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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

maio 2024
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:: ‘Daniel Thame’

Mar de solidariedade, onda de fake news

Profissão Repórter-Memórias de um 22 de abril…

 

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Entre as várias reportagens que diz ao longo desses mais de  45 anos de estrada, 36 deles no Sul da Bahia, nenhuma foi mais estressante do que a cobertura dos 500 anos do Brasil em Porto Seguro. O que seria uma comemoração, organizada a caráter para incensar Fernando Henrique Cardoso e ACM, se transformou num festival de pancadaria, perpetrada pela polícia baiana contra índios, negros,  sem-terras e estudantes.

Na véspera do fatídico 22 de abril, tive que optar entre ficar em Porto Seguro, onde a festa estava preparada, ou seguir para Coroa Vermelha, onde o clima estava pesado porque os movimentos sociais não se contentavam em fazer figuração no teatrinho armado pelo governo.

 

Não tive dúvidas: fui a Coroa Vermelha e ao lado da equipe da TV Cabrália, testemunhei uma demonstração de truculência e insanidade que repercutiu em todo mundo. Não perdi nenhuma festa, até porque festa não houve, para desalento do então Rei da Bahia, que ali viu desmoronar o seu sonho de se tornar o Rei do Brasil.

A reportagem foi publicada no jornal A Região. A foto é de Lula Marques.
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Polícia barra povo e FHC
faz festa vip dos 500 anos

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Um petista, um mendigo e um jantar que, literalmente, acabou em pizza

Daniel Thame

 

Santo André. São Paulo, ano 2001. Nomeado secretário de Comunicação em Itabuna, fui passar uma semana conhecendo a estrutura da Secom da cidade do ABC, uma espécie de grife das administrações petistas.

Lá conheci o prefeito Celso Daniel, excepcional figura humana. Um ano depois, durante o Carnaval Antecipado de Itabuna,  por uma dessas trapaças do destino, com o telefone do então prefeito Geraldo Simões em mãos, recebi  uma ligação de José Dirceu, e coube a mim comunicar a Lula, que estava participando da festa, o sequestro e posterior assassinato do seu provável coordenador da enfim vitoriosa campanha presidencial. Mas isso é outra história.

 

Uma noite,  eu e mais três companheiros da Secretaria de Comunicação fomos comer uma pizza e zerar o estoque de chopp num restaurante italiano. Muita conversa jogada fora, eles me perguntando de sacanagem como é que alguém deixa Sunpolo pra vir  morar na Bahia e eu respondendo que sacanagem é não deixar São Paulo pra morar na Bahia, até que vejo um mendigo batendo na janela de vidro do restaurante, ao lado da nossa mesa, fazendo o clássico sinal de que estava com fome.

Como se sabe a tendência alambiquista do PT, na qual integro com pompa e zelo,   bebe muito e come pouco e ai sobraram vários pedaços de pizza.

 

Chamei o garçom e no melhor estilo de ternura guevarista disse:

 

-Por favor, embrulhe essa pizza e leva para aquele rapaz aí do lado de fora, que ele está com fome.

 

 

Foi como se eu sugerisse que ele desfilasse na Avenida  Paulista com a camisa do Palmeiras num dia de festa de comemoração de título
do Corinthians.

 

– Senhor a casa não permite esse tipo de procedimento

Ai baixou meu lado guevarista duro;

-Ou você embrulha essa pizza e leva para o rapaz lá fora ou eu levanto da mesa e vou buscá-lo  pra jantar aqui com a gente e ainda peço mais uma pizza pra demorar bastante. Isso você não pode impedir né?

E ele, quase engasgando:

-Isso eu não posso impedir, senhor…

 

Paredón!

-Então escolha, ou leva a pizza e entrega pra ele no meu campo de visão ou o mendigo entra como cliente.

