basicamente matéria  prima, o  cacau.

GEOGRAFIA, ECONOMIA E O CHOCOLATE CHECO

pequeno, caro. E tcheco!

Alguém sabe responder, de chofre, onde fica a República Tcheca?

Minha uma dúzia de dez ou onze leitores certamente terá alguma dificuldade pra responder que a República Tcheca fica na Europa Central e é um país originário da divisão da antiga Checoslováquia.

Mas isso aqui não é aula de geografia. É pra dizer que a Tcheca fabrica um chocolate chamado Nachfolger, produto fino, e obviamente, caro.

E sabe quantas amêndoas de cacau os tchecos produzem?

ZERO!

Enquanto isso, o Sul da Bahia, que produz as melhores amêndoas do mundo, se contenta a ser apenas fornecedor de matéria prima.

Mas, quem é esse blogueiro pra dar aula de economia?

SALLES: “VAMOS PRODUZIR O MELHOR CACAU DO MUNDO”

O secretário de Agricultura da Bahia, Eduardo Salles, que representou o governador Jaques Wagner na abertura do Festival do Chocolate, disse que “o Sul da Bahia, que já produz o melhor cacau do mundo, agora vai produzir o melhor chocolate do mundo”, através de investimentos na produção de amêndoas de qualidade e implantação de fábricas  de chocolate.

Salles lembrou que pela primeira vez um país produtor de cacau sedia o Salon Du Chocolat, o maior evento do gênero no mundo, que acontece semana que vem em Salvador. Na segunda e terça feira,  50 chocolatiers de vários países visitam a Ceplac e fazendas de cacau no Sul da Bahia.

O secretário também destacou que a recuperação da lavoura cacaueira, aliados ao Porto Sul e à Ferrovia Oeste, vão garantir um novo ciclo de desenvolvimento ao Sul da Bahia.

HARALD FARÁ MINICURSOS NO IV FESTIVAL INTERNACIONAL DO CHOCOLATE

O IV Festival Internacional do Chocolate da Bahia em parceria com a empresa produtora de chocolate Harold, uma das maiores do mundo neste segmento, trará a Ilhéus minicursos com aulas expositivas e experimentais sobre técnicas de manuseio do chocolate. Os minicursos acontecerão no Centro de Convenções Luis Eduardo Magalhães no período de 28 de junho a 02 de julho como parte da programação do festival.

O chocolatier André Bispo, da Harald, será o responsável por ministrar ao público durante os três dias de curso diferentes temáticas, entre elas preparação de tortas clássicas e finas, tendo chocolate como ingrediente base do passo a passo, com os mais variados exemplos de montagens, recheios, coberturas e decorações. André traz ainda o processo de fabricação de bombons e trufas de forma artesanal, utilizando moldagem e modelagem especiais e inovadoras, além de aula especialmente dedicada às sobremesas mais elaboradas.

As aulas demonstrarão técnicas para decorar e melhorar a apresentação visual dos bombons, trufas, tortas e sobremesas, bem como inúmeros processos de pintura e textura. Além disso, revelarão os segredos de derretimento e temperagem, simulações de erros e acertos do chocolate, conservação dos produtos acabados e utilização de todas as temperaturas indicadas. Haverá também orientação profissional sobre a utilização de ferramentas e utensílios adequados para um melhor resultado profissional.

Os interessados em participar dos minicursos de culinária especializada em chocolate já podem se inscrever pelo site www.festivaldochocolate.com, onde está disponível a ficha para o preenchimento de dados. Com vagas limitadas as inscrições custam R$60,00 para 03 dias de minicurso, com direito à meia-entrada para estudantes e para pessoas ligadas às associações e institutos do setor.

 





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