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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Governo da Bahia’

Wagner inaugura Praça de Juventude em Santa Cruz Cabrália

O governador Jaques Wagner inaugura, nesta quinta-feira (5), às 9h30, em Santa Cruz Cabrália, extremo sul da Bahia, a Praça da Juventude, no bairro do Campinho. Com campo de futebol, quadras poliesportivas, pistas de caminhada, salto e skate e anfiteatro, a praça será a segunda inaugurada na Bahia. A primeira foi em Euclides da Cunha, nordeste do estado, em setembro de 2011. Outros 15 municípios têm projetos em andamento: Salvador, Simões Filho, Barra, Caetité, Cruz das Almas, Formosa do Rio Preto, Glória, Irecê, Juazeiro, Lapão, Macaúbas, Ribeira do Pombal, Olindina, Barreiras e Eunápolis.

O coordenador estadual de Políticas de Juventude, Vladimir Costa, ligado à Secretaria Estadual de Relações Institucionais (Serin), participa da inauguração. Segundo ele, são muito importantes ações que venham implantar equipamentos públicos para a juventude baiana. Criado em 2007, o projeto é doMinistério do Esporte, em parceria com governos estaduais e municipais e Ministério da Justiça, por intermédio do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci).

Produção do cacau na Bahia encanta chocolateiros internacionais

Marvilleuse! (Maravilhoso!) Esse foi o adjetivo usado pelo pesquisador da Cirad, Philippe Bastide, e pelo criador e organizador do Salon du Chocolat de Paris, François Jeantet, para classificar o cacau produzido na Bahia, depois de dois dias de visitas à Ceplac e a fazendas da região. O sistema de produção e pós-colheita diferenciados, a qualidade das amêndoas, e a sustentabilidade social e ambiental foram enfatizados pelo secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, que na terça-feira, acompanhou a comitiva composta por 34 chocolatiers da França, Espanha, Portugal, Bélgica, Itália, Dinamarca, Japão, Costa do Marfim e São Thomé e Príncipe à Fazenda Santa Cruz, no distrito de Taboquinhas, no município de Itacaré, onde eles conheceram in loco todo o processo produtivo do cacau, com ênfase no beneficiamento.

“Este é um momento importante para Bahia, pois estamos trazendo os mais famosos chocolateiros do mundo, que são formadores de opinião, para conhecer uma fazenda modelo, que produz com tecnologia de ponta”, disse Eduardo Salles, destacando que o objetivo do governo é fazer com que o cacau deixe de ser vendido apenas como commoditie, e passar a vender a amêndoa com valor agregado. Além disso o objetivo da vinda dos produtores de cacau é demonstrar que a Bahia pode ser um fornecedor confiável de cacau, e atrair para o Estado indústrias de chocolate gourmet. “Temos grande mercado consumidor de chocolate, com potencial para crescer”, destacou Salles.

“Já visitei a Bahia, e fiquei encantado com a paixão com que o cacau é produzido. Agora retorno com meus amigos, para que eles conheçam também”, disse François Jeantet, criador da marca Salon du Chocolat, afirmando ainda que “sinto o renascimento do cacau, muito ligado ao meio ambiente”.

Jeantet destacou que “a Bahia reúne todas as condições para produzir chocolates finos, e a vinda de chocolateiros internacionais para investir em fábricas aqui é questão de tempo”. Segundo ele, “temos que andar passo a passo”.

De acordo com Philippe Bastide, que trabalha em conjunto com a Ceplac, “a Bahia é modelo extraordinário de como se produzir cacau”. Ele considera muito importante o fato do Estado, através dos órgãos dos governos federal e estadual, ter encontrado soluções técnicas e genéticas para superar a vassoura-de-bruxa. “O Brasil está se tornando o País mais interessante para produzir cacau”, analisou.

Chocolateira de Paris, Anne Benoit, declarou que “é importante conhecer o processo de produção do cacau brasileiro. A gente percebe os cuidados com que é feita a plantação, colheita e secagem. Além disso, existe a preocupação com a conservação da natureza. Tudo isso é fundamental para a produção de chocolates finos”.

Também de Paris, Chloe Dutra-Roussel, percebeu que “a Bahia possui grandes propriedades rurais onde se produz grande variedade de cacau, o que não é comum em outros países produtores. Superada a crise gerada pela vassoura-de-bruxa, os cacauicultores estão trilhado novos caminhos”.