Nem precisa dizer a opção que  ele escolheu

 

Enquanto meu lado petista se comovia com a alegria com que  mendigo recebeu aqueles pedaços de pizza, meu lado Mochileiro das Américas (isso também é outra história) não resistiu em pensar no garçom dizendo no melhor (ou pior) estilo paulista chato:

-Senhor mendigo, o cavalheiro daquela mesa solicitou que lhe entregasse essa pizza. Bom apetite e boa noite!

(Pensamento real do garçom: “petista filho da puta, da próxima vez que vier aqui e espero que nunca mais venha, vou colocar Lacto Purga na pizza pra você se borrar de merda”)

E desce um chopps, porque eu dispenso os dois pastel!

 

Galdino, Nega Pataxó e a chama que não se apaga

 

Daniel Thame

 

“Como esquecer  daquela madrugada gelada em Brasília? Eu estava numa terra estranha, cercada de gente estranha, uns homens bem vestidos, que se diziam autoridades, mas eu sabia, aqueles sorrisos todos eram falsos, porque eles prometiam demarcar terras que eram nossas e que foram invadidas por fazendeiros, mas assim que a gente voltava para o Sul da Bahia, eles até esqueciam que a gente esteve lá.

 

As nossas terras em Pau Brasil e Itajú do Colônia tinham sido doadas a fazendeiros em troca de apoio político e o governador  da Bahia naquela época que eu fui a Brasília  era dono de tudo, acho que até da Justiça. E nada de sair a demarcação.

 

 

Mas a gente era de luta, uma força que vinha dos nossos ancestrais e que eu sabia, iria ser mantida pelos nossos descendentes.

 

O que eu não sabia é que a maldade dos homens poderia ser tão  grande,  e olha que ao longo dos séculos nós sempre sofremos com a maldade daqueles que invadiram as nossas terras e tentaram matar a nossa identidade.

 

Como eu disse, fazia muito frio naquela madrugada em Brasília e eu estava dormindo na rua, porque a gente não tinha dinheiro nem pra pagar hotel, quando  de repente, eu senti um calor no corpo, achei que alguma alma boa tinha me oferecido um cobertor.

 

Mas não era um cobertor, era fogo. Isso mesmo, quatro meninos ricos para se divertir haviam ateado fogo no meu corpo. Eu senti uma dor imensa, até ver a lua se tingir de vermelho e ai eu não senti mais nada.

 

Quando meu espírito chegou aqui no ybaca, eu sabia que a  nossa luta não iria parar.

 

De certa forma, minhas chamas seriam o fogo da esperança de que a gente pudesse produzir e viver em paz nas terras que, por direito, eram nossas”.

 

Índio pataxó Galdino de Jesus, queimado vivo no dia 19 de abril de 1997.

 

´Eu sou guerreira, mas meu trabalho é pra combater, eu entrego meu peito à lança, nossa batalha temos que vencer´.

 

“Quando eu cantei essa música num encontro de povos indígenas em  Brasília em 2023 não imaginei que era uma premonição.

 

A gente avançou muito nos últimos anos, conseguimos a demarcação de várias áreas, nosso irmãos tupinambás hoje tem suas terras ainda que vivam sofrendo ameaças, mas mesmo assim é preciso lutar, porque   existem muitas áreas indígenas que são ocupadas irregularmente pelos fazendeiros.

Dizem que Brasil nasceu aqui no Sul da Bahia em 1500. As vezes penso que quando o tal de Brasil nasceu o nosso povo começou a morrer.

 

E que só não fomos dizimados porque somos forjados na luta, não temos  medo da batalha  e porque nossa causa é justa.

 

Quando meu irmão  Cacique Nailton Pataxó me chamou pra gente retomar uma área que por direito é nossa, lá perto do imenso Rio Pardo, eu aceitei, porque nunca fugi da luta e como eu mesmo já contei aqui, não tenho medo das lanças.

 

Eu só não esperava, nem contava com as balas.

 

A brutalidade dos homens não tem mesmo limite. Em vez do diálogo, eles dispararam tiros.

 

Muitos tiros. E naquela explosão de violência, em meio aos gritos de medo, só lembro de uma coisa me atingindo, uma dor no corpo e o sol se tingindo de vermelho de sangue.

 

E me lembro que quando meu espírito chegou aqui no ybaca   o companheiro Galdino veio me receber.

 

Lá embaixo, na terra, nesse solo que pra nós é sagrado,  eu sei que nem o fogo nem as balas  vão calar a nossa voz.

 

Porque nós somos e seremos semente e sempre vamos germinar  em cada indígena e em cada pessoa que ainda consegue se indignar e combater as injustiças”.

 

Maria de Fátima Muniz, a Nega Pataxó, foi assassinada no dia 21 de janeiro de 2024 num conflito com fazendeiros em Potiraguá, no Sudoeste da Bahia

 

(Dia dos Povos Indígenas são todos os dias)

Awei! 

O dia em que Che virou dono de uma loja de motos

Daniel Thame

 

No início dos anos 80, jornalista militante que sempre fui e sempre serei, decidi  que era hora de dar uma lustrada ideológica nos alunos do Colégio Eraldo Tinoco, em Itabuna,  onde cursavam o ensino médio adolescentes de bairros como São Caetano, Jardim Primavera, Daniel Gomes e Pedro Jerónimo.

Pedi a minha companheira e professora Marilucia Bandeira para me convidar para exibir para os alunos o filme ‘Diários de Motocicleta’, que mostra as aventuras e desventuras de Ernesto Guevara pela América do Sul antes de se tornar o Che.

Sala lotada, coloco a fita (VHS, pra terem idéia de como sou um dinossauro), falo do filme e pergunto se alguém sabe do que se trata.

E não é que um menino responde: “ é sobre o dono de uma loja de motos”.

Isso porque naquele tempo não havia a nobre profissão de motoboy.

O fato e que com vinte minutos de projeção o desinteresse da turma era tão evidente que uma providencial travada na fita foi a senha para encerrar a exibição (ou seria a doutrinação?) antes que o imenso Che Guevara que tenho tatuado no braço rompesse a minha pele e fosse se abrigar em Sierra Maestra.

Hay que endurecer, pero neste dia a ternura foi a ‘la puta madre’ como dizem meus irmãos cubanos.

A Mãe, o Filho e o Carrasco

Daniel Thame

 

dthameOs olhos tristes e cansados da mãe contemplam o vazio. Um imenso e interminável vazio,  formado por rios, florestas, animais selvagens e décadas de espera.

Os olhos tristes e cansados da mãe se enternecem e adquirem um brilho efêmero ao lembrar do menino carinhoso, do adolescente sonhador e do jovem idealista que,  recém-formado em Medicina, em vez de salvar vidas, se engajou na luta para ajudar a salvar a nação do câncer de uma ditadura brutal.

Os olhos tristes e cansados da mãe se perdem naquela busca que parece interminável, naquela espera que é meramente esperança, do retorno do filho que para alguns se transformou em mártir de uma batalha perdida e herói de  uma causa justa, mas que para ela é apenas um filho cuja ausência rasga o coração.

Os olhos tristes e cansados da mãe, olhos de tantas e infrutíferas buscas no Araguaia, sepultura invisível de seu filho, miram os céus, décadas e décadas de saudade, de uma ferida que insiste em não cicatrizar, como que a procura de um sinal.

Mas até a infinitude dos céus é engolida por aquela mata fechada, com seus fantasmas e mistérios, que devorou filhos, filhas, pais, mães, amigos numa guerrilha ainda não devidamente absorvida pela memória coletiva, travada que foi nos confins do Brasil profundo.

Dos  céus, não vêm sinal algum.

Os olhos tristes e cansados da mãe só não perderam a esperança, porque esperança de mãe é como a chama eterna, que nem a dor da perda do filho querido consegue apagar.

Os olhos tristes e cansados da mãe esperam por um fiapo de corpo que seja, um punhado de ossos, que reconstruídos numa história de vida, resgatem a memória de quem foi para nunca mais voltar.

