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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘ceplac’

Ceplac e UFSB fecham acordo para transferência de área no Sul da Bahia

Os comandos da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) e da Ceplac praticamente selaram uma espécie de extensão do acordo de cooperação em que o órgão da lavoura cacaueira irá transferir nova área para a instituição de ensino superior.

A localização do terreno a ser transferido ainda não foi divulgada. O tamanho da área em questão deverá ficar entre 30 e 50 hectares.

Desde 2022, o campus Jorge Amado funciona em área de 37 hectares em terreno transferido pela Ceplac para a UFSB, na sede regional, na Rodovia Ilhéus-Itabuna (BR-415), em Ilhéus.

A primeira transferência – que permitiu a construção do campus sustentável – ocorreu ainda em 2015, como obra e esforços comuns de Juvenal Maynart, então superintendente regional da Ceplac, e do então reitor da UFSB, Naomar Oliveira, e sua vice-reitora Joana Guimarães, hoje reitora reeleita.

A cessão de mais terreno para a UFSB é vista como positiva, principalmente devido à perda de orçamento por parte da Ceplac e redução acelerada do seu quadro de pesquisadores e técnicos, além do sucateamento de sua estrutura e equipamentos. (do Pimenta)

Ceplac sedia reunião da Câmara Setorial do Cacau e Sistemas Agroflorestais

A Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo (SDI) do Mapa sediou a última reunião da Câmara Setorial do Cacau e Sistemas Agroflorestais de 2023. O encontro foi realizado na unidade de Ilhéus (BA), nesta quinta-feira (23), em formato híbrido, e reuniu membros da câmara e produtores locais.

A diretora da Ceplac, Lucimara Chiari, prestigiou o evento no qual a  pesquisadora Karina Gramacho fez uma apresentação sobre o uso de defensivos contra a vassoura-de-bruxa do cacaueiro, projeto financiado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). Os resultados alcançados até o momento apontam para o alto potencial de novos fungicidas, com princípios
ativos combinados para o controle da doença. Foram disponibilizados, ainda, os dados da cadeia do cacau e do chocolate, bem como do mercado de  chocolates finos.

Durante o encontro foi anunciado o novo presidente da Câmara, Guilherme Moura, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que assume o mandato para o biênio de 2024 a 2026. Ele sucederá o atual gestor, Milton Andrade.

Participaram integrantes da Secretaria de Agricultura do Estado da Bahia, Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab); Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC), Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), CocoaAction Brasil, Centro de Inovação do Cacau (CIC) e do Instituto Arapyaú.

Ministério da Agricultura afirma que Vírus do Mosaico do Cacau está sob controle

Novo vírus ataca cacau no sul da Bahia || Foto Leandro Fidelis

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou, nesta quarta-feira (13), que está tomando todas as medidas preventivas para controlar a disseminação do Vírus do Mosaico Moderado do Cacau (CaMMV) em plantas de cacau no sul da Bahia. Disse ainda que o vírus não figura na lista de pragas quarentenárias do Brasil e que, neste momento, a situação está sob controle.

“Estamos tomando todas as medidas necessárias para proteger a produção de cacau do país e garantir que a segurança alimentar e a sustentabilidade da cacauicultura nacional não seja comprometida”, disse a chefe da Divisão de Prevenção e Vigilância de Pragas do Mapa, Juliana Alexandre.

O Mapa destacou que os primeiros levantamentos em campo foram realizados por técnicos da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) nas áreas experimentais do Centro de Pesquisa do Cacau (Cepec) em Ilhéus, em ação de pesquisa sobre vírus associados ao genoma do cacau. As informações são do blog Pimenta.

A Ceplac coletou amostras de plantas sintomáticas e assintomáticas para envio ao laboratório parceiro nos Estados Unidos, que detém a patente do método de identificação, onde foi feita a confirmação da presença do vírus.

O órgão federal comunicou a situação ao Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas (DSV), à Superintendência Federal de Agricultura e Pecuária (SFA) na Bahia e à Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab). Isso garante que todas as partes relevantes estejam cientes e envolvidas numa solução.

Há 60 anos nascia o CEPEC, sem prazo de validade

Walmir Rosário

Parece que foi ontem! Esta é a impressão que o engenheiro agrônomo Luiz Ferreira da Silva deixa transparecer no livro “A Fazenda Corumbá que virou Ciências (Cepec), 60 anos atrás”. Em janeiro de 1963, ainda com o diploma cheirando a tinta, ele aporta em Itabuna para iniciar sua vida profissional no ainda embrionário Centro de Pesquisas do Cacau (Cepec), mais ou menos convicto das dificuldades que o esperavam.

