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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘cacau’

CACAU SUSTENTÁVEL TERÁ SELO VERDE

Foi aprovada pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural proposta que cria os selos verdes Cacau Cabruca e Cacau Amazônia, para atestar a sustentabilidade e os interesses social e ambiental da cacauicultura nacional. A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada ainda pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Wandenkolk Gonçalves (PSDB-PA), ao Projeto de Lei 3665/12, do deputado Félix Mendonça Júnior (PDT-BA). A proposta original criava apenas o Selo Verde Cacau Cabruca. O sistema cabruca é a forma tradicional de produção de cacau no estado da Bahia, na qual apenas parte da cobertura vegetal original da Mata Atlântica é retirada para dar lugar às plantas de cacau. A alternativa ao cabruca é o cultivo do cacau com a supressão total da vegetação nativa.

O relator optou por criar também o Selo Verde Cacau Amazônia, sob o argumento de que o cacau cultivado na região amazônica desenvolve-se em condições semelhantes ao da Bahia. Conforme o texto, o cacauicultor poderá usar os selos para a promoção da sua empresa e produtos.

Critérios – Pela proposta aprovada, a certificação será concedida pelo órgão ambiental federal, a partir de solicitação do produtor. Para obter o(s) selo(s), o cacauicultor deverá observar todas as leis ambientais e trabalhistas nacionais, estaduais e municipais; explorar a atividade de maneira sustentável; e conservar a diversidade biológica, os recursos hídricos, os solos, os ecossistemas e as paisagens frágeis ou singulares.

Os selos terão validade de dois anos e poderão ser renovados indefinidamente, mediante nova avaliação e vistoria do órgão ambiental. As despesas das análises e vistorias para a concessão das certificações serão custeadas pelo cacauicultor, com pagamento de preço público ou tarifa. Quem descumprir alguma das obrigações previstas no texto terá a certificação retirada.

Escritor sulbaiano debate obra de Jorge Amado na Festa Literária Internacional de Cachoeira

O jornalista e escritor  sulbaiano  Daniel  Thame é um  dos convidados da  Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), que acontece de 17 a 21 de outubro no  Recôncavo Baiano. Este ano, a Flica fará homenagens aos centenários de Nelson Rodrigues e Jorge Amado.   Autor dos livros “Vassoura”,  “A Mulher do Lobisomem”  e “Jorge100anosAmado- tributo a um eterno Menino Grapiuna”, editados pela Via Litterarum,  Thame  participa,  no dia 20,  de uma mesa redonda com o tema “Jorge Amado e os contextos de Terras do Sem Fim e Gabriela”, ao lado da escritora norte-americana Mary Ann Mahony.

Entre os convidados para a Flica 2012 estão  confirmados escritores do Brasil,  Estados Unidos, Espanha,  Portugal, Angola, Nigéria e Togo. A filha de Nelson  Rodrigues,  Sonia Rodrigues, participa da mesa redonda em  homenagem  ao pai. A  Flica será  realizada no  Convento do Carmo e terá ainda espaços como  Casa da Rede, Varanda do Sesi e Pouso da Palavra.

A Flica tem o patrocínio da Coelba e Governo do Estado da Bahia (através do Fazcultura, Secretaria de Cultura, Secretaria da Fazenda) e Petrobras, e apoio da FIEB/SESI e Bahiatursa, apoio institucional da Prefeitura de Cachoeira, e realização da Putzgrillo! Cultura e Icontent.

Veja o link  da Flica 2012  com a programação  completa em www.flica.com.br

Workshop discute qualidade do chocolate

O Ital (Instituto de Tecnologia de Alimentos), em Campinas-SP, será sede do workshop “Avanços tecnológicos na qualidade e estabilidade de chocolates e de outros sistemas lipídicos”. O evento, que  será realizado no  dia 15 de outubro, é uma realização do Projeto Temático FAPESP “Modificação, controle e estabilização do comportamento de cristalização e polimorfismo em gorduras, com ênfase na manteiga de cacau e no óleo de palma”.