O que a mãe deseja, com seus olhos tristes e cansados, é poder sepultar o que restou do filho.

Para então, descansar em paz, e talvez, se reencontrar com ele numa dimensão que os olhos não alcançam,  mas que o amor e a fé de mãe tem certeza de que existe.

(Conto publicado no livro ´A Mulher do Lobisomem`, inspirado e João Carlos Haas Sobrinho, uma das vítimas do massacre à Guerrilha do Araguaia, uma das páginas mais brutais da Ditadura Militar no Brasil)  

 

 

Radio Difusora Oeste, plantão de polícia e a hora de sair do ar

Daniel Thame

 

Rádio Difusora Oeste, Osasco, anos 1980. O rádio sempre foi a verdadeira escola de jornalismo e para os novatos na área  a porta de entrada era o noticiário esportivo ou a cobertura policial.

 

Ou no meu caso, as duas coisas juntas.

 

Recém saído do seminário (recém saído é eufemismo para recém-expulso, mas isso é outra história), já militando no Diário de Osasco, aventurei me pelas ondas da Rádio Difusora Oeste.

 

Fazia o plantão na Delegacia de Polícia de Osasco pela manhã e participava do programa de esportes ao meio-dia.

 

Isso quando não colocava uma mochila nas costas, uma única calça velha azul e desbotada, uma camisa branca igualmente velha e saia sem destino pelas quebradas de Nuestra América, mas isso também é outra história…

 

Voltemos às ondas do rádio.

 

Se no esporte, era duro cobrir times mulambentos que disputavam a 3466513ª. Divisão do Futebol Paulista e ter que encher espaço até com torneios de cuspe a distância, bocha e palitinho, na cobertura policial era, digamos, um banquete…

 

Afinal, Osasco era conhecida à época como a Capital do Crime, fonte inesgotável para o antológico jornal Noticias Populares, o que dispensa maiores apresentações.

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Vitória da Conquista, TV Cabrália e os ´riconheiros´ intocáveis. Ou nem tanto

 

 

Daniel Thame

Vitória da Conquista, final dos anos 80. A sucursal da TV Cabrália no Sudoeste Baiano dando os primeiros passos e lá estava eu, então gerente de jornalismo da emissora em Itabuna, na fase de ajustes da equipe local.

Tempos tão ´dinossauricos´ que as matérias eram enviadas de ônibus para Itabuna em fitas U Matic e editadas para entrarem nos telejornais.

Pré-histórico, mas ainda assim era inovador, porque a gente editava como se fosse ao vivo no Jornal do Meio Dia e no Repórter Regional.

Eis que o repórter Junior Patente chega da rua com a reportagem da prisão de quatro jovens, com uma senhora quantidade de maconha.

Fita pronta pra ser enviada, o então editor de jornalismo, cujo nome não vem ao caso (gracias Moro!), me diz:

-Essa matéria não pode sair, porque é tudo filho de gente conhecida.

Por “conhecida”, entenda-se, gente com grana ou com poder político.

Fui na jugular:

-E se fosse gente pobre, poderia sair?

O silêncio ensurdecedor do editor foi a resposta que eu esperava.

A matéria saiu e o editor demitiu-se logo depois, embora os jovens nem chegaram a sentir o gostinho da cadeia.

Afinal, em qualquer tempo, certas coisas definitivamente ´não vem ao caso`…

 

PS-O que vem ao caso é essa PEC  que criminaliza o porte de maconha  de forma genérica.

Ficamos assim, branco, rico e de bairro nobre com ´trocentos´ quilos é usuário; preto, pobre e da periferia com dez gramas é traficante e cadeia nele.

E viva o Congresso Irracional!

Rádio Clube, o comentarista, o repórter e a reencarnação de Garrincha

Daniel Thame

Início de 1987. Recém chegado a Itabuna e já trabalhando no jornal A Região, contratado após uma frase típica da Manuel Leal ao saber de onde eu vinha (“se é  de São Paulo começa amanhã”, sem me pedir pra rabiscar um papel de embrulhar pão; como se vê sou de um tempo em que se embrulhava pão com papel).

