:: ‘Porto Sul’
Bahia Pesca entrega alevinos e equipamentos de proteção
Cerca de 300 famílias de dez comunidades quilombolas de Itacaré (a 241 km de Salvador) terão, a partir desta sexta-feira (24/08), mais uma alternativa de renda e comida na mesa. Elas serão beneficiadas com a distribuição de 200 mil alevinos de tilápia. A Bahia Pesca vai entregar, também em Itacaré, Equipamentos de Proteção Individual para as marisqueiras, às 9h na Colônia Z-18.
Marisqueiras de Ilhéus também serão beneficiadas com as EPIs às 13h na Colônia Z-19, no Pontal, e às 16h na Apesmar-Associação de Pescadoras e Marisqueiras do São Miguel. As ações integram o programa de fortalecimento e geração de renda para as famílias da área de implantação do Porto Sul.
Bahia Pesca entrega 200 mil alevinos a quilombolas de Itacaré
Cerca de 300 famílias de dez comunidades quilombolas de Itacaré (a 241 km de Salvador) terão, a partir desta sexta-feira (24/08), mais uma alternativa de renda e comida na mesa. Elas serão beneficiadas com a distribuição de 200 mil alevinos de tilápia.
A distribuição dos alevinos acontecerá às 10h na prefeitura do município e será acompanhada por técnicos da Bahia Pesca, que orientarão os pequenos piscicultores familiares sobre as aguadas apropriadas para o crescimento dos peixes e a alimentação adequada a ser fornecida em cada fase da vida da espécie.
“Os cuidados são necessários para que a taxa de sobrevivência dos peixes se mantenha em níveis aceitáveis e os alevinos alcancem um tamanho e peso ideal. O peixamento tem como objetivo aumentar a oferta de pescado nessas regiões e dar uma nova alternativa de renda para as famílias”, explica o subgerente de piscicultura da Bahia Pesca, Flávio Souza.
Equipamentos de Proteção em Ilhéus
A Bahia Pesca vai entregar, também em Itacaré, Equipamentos de Proteção Individual para as marisqueiras, às 9h na Colônia Z-18. Marisqueiras de Ilhéus também serão beneficiadas com as EPIs às 13h na Colônia Z-19, no Pontal, e às 16h na Apesmar-Associação de Pescadoras e Marisqueiras do São Miguel. As ações integram o programa de fortalecimento e geração de renda para as famílias da área de implantação do Porto Sul.
Rui Costa discute liberação de licenças ambientais da Fiol e do Porto Sul
A liberação da Licença de Implantação (LI) dos lotes de 5 a 12 (Caetité a Figueirópolis) da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e da Licença Prévia (PL) do Porto Sul foram discutidas nesta terça-feira (21), na sede do Ibama, em reunião entre o secretário da Casa Civil do Governo da Bahia, Rui Costa, e o presidente do órgão, Volney Zanardi.
Assim que o Ibama conceder as permissões, ficará garantida a continuidade das obras da ferrovia, que possui seus quatro primeiros lotes totalmente liberados, e a aprovação da viabilidade ambiental do Porto Sul.
Empreendimentos – A Fiol terá 1.516 quilômetros de extensão e envolverá investimentos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) estimados em R$ 6 bilhões até 2014. Na primeira semana de agosto, o Ibama concedeu a revalidação das licenças de instalação dos lotes de 1 a 4 (Ilhéus a Caetité), que possuem mais de mil funcionários trabalhando.
O Porto Sul tem investimentos de R$ 3,5 bilhões. No período de 25 anos, escoará 100 milhões de toneladas por ano. O complexo logístico Porto Sul e Ferrovia Oeste-Leste representa a oportunidade de dotar a Bahia com uma grande estrutura logística.
Seminário debate desenvolvimento do eixo Ilhéus/Itabuna com o Porto Sul
Ampliar o debate em torno do processo de gestão, urbanização e planejamento dos municípios polarizados por Ilhéus e Itabuna sob a influência do Complexo Porto Sul é a principal proposta do Seminário de Desenvolvimento da Região de Ilhéus e Itabuna, programado para acontecer no próximo dia 27, das 13h30min às 18h30min, no auditório da Justiça Federal. O evento, que será aberto às 14 horas pelo prefeito Newton Lima e por demais autoridades, é uma promoção da Prefeitura de Ilhéus, da Amurc (Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste do Estado), Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais (SEI) da Bahia e Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano (Sedur).
As 14h30min, o diretor de Pesquisa da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), Edgar Porto, estará fazendo a primeira palestra do evento: “Papel do bi polo Ilhéus/Itabuna no desenvolvimento regional e perspectiva de uma gestão integrada”. De acordo com a programação, a segunda palestra será proferida a partir das 15h30min pela superintendente de Planejamento e Gestão Territorial (SGT/Sedur), Graça Torreão, e cuidará da “Região Metropolitana e Aglomeração Urbana”. Finalmente, às 16h30min, “A aglomeração urbana de Ilhéus e Itabuna” será tratada pelo professor Gilmar Trindade. O seminário será marcado ainda por um grande debate às 17h30min e pelo encerramento às 18h30min.
Os coordenadores informam que estão sendo convidados, para o seminário, representantes dos diversos municípios da região que se encontram sob a influência de Ilhéus e Itabuna e, também, do futuro complexo intermodal Porto Sul-Ferrovia Oeste Leste. A ideia é que eles possam participar de um amplo debate sobre a proposta de criação de um aglomerado urbano ou, até mesmo, de uma região metropolitana no Sul do Estado.
ACADEMIA DE LETRAS DE ITABUNA HOMENAGEIA JORGE AMADO
A Academia de Letras de Itabuna realiza de 27 de agosto a 5 de setembro um homenagem ao Centenário de Jorge Amado. A programação será aberta dia 27, às 19 horas, no auditório da FTC, com uma palestra do escritor Cyro de Mattos, sobre “Jorge Amado em Itabuna” , seguido a apresentação de um documentário do cineasta João Moreira Sales sobre Jorge Amado.
No dia 28, às 9 horas, no Colégio Militar em Itabuna, a professora Margarida Cordeiro Fahel, especialista em Literatura Brasileira, fala sobre “ Jorge Amado: um humanista nas terras do cacau”. Já no dia 29, às 9 horas, na Unime, o escritor e jornalista Antônio Lopes, escritor e jornalista, faz uma palestra sobre “ Jorge Amado: o pão e a liberdade”. No dia 30, às 9 horas, na Escola Lourival Oliveira Soares, em Ferradas, o escritor e consultor empresarial Gustavo Fernando Veloso Menezes, escritor, e a professora e poetisa Ceres Marylise Rebouças, pós-graduada em Linguística, coordenam um debate sobre a obra do escritor, seguido da exibição de documentário sobre Jorge Amado e atividades interativas.
As atividades da ALITA em homenagem à Jorge Amado serão encerradas no dia 5 de setembro, às 14 horas, no Colégio Galileu (avenida Ilhéus), com uma palestra do professor Ruy Póvoas, especialista em Letras Vernáculas e babalorixá, que fala sobre “ Jorge Amado: ficcionista, ogã e obá”, além de exibição de documentário.
De acordo com a diretora social da Alita, Sione Porto, “a nação grapiúna reserva lugar especial para Jorge Amado em sua memória. Através da literatura do autor da saga do cacau, nossa terra e nossa gente são divulgadas por diversos países, daí o nosso reconhecimento a esse grande escritor”.
Importância do desenvolvimento regional marca obra de Jorge Amado
´Gabriela Cravo e Canela´, um dos principais livros de Jorge Amado, narra a história de amor entre o turco Nacib e a retirante sertaneja Gabriela, na Ilhéus do início do século XX, então vivendo um período de exuberância econômica, por conta das riquezas geradas pelo cacau. Riquezas que não eram maiores por conta da deficiência do porto, localizado na foz do Rio Cachoeira, impedindo que o cacau fosse exportado para a Europa diretamente de Ilhéus.
Uma das tramas do livro envolve justamente a questão do porto e a necessidade não apenas de modernizá-lo, mas da construção de um de porte internacional, no bairro Malhado, o que efetivamente aconteceu no início da década de 70 do século passado.
No momento em que o Sul da Bahia celebra o centenário do nascimento de Jorge Amado, nascido em Itabuna, criado em Ilhéus, menino grapiuna como ele mesmo se auto-intitulava, a construção de um novo porto, o Porto Sul, está no centro das prioridades e conta com o apoio da maioria da população, que já não tem no cacau a base de sua sustentação econômica.
É fácil encontrar em Ilhéus personagens que remetem a Jorge Amado ou fãs de suas obras, que enxergam no Porto Sul a oportunidade de um novo ciclo de desenvolvimento no Sul da Bahia, após uma crise que dura duas décadas por conta da drástica redução da produção de cacau, de 400 mil toneladas/ano na metade dos anos 80, para as atuais 120 mil toneladas/ano.
Porto para o desenvolvimento
Projeto de R$ 3,5 bilhões do Governo do Estado, que vai operar um porto público, e a Bahia Mineração, que terá um terminal privativo, o Porto Sul está em fase de licenciamento pelo Ibama. “A história de Ilhéus está ligada à questão portuária desde sua fundação pelos portugueses, passando pelo cacau e agora, com o Porto Sul, teremos a cidade novamente em condições de se consolidar como um pólo de exportação da produção baiana e de outros estados brasileiros”, afirma o estivador Emerson Tavares.
Para ele, “com a recuperação do Porto do Malhado e a implantação do Porto Sul e da Ferrovia Oeste Leste, que atrairão outros empreendimentos, a região passará por um ciclo de desenvolvimento”.
Filho e neto de produtores rurais, Cleber Isaac Ferraz Soares atua hoje no ramo hoteleiro e de construção de condomínios residenciais. A aposta no Porto Sul faz com que ele esteja lançando novos empreendimentos em Itacaré e Ilhéus. “Não podemos depender apenas do cacau. Acredito que o Porto Sul, com sua capacidade de gerar novos negócios, dará um grande impulso à economia regional, com reflexo positivo em áreas como comércio, prestação de serviços, hotelaria e construção civil”, afirma.
O ator José Delmo há vários anos interpreta um produtor de cacau em apresentações diárias para turistas e estudantes na Fundação Cultural de Ilhéus. Vestido a rigor, José Delmo, num monólogo de 30 minutos de duração, relata o apogeu e a decadência dos coronéis do cacau, donos de grandes riquezas, mas que não resistiram à crise da lavoura cacaueira.
O monólogo é um misto de ficção e realidade, mas na vida real, José Delmo entende que “esse ciclo de ouro pertence ao passado e agora precisamos buscar novas alternativas. Acredito que o Porto Sul trará novas oportunidades para a região, respeitando-se com rigor as questões ambientais”.
Atraso x Desenvolvimento
José Martins, sergipano, 70 anos, aposentado. Em Ilhéus, é conhecido e participa de eventos como sósia de Jorge Amado. A semelhança é tamanha que José chama Jorge de “meu irmão espiritual”. Segundo ele, ”Jorge Amado escreveu como nenhum outro escritor sobre a magia do cacau e em ´Gabriela´ soube mostrar bem essa luta entre atraso e progresso, na questão ao antigo porto, já desativado”.
“O que temos hoje é a realidade de um novo porto, o Porto Sul, que vai trazer desenvolvimento, gerar empregos, aquecer a economia e melhorar a vida das pessoas no Sul da Bahia. Muita gente já está investindo em Ilhéus, porque acredita na capacidade do Porto Sul de gerar novos negócios”, afirma José Martins.
Libério Menezes, de uma família de operadores portuários, que atua na área de operações e logística, entende que “Jorge Amado retratou bem a importância de um porto moderno, em sua época, para o desenvolvimento de Ilhéus”. “Hoje, vivemos uma situação idêntica, em que a cidade necessita de um equipamento das dimensões do Porto Sul, para um novo impulso à sua economia”, afirma Libério, que defende a mobilização de todos os setores da comunidade regional em defesa do Porto Sul, “porque seus benefícios se estenderão para todo o Sul da Bahia”.
Bamin assina convênio para recuperar trecho da Estrada do Itariri em Ilhéus
O presidente da Bahia Mineração, Jose Francisco Viveiros, anunciou hoje (9/8) novos investimentos da empresa em Ilhéus. Em protocolo de intenções assinado com o prefeito Newton Lima, a mineradora se comprometeu a realizar a construção de uma unidade produtiva (fábrica de doces) para grupo produtivo formado por 23 mulheres da Associação dos Agricultores Familiares de Vila Olímpio. A construção está orçada em R$ 85 mil. A Prefeitura cedeu o uso do terreno.
Também foi assinado convênio para a requalificação de parte da Estrada Municipal do Itariri (2,7 mil metros), via que dará acesso ao Complexo Porto Sul, onde a Bamin terá um Terminal de Uso Privativo (TUP). A obra, que começará a ser feita após a emissão da Licença Ambiental pelo Ibama, está estimada em R$ 8 milhões e também beneficiará cerca de dois mil moradores das comunidades de Itariri, Valão e do assentamento Bom Gosto. Este mesmo trecho também será utilizado para acesso de caminhões ao aterro sanitário de Ilhéus.
O projeto de requalificação da estrada prevê o alargamento, a sinalização e a pavimentação asfáltica da via. Entre maio e junho deste ano, a Bamin, também em parceria com a Prefeitura de Ilhéus, aplicou R$ 237 mil em obra de encascalhamento desta mesma pista. A obra foi elogiada por líderes das comunidades beneficiadas, como Domingos Souza. “Nossa vida melhorou muito depois dessa obra. Os carros (ônibus) agora entram todo dia e facilita para quem tem de ir para a cidade estudar ou trabalhar. Antes, quando chovia, nenhum transporte chegava”. Outro exemplo é Everaldo Sobral, o Galeguinho do Forró, uma das lideranças do Projeto de Assentamento Nova Vitória que destacou: “Para se ter uma ideia de como o acesso ruim prejudicava nossa gente, basta ver que hoje são sete horários fixos de ônibus, a demanda sempre existiu”.
São Miguel
Outra obra anunciada na tarde de hoje pelo presidente da Bamin foi reforma da sede da Associação de Pescadores e Marisqueiras do São Miguel. O protocolo de intenção assinado no local prevê um investimento de R$ 100 mil para transformar o local em unidade de produção e beneficiamento de pescados. A Associação de Pescadores e Marisqueiras do São Miguel, assim como a Associação dos Agricultores Familiares de Vila Olímpio, são duas entidades atendidas pelo Projeto Transformar. Mantido pela Bamin, o Transformar visa gerar emprego e renda por meio da criação e apoio a grupos produtivos locais. Entre 2009 e 2012, o projeto já beneficiou um total de 536 pessoas.
Ibama garante licença de quatro lotes da Ferrovia Oeste Leste
O presidente do Ibama, Volney Zanardi, anunciou em Brasília, a revalidação das licenças de instalação dos lotes de 1 a 4 (entre Ilhéus e Caetité) da Ferrovia de Integração Oeste-Leste – FIOL, e definiu uma agenda com a Valec – empresa responsável pela construção da ferrovia –, para a liberação dos demais lotes.
Sobre o Porto Sul, Zanardi informou que até novembro sairá a licença de forma definitiva e sem brechas para questionamentos do Ministério Público.
“O Governo da Bahia recebe com entusiasmo a liberação completa dos quatro primeiros lotes da Fiol. A permissão do Ibama garante o andamento das obras, gerando empregos e assegurando o cronograma de execução. Continuaremos atuando junto à Valec na aceleração do processo de desapropriação da faixa de domínio da ferrovia. Este é um empreendimento crucial para o desenvolvimento da economia baiana”, afirmou o secretário da Casa Civil do governo baiano, Rui Costa.
No dia 30 de agosto, segundo o presidente do Ibama, será apresentado relatório técnico referente as audiências públicas já realizadas sobre o Porto Sul, que será discutido em seminário marcado para o dia 14 de setembro.