 

Cervejaria vai gerar três mil empregos na Bahia

A implantação do Grupo Petrópolis no estado, responsável pela produção das cervejas Itaipava e Crystal, foi consolidada nesta terça-feira (3), na Governadoria, com a assinatura de protocolo de intenções entre o governo estadual e o grupo, que atua no Sudeste do país.

A cervejaria começará a operar na Bahia, no município de Alagoinhas, em maio de 2013.

Serão investidos no empreendimento R$ 1,01 bilhão, ao longo de cinco anos, com a geração de três mil empregos diretos, sendo 500 na unidade industrial e 2,5 mil nas distribuidoras que estarão espalhadas pelo estado.

“Mais um investimento chegando à nossa terra, e para mim é um motivo de satisfação porque gera mais emprego, mais renda para a população. A Bahia tem se destacado na atração de investimento, resultando em mais de 500 mil empregos nos últimos cinco anos. Isso mostra a importância do Nordeste e significa mais inclusão social e o fortalecimento do nosso mercado interno”, afirmou o governador Jaques Wagner.

Chocolateiros internacionais conhecem em Ilhéus o diferencial do cacau baiano

O cacau no Brasil leva a marca da agricultura sustentável, com o sistema cabruca, sendo responsável também pela preservação da Mata Atlântica. Esse foi um dos diferenciais do cacau baiano mostrado à delegação de chocolatiers internacionais, composta por 27 europeus, dois africanos, dois asiáticos, além de três brasileiros, que visitaram nesta segunda-feira (2) a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), acompanhados pelo secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles.

O chefe do Centro de Pesquisas do Cacau/Ceplac, Adonias de Castro, apresentou as atividades da instituição, enfatizando o potencial competitivo do produtor baiano e brasileiro. “Mostramos aos chocolateiros e jornalistas internacionais que há no Brasil uma estrutura de produção de cacau capaz de oferecer ao mercado um produto que atenda aos diferentes segmentos com chocolates de variedades de cacau, como se faz com o vinho”, explicou Adonias.

Para o secretario estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, “este é um momento histórico para o cacau da Bahia, em que chocolateiros do mundo todo vem conhecer a realidade brasileira e a qualidade do cacau que produzimos, abrindo novos mercados. Além disso, vamos alavancar a cultura do cacau, incentivando a produção de amêndoas destinadas a chocolates finos. Nossa meta é atingir, a médio prazo, a produção de 400 mil toneladas de cacau/ano, suprindo a crescente demanda mundial, apoiando a agroindustrialização, além de contribuir para tornar o Brasil autossuficiente na produção de cacau, reduzindo ou eliminando a importação do produto”. Nós temos o melhor cacau do mundo, e queremos produzir aqui o melhor chocolate do mundo”, disse.

SUPORTE TECNOLÓGICO
Na visita à Ceplac os produtores de chocolate da França, Espanha, Portugal, Bélgica, Itália, Dinamarca, Japão, Costa do Marfim e São Thomé e Príncipe, viram que a Bahia possui suporte institucional para o desenvolvimento científico e tecnológico, e rápida difusão de informações para os produtores, a fim de que estes se habilitem a satisfazer as exigências do mercado, atendendo aos diferentes desejos e necessidades dos consumidores.
“Esse suporte que demonstramos aos visitantes é o diferencial competitivo da Bahia e do Brasil, em comparação aos países concorrentes”, disse Adonias.

O chefe do Centro de Pesquisa do Cacau da Ceplac enfatizou que “a vinda dos chocolateiros internacionais à Bahia para participar do Salon do Chocolat da Bahia é muito importante para que eles conheçam, in loco, a nossa capacidade de produzir cacau, e torná-los admiradores do cacau baiano, já considerado o melhor do mundo, ganhador, por dois anos consecutivos, de concursos internacionais no Salon du Chocolat de Paris”.
Adonias de Castro lembrou que, ao longo de quase 150 anos, o produtor de cacau na Bahia foi capaz de praticar o desenvolvimento sustentável, que é mantido até hoje como uma prática de vanguarda.
Vindo do Pará, o cacau chegou à Bahia em 1867, sendo plantado pela primeira vez na Fazenda Cubículo, em Canavieiras, às margens do Rio Pardo, expandindo-se em volta de Ilhéus. Essa cultura gerou uma economia sustentável, e na safra de 1977/78 chegou a exportar 967 milhões de dólares, figurando entre os principais produtos da pauta de exportações brasileira.

