:: ‘brasil’
A Mídia Pistoleira e o ´tá bom, mas tá ruim´
A economia brasileira criou mais vagas de trabalho no mês passado do que o maior PIB do mundo; mas enquanto nos Estados Unidos do presidente Barack Obama análises saúdam resultado “acima das expectativas”, no Brasil da presidente Dilma Rousseff a ordem na mídia tradicional é ser estraga prazer.
“Trata-se do pior resultado para o mês desde 2009”, frisa notícia do site G1. O portal das Organizações Globo esconde que, nos últimos doze meses, foram criados 1.087.410 postos formais de trabalho, com crescimento de 2,79% em comparação com período anterior.
O Brasil vai superando acrise, mas a Midia Pistoleira não disfarça que torce contra o País.
Brasil é o terceiro país do mundo em assassinato de jornalistas
O Brasil é o terceiro país com o maior número de jornalistas assassinados no exercício da profissão em 2013, de acordo com a Press Emblem Campaign. Foram registradas quatro mortes neste ano. Com sede em Genebra, a entidade defende a criação de regras internacionais para proteger profissionais de imprensa em zonas de guerra. O Paquistão lidera o ranking, com nove profissionais mortos em 2013 no país.
O dia 3 de maio foi proclamado em 1993 pelas Nações Unidas (ONU) como o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Vinte anos depois, o secretário-Geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, conclamou todos os países para agir em proteção dos jornalistas. Ele disse que a liberdade de imprensa não é automática, mas requer a “criação de um ambiente seguro para o diálogo, onde jornalistas podem trabalhar sem medo de represálias”. De acordo com Irina Bokova, diretora-Geral da UNESCO (braço da ONU para educação, ciência e cultura), mais de 600 jornalistas foram mortos nos últimos 10 anos enquanto faziam reportagens e 90% dos casos não resultam em condenação
Microsoft aposenta o MSN a partir de hoje
Depois de anunciar fim do Windows Live Messenger (anteriormente conhecido como MSN) em fevereiro, chegou a hora de a Microsoft aposentar definitivamente o serviço de mensagens instantâneas: ele acaba nesta terça (30) no Brasil.
É o fim do bate-papo on-line mais popular do mundo. A partir de quarta-feira, quem quiser continuar usando a rede da Microsoft para se comunicar deverá migrar para o Skype, adquirido pela empresa por US$ 8,5 bilhões em maio de 2011.
Os usuários que aderirem ao não perderão os contatos do MSN. Para encontrá-los, basta fazer o download da versão 6.0 ou superior do software e entrar com a conta do Messenger. Também será possível unificar ambas as contas em uma só lista.
Enquanto isso, a Midia Pistoleira alardeia o caos: desemprego tem a menor taxa para março em 12 anos, diz IBGE
O índice de desemprego no Brasil em 5,7% em março, nível similar à registrada em janeiro (5,4%) e fevereiro (5,6%) deste ano, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (25) pelo IBGE.
Foi a menor taxa para o mês desde o início da série do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2002. Em março do ano passado, ela havia ficado em 6,2%.
O resultado foi melhor que o esperado pelo mercado. Mediana de 25 previsões feitas por analistas consultados pela agência de notícias Reuters previa uma taxa de 5,9% em março, com as estimativas variando de 5,7% a 6,1%.
O total de pessoas desocupadas nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE –Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo– foi estimado em 1,373 milhão, recuo de 8,5% em relação a março de 2012 e alta de 1,2% em relação a fevereiro deste ano.
Já o contingente de pessoas ocupadas nas principais regiões metropolitanas do país atingiu 22,922 milhões, alta de 1,2% ante março de 2012 e leve queda de 0,2% em relação a fevereiro.
O emprego com carteira de trabalho assinada cresceu 2,8% na comparação com março de 2012 e retraiu 0,5% ante fevereiro.
What is that, companheiro? Lula terá coluna no New York Times
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá uma coluna mensal que que será distribuída pela agência do New York Times. Segundo o Instituto Lula, a coluna vai tratar de política e economia internacional, e de iniciativas de combate à fome e à miséria no mundo.
O acordo foi assinado na segunda-feira, em reunião com o diretor-geral do serviço de notícias do New York Times, Michael Greenspon, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, onde o ex-presidente foi para receber o prêmio “Em Busca da Paz”, oferecido pelo International Crisis Group. (de O Globo)

Sou de uma geração em que, na imensa e empobrecida periferia da Grande São Paulo naquela virada dos anos 70 para os anos 80, o sonho (além de mudar o mundo, na porrada se fosse preciso) era chegar a Machu Pichu e Cuzco, no Peru, Meca dos Mochileiros de nuestra América.
Para isso, bastava uma calça velha azul e desbotada, duas ou três camisas Hering, o dinheiro necessário pra não passar fome e disposição pra encarar trens decadentes, carrocerias de caminhão, ônibus poeirentos e intermináveis caminhadas à pé. Tudo pra poder contemplar o mundo do alto daquelas montanhas imortais.
Sonhávamos muito e nos contentávamos com pouco. Na estrada, adquiria-se um senso de companheirismo e de solidariedade que era inoculado no nosso caráter, para sempre.
Hoje, na sociedade movida a aparência, muitos jovens querem roupas de grife, carros do ano, baladas se possível todos os dias e dinheiro para gastar sem se preocupar com o café da manhã do dia seguinte. Tudo ao mesmo tempo, tudo sem o menor esforço.
E aí, quando nos deparamos com o caso de duas jovens baianas de classe média envolvidas com o submundo em troca de uma vida de pequenos luxos, fazemos cara de surpresa.
Não deveríamos fazer. Enquanto imperar o Deus Consumo, episódios como esse se tornarão cada vez mais comuns.
Uma geração que, de tão apressada, nem se permite sonhar.
E cá pra nós, perder a capacidade de sonhar, dos sonhos simples aos sonhos impossíveis, é mergulhar no abismo.
Daniel Thame
O Dia que durou 21 anos
O filme O Dia que durou 21 anos, dirigido por Camilo Tavares, em parceria com o ex-guerrilheiro Flavio Tavares, mostra a influência do governo dos Estados Unidos no Golpe de Estado no Brasil em 1964. A ação militar que deu início a ditadura contou com a ativa participação de agências como CIA e a própria Casa Branca.
Com documentos secretos e gravações originais da época, o filme mostra como os presidentes John F. Kennedy e Lyndon Johnson se organizaram para tirar o presidente João Goulart do poder e apoiar o governo do marechal Humberto Castelo Branco.
Imperdível para quem quer conhecer os bastidores dos anos de chumbo e a ingerência aberta dos EUA em nações democráticas.
Veja o trailer do filme.