Wagner pede providências em Brasília para acelerar obras na Bahia
O governador Jaques Wagner cobrou, nesta segunda-feira (6), em Brasília, da ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República, Gleisi Hoffmann, providências visando acelerar obras de infraestrutura na Bahia, especialmente a que trata da ampliação do aeroporto de Feira de Santana, dependendo apenas da assinatura de um termo de anuência entre o Governo da Bahia e a União, através da Casa Civil. Já licitado, o aeroporto recebe entre 12 e 15 voos de pequeno porte por dia e tem pista de 1.500 metros. No ano passado, o governo do Estado investiu R$ 2 milhões em obras no aeroporto por meio do Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia (Derba). A concessão prevê investimento em ampliação, administração, operação, manutenção e exploração comercial das áreas e serviços. A ministra Gleisi garantiu que vai se empenhar para resolver o problema do aeroporto baiano até o final deste mês.
Wagner também conversou com a ministra Gleise Hoffmann sobre a necessidade de o Governo Federal atender às demandas que estão afetando as obras baianas do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento. Ele tratou da modelagem do Porto Sul e cobrou agilidade na execução das obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), sob a responsabilidade da Valec. O governador falou também do atraso da Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf) em construir a linha de transmissão necessária para interligar o parque de geração de energia eólica, em Caetité, já pronto, à sua rede de transmissão. A ministra disse ao governador que entrará em contato com a Valec e a Chesf para se informar sobre os motivos do atraso nas obras.
Ao final da audiência, o governador presenteou a ministra Gleisi com peças de artesanato produzidas por artesãos baianos e comercializadas pelo Instituto Mauá. As peças servirão de mostruário para aquisição da Presidência da República quando houver necessidade de presentear autoridades estrangeiras em visita ao País.
Apoio da Bahia Mineração reduz em R$ 160 mil custeio mensal do Hospital São José em Ilhéus
Um cardápio mais variado, planejamento eficiente para evitar desperdícios, maior agilidade no preparo do alimento, mais autonomia para a equipe de nutricionistas, melhor controle dos processos de compra e estocagem de material. Estes são ingredientes invisíveis mas que estão presentes em cada uma das 600 refeições servidas diariamente no Hospital São José a pacientes, acompanhantes e funcionários desde que a unidade terceirizou sua cozinha. As melhorias – atestadas em pesquisas – ainda significaram uma redução de custeio na ordem de R$ 160 mil por mês, dinheiro que segundo o diretor administrativo do hospital, Zenaldo Prudente, tem sido aplicado na compra de material de uso hospitalar e medicamentos.
“Digo com certeza que a nova aplicação destes recursos, proporcionada pela folga no orçamento, significou uma redução de 99% nos problemas de falta de material e medicamento no nosso hospital”, constata o diretor ao avaliar o resultado da terceirização. Entidade filantrópica mantida pela Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus, o Hospital São José celebrou em dezembro de 2011 convênios com a Bahia Mineração-Bamin, que resultaram em investimentos da empresa na unidade que somam, até aqui, R$ 1,648 milhões de um contrato global na ordem de R$ 2 milhões.
O Hospital São José é especializado em obstetrícia e 60% do seu público é atendido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O investimento na unidade hospitalar faz parte da gama de ações sociais que a mineradora trouxe para Ilhéus desde que se instalou na cidade, em 2008, com o intuito de operar um terminal privativo no Complexo Porto Sul, empreendimento que ainda se encontra em fase de licenciamento ambiental.
A nutricionista da Alquimia, empresa que executa os serviços de cozinha do Hospital São José, Érica Lima dos Santos atesta que a eficiência na gestão do serviço se reflete positivamente na produção e na qualidade das refeições servidas a funcionários, pacientes e acompanhantes. Ela conta que o desperdício diminuiu na mesma proporção em que a qualidade aumentou. Diariamente, cada paciente ou funcionário do hospital tem direito a recebe até seis refeições por dia, incluindo os lanches entre o café, almoço e jantar e a ceia.
















