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DILMA ABRE ASSEMBLÉIA GERAL DA ONU
A presidente Dilma Rousseff fará amanhã(25) em Nova York o discurso de abertura da 67ª Assembleia-Geral das Nações Unidas. Ela está acompanhada dos ministros Antonio Patriota (Relações Exteriores), Aloizio Mercadante (Educação), Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Indústria e Comércio), Aguinaldo Ribeiro (Cidades), Helena Chagas (Secretaria de Comunicação Social) e do assessor para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia.
Esta será a segunda participação de Dilma na abertura da conferência. A presidenta deverá abordar temas como crise financeira, meio ambiente e Oriente Médio.
Escritor sulbaiano debate obra de Jorge Amado na Festa Literária Internacional de Cachoeira
O jornalista e escritor sulbaiano Daniel Thame é um dos convidados da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), que acontece de 17 a 21 de outubro no Recôncavo Baiano. Este ano, a Flica fará homenagens aos centenários de Nelson Rodrigues e Jorge Amado. Autor dos livros “Vassoura”, “A Mulher do Lobisomem” e “Jorge100anosAmado- tributo a um eterno Menino Grapiuna”, editados pela Via Litterarum, Thame participa, no dia 20, de uma mesa redonda com o tema “Jorge Amado e os contextos de Terras do Sem Fim e Gabriela”, ao lado da escritora norte-americana Mary Ann Mahony.
Entre os convidados para a Flica 2012 estão confirmados escritores do Brasil, Estados Unidos, Espanha, Portugal, Angola, Nigéria e Togo. A filha de Nelson Rodrigues, Sonia Rodrigues, participa da mesa redonda em homenagem ao pai. A Flica será realizada no Convento do Carmo e terá ainda espaços como Casa da Rede, Varanda do Sesi e Pouso da Palavra.
A Flica tem o patrocínio da Coelba e Governo do Estado da Bahia (através do Fazcultura, Secretaria de Cultura, Secretaria da Fazenda) e Petrobras, e apoio da FIEB/SESI e Bahiatursa, apoio institucional da Prefeitura de Cachoeira, e realização da Putzgrillo! Cultura e Icontent.
Veja o link da Flica 2012 com a programação completa em www.flica.com.br
Flamengo tem maior torcida do mundo, aponta pesquisa
O Flamengo tem a maior torcida do mundo, de acordo com pesquisa feita pelo instituto argentino Gerardo Molina-Euromericas e divulgada nesta segunda-feira pela imprensa local.
De acordo com a pesquisa, o Flamengo tem 39,1 milhões de torcedores pelo mundo todo, superando Chivas (33,8 milhões) e América (29,4 milhões), ambos do México, que são segundo e terceiro colocados, respectivamente.
O Corinthians vem em quarto, com 28 milhões de torcedores espalhados pelo mundo, de acordo com o estudo. A pesquisa aponta ainda o Boca Juniors como o time que possui maior torcida dentro de um país se comparada às dos rivais. Ele é o time preferido de 46,8% dos argentinos. O Flamengo, por exemplo, é o time preferido de 25% dos brasileiros.
A pesquisa foi feita por consultorias contratadas no Brasil, Argentina, México, Espanha, Alemanha, Itália, Inglaterra, Portugal, França, Holanda e Japão. (do UOL)
ONZE CONTRA DOIS. E AINDA TERMINOU EMPATADO
Rádio Difusora Oeste, Osasco (SP), 1985. Para quem trabalha em radio pequena, cobrir uma partida da Seleção Brasileira é a glória. Assim, até um jogo mulambento entre Brasil e Bolívia no Estádio do Morumbi, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 86, no México, ganhava ares de decisão.
O Brasil, dirigido pelo saudoso Telê Santana, já estava classificado e o time era recheado de jogadores do São Paulo, como Oscar, Silas, Careca, Muller, Sidney e um Falcão já em fase outonal. Enfim, a velha e boa média com a sempre exigente torcida paulista.
Para nós da aguerrida Difusora Oeste, era a chance rara de poder contar (como estou contando aqui) que cobrimos um jogo da Seleção Brasileira. Grande m…, dirão alguns, diante da maneira como o nosso time nacional foi banalizado e transformado em mercadoria para as nikes e cbfs da vida. Mas, naquele tempo a Seleção ainda era uma instuição quase sagrada.
A equipe da rádio para o jogo em questão tinha Alceu de Castro na narração, Carlos Roberto nos comentários e eu como repórter de pista. Os “famosos quem?”.
Alceu era um sujeito simplório, vindo do interior, que adorava imitar o Fiori Giglioti. Sem muito estudo, quando cismava com uma palavra bonita usava toda hora, mesmo que ela não fizesse o menor sentido na transmissão.