Theo Guenter Kieckbusch (Unicamp), Kiyotaka Sato (Hiroshima University, Japão), Alejandro G. Marangoni (University of Guelph, Canadá) e Ana Paula Badan Ribeiro (Unicamp) são os palestrantes que se apresentarão no workshop. Voltado para pesquisadores, professores, alunos de pós-graduação e profissionais da área, o evento busca ampliar o conhecimento na área de cristalização de gorduras, com ênfase na manteiga de cacau e gorduras substitutas para a formulação e estruturação de chocolates; apresentar os principais desafios tecnológicos na busca de qualidade e estabilidade do produto final; e propor melhorias diante do presente cenário.

Inscrições gratuitas: workshopchoco@feq.unicamp.br

FOLHA DE SÃO PAULO DESTACA CONSERVAÇÃO PRODUTIVA DE CACAU

A Folha de São Paulo publicou  matéria com grande destaque na capa, em que retrata o projeto de retomada da autossuficiência do Brasil na produção de cacau em, no máximo, mais três safras. Esse foi o tema do Dia Internacional do Cacau, realizado na Ceplac esse ano, em que a Superintendência Regional entregou ao Ministério da Agricultura um projeto que detalha o caminho para esse objetivo.

O superintendente Juvenal Maynart vem destacando, desde que finalizou o Projeto Rio+20, que a autossuficiência é o próximo objetivo a ser alcançado pela lavoura nacional, com suporte da Ceplac: “É importante para o país não apenas pelos aspectos econômicos, mas também pela diminuição de introdução de novas doenças”, repete, em suas entrevistas.

Veja um trecho da matéria da Folha:

A vassoura-de-bruxa devastou plantações e colocou o Brasil na posição de importador de cacau. Agora, passados 23 anos do surgimento da praga, o país persegue o objetivo de atingir a autossuficiência a partir de 2017.

Uma das principais ações para cumprimento da meta acontece em Barro Preto, município localizado ao sul da Bahia (a 447 km de Salvador), numa parceria entre o governo federal e a fabricante mundial de alimentos Mars.

Por meio de pesquisas em desenvolvimento, eles pretendem elevar em 361,5% dos atuais 195 quilos, em média, para 900 quilos- a produtividade de cacau por hectare na região, famosa pela tradição de Ilhéus.

A crescente demanda de cacau pela indústria do chocolate é o principal fator para a reação, mas também estão em jogo a recuperação da economia e a manutenção da atividade dos cerca de 60 produtores de cacau brasileiros.

Somente na última safra (2011/2012), a procura por cacau exigiu a importação de pelo menos 80,4 mil toneladas da fruta. A produção nacional alcançou 245,4 mil toneladas, sendo a maior contribuição a da Bahia -63,6%.

Leia a matéria  completa em

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/65319-brasil-quer-fim-do-cacau-importado-em-5-anos.shtml

 

Produção de chocolate no Brasil cresce 4% no primeiro semestre

A produção de chocolate no Brasil no primeiro semestre de 2012 foi de 228.212 toneladas, 4,2 % a mais do que o mesmo período do ano passado, de acordo com o último balanço da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (ABICAB).

Com a crise internacional, o chocolate é um dos produtos brasileiros que estão mantendo o mercado interno aquecido. Reflexo disso, foi o consumo  em 2011 de 631 mil toneladas, 12,2% maior que no ano anterior (2010 – 562 mil toneladas).

O Brasil é o terceiro maior em consumo do mundo, sendo que cada brasileiro ingere, em média, pouco mais de 2,2 quilos de chocolate ao ano. Em 2011, isto resultou na venda de 390 mil toneladas de chocolate no País. Segundo a consultoria internacional Euromonitor, o mercado nacional de chocolates registra uma taxa de crescimento de 3,6% ao ano, contra uma média mundial de apenas 2%.

E  o que o  Sul  da Bahia  ganha com isso?

Nada,  já que continuamos produzindo  basicamente matéria  prima, o  cacau.

JEQUITIBÁ E CACAU, TUDO A VER

A imagem de um jequitibá derrubado em Camacan, no Sul da Bahia, correu o mundo

Matéria  veiculada  no programa Globo Rural mostrou o trabalho realizado pela Ceplac e pelo Instituto Cabruca para a preservação do Jequitibá, árvore-símbolo da região cacaueira.