Assim que recebeu o diploma na Escola Nacional de Agronomia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) passou a analisar três propostas de trabalho: da Acar-ES, da Sudene, em Pernambuco, e do Ministério da Agricultura no Sul da Bahia, em convênio com a Ceplac. Duas dessas bastante conhecidas e conceituadas, e ainda por cima, já estava com a passagem aérea enviada pela Sudene para iniciá-lo no emprego.

Luiz Ferreira da Silva

Mas, por ironia do destino, Luiz Ferreira se influencia com uma explanação do engenheiro agrônomo Frederico Afonso sobre o início da operação da Ceplac na cacauicultura, inclusive com o levantamento dos solos da região cacaueira. Bom aluno de matéria Pedologia, ainda teria o seu professor Marcelo Camargo, como orientador. Soube de todas as dificuldades que passaria numa região inóspita, mas resolveu topar a parada.

E assim, em 22 de janeiro de 1963, Luiz Ferreira desce do Dart Herald da Sadia no aeroporto de Ilhéus para correr os quatro cantos das terras do cacau. Nesta época, o Cepec, que se transformou no maior centro de pesquisas de cacau do mundo, sequer existia. Pelo que ele conta, o ditado “tirar leite de pedra” era verdade e a ciência começava a ser feita numa casa sede da Fazenda Corumbá.

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Governo da Bahia contribui com o Projeto Cacau Cabruca da FAO

A Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) está de braços dados com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para a preservação da Mata Atlântica. Para isso, a empresa participa da construção e do planejamento do projeto GEF Cabruca. Nesta segunda-feira (08), representantes dessas instituições, da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) se reuniram com esta finalidade.

 

O objetivo do projeto é reduzir e reverter a degradação do bioma Mata Atlântica em paisagens produtivas da região sul da Bahia, por meio de uma gestão eficaz dos recursos naturais para criar um ambiente propício à conservação e ao uso sustentável da biodiversidade, com ênfase na cultura do cacau como suporte à subsistência das populações locais e benefícios ambientais globais.

De acordo com o diretor-presidente da CAR, Jeandro Ribeiro, nesse encontro foi apresentado o Projeto Cacau Cabruca e as formas de financiamento e execução desse Projeto, que deve ter a capacidade ampliada a partir da união de esforços das organizações envolvidas. “Apresentei as estratégias da CAR, a partir dos projetos Bahia que Produz e Alimenta e Parceiros da Mata, que chegam somando esforços. É uma construção coletiva de pautas que se enlaçam em torno do cacau cabruca, cenário de produção em que a agricultura familiar representa 80% de estabelecimentos rurais”.

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Prefeitura de Ilhéus propõe implantação da coleta seletiva na CEPLAC e UFSB

Visando promover qualidade de vida e melhorias no âmbito social, econômico e no processo de gestão ambiental, a Prefeitura de Ilhéus amplia as ações para garantir a execução de políticas públicas com foco no gerenciamento dos resíduos sólidos produzidos na cidade.

Representantes do Município, da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC) e da Universidade Federal do Sul da Bahia (USFB) dialogaram sobre a viabilidade da implantação da coleta seletiva nas dependências das instituições.

“Vamos fazer a coleta doméstica, comercial e também a coleta seletiva, que será implantada na área onde está localizada a CEPLAC e UFSB. Pretendemos que em breve o trabalho de separação de resíduos seja realizado através dos órgãos públicos”, explicou João Aquino, titular da Secretaria de Serviços Urbanos (Secsurb).

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Coopercacau1000 agradece Ministério da Agricultura e Ceplac por apoio à produção de cacau no oeste da Bahia

A Cooperativa  Agroindustrial dos Produtores de Cacau-Coopercacau1000, através de seu presidente  Antelmo Pinto Farias  e da  diretoria encaminhou ofícios ao Ministro da Agricultura Marcos Montes e ao diretor geral da Ceplac Waldeck Pinto de Araújo  Junior pela participação decisiva no processo de  expansão da produção de cacau para o Oeste Baiano, o que permite a abertura de uma nova fronteia  para uma lavoura que tanto contribuiu e contribui para o desenvolvimento da Bahia.

Marcos Montes

A nota diz que o MAPA e a Ceplac,  através de seus diretores e seu corpo técnico, são  fundamentais no processo de assistência à Coopercacau1000, através de um Termo de Cooperação Técnica que muito contribuirá para tornar o cultivo de cacau de forma sustentável no Oeste Baiano.

