:: ‘Porto Sul’
Ilhéus terá acompanhamento ambiental do Complexo Intermodal
O prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, determinou a criação de uma comissão para acompanhar as questões ambientais que envolvem os projetos de investimento do Complexo Intermodal de Ilhéus (Porto Sul, Ferrovia Leste Oeste, ZPE e aeroporto). A comissão é formada pelos secretários municipais de Planejamento, Tecnologia e Orçamento, Joaquim Bastos, Meio Ambiente e Urbanismo, Antonio Vieira, e Desenvolvimento Urbano, Isaac Albagli.
“O prefeito Jabes Ribeiro recomendou o acompanhamento técnico permanente do impacto ambiental de todos os projetos do Complexo Intermodal. Para isso, estaremos observando, por exemplo, os estágios da obra de construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), com ênfase para os quatro lotes que estão localizados diretamente na área de influência de Ilhéus e da região”, ressalva Joaquim Bastos.
Ministro dos Transportes diz que obras da Fiol serão aceleradas e garante duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna
O Ministro dos Transportes Paulo Sérgio Passos, participou de uma reunião com a diretoria da Associação Comercial de Ilhéus, onde foram discutido o andamento das obras da Ferrovia Oeste-Leste e a duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna (BR 415). “Estamos trabalhando para acelerar as obras da Fiol, fundamentais na implantação do Complexo Intermodal que também inclui o Porto Sul”, disse o ministro.
Passos disse ainda que os quatro lotes devem estar concluídos em 2015. “Há fortes indicativos de que entregaremos esta obra no tempo previsto; já vencemos grandes obstáculos, como as desapropriações, questões ambientais e concluímos o projeto Executivo. Tudo isso permite acreditar que as obras vão andar em um ritmo mais acelerado”, ressaltou.
Paulo Sérgio Passos destacou ainda que os estudos sobre a duplicação da BR 415 estão avançados. “Estamos trabalhando para criar condições de iniciarmos o mais rápido possível a duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna”. “É importante saber do próprio ministro que o Governo Federal está priorizando essas obras importantes para o Sul da Bahia” , disse o presidente da ACI, Nilton Cardoso da Cruz. O presidente da Valec, Josias de Souza Sampaio, também participou do encontro na ACI.
Ufesba, uma conquista para Itabuna, um marco na história da cidade
Geraldo Simões
É extremamente salutar a discussão em torno da localização da sede e do campus da Universidade Federal do Sul da Bahia. O que não se deve colocar em discussão é que a Ufesba terá sede e campus em Itabuna e campi em Teixeira de Freitas e Porto Seguro.
A localização da sede em Itabuna é fruto de uma ampla mobilização, dotando a cidade de um dos mais importantes equipamentos ao longo de sua história centenária. A Universidade Federal do Sul da Bahia é uma conquista que terá impactos positivos em todos os segmentos da sociedade itabunense, seja na formação de massa crítica, na formação de mão de obra qualificada, seja nos imensos benefícios econômicos, em função dos empreendimentos que surgem no entorno do campus.
É imperioso salientar que o projeto que cria a Universidade Federal do Sul da Bahia, enviado pela presidenta Dilma Rousseff ao Congresso Nacional, em fase final de discussão para aprovação e sanção presidencial, determina que a sede e o campus principal estejam localizados em Itabuna.
Cacau e pá de cal, a rima que não é uma solução
Daniel Thame
O Governo Federal e o Governo da Bahia tem realizado grandes investimentos e empreendendo ações no Sul da Bahia que, consolidadas nos próximos anos, darão um grande impulso à economia regional.
O Porto Sul, a Ferrovia Oeste Leste, a distribuição de gás natural do Gasoduto da Petrobrás através da Bahiagás, o novo aeroporto regional, a construção da Barragem do Rio Colônia e a implantação da Universidade Federal do Sul da Bahia demonstram claramente o compromisso da presidenta Dilma Rousseff e do governador Jaques Wagner em promover o resgate de uma região que deu imensa contribuição à Bahia e ao Brasil e que, há duas décadas, mergulhou numa grave crise, provocada pela decadência de um produto que por quase um século foi a base de sua economia, o cacau.
É inegável que estão criadas as bases para que o Sul da Bahia possa se reerguer, gerando empregos e qualidade de vida para a população.
Mas, é inegável também que o cacau pode e deve dar sua contribuição nesse processo de desenvolvimento. Trata-se de uma cultura que, pelos recursos que tem potencial para voltar a movimentar e pelos empregos que gera em sua plenitude produtiva, não pode ser deixado de lado.
É nesse contexto que se faz necessária uma urgente tomada de posição dos órgãos governamentais, para que não sejam ainda mais penalizados os produtores endividados e sem condições de investir na retomada da produção. É preciso agilizar o andamento do PAC do Cacau, que passa pela renegociação das dívidas e a liberação de novos créditos.
O PAC trouxe avanços, mas é preciso desatar o nó que o tire do papel e torna realidade as propostas nele embutidas.
Além da falta de crédito, das questões climáticas e da difícil convivência com a vassoura-de-bruxa, o produtor ainda sobre com preços perversos, impostos pela indústria chocolateira, que força o preço da tonelada de amêndoas de cacau em inviáveis 800 dólares por tonelada, algo em torno de 65 reais a arroba.
As mesmas empresas que se recusam a adquirir o cacau produzido no Sul da Bahia, alegando falta de espaço para estocagem, mantém a importação de cacau da África e Ásia, afetando de forma danosa o produtor nacional, sem contar o risco de inserção de pragas desconhecidas, como se já não bastasse a vassoura-de-bruxa, a podridão parda e a ameaça assustadora da monilíase.
A retomada da produção de cacau no Brasil, a despeito de tantas dificuldades, está a exigir do Governo Federal uma ação no sentido de conter a importação desenfreada de cacau, fazendo com que as empresas moageiras priorizem a produção nacional e elevando os preços a patamares que sejam um incentivo ao produtor, o que não ocorre atualmente.
O cacau não apenas faz parte da história do Sul da Bahia, como continuará sendo um fruto capaz de gerar riquezas, desde que não seja jogada a pá de cal em milhares de produtores, levando junto uma legião de trabalhadores rurais.
Audiência Pública em Ilhéus debate construção de mineroduto
A Sul Americana de Metais (SAM Metais) promoverá audiência pública em Ilhéus, dia 24, para discutir o mineroduto que vai escoar a produção de ferro concentrado pelo Porto Sul. A audiência será realizada no Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães, às 19h. O mineroduto vai interligar os municípios de Grão Mogol e Pedro Carvalho, ambos em Minas Gerais, ao terminal portuário em Ilhéus.
Além da audiência no sul da Bahia, outras duas serão realizadas no mesmo horário em Grão Mogol, dia 22, e Cândido Sales (BA), dia 23. O mineroduto integra o Projeto Vale do Rio Pardo. Terá extensão de 482 quilômetros e vai escoar a produção de concentrado de ferro das minas localizadas em Grão Mogol e Pedro Carvalho.
O duto passará por 21 municípios localizados em Minas e na Bahia. O projeto, de acordo com a gerente de Relacionamento da SAM Metais, Gizelle Andrade, terá investimento de US$ 3 bilhões. A produção de minério será escoada pelo terminal portuário ilheense (Porto Sul).
A fase de implantação do mineroduto da SAM Metais pode gerar cerca de 9 mil empregos diretos. Quando estiver operando, serão 2 mil empregos diretos e 9 mil indiretos, conforme estimativa da mineradora. Além do Grupo Votorantim, o Projeto Vale do Rio Pardo tem a participação da chinesa Honbridge Holdings Ltd.
Geraldo Simões diz que ninguém fez mais do que Wagner por Itabuna
O deputado federal Geraldo Simões participou na manhã de hoje (8), ao lado do governador Jaques Wagner, no Centro Cultural Adonias Filho, em Itabuna, da assinatura da ordem de serviço para a construção da Barragem do Rio Colônia, em Itapé. “Trata-se de uma das mais importantes obras do Governo do Estado em nossa região, que vai garantir o abastecimento de água em Itabuna, Itapé e Ibicaraí pelos próximos 50 anos”, disse.
A obra, em parceria com o Governo Federal, terá investimentos de R$ 70,9 milhões e também vai normalizar a vasão e reduzir a poluição do Rio Cachoeira, além de controlar as enchentes. Geraldo fez questão de destacar o compromisso de Wagner com Itabuna e região, realizando ações que nenhum outro governo realizou, como a barragem, o Porto Sul, a Ferrovia Oeste Leste, a duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna e o apoio na implantação da Universidade Federal do Sul da Bahia.
O deputado também acompanhou o governador na inauguração das obras de repavimentação da rodovia BR 415 entre Ferradas e Ibicaraí.
Wagner inaugura repavimentação da BR 415 e assina ordem de serviço para construção da Barragem do Rio Colônia
O governador Jaques Wagner estará no Sul da Bahia no próximo dia 8 (terça feira). Às 9 horas, em Ibicarai, ele participa da inauguração do trecho entre Ferradas/Itabuna e Ibicarai da rodovia BR 415, que foi repavimentado e recebeu asfalto de qualidade.
A restauração da pavimentação do trecho de 25 quilômetros, por onde trafegam aproximadamente de 2320 veículos por dia, nos dois sentidos, vai beneficiar cerca de 500 mil habitantes dos municípios de Itabuna, Ilhéus, Ibicaraí, Floresta Azul, Itapé e Barro Preto e impulsionar a atividade econômica da região através do turismo e escoamento da produção agrícola e industrial. Os investimentos são da ordem de R$21.554.596,37.
Às 10 horas, no Centro Cultural Adonias Filho, em Itabuna, Wagner assina a ordem de serviço para a construção da Barragem do Rio Colonia, em Itapé. A construção da barragem, vai garantir o abastecimento de água em Itabuna, Itapé e Ibicaraí pelos próximos 50 anos. A obra do Governo da Bahia, em parceria com o Governo Federal, terá investimentos de R$ 70,9 milhões e também vai normalizar a vasão e reduzir a poluição do Rio Cachoeira, além de controlar as enchentes.
Outro benefício é que com maior volume de água disponível, a região poderá atrair empreendimentos que se instalarão com a instalação do Porto Sul, a Ferrovia Oeste Leste e a base de distribuição de gás natural do Gasoduto da Petrobrás, através da Bahiagás. A Barragem do Rio Colônia ocupará uma área de 1621 hectares, com altura de 19 metros e capacidade para armazenar 62 milhões de metros cúbicos de água, o que vai garantir uma vazão de 1.400 litros por segundo. O prazo para a conclusão da barragem é de 18 meses.
2013, o ano em que o mundo recomeça no Sul da Bahia
Daniel Thame
Raramente uma região começa o ano com as perspectivas com que o Sul da Bahia inicia 2013. Existem ações capazes de proporcionar um novo ciclo de desenvolvimento estarão em andamento, como o Porto Sul, a Ferrovia Oeste Leste, além da implantação da Universidade Federal do Sul da Bahia; sem contar a base de distribuição de gás natural do Gasoduto da Petrobrás, através da Bahiagás.
Mais que empreendimentos de grande porte, que envolvem cifras na casa dos bilhões de reais, são projetos capazes de atrair outros investimentos, com impactos positivos na geração de emprego e renda. Isso significa partir deste ano, estão criadas as condições concretas para que o Sul da Bahia deixe de depender do cacau, que com a devastação causada pela vassoura-de-bruxa mergulhou a região numa crise que já dura duas décadas.
Realizações desse porte geram um ciclo de desenvolvimento em larga escala, capaz de se estender por dezenas de municípios. A região Sul da Bahia, que tantas riquezas gerou para o Estado e o País, finalmente conta com um Governo Federal e um Governo Estadual que assume e honra compromissos que retribuam a pujança gerada, durante quase meio século, pelo cacau.
É fundamental, que com a chegada desses empreendimentos, os sulbaianos estejam preparados para esses novas oportunidades, gerando e ampliando negócios em vários setores da economia. Capacidade de trabalho e espirito empreendedor, características marcantes do povo grapiúna, serão palavras-chave nesses novos e promissores tempos. O passado glorioso, numa saga de pioneiros que transformaram em ouro um fruto dourado, agora se descortina num futuro não menos promissor. Capaz de superar todas as crises e dar a volta por cima, o Sul da Bahia não pode e nem vai desperdiçar essa oportunidade, porque ela é única nas inúmeras oportunidades que oferece.
Neste inicio de ano, época em que tradicionalmente se fazem planos que nem sempre dobram o calendário do ano seguinte, façamos planos que atravessarão não apenas anos, mas décadas, A partir de projetos que deixaram o campo da promessa para se converterem em ações concretas. O momento é, portanto de otimismo, que se transformará em dinamismo e empreendedorismo, para gerar os resultados que todos esperamos em 2013, 2014, 2015, 2016…
Porto Sul e Ferrovia atraem empresas para a Bahia
A Cerâmica Rocha anunciou, nesta quarta-feira (26), investimentos de R$ 30 milhões para a instalação de sua primeira fábrica fora de São Paulo, em Alagoinhas, no Nordeste baiano. De acordo com o diretor do Grupo Rochaforte, Rui Donizete da Rocha, a Bahia foi escolhida por ser o estado mais populoso do Nordeste e pelo grande avanço nas pesquisas e administração dos recursos minerais.
R20;A opção pelo município de Alagoinhas, por sua vez, foi consequência da farta presença de argila, matéria prima essencial para a cerâmica. Além disso, a posição geográfica do município privilegia a logística na distribuiçãoR21;.
O secretário da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia, comemorou o investimento. R20;Somos o quinto produtor brasileiro de bens minerais e as riquezas do nosso subsolo têm atraído cada vez mais o interesse de investidores”.
“Com a conclusão da Ferrovia Oeste-Leste e do Porto Sull, vamos viver o maior boom da mineração da BahiaR21;.
As obras de infraestrutura da Cerâmica Rocha Nordeste estão previstas para começar no segundo semestre de 2013 e devem ser concluídas em 18 meses. Inicialmente, serão produzidos 12 milhões de m²/ano de placas cerâmicas.
Porto no Sul da Bahia atrai Zonas de Exportação
O pacote de incentivos ao investimento privado em portos já movimenta projetos de zonas de processamento de exportação (ZPEs). A expectativa é de que o valor das exportações será reduzido em até 80% em 10 anos, principalmente na Bahia, com a construção do Porto Sul.
O custo por tonelada transportada pode cair de US$ 50 para US$ 9, com projeção de exportação de 50 mil toneladas por ano. Para o presidente da Associação Brasileira das Zonas de Processamento de Exportação (Abrazpe), Helson Braga, a instalação do Porto Sul é a certeza do desenvolvimento da região. (Luiza Silvestrini / DCI – Comércio, Indústria e Serviços-SP)