Para Durval Libânio, presidente do Instituto Cabruca e da Câmara Setorial Nacional do Cacau, “o sul d Bahia tem condições de produzir um chocolate gourmet, e essa troca de experiência com chocolateiros de países com tradição no setor é muito importante. Além disso, estamos aproximando essa região dos chocolateiros europeus, já que a Bahia tem a melhor logística do cacau no mundo, com estradas, porto, aeroporto, dentre outras instalações”.
Ele analisou ainda que “existe hoje no mundo um déficit de 150 mil toneladas/ano de amêndoas de cacau para a produção de chocolates finos, com teor acima de 60% de cacau”.
Durval afirmou ainda que além do mercado externo, é preciso promover também o consumo interno de chocolate gourmet, a partir de variedades de cacau (gran cru) com amêndoas selecionadas e bem cuidadas em todo o processo de produção. “Hoje, temos no sul da Bahia variedades como o cacau Maranhão, Catongo, Parazinho e o clone PS 1319, ideais para a produção de chocolates finos”, disse ele.

SABOR DIFERENCIADO
“Além de adquirir amêndoas, vamos divulgar o cacau baiano na Europa. O sul da Bahia produz um cacau especial, único no mundo, amenolado, com sabor diferenciado e que agrada ao paladar europeu”, disse o chocolateiro francês Jean Pierre Bensaid, revelando estar feliz com a oportunidade de conhecer fazendas de cacau na Bahia, a infraestrutura e o processo de produção. Ele assegurou que existem condições concretas para colocar no mercado mundial o chocolate de pura origem da Bahia.

Também francês, Jean Pierre Dujon-Lombard declarou que “o consumidor europeu aprecia o cacau fino, e o Brasil deve se inserir entre os grandes produtores desse tipo de chocolate. É importante conhecer o processo de plantio, colheita e fermentação nas fazendas baianas. Nós buscamos harmonizar chocolates de países diferentes, e aqui no Sul da Bahia vamos aproveitar e harmonizar o cacau com produtos como pimenta, cupuaçu, maracujá e graviola”.
Ele disse que os chocolateiros franceses buscam também utilizar produtos que respeitem a relação natureza/ser humano, como acontece no Brasil, onde não há exploração nem dos recursos naturais nem dos trabalhadores.

FÁBRICA DE CHOCOLATE
Depois da palestra realizada no auditório do Centro de Treinamento da Ceplac, os chocolateiros internacionais visitaram os laboratórios e a fábrica de chocolate da instituição, uma unidade de produção de liquor de chocolate destinado à pesquisas, treinamento e incubação de mini, pequenas e médias empresas produtoras de chocolate.

Após a visita à instituição, a comitiva almoçou no Restaurante Bataclan, conhecido no mundo inteiro através dos romances de Jorge Amado. Á tarde,o grupo visitou o Festival Internacional do Chocolate, encerrado nesta segunda-feira no Centro de Convenções de Ilhéus. Nesta terça-feira (3), o grupo visitará a Fazenda Santa Cruz, para conhecer de perto como o cacau baiano é produzido.
As atividades dos chocolatiers e jornalistas internacionais fez parte da programação do Salon du Chocolat da Bahia, que pela primeira vez está acontecendo na América Latina e em um país produtor de cacau.

Salon du Chocolat aterrissa na Bahia e tem visitas a fazendas de cacau

Os principais chocolatiers do mundo chegam neste domingo (1º de julho) à Bahia para participar, nos dias 2 a 8, em Ilhéus e em Salvador, do Salon Du Chocolat da Bahia, que pela primeira vez acontece na América Latina e em um país produtor de cacau. Até agora, o evento acontecia apenas em Paris, Nova York, Tokyo,Moscou, Shangai, Madrid, Cairo, Bologna, Marselha, Lille, Lyon e Bordeaux.

