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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘diabetes’

Curso de Medicina da UNEX Itabuna promove debate sobre Diabetes

Aconteceu  uma mesa redonda promovida pelo curso de Medicina da Unex – Faculdade de Excelência de Itabuna sobre o Diabetes, uma doença que afeta cerca de 16 milhões de brasileiros. A programação gratuita, realizada de 09h às 12h, teve como tema “Diabetes e suas relações” e aconteceu na unidade de Medicina da instituição, contando com a presença de cerca de 50 participantes entre alunos, professores, profissionais da saúde e convidados.

A conversa teve o objetivo de apresentar múltiplas perspectivas, abordando a doença e as complicações nos sistemas cardiovascular, renal e oftalmológico, e contou com a participação de renomados especialistas, interagindo com os estudantes e convidados e esclarecendo dúvidas.

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Tecnologia Cubana na área de diabetes será transferida para Saúde da Bahia

reunião saude cubaUm acordo de transferência de tecnologia de produção de medicamentos e gerenciamento de saúde na área de diabetes mellitus foi alinhado entre representantes governamentais de Cuba e o Secretário Estadual da Saúde Fábio Vilas-Boas, em visita oficial àquele país, nesta terça-feira (03).

De acordo com o Secretário Fábio Vilas-Boas, o Governo de Cuba desenvolveu um dos mais bem sucedidos projetos de controle do diabetes e de suas complicações, que incluem amputações e cegueira, em todo o mundo. Segundo Vilas-Boas, o projeto de parceria com o Governo cubano é fruto de reuniões iniciadas pelo Governador Rui Costa em visita oficial ao país em 2017 e sequenciadas pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) e Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma).

Uma molécula desenvolvida pelo Centro Cubano de Engenharia Genética e Biomolecular (CIGB) é capaz de aumentar a circulação de sangue nas pernas e pés afetados pela doença vascular do diabetes, evitando assim a amputação que afeta 4.500 baianos por ano. O medicamento está em fase final de aprovação regulatória do Brasil, sendo a Bahiafarma, junto com a Fiocruz Biomanguinhos, os primeiros laboratórios a aplicarem o novo fármaco no país.

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Diabetes e doença renal: alto índice glicêmico pode afetar a saúde dos rins

diabetes rins

Karina Lins

Você sabia que os rins são uma espécie de filtro no corpo humano, compostos por milhões de vasinhos sanguíneos (capilares)?

Pois bem, o diabetes pode trazer danos a esses capilares, afetando sua capacidade de filtragem. “Isso faz com que substâncias tóxicas que deveriam ser descartadas pela urina acumulem no organismo e outras úteis, como as moléculas de proteína, acabem sendo eliminadas”, afirma a médica endocrinologista do Plansul, Dra. Thaíse Borges.

Dra. Thaise Borges

Dra. Thaise Borges

A nefropatia diabética resulta da longa exposição à glicemia elevada, associada ao mau controle da pressão arterial, dos níveis do colesterol, do hábito de fumar e também de fatores genéticos. Na fase inicial da nefropatia diabética, aparecem pequenas quantidades de proteína na urina (microalbuminúria). “Se a complicação foi diagnosticada precocemente, um controle glicêmico bem rigoroso pode reverter o quadro ou, pelo menos, impedir que ele evolua para doença renal terminal”, diz.

Caso o diabetes continue descontrolado, ocorre piora da filtração renal, podendo ocorrer elevação da pressão arterial e evolução para macroalbuminúria. “A doença não costuma apresentar sintomas. Muitos pacientes, no entanto, notam que a urina passa a ficar espumosa. À medida que a quantidade de proteína na urina aumenta, ocorre uma diminuição da quantidade de proteína no sangue, resultando em retenção de líquido, edema nas pernas e aumento das micções à noite”, explica. Contudo, a médica comenta que mesmo na fase assintomática da Doença Renal Crônica, em que a pessoa está aparentemente saudável, o risco de morte prematura de causa cardiovascular é maior, independente do grau de comprometimento renal.

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Jovens cientistas desenvolvem método para combater a diabetes com casca de fruta

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No Brasil, cerca de 12,5 milhões de pessoas sofrem com a diabetes. Em busca de diminuir este índice, estudantes do Curso Técnico em Química do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano (IF Baiano), localizado em Catu, iniciaram pesquisas para utilizar uma fruta típica do extremo sul baiano, o mangostão, para tratar a doença. Neste 8 de julho, dia em que se comemora o Dia da Ciência e do Pesquisador Científico, este trabalho estreia a nova série da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), intitulada “Bahia Faz Ciência”, que vai divulgar, semanalmente, assuntos relacionados ao cenário científico da Bahia.

cie 2A ideia de utilizar o fruto como alternativa para o tratamento da diabetes partiu de um credo popular de que a mesma é benéfica para diminuir o açúcar no organismo. Segundