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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘ceplac’

Os 69 anos da Ceplac em brancas nuvens

Walmir Rosário

No dia 20 de fevereiro passado recebi um zap do colega ceplaqueanos Marco Franco lembrando que aquela da era especial: os 69 de fundação da Ceplac. Claro, não poderia estar longe de minha memória, mas fiz questão de ficar calado, até mesmo para auscultar o nível de lembrança de um aniversário tão festejado em épocas passadas.

Prometi ao colega tocar no assunto em seguida, o que farei a partir de agora. E acredito que fiz bem por aguardar, pois recebi de outro colega ceplaqueano, Luiz Ferreira da Silva, um dos primeiros engenheiros agrônomos contratados, o livro “Ceplac Revivida”, recém-saído da gráfica. Uma coletânea de lembranças de seu tempo (da Ceplac) áureo.

Pois bem, na sexta-feira (20-02), também recebi algumas mensagens nos grupos de Whatsapp e até um vídeo com membros da atual diretoria ressaltando a data e os feitos da Ceplac, com promessas de breve ressureição. E todos os pálidos feitos prometidos para o futuro se baseavam numa esperança dos efeitos de um decreto federal editado recentemente.

Bem que eu gostaria de eu a força da tinta sobre o papel – no caso, o Diário Oficial da União – tivesse o poder de garantir tal proeza. Não se trata de tolo ceticismo, mas de simples percepção da situação atual do governo federal, sem recursos suficientes para fazer andar a máquina pública, que anda sem a lubrificação necessária em reais para cumprir seu papel.

Acredito mesmo que os discursos dos dirigentes tenham sido pelo estrito cumprimento do dever de ofício, e como se diz nas forças armadas: dar moral à tropa. Não se faz ciência sem pessoal altamente especializado, principalmente na economia cacaueira, cultura perene em que as pesquisas podem levar até mais de 20 anos para produzir resultados positivos.

Infelizmente, o quadro de pessoal da instituição sofre baixas diárias com a aposentadoria, produzindo resultados negativos, como escritórios de extensão fechados, laboratórios sem profissionais especializados para produzir ciência, e recursos para fazer a engrenagem andar. A situação se agrava, ainda mais, com a debacle nos preços internacionais. Mesmo assim torço pelo milagre.

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Pau Brasil: prefeito se reúne em Brasília com o diretor geral da CEPLAC busca parcerias para fortalecer agricultura familiar

O prefeito de Pau Brasil, Robson Venâncio, se reuniu  sede da CEPLAC em Brasília com o diretor geral da instituição, o baiano  Thiago Guedes, que já passou por diversos órgãos e instituições e após fazer um excelente trabalho na chefia de gabinete da SEAGRI Bahia, foi indicado para o cargo pelo senador Jaques Wagner.

A reunião foi articulada pelo vereador e líder do governo municipal na câmara de vereadores o vereador Nego Elder e contou com as presenças da secretária de Trabalho e Ação Social Jorlane Ramos, da farmacêutica Josi Ramos e do diretor financeiro e de patrimônio da Cooperativa Agrícola de Pau Brasil – COOAP Gabriel Elder.


A audiência foi bastante produtiva e acordos foram firmados, uma visita do diretor geral ficou pré agendada e a prefeitura e a companhia irão elaborar o plano municipal do manejo do cacau.
“Saio daqui bastante animado, um prazer conhecer Thiago que tem laços com Pau Brasil é o município vai abraçar o que foi proposto na reunião, vamos elevar a produção de cacau em Pau Brasil com manejo sustentável incluindo agricultores familiar e povos indígenas” declarou Robson Venâncio.

No encontro,  Thiago Guedes solicitou que o prefeito oficializasse o pedido de sessão de uso compartilhado dos imóveis na CEPLAC no município, que não estão sendo utilizados pela instituição. “A Ceplac é uma instituição fundamental para o desenvolvimento do Sul da Bahia estamos confiantes na realização de parcerias que beneficiem principalmente os agricultores familiares de Pau Brasil”, destacou o prefeito.

Panela velha é quem faz comida boa

Walmir Rosário

Imortalizada na voz do cantor paulista Sérgio Reis, a música Panela Velha, composta pelo Celmar de Moraes, o Moraezinho, deu o que falar e ficou famosa como um mote para vários significados. Desde a simples vasilha para preparar a comida, ou a experiência da pessoa em determinada função, muitas das vezes ditas em forma de gracejo.

Não temos como negar que é uma meia verdade se a dissermos na forma figurada, conotativa, do jeito como o povão gosta e entende. E tomo a frase para lembrar os bons tempos da Ceplac, melhor dizendo, do restaurante que a instituição manteve por muitos anos na sede da Coordenaria Regional, na rodovia Ilhéus-Itabuna.

Não tenho qualquer informação fidedigna da quantidade de refeições (almoços) que servia aos seus servidores no dia a dia. Posso assegurar que esse número passava e dos dois mil, incluindo as marmitas para os operários de campo. Alimentação saudável, balanceada, conforme os estudos do pessoal da nutrição, apropriada para todas as idades e regimes de trabalho a preços subsidiados.

Filas enormes eram formadas diariamente e nos admiravam os tamanhos dos pratos servidos para uma turma já conhecida e que pegava pesado. Ali comiam desde os diretores ao mais simples operário, conforme o padrão burocrático. E garanto: a comida era de boa qualidade, com cardápio que não se repetia na mesma semana. Com o sucateamento da Ceplac, o restaurante pereceu.

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Governo Federal cede área da Ceplac para a Universidade Federal do Sul da Bahia

Foi publicado no Diário Oficial da União o contrato de cessão de uma área da Ceplac às margens da Rodovia Jorge Amado (Ilhéus-Itabuna) para a Universidade Federal do Sul da Bahia-UFSB.

 

O contrato de cessão gratuita de uma área de 110.672,15 m² com 6.053,50 m² de benfeitoria, avaliada em  R$ 5.639.464,34 é pelo prazo de 20 anos.

 

Ainda de acordo com o decreto, a área da Ceplac cedida para a UFSB será destinada à implantação de novas salas de aula, novos laboratórios, salas administrativas e espaços de lazer e convivência universitária

 

A Universidade Federal do Sul da Bahia, já ocupa uma área na Ceplac, onde funciona o campus Jorge Amado, além de uma parte dos laboratórios do Centro de Pesquisas do Cacau-CEPEC.

 

O processo foi iniciado na gestão do então superintendente regional da Ceplac, Juvenal Maynart.

Adélia: “a Ceplac está em todos os lugares de Ilhéus”

A professora e médica Adélia Pinheiro, candidata a prefeita de Ilhéus, avalia que, em seis décadas, a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira tornou-se onipresente em sua área de influência e ainda tem muito a oferecer ao sul da Bahia, com um novo formato de atuação.

“A Ceplac faz parte da minha vida e está em todos os lugares de Ilhéus. Lembro da Ceplac quando olho a ponte na estrada vicinal. Não é diferente na Uesc. A Ceplac foi responsável pela construção dos três primeiros pavilhões e da Torre Administrativa da Uesc. É uma contribuição inestimável num formato que já não existe mais, mas que deixou seu legado”, declarou a candidata nesta quinta-feira (5).

Para Adélia, o desafio que se impõe é encontrar, na política e nos limites institucionais, um novo caminho para a Ceplac, no qual ela possa ser reestruturada para cumprir seu papel como centro de pesquisa e extensão. “Esse é um compromisso que nós temos. Sabemos que não é fácil fazer. Se fosse, já estava feito”, ponderou.

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Edital para venda de amêndoas de cacau arrecada mais de R$ 448 mil para estimular pesquisa e desenvolvimento da cacauicultura brasileira

 

O Ministério da Agricultura ePecuária, por meio da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), e a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa do Agronegócio (Fundepag) lançaram edital para venda de dois lotes de amêndoas de cacau produzidas no estado da Bahia.  De acordo com a Ceplac, a estimativa de arrecadação era de R$ 417 mil, no entanto o valor apurado foi de R$ 448 mil superando as expectativas sobrepreço de R$ 75,00 /arroba.
“O resultado foi melhor do que esperávamos, os recursos obtidos serão destinados diretamente às unidades geradoras, garantindo a manutenção dos projetos em execução”, comemorou a diretora da Comissão,

Lucimara Chiari. O próximo leilão será no dia 07/08, lote único de 1.200kg de amêndoas Tipo 1, geradas na Estação Experimental Filogônio Peixoto no Espírito Santo: Edital 010/2024 – Ceplac Espírito Eanto – Leilão virtual amêndoas de cacau.  As amêndoas ofertadas são produtos excedentes dos projetos de pesquisa realizados nas Estações Experimentais da CEPLAC nos estados do Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Pará, Rondônia e Mato Grosso.

A iniciativa estratégica de vender amêndoas de cacau excedentes dos projetos de pesquisa pela Fundação garante recursos adicionais que são essenciais para a continuidade dos projetos inovadores da Ceplac. “Este edital reflete o compromisso das Instituições em promover a sustentabilidade e inovação na lavoura cacaueira do Brasil”, destacou Lucimara.

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Belterra AgroFlorestas promove Dia da Campo em Camamu

Foi realizado em Camamu, no Sul da Bahia o Dia de Campo promovido pela Belterra AgroFlorestas, que agregou produtores de cacau em torno do tema sustentabilidade. O evento, que aconteceu na Fazenda Custrosa, teve a participação do consultor Silvino Aldo Lavigne e o apoio da Cargill e Ceplac.

Tendo como projeto modelo a Fazenda Cutrosa; a estratégia é implantação de sistemas agroflorestais (cacau, açaí, banana, silvicultura),  em parceria com proprietários de áreas degradadas em especial pastos abandonados. Também está prevista a comercialização de  créditos de carbono provenientes da operação.

“A capacidade técnica da Belterra e seu lastro financeiro, ficou claro no Dia de Campo  e o Programa Economia Verde; desde já será um divulgador dessa empresa para expandir suas operações no Sul da Bahia”, afirma o empresário e gestor ambiental Cléber Isaac Filho, produtor e apresentador do Economia Verde.

Prefeitura de Itabuna e UFSB desenvolvem projeto de criação de abelhas sem ferrão com pequenos produtores

A Prefeitura de Itabuna, através da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente (SEAGRIMA), reuniu-se com representantes da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) para tratar da expansão da meliponicultura no município, que é a criação de abelhas sem ferrão, também conhecidas como meliponíneos. Esses animais são nativos da América do Sul e são conhecidos por sua docilidade e produção de mel diferenciado.

Segundo o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Moacir Smith Lima, a meliponicultura é uma prática antiga e sustentável que vem ganhando cada vez mais espaço devido à crescente demanda por produtos apícolas naturais e orgânicos. As abelhas sem ferrão são excelentes polinizadoras de cultivos agrícolas e podem contribuir para aumentar a produção de frutas e sementes, beneficiando as plantações dos agricultores familiares.

É importante ressaltar que a meliponicultura requer conhecimento e cuidados específicos, pois as abelhas sem ferrão têm características próprias que devem ser respeitadas. Por isso, a SEAGRIMA entrou em contato com a UFSB e a partir desta segunda, dia 15, promoverão um curso inicial de criação de abelhas sem ferrão que contará com a presença de agricultores familiares e técnicos da SEAGRIMA na sede regional da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC) na rodovia Ilhéus – Itabuna.

“O intuito é desenvolver a meliponicultura na região sul do Estado e criar fontes alternativas de recursos para os agricultores familiares”, disse o responsável pelo projeto, engenheiro agrônomo da SEAGRIMA Pedro Jerônimo.

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Ceplac e UFSB fecham acordo para transferência de área no Sul da Bahia

Os comandos da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) e da Ceplac praticamente selaram uma espécie de extensão do acordo de cooperação em que o órgão da lavoura cacaueira irá transferir nova área para a instituição de ensino superior.

A localização do terreno a ser transferido ainda não foi divulgada. O tamanho da área em questão deverá ficar entre 30 e 50 hectares.

Desde 2022, o campus Jorge Amado funciona em área de 37 hectares em terreno transferido pela Ceplac para a UFSB, na sede regional, na Rodovia Ilhéus-Itabuna (BR-415), em Ilhéus.

A primeira transferência – que permitiu a construção do campus sustentável – ocorreu ainda em 2015, como obra e esforços comuns de Juvenal Maynart, então superintendente regional da Ceplac, e do então reitor da UFSB, Naomar Oliveira, e sua vice-reitora Joana Guimarães, hoje reitora reeleita.

A cessão de mais terreno para a UFSB é vista como positiva, principalmente devido à perda de orçamento por parte da Ceplac e redução acelerada do seu quadro de pesquisadores e técnicos, além do sucateamento de sua estrutura e equipamentos. (do Pimenta)

Ceplac sedia reunião da Câmara Setorial do Cacau e Sistemas Agroflorestais

A Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo (SDI) do Mapa sediou a última reunião da Câmara Setorial do Cacau e Sistemas Agroflorestais de 2023. O encontro foi realizado na unidade de Ilhéus (BA), nesta quinta-feira (23), em formato híbrido, e reuniu membros da câmara e produtores locais.

A diretora da Ceplac, Lucimara Chiari, prestigiou o evento no qual a  pesquisadora Karina Gramacho fez uma apresentação sobre o uso de defensivos contra a vassoura-de-bruxa do cacaueiro, projeto financiado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). Os resultados alcançados até o momento apontam para o alto potencial de novos fungicidas, com princípios
ativos combinados para o controle da doença. Foram disponibilizados, ainda, os dados da cadeia do cacau e do chocolate, bem como do mercado de  chocolates finos.

Durante o encontro foi anunciado o novo presidente da Câmara, Guilherme Moura, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que assume o mandato para o biênio de 2024 a 2026. Ele sucederá o atual gestor, Milton Andrade.

Participaram integrantes da Secretaria de Agricultura do Estado da Bahia, Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab); Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC), Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), CocoaAction Brasil, Centro de Inovação do Cacau (CIC) e do Instituto Arapyaú.





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