Waldeck Pinto de Araújo  Junior

“O ministro Marcos Montes e o diretor geral da Ceplac Waldeck Pinto de Araújo  Junior são parceiros que merecem todo o reconhecimento,  pela sua dedicação e empenho na retomada da Ceplac como instituição propulsora da lavoura cacaueira na Bahia e no Brasil”, encerra a nota.

 

Antelmo Farias afirma estar confiante que com a posse do presidente Lula e do governador da Bahia Jerônimo Rodrigues, o projeto será consolidado através da parceria em prol do cultivo de cacau de forma sustentável no Oeste Baiano.

IV Concurso Nacional de Qualidade e Sustentabilidade do Cacau Especial do Brasil tem sete finalistas da Bahia

O IV Concurso Nacional de Qualidade e Sustentabilidade do Cacau Especial do Brasil, que seleciona as melhores amêndoas produzidas no país, tem 7 finalistas da Bahia. O concurso é organizado pelo Centro de Inovação do Cacau (CIC) em parceria com a Ceplac.

Em reportagem da TITV a jornalista Égila Passos entrevista alguns dos finalistas.

Confira:

Edital irá selecionar empresas para produzir bioinsumo contra a vassoura-de-bruxa na produção de cacau

 

Com objetivo de facilitar o acesso e a utilização do Bioinsumo Tricovab® pelos produtores de cacau das regiões brasileiras, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), publicou o Edital de Oferta Tecnológica n° 01/2022.

O Edital é uma forma de selecionar empresas para produzir e comercializar, com exclusividade, o produto Tricovab®, recomendado para o controle do fungo causador da vassoura-de-bruxa do cacaueiro, praga que mais prejudica as lavouras de cacau no Brasil. Além disso, o edital busca promover ações visando o co-desenvolvimento do produto em parceria com a Ceplac, conforme condições estabelecidas no documento.

O estudo para desenvolver o Tricovab® foi iniciado em meados de 1990 por pesquisadores da Ceplac, em um grande esforço para aprimorar o controle do fungo da vassoura-de-bruxa sem resíduos químicos, possibilitando seu uso na cacauicultura orgânica. O Tricovab® é comprovadamente eficaz, inibe o crescimento do fungo da vassoura-de-bruxa em 99% no solo e em 57% na copa das árvores.

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Concurso Nacional de Qualidade e Sustentabilidade do Cacau Especial premia melhores amêndoas do Brasil

 

Qualidade das amêndoas é valorizada (foto Ana Lee)

Bahia, Pará, Rondônia e Espírito Santo estão na disputa

Onze amostras de cacau especial do Pará, sete da Bahia, uma do Espírito Santo e uma de Rondônia são finalistas do IV Concurso Nacional de Qualidade e Sustentabilidade do Cacau Especial do Brasil, que seleciona as melhores amêndoas produzidas no país. Esta edição irá distribuir R$ 50 mil em prêmios para os três primeiros colocados em cada uma das duas categorias: varietal (variedade única de cacau) e blend (mistura de variedades). A cerimônia que irá revelar os vencedores será realizada no próximo dia 25 de novembro, em Belém do Pará.

Avaliação inclui análise físico-química das amêndoas, feita no Centro de Inovação do Cacau_(Foto Ana Lee)

A estratégia dos organizadores, representados pelo Comitê Nacional de Qualidade de Cacau Especial (CNQCE), é que o concurso seja realizado no Pará e na Bahia, alternando entre os dois principais produtores de amêndoas de cacau do país. Este ano, o Pará tem uma maior representatividade entre os finalistas, reflexo do apoio do governo do estado nas ações voltadas para a cacauicultura e da ação de ONGs que desenvolvem trabalhos de assistência técnica voltada para a melhoria da qualidade, como a Solidaridad e o Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola).

Angela Sá (foto Ana Lee)

Vencedora na categoria varietal do ano passado, a produtora baiana Cláudia Sá, da Agrícola Cantagalo, voltou a inscrever uma amostra do seu BN 34 e destaca os resultados colhidos após a conquista. “O prêmio trouxe clientes além das moageiras. Médios e pequenos produtores de chocolates bean to bar (do grão à barra) passaram a olhar para a Cantagalo como uma empresa capaz de produzir uma amêndoa boa o suficiente para estar nessas barras tão especiais. Nada é mais gratificante para o produtor de cacau do que ter no rótulo do chocolate o nome da sua fazenda”. Este ano, Cláudia emplacou ainda a amostra PS1030 como finalista na categoria varietal e outra na categoria blend.

Vejam o texto completo em

 

www.cacauechocolate.com.br

 





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