 

Dito isto, e posto que em Osasco (SP) eu trabalhava como jornalista e radialista, bati às portas da Rádio Clube (depois Nacional) onde me apresentei e, ao contrário de Manuel Leal, fui recebido com desconfiança  por Son Gomes, filho do lendário Daniel Gomes, dono da emissora:

 

-Quem garante que você não vai usar o nome da rádio, dar uns golpes no comércio e se mandar?

 

Hoje parece grosseira, mas era quase praxe. O sujeito vinha atraído pela fama de cidade rica por conta do  cacau, conseguia emprego nas rádios e dava golpe mesmo.

 

Respondi com todo jeito possível:

 

 

-Son eu não vim  pra aventurar, vim pra fincar raízes aqui (como de fato finquei, grapiúna que me tornei)

 

Consegui o emprego na briosa equipe de esportes, que mesmo enfrentando a concorrência da estrelada Rádio Jornal, vinha dando conta do recado e conquistando audiência. Se em Osasco  eu era repórter de campo, em Itabuna fui contratado como comentarista.

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Canto da Reconstrução pela AACRRI emociona com música, poesia e solidariedade

Uma noite de música, poesia e emoção. O Canto da Reconstrução, show beneficente que arrecadou recursos para reconstrução da Central de Triagem da Associação dos Agentes Ambientais e Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis de Itabuna -AACRRI, encantou as pessoas que lotaram o Centro Cultural Adonias Filho e puderam acompanhar um desfile de artistas grapiúnas movidos pelo amor à arte e a solidariedade.

Idealizado pelo jornalista Daniel Thame e produzido por Rafael Gama, o ´Canto da Reconstrução´ intercalou música e poesia, com as participações de Marcelo Ganem, Jaffet Ornellas, Zenon Moreira, Aldo Bastos, Walmir do Carmo, Carmem Camuso, Leila Oliveira, Gabriel Xavier e a rapper Natigrê.

Os momentos finais do show foram marcados pela emoção, com os três cantores entoando a música “Amigos”, uma homenagem ao inesquecível Kocó do Lordão, falecido na semana passada, e o encerramento com o Hino Grapiúna, Serra do Jequitibá, que além de Marcelo, Jaffet e Zenon teve a participação especial de Jackson Costa, que fez questão de prestigiar o evento e manifestou seu desejo de se integrar na mobilização pela AACRRI.

A presidente da AACRRI, Carissa Araújo afirmou que “além da arrecadação de recursos para a reconstrução da nossa central de triagem, esse show mostra que não estamos sozinhos nessa luta, que podemos contar com o apoio da comunidade e isso nos dá forças para continuar trabalhando com reciclagem de forma digna e garantindo o sustento dezenas de famílias”. O ´Canto da Reconstrução` arrecadou cerca de dez mil reais, que serão destinados à recuperação do telhado, destruído pelo incêndio.

 

Apoiadores

A realização ´Canto da Reconstrução´, em que todos os artistas se apresentaram sem cachê, se tornou possível graças ao apoio do Governo da Bahia, Prefeitura Municipal/Projeto Recicla Itabuna, Defensoria Pública da Bahia/Projeto Mãos que Reciclam; e empresas como CVR Costa do Cacau, Shopping Jequitibá, Rota Transportes, Biosanear, Grupo Velanes, o Boticário, Mirasul, Conlar, Soluz, JPJ Engenharia, Val Construções, Los Pampas, Art 3, Grelhados & Cia, Condomínio Claude Monet e BA Serviços Técnicos.

Também foi importante o apoio da mídia regional na divulgação do evento: TV Santa Cruz, rádios Boa FM, Interativa FM, Morena FM e Difusora e sites Ipolítica, Pimenta, Diário Bahia, O Trombone, Blog do Thame, Políticos do Sul da Bahia, Blog do Gusmão, Agravo, Ilhéus 24hs e Verdinho.

 

 





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