A programação começa nesta segunda-feira (2), feriado da Independência da Bahia, com visitas à Ceplac, na estrada Ilhéus/Itabuna, às 9 horas, e às 15 horas ao Festival de Chocolate, no Centro de Convenções da cidade. Na terça-feira, o grupo, que será recebido pelo secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, visitará a Fazenda Santa Cruz, para conhecer de perto como o cacau baiano é produzido.

O secretário destacou a qualidade do cacau Bahia, premiado, por duas vezes consecutivas no Salon du Chocolat de Paris como o melhor do mundo. “Podemos também ter o melhor chocolate do mundo, e é isso que vamos mostrar aos principais chocolatiers internacionais, disse ele, questionando a afirmação de que a Bélgica e a Suiça têm o melhor chocolate, sedo países que não produzem nem uma amêndoa de cacau.

De volta a Salvador, os chocolatiers participarão do I Fórum Internacional do Cacau e Chocolate, nos dias 4 e 5, no Palácio Rio Branco, destinado a debater o futuro do cacau e do chocolate. Na noite do dia 5, quinta-feira, às 20 horas, no Centro de Convenções da Bahia, o Salon do Chocolat da Bahia será aberto oficialmente, e entre os dias 6 e 8 de julho, o público conhecerá toda a cadeia produtiva do chocolate, desde os produtores de amêndoa até as principais chocolateiras mundiais, passando pelos melhores chocolatiers artesanais.

A vinda do Salon du Chocolat é uma conquista do governo da Bahia e dos produtores de cacau, que pleitearam a realização do evento desde 2010. Com apoio do governo do Estado, através da Secretaria da Agricultura, e da Comissão Executiva da Lavoura Cacaueira (Ceplac), o evento está sendo organizado pela Event International, Amma Chocolate, Instituto Cabruca e Associação dos Produtores de Cacau (APC).

Rui Costa visita novo presidente do Ibama e defende importância do Porto Sul e da Fiol

O secretário da Casa Civil do Governo da Bahia, Rui Costa, realizou, nesta quarta-feira (27), sua primeira visita ao novo presidente do Ibama, Wolney Zanardi Júnior, no gabinete do órgão em Brasília. Foi acompanhado do Secretário do Meio Ambiente da Bahia, Eugênio Spengler e do coordenador de infraestrutura da Casa Civil, Eracy Lafuente.

O Secretário Rui Costa apresentou os estudos complementares do projeto Porto Sul – solicitados pelo Ibama – e também os resultados das seis últimas audiências públicas realizadas nos municípios da região

O objetivo dos estudos complementares  foi  aprofundar  o diagnóstico do Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-RIMA), que foi encaminhado em agosto de 2011 ao Ibama.

O Porto Sul está em fase de licenciamento ambiental.  Obtida a licença, a previsão é de que as obras comecem ainda em 2012, com previsão de conclusão para 2014, juntamente com a Ferrovia de Integração Oeste- Leste (Fiol).

“Todas as exigências do Ibama foram atendidas para tornar o Porto Sul um projeto de desenvolvimento sustentável corretíssimo  ”, defendeu Rui Costa, ao esclarecer que o futuro da região passa pela construção do Porto Sul e da Fiol.

Sobre a ferrovia, o secretário Rui Costa destacou que ela precisa ser considerada pelo Ibama como projeto prioritário para o desenvolvimento da Bahia e de todo o nordeste. Ele destacou que a Ferrovia de Integração Oeste-Leste precisa do Porto Sul para escoar a produção e, sem ela, a Bahia ficará de fora dos eixos logísticos nacionais.  Costa alertou ainda que alguns problemas referentes ao projeto da obra devem ser melhor discutidos com a Valec, estatal responsável pela Fiol.

O presidente do Ibama concordou com a importância dos dois projetos e reconheceu a necessidade de priorizar a análise da documentação referente ao Porto Sul, agora, com os resultados das audiências públicas e de posse dos documentos complementares ao Estudo de Impacto Ambiental.

Empresas apresentam projetos de R$ 400 milhões para o setor da pesca e aquicultura na Bahia

O presidente da Bahia Pesca Isaac Albagli se reuniu em Brasília, com o ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho. No encontro, Albagli apresentou três propostas de financiamentos para empreendimentos de grande porte no setor da pesca e aquicultura, já que a Bahia Pesca, órgão vinculado à Secretaria da Agricultura, é a catalisadora que contribui para estes investimentos.