Ao receber a escalação da Bolívia, com aqueles nomes todos em espanhol, parecia que Alceu havia se deparado com a escalação de um time grego ou polonês, com seus nomes impronunciáveis.
Vendo a dificuldade do narrador, Carlos Roberto passou dica:
-Ô Alceu, pega uns cinco ou seis nomes mais fáceis e toca a transmissão numa boa.
Alceu acatou a sugestão, mas talvez empolgado por estar narrando um jogo da Seleção Brasileira, em vez de cinco ou seis, ele só guardou o nome de dois jogadores da Bolívia: Garcia e Vaca.
E era um tal de “Garcia toca para Vaca”, “Vaca lança para Garcia”, “Vaca faz falta feia em Careca”, recheados pelo “bola com o número 8”, “olha o número 5 avançando pela ponta”. E a gente sem querer ou poder “escalar” mais alguns jogadores da Bolívia, com medo de que Alceu chutasse o pau da bandeira e a transmissão desandasse de vez.
O fato é que, jogando “só” com Garcia e Vaca, a Bolívia encarou o Brasil de igual para igual e arrancou um heróico empate em 2×2. Naquele tempo, empatar com o Brasil merecia o apodo “heróico”. Hoje, até Venezuela ganha da gente sem que Hugo Chavez decrete feriado nacional.
Encerrada a transmissão, fomos todos tomar nosso fogo paulista (uma mistura de cachaça com groselha, verdadeira bomba, mas era o que o orçamento minguado permitia) em paz.
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Tempos de fogo paulista, pão com mortadela, calça velha azul e desbotada (porque só tinha uma). Não parecia, mas éramos felizes e só viríamos saber bem depois.
NEYMAR REI? OS MEXICANOS CURTIRAM ISSO…
Tira a coroa e coloca o sombrero.
Mais uma vez o sonho da medalha ouro olímpica no futebol vai para o espaço. A seleção do endeusado Neymar perdeu do México por 2×1 e ficou com a medalha de prata.
E, de novo, Neymar fracassou num jogo decisivo, embora não possa carregar nas costas a culpa pela derrota.
O problema é a mania de parte da nossa midia em transformar craques ou meras promessas em gênios da bola.
Neymar, por enquanto, é craque. Rei, só mesmo no marketing, que nisso ela bota o Messi, esse sim um gênio, no chinelo. Ou no salto alto, vá lá que seja.
E mais: Mano Menezes já era.
Insistir com ele, é perder de véspera a Copa de 2014 no Brasil.
ELEIÇÃO NÃO É CONCURSO DE MISS
Entra eleição, sai eleição e em Itabuna repete-se como mantra: “vou votar no candidato tal porque ele é simpático”. O quesito competência passa longe na hora em que o dedo, acionado pelo cérebro (seria?) aperta a tecla sim e confirma o voto.
Vota-se muito mais com a emoção do que com a razão e o resultado se vê nos quatro anos seguintes. O sujeito se elege, continua bonachão, mas administrar que é bom, deixa isso pro cara do cafezinho ou a moça da limpeza.
O problema que eleição não é concurso de miss e muito menos escolha de missa simpatia.
Exemplo real: Dilma Rousseff está longe de ser um primor de simpatia, apesar no trato no visual. É sim uma gerente, que encarou o desafio de substituir o mito Lula e está se saindo melhor do que a encomenda.
Portanto, menos atenção no sorriso colgate e mais na capacidade administrativa, que isso aqui não é província de fim de mundo e sim uma cidade metrópole.
PORTO, QUE PORTO?
O vice-prefeito Antonio Vieira, homem sério a ponto de ter deixado o comando da Secretaria de Saúde por, segundo ele, não compactuar com ´pecadões´, cometeu um pecadilho ao justificar a ausência do prefeito Capitão Azevedo na audiência pública do Porto Sul em Itabuna.
Vieira alardeou que Azevedo, naquele momento, estava viajando para trazer obras para Itabuna.
A menos que o fechamento da composição com o PMDB para as eleições municipais seja uma grande obra para Itabuna, verdadeiro motivo da ausência do capitão-prefeito, Vieira ancorou no porto errado. Ou jogou pra torcida.
E olha que Itabuna, maior pólo comercial e prestador de serviços do Sul da Bahia, será um dos municípios mais beneficiados com o empreendimento.
Se o cara do cafezinho ou a moça da limpeza apareceram na AABB, não se manifestaram.