A reportagem esteve em Ipiaú e Ubatã, nas fazendas Segredo e Boa Lembrança, onde técnicos da Ceplac faziam o trabalho de cadastramento das árvores, etapa inicial que vai fornecer dados para o georreferenciamento das árvores.

De acordo com Durval Libânio, presidente do Instituto Cabruca, o trabalho é importante porque busca preservar as árvores que são importantes para o cultivo do cacau, mas também garante a conservação de espécies nativas da Mata Atlântica ameaçadas de extinção.

“Além da sua importância para a lavoura, porque consegue compensar a falta de chuva, recicla nutrientes e contribui com matéria orgânica, as árvores da cabruca podem agregar valor à produção quando se observa a roça como um espaço produtivo. Podem ser utilizadas para atrair ecoturistas, para a prática de arborismo e mesmo para auxiliar na educação ambiental de crianças e jovens”, afirma Libânio.

O trabalho de cadastramento também vai servir como referência para o pleito de tombamento do Jequitibá como patrimônio natural, cultural e paisagístico do sul da Bahia.

A Ceplac desenvolve na região cacaueira do sul da Bahia o projeto Conservação Produtiva, que tem como objetivo gerar renda ao produtor e garantir a conservação de espécies nativas através do manejo adequado do espaço produtivo – observando os preceitos do desenvolvimento sustentável em seus aspectos econômicos, sociais e ambientais.

Link Globo Rural: http://g1.globo.com/economia/globo-rural/videos/t/edicoes/v/conheca-o-trabalho-de-preservacao-dos-jequitibas-na-zona-cacaueira-da-bahia/2091880/

 

Flor da Noite – Nana Caymmi, por Augusto Mariante

Projeto cria selo para comprovar sustentabilidade das plantações de cacau

Já está tramitando na Câmara dos Deputados o Projeto de lei 3665/12, do deputado federal, Félix Mendonça Júnior (PDT), que cria o Selo Verde para a lavoura do Cacau. A proposta é criar um Selo Verde Cacau Cabruca para assegurar a importância da sustentabilidade nas plantações nacional de Cacau. Esse sistema substitui a forma convencional de plantio, por uma cultura de cultivo sustentável.

Para obter esse Selo Verde, as fazendas cacaueiras deverão seguir alguns critérios, o principal é plantar o cacaueiro à sombra das Reservas Atlânticas, de modo que preserve a mata. Na Bahia estima-se q ue 70% da produção do cacau já seguem essa técnica de plantio. “Podemos atrair novos negócios em um mundo que consome cada vez mais influenciado por exigentes critérios sociais e ambientais, sem deixar de preservar as nossas reservas, que é o mais importante”, afirma Félix Júnior.

GEOGRAFIA, ECONOMIA E O CHOCOLATE CHECO

pequeno, caro. E tcheco!

Alguém sabe responder, de chofre, onde fica a República Tcheca?

Minha uma dúzia de dez ou onze leitores certamente terá alguma dificuldade pra responder que a República Tcheca fica na Europa Central e é um país originário da divisão da antiga Checoslováquia.

Mas isso aqui não é aula de geografia. É pra dizer que a Tcheca fabrica um chocolate chamado Nachfolger, produto fino, e obviamente, caro.

E sabe quantas amêndoas de cacau os tchecos produzem?

ZERO!

Enquanto isso, o Sul da Bahia, que produz as melhores amêndoas do mundo, se contenta a ser apenas fornecedor de matéria prima.

Mas, quem é esse blogueiro pra dar aula de economia?

CARGA DE CACAU COM INSETOS VIVOS ESTÁ LIBERADA

Insetor apavoram produtores, mas carga de cacau está liberada

Em nota oficial o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), informou que o laudo técnico firmado pelos pesquisadores da Ceplac, Kazui Yuri Nakayama e Adonias de Castro, que avaliaram a carga de 4 mil toneladas de cacau oriunda da África e destinada à Nestlé, – onde foram encontrados a presença de insetos vivos -, não conclui que seja uma praga de importância quarentenária para o Brasil por não ter chegado em nível de espécie.

O Ministério da Agricultura afirmou que após ser comprovada a eliminação de qualquer vestígio na carga, esta será liberada para uso pela empresa. E por precaução foi determinado o imediato tratamento da carga para evitar qualquer risco fitossanitário para a cultura cacaueira no Brasil.

 





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