O primeiro, no valor de R$ 300 milhões, do Grupo Leardini, de Santa Catarina, é voltado para a pesca oceânica e a criação do peixe panga em cativeiro. O investimento inclui a construção de um frigorífico de grande porte e um centro de distribuição de pescado. Outro projeto é do grupo português PescaNova, que pretende instalar uma empresa para a criação de tilápia no município de Glória. O investimento é avaliado em R$ 95 milhões.

Já o grupo Graciosa tem um projeto para a produção e beneficiamento de ostra. Nesta iniciativa, com previsão de investimento na ordem de R$ 15 milhões, serão envolvidos os pequenos produtores com base no denominado “Sistema de Integração”.

O presidente da Bahia Pesca explicou que “o crescimento da Bahia neste setor, 52% nos últimos cinco anos, aliado a sua enorme costa marítima, vem despertando o interesse de investidores de grandes grupos”. Isaac Albagli esclarece que a prioridade do governo é a pesca artesanal e a aquicultura familiar, “mas ao lado destas atividades, podemos investir na pesca oceânica e em grandes projetos, inclusive em parceria com os pequenos pescadores e aquicultores”.

FARMACIA DA BAHIA EM 38 MUNICÍPIOS

Até o final de 2012, 38 municípios baianos serão beneficiados com a implantação de unidades da Farmácia da Bahia, segundo convênios firmados pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) e as respectivas prefeituras, em cerimônia realizada nesta terça-feira (26), na Fundação Luís Eduardo Magalhães, em Salvador.

A iniciativa garante o investimento de R$100 mil, dos quais R$90 mil serão da Sesab, para a construção das unidades, que distribuirão medicamentos gratuitamente, como para hipertensão e diabetes. O programa terá a gestão da Bahiafarma e visa assegurar à população, melhor acesso aos remédios e como usá-los de forma racional.

Segundo a diretora da Bahiafarma, Julieta Palmeira, além de melhor atendimento ao público, a Farmácia da Bahia proporcionará aos municípios uma logística mais eficiente para distribuição e armazenamento dos remédios. “Muitas vezes os remédios se perdem por estarem mal acondicionados ou por não serem observados os prazos de validade. Com as unidades, haverá uma forma adequada de condicionamento dos medicamentos”.

Para o secretário estadual de Saúde, Jorge Solla, “muitas vezes encontramos farmácias inadequadas, mas a cooperação entre o estado os municípios é muito importante para resolver esse problema e permitir que a assistência farmacêutica chegue a todos os cidadãos”.

Nesta primeira fase, a Farmácia da Bahia chegará, além dos 38 que já assinaram o convênio, a outros municípios com até 15 mil habitantes, mas a intenção da Sesab, é que a rede seja expandida para todo o estado. “É muito mais que a construção de um prédio. É aumentar o acesso da população a atenção integral à saúde”, afirmou o superintendente de Assistência Farmacêutica, Ciência e Tecnologia em Saúde da Sesab, Alfredo Boa Sorte.

SEAGRI INSTALA ESTAÇÕES METEOROLÓGICAS NO SEMIÁRIDO

Visando ampliar a rede de coleta de dados meteorológicos no semiárido baiano, de suma importância especialmente nos períodos de seca, quando se torna ainda mais necessário o monitoramento do clima para a gestão dos recursos hídricos disponíveis, a Secretaria Estadual da Agricultura (Seagri) está instalando estações meteorológicas em seis municípios que possuem projetos de irrigação. Nesta terça-feira (26), o secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, e o superintendente de Irrigação da Seagri (Sir), Marcelo Nunes, inauguraram o equipamento instalado no Distrito de Irrigação do Jacuípe, no município de Várzea da Roça, no Território de Identidade da Bacia do Jacuípe.

O secretário informou que, além de Várzea da Roça, as estações estão sendo instaladas nos municípios de Paulo Afonso, Tucano, Ponto Novo, Ribeira do Amparo e Jequié. Ele destacou que, dentre outras aplicações, os dados registrados pelas estações meteorológicas são importantes também para subsidiar os relatórios elaborados pela Empresa Bahia de Desenvolvimento Agrícola (EDBA), vinculada à Seagri, para confirmar as perdas de safras por causa da seca ou excesso de chuvas, assegurando aos agricultores o direito de receber o Seguro Garantia Safra.

As estações meteorológicas medem a precipitação, temperatura, umidade relativa do ar, velocidade do vento e a radiação solar, registrando e armazenando os dados por um ano. Conhecidos estes cinco parâmetros meteorológicos, a estação calcula a evapotranspiração, ou seja, a necessidade correta de irrigação, dados estes que servirão para todos os agricultores da região, orientando-os quanto à quantidade de água a ser aplicada nas culturas desenvolvidas.

 

Porto Sul é esperança de novas oportunidades no Sul da Bahia

Kaline vê o futuro com esperança“O Porto Sul é a certeza de  meu filho terá as oportunidades que eu não tive por causa da crise do cacau”. Com essa frase,  a estudante de Serviço Social em Ilhéus, Kaline Viana, de 27 anos, resume o sentimento de milhares de jovens de todo o Sul da Bahia. Grávida de cinco meses, a espera de um menino, Kaline acredita que seu primeiro filho vai nascer e crescer numa região com novas oportunidades, em que os jovens não precisem emigrar para outras regiões, ou mesmo outros estados, em busca de trabalho. “O Porto Sul é a chance de uma vida melhor e temos que nos capacitar para esse novo momento e nos inserir no mercado de trabalho”, afirma Kaline, que defende que as empresas que se instalarão no Sul da Bahia, além de valorizar a mão de obra local, adotem a política do 1º. Emprego para juventude.

Investimento de R$ 3,5 bilhões do Governo da Bahia, em parceria com a Bahia Mineração, o Porto Sul está em fase de licenciamento ambiental pelo Ibama. Obtida a licença ambiental, a previsão é de que as obras comecem ainda em 2012, com previsão de conclusão para 2014, juntamente com a Ferrovia Oeste Leste. Para Dino Rocha, diretor do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Ilhéus, “temos que apoiar iniciativas que trazem desenvolvimento,  como o Porto Sul, pela capacidade de atração de novos empreendimentos e geração de empregos. Não podemos depender apenas do setor público”. A Prefeitura de Ilhéus, com cerca de seis mil servidores entre concursados e cargos de confiança, é a maior empregadora da cidade. “O futuro de Ilhéus passa pelo Porto Sul”, afirma.

A presidenta do Sindicato dos Comerciários de Ilhéus, Crismélia Mali Moreira da Silva, diz que o setor emprega cerca de cinco mil pessoas, mas no período de baixa estação o número de demissões é elevado. “O Porto Sul será benéfico para o comércio, porque teremos um aquecimento da economia e movimento durante todo o ano”, diz Crismélia. Ela considera fundamental a realização de cursos de qualificação profissional entre comerciários e prestadores de serviço e revela que o sindicato pretende estabelecer parcerias com o Sesc. Senac e outras instituições, “capacitando e valorizando a mão de obra regional”.

EMPREGO, RENDA E QUALIDADE DE VIDA

 

capacitação profissional e inserção das comunidades

Qualificação, inserção social e serviços públicos que atendam às novas demandas oriundas do Porto Sul e também da Ferrovia Oeste Leste. Essas são as prioridades definidas pelo Comitê de Entidades Sociais em Defesa de Ilhéus (Coeso).O coordenador do  conselho, Aldicemiro Ferreira Duarte Luz,  o Mirinho, ressalta que “o Porto Sul significa a possibilidade concreta de revitalizar a economia sulbaiana, combalida pela crise da lavoura de cacau, eu já dura duas décadas”. Mirinho explica que o Coeso tem atuado em parceria com o Governo da Bahia, responsável pelo porto público, e a Bamin, que vai operar um terminal privativo, no sentido de garantir que as pessoas que moram  na área de influência do projeto sejam inseridas nos programas de qualificação, através do estabelecimentos de cotas para cada comunidade.

O Coeso também defende  ainda a ação de políticas públicas que atendam essas comunidades nas áreas de saúde, educação, segurança, transporte e estrutura urbana, conciliando desenvolvimento com qualidade de vida. Mirinho faz um alerta para o fato que “haverá um considerável aumento na arrecadação e cabe à sociedade zelar para que os gestores sejam responsáveis e administrem os recursos em benefícios da população”.





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