CEPLAC, RIO+20 E A VELHA MENTALIDADE OBTUSA
A presença da Ceplac/Sul da Bahia na Rio+20, com a apresentação do projeto de Conservação Produtiva de Cacau, deveria ser motivo de orgulho.
Mas há quem, escancaradamente, torça contra e reze com as mãos contritas para que tudo não passe de balela, propaganda enganosa, espuma.
Repete-se, no caso da Ceplac na Rio+20 e velha mania grapiuna de gastar dois reais para que outra pessoa não ganhe um real, tese espetacularmente cunhada por Helenilson Chaves, ele mesmo tantas vezes vítima de desse (mau) hábito.
BAIÃO DE TRÊS
Como era previsível, aquela profusão de pré-candidatos a prefeito de Itabuna na virada de 2011 para 2012 vai trombando com a realidade.
Passado o barulho dos fogos e o som do forró junino, quando a oncinha se apresentar para beber água na fonte, sobrarão apenas quatro ou cinco candidatos no páreo, dois deles com chances reais e um na cota do imprevisível, o que aliás ocorreu em 2008.
Enfim, quando o jogo é jogado, o seu Zé da Padaria volta pra padaria, o seu João da Farmácia volta pra farmácia e o seu Mané do Açougue volta pro açougue.
QUEM PASSA PELA PENEIRA?
Diante da sucessão de escândalos na Câmara de Itabuna, numa das mais vergonhosas legislaturas daquela nem tão gloriosa casa de leis, a pergunta é: quem passará pela peneira das urnas e renova o mandato?
Serão 19 e não mais 13 as vagas em disputa.
A resposta está menos com os caros edis e mais com os caros (às vezes no sentido literal) eleitores.
NEYMAR AINDA É ZAROLHO EM TERRA DE CEGO
Neymar é sim um fora de série, mas ainda não atingiu o estágio de Lionel Messi, apesar do ufanismo dos galvãosbuenos da mídia.
Nas vezes em que foi efetivamente testado na seleção brasileira, como na Copa América e nos recentes amistosos contra México e Argentina, sumiu em campo.
Neymar deita e rola no futebol brasileiro, essa terra de cegos da bola. Inquestionável.
Mas, embora tenha potencial pra isso e provavelmente chegará lá, ainda não é um craque planetário.
Messi já é.
CHARGE DA SEMANA
FRASE DA SEMANA
“Vocês ficam aí preocupados com uns caranguejinhos, umas tartaruguinhas, uma plantinhas e o povo sem emprego, passando fome. Vamos deixar de viadagem, que nós precisamos mesmo é que comecem as obras é do Porto Sul”.
Do produtor rural Marcelo Abrantes, durante a audiência pública do Porto Sul em Uruçuca, sutil como um tubarão em praia de lambaris, arrancandorisos da platéia.
CALA A BOCA GALVÃO!
Brasil 3×4 Argentina, um show de Messi, com Neymar tendo o privilégio de assistir de dentro do campo.
E vamos parar com essa patriotada de comparar o craque brasileiro ao gênio argentino.
Simplesmente porque, por ora, não há comparação.
Veja os gols e se não aguentar o Galmalavão abaixe o audio
O BRASIL DÁ CHAPÉU, O MÉXICO VENCE
Uma sequencia de quatro chapéus em menos de dez minutos e um gol inacreditavelmente perdido por Alexandre Pato. E mais nada.
A seleção brasileira ficou o México jogar e o 2×0 pros mexicanos ficou de bom tamanho.
Neymar não foi nem sombra do Neymar do Santos e o Brasil viu cair uma invencibilidade de dez jogos.
A derrota tem um lado positivo: baixa a bola do ufanismo que já aflorava após vitrórias fáceis contra seleções meia-boca da Dinamarca e dos EUA.
Sábado que vem o Brasil pela a Argentina, de Lionel Messi.
“Comissão da Verdade e Lei de Acesso fortalecem a cultura da transparência no Brasil”, diz Pinheiro
O senador Walter Pinheiro (PT-BA) participou da instalação e posse dos sete integrantes da Comissão da Verdade pela presidente Dilma Rousseff. O grupo terá dois anos para apurar violações aos direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988, período que inclui a Ditadura Militar.
Para Pinheiro, a unidade e o espírito de grupo do colegiado elencado por Dilma tem toda a condição de realizar o trabalho de esclarecer as violações de direitos humanos praticadas no período de 1946 até a data da promulgação da Constituição de 1988.
“A escolha feita pela presidente Dilma Rousseff preenche os requisitos e legitima o grupo para mais esta etapa da história brasileira, sem qualquer espírito de revanche e, sim, com autoridade.




















