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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘cacau’

Biofungicida Tricovab será lançado no Dia Internacional do Cacau

A Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira anuncia o lançamento do biofungicida Tricovab, uma das principais armas no combate à vassoura-de-bruxa e poderoso aliado no processo de retomada da produção e produtividade da lavoura de cacau na Bahia.  A apresentação oficial do produto será feita no Dia Internacional do Cacau, no próximo dia 16, quando serão explanados os benefícios do agente biológico.

O Tricovab é um agente natural, desenvolvido a partir do fungo Trichoderma stromaticum, antagônico ao Moniliophtora perniciosa, que provoca a vassoura. É uma solução desenvolvida pelos pesquisadores da Ceplac e  representa, além do controle biológico da vassoura-de-bruxa, a garantia da correção ambiental, já que até sua embalagem é biodegradável, não oferecendo riscos à saúde das pessoas nem ao meio ambiente.

“A Ceplac dá à sociedade uma resposta efetiva na questão da sanidade vegetal. Porém, muito mais que isso, com um produto ambientalmente correto, proporciona um ganho efetivo na relação meio ambiente/lavoura e, ainda, abre a possibilidade de aumento da renda do produtor, com a possível maior produtividade. Isso tudo vai gerar mais emprego no campo. Com esses fatores assegurados, estaremos garantindo a sustentabilidade do agronegócio cacau, em outra frente, para além das fronteiras do cacau-cabruca”, avalia o superintendente da Ceplac na Bahia, Juvenal Maynart.

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Ceplac comemora Dia Internacional do Cacau e consolida autossuficiência

A Ceplac comemora no dia 16 de junho, o Dia Internacional do Cacau. O tema deste ano será “Consolidando a autossuficiência com sustentabilidade”, numa referência ao sucesso do que foi proposto pelo órgão no ano passado – “Autossuficiência com sustentabilidade”.

O evento será realizado a partir das 9 horas, no auditório Hélio Reis (no Cepec), na sede regional da Ceplac, quilômetro 22 da rodovia Ilhéus-Itabuna.

O superintendente da Ceplac na Bahia, Juvenal Maynart disse que “a produção de cacau cresceu no país, especialmente na Bahia, o que praticamente garantiu a autossuficiência na produção de amêndoas para suprir a indústria em sua planta nacional. O objetivo agora é consolidar essa produção, sem esquecer da sustentabilidade, nos seus aspectos econômico, social e ambiental”.

 

Preço mínimo do cacau e sisal é debatido na Seagri

Em reunião com o secretário executivo do Ministério da Agricultura (Mapa), José Gerardo Fontelles, na manhã de terça-feira (21), o secretário estadual da Agricultura, Engenheiro agrônomo Eduardo Salles, reiterou a inclusão do cacau na Política de Garantia de Preço Mínimo (PGPM) da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A reunião aconteceu no gabinete da Secretaria da Agricultura (Seagri), em Salvador.

Salles reiterou pedido dos agricultores, para aumentar o preço mínimo do sisal, que hoje é de R$ 1,24, e a implantação da subvenção econômica direta, como já acontece com a cana. “Entendemos que o sisal é uma das culturas símbolo de resistência à seca, terrivelmente afetada pela pior seca dos últimos anos e precisa de um alento para recuperação da lavoura”, disse.

A subvenção, segundo o secretário, é um prêmio pago diretamente ao produtor que, no caso da cana-de-açúcar, o governo federal concede subsídio de 12 reais por tonelada de cana-de-açúcar para produtores afetados pela seca severa no Nordeste, região responsável por cerca de 10 por cento da produção brasileira. “A medida permite que o produtor aplique diretamente o recurso na lavoura, gerando aumento da competitividade”, explicou.

A inclusão do cacau no PGPM é também um dos pleitos dos produtores apresentados ao Mapa há cerca de um mês. Segundo Fontelles, para o preço mínimo, o critério utilizado é o custo variado de produção (semente, fertilizante), não entra nesse calculo os custos fixos, como terra. Segundo ele, “já existe um esboço sendo trabalhado no caso do cacau, mas no caso do sisal, no fundo será feito apenas uma atualização, porque já existe”, explicou.

Ainda segundo Fontelles, esta semana haverá uma conversa com a indústria para estimar a necessidade das processadoras e poder definir as tarifas de importação e o prazo do drawback, para o caso do cacau, com o objetivo de firmar um acordo entre o produtor e a indústria.

 

Ministério da Agricultura confirma inclusão do Cacau na política de preço mínimo da Conab

Próxima safra é estimada em 255 mil toneladas, 62,3%  na Bahia

 

O cacau será incluído na Política de Garantia de Preço Mínimo (PGPM) da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), conforme informou nesta segunda-feira (13) o secretário executivo do Ministério da Agricultura (Mapa), José Gerardo Fontelles, durante reunião na Câmara Nacional do Cacau, em Brasília, com o secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, diretores da Conab e da Ceplac, representantes da Associação de Produtores de Cacau (APC), Instituto Pensar Cacau (IPC), Federação da Agricultura do Estado da Bahia (Faeb), de sindicatos e do território de identidade. O valor será definido até o final dessa semana, e o anúncio será feito pela presidente Dilma Rousseff, no lançamento do Plano Safra.

Atendendo ao pleito dos produtores e do governo baiano, o Mapa concordou e a estimativa de safra do cacau já está sendo feita pela Conab, com metodologia da Ceplac. De acordo com Helinton José Rocha, diretor geral da Ceplac, a previsão é que a próxima safra brasileira de cacau atinja a marca de 255 mil toneladas, sendo 179 mil toneladas (62,3%), produzidas na Bahia.

A inclusão do cacau na PGPM atende a um dos pleitos dos produtores apresentados ao Mapa há um mês, quando o secretário Eduardo Salles e representantes dos produtores estiveram em Brasília, discutindo alternativas para o cacau. Entre as reivindicações apresentadas estavam, além da PGPM, a solicitação para que a Conab realizasse a estimativa de safra do cacau, em conjunto com a Ceplac, maior fiscalização sanitária nas importações, a taxação de amêndoas e produtos derivados do cacau importados, e a redução do prazo do drawback.

Para o secretário Eduardo Salles, essas conquistas são importantes para a cacauicultura brasileira. Agora, com a estimativa de safra sendo feita pela Conab, segundo disse Fontelles, o governo vai conversar com a indústria para estimar a necessidade das processadoras e poder definir as tarifas de importação e o prazo do drawback. O objetivo é chegar a um acordo entre o produtor e a indústria.

Em relação às questões sanitárias, o diretor de Defesa Vegetal do Mapa, Cosam Coutinho, informou que o ministério vai rever as Análises de Risco Para Amêndoas Fermentadas de Cacau (ARPs), para os países exportadores Gana, Costa do Marfin e Indonésia, feitas há mais de dez anos.

Para fazer a revisão o Mapa vai constituir um Grupo de Trabalho (GT), composto por um representante da Ceplac e dois do ministério, mas o secretário Eduardo Salles solicitou a inclusão da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab). Os representantes dos produtores reivindicaram a participação da Associação Nacional de Ervas Daninhas no GT.

O prazo máximo para que as novas ARPs estejam prontas é de seis meses. O objetivo é propor e ajustar requisitos para proteger a cacauicultura brasileira.

 

Porto de Ilhéus recebe nova carga de cacau importado de Gana

produtores protestam, mas importação de cacau continua

Uma nova carga de cacau, importado de Gana, com mais de 3 mil toneladas de amêndoas chegou ao Porto do Malhado em Ilhéus.

De acordo com  Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba), que administra o porto, a carga ainda não foi liberada para descarga, pois não passou por todos os tramites legais e comuns em caso de importação.

A carga é destinada a Nestlé. (fonte: Mercado do Cacau)

 

Cacau no Globo Reporter: um super alimento

Direito e Chocolate. Data vênia, isso dá sabor

Marly e os chocolates que desafiam qualquer regime

O Fórum Brasil de Direito, que termina hoje no Centro de Convenções de Ilhéus e que reúne cerca de 1200 pessoas, é um espaço para a discussão de grandes temas da área jurídica.

Mas é também a chance de degustar uma das maravilhas do Sul da Bahia, o chocolate caseiro produzido por Marly Britto em Itacaré. Num estande oferecido pela Multipla, organizadora do evento, Marly expõe e comercializa vários tipos de chocolate, um mais delicioso que o outro.

Data vênia, é um desafio a qualquer regime.

O amargo sabor do chocolate

O lado negro do chocolate é documentário produzido pelo jornalista dinamarquês Miki Mistrati. Ele decidiu investigar a origem do cacau que abastece grandes multinacionais, como Barry Calebaut, Nestlé e Mars. A maior parte da produção de cacau é originária do continente africano.

Gana, Mali e Costa do Marfim são países visitados pelo jornalista. O documentário revela, além da trabalho escravo infantil, o tráfico de crianças em Mali. Elas são vendidas a fazendeiros de cacau. O documentário tem pouco mais de 45 minutos e revela o lado obscuro da produção de cacau na África. E parte dessa produção abastecia/abastece a indústria moageira e de chocolate no Brasil.

Câmara Setorial do Cacau discute futuro da lavoura no Sul da Bahia

O que a cacauicultura quer para o futuro? Essa é a questão que todos os elos da cadeia produtiva do cacau discutiram nesta sexta-feira (15), em Ilhéus, na sede do Sindicato Rural, iniciando o processo de elaboração do Plano Estadual do Cacau, que deverá ser lançado ainda este ano pela Câmara Setorial Estadual do Cacau. Ao abrir a reunião da Câmara, o secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, afirmou que “nós queremos um plano operacional do setor, feito de baixo para cima, com ações imediatas e de médio e longo prazo, com a cumplicidade de todos os segmentos da cadeia, colocando as responsabilidades de cada um, como já fizemos com a cadeia da borracha natural e estamos realizando com a cadeia do leite”.

Salles destacou que “pela primeira vez reunimos todos os segmentos do cacau, congregando pessoas que pensam diferente, mas todas com o objetivo de buscar futuro melhor para o cacau, e esse fato é extremamente importante”. Ele explicou que “não será um planejamento feito pelo governo, mas pela sociedade organizada, que vai cobrar dos governantes seu cumprimento, de modo que quem assumir no futuro a pasta da Agricultura não poderá ignorar o plano.

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Conab pode incluir cacau na política de preço mínimo

O secretário executivo do Ministério da Agricultura (Mapa), José Carlos Vaz, afirmou nesta sexta-feira (8), em Brasília, o ministério é favorável à inclusão do cacau na Política de Garantia de Preço Mínimo (PGPM) da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), e garantiu que vai defender a proposta junto ao Conselho Ministerial, que deverá encaminhar o assunto ao Conselho Monetário Nacional (CMN), a quem caberá criar a PGPM do cacau. Ele disse ainda que a Conab vai estudar a comercialização do cacau atrás da Política de Aquisição de Alimentos (PAA), sinalizando ainda com a possibilidade da Conab realizar a estimativa de safra do cacau, em conjunto com a Ceplac. O diretor da Conab, Sílvio Porto, também mostrou-se favorável ao cacau na PGPM, e relatou que na semana passada o governador Jaques Wagner havia ligado para o Ministro, apresentando essa demanda.

Esses foram alguns do encaminhamento feitos pelo secretário executivo do Mapa no encerramento da reunião realizada na sede do Mapa, com a presença de todas as instituições representativas da cacauicultura. “Foi a reunião mais produtiva na história do cacau no Mapa”, disse o secretário estadual da Agricultura (Seagri), engenheiro agrônomo Eduardo Salles, também presidente do Conselho Nacional de Secretários de Agricultura (Conseagri), acrescentando que no encontro foram debatidos os assuntos mais relevantes da cultura do cacau.

Salles historiou a questão do cacau no País, e detalhou as principais demandas da cacauicultura baiana, entre elas a maior fiscalização sanitária nas importações, a estimativa de safra do cacau feita pela Conab, com a metodologia da Ceplac, a inclusão da amêndoa na Política de Garantia de Preço Mínimo (PGPM) da Conab, a taxação de amêndoas e produtos derivados do cacau importados, e a redução do prazo do drawback.

Em relação às questões sanitárias, José Carlos Vaz disse que, apesar do déficit de fiscais, os órgãos responsáveis por esse setor seriam cobrados a aplicar as normas legais com mais rigor. Ele entende também, na questão do drawback, que o prazo de dois anos é inconcebível e que cabe revisão. Ele afirmou que o assunto será levado à Câmara de Comércio Exterior (Camex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

De acordo com Vaz, é também possível se questionar na Organização Mundial do Comércio (OMC) pautas ambientais e trabalhistas nos países que exportam cacau para o Brasil.

Em relação a novos créditos para a cultura do cacau, José Carlos Vaz disse que depende da previsibilidade de renda do produtor, o que somente poderá ser definido depois de resolvidas as questões debatidas nesta reunião. A avaliação das questões encaminhadas nesta sexta-feira será feita em nova reunião, daqui a três ou quatro semanas.

Além do secretário Eduardo Salles, do secretário executivo do Mapa, e do diretor da Conab, participaram da reunião o secretário de Relações Internacionais do Mapa, Célio Brovino Porto; o diretor geral da Ceplac, Heliton Rocha; o diretor de programa da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA/Mapa);  Ricardo Cavalcanti, o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal (DSV/SDA/Mapa), Cósam de Carvalho Coutinho; Maria Angélica Anunciação, presidente da Central de Cooperativas da Agricultura Familiar; Guilherme Moura, vice-presidente da Faeb; Eduardo Costa, representando a CNA; Guilherme Galvão Pinto, presidente da Associação de Produtores da Cacau (APC); Henrique Almeida, presidente do Instituto Biofábrica de Cacau; Hidelgrado Nunes, secretário de Agricultura do Pará; Milton Andrade, presidente do Sindicato Rural de Ilhéus, e Agdo Muniz, presidente do Instituto Pensar Cacau (IPC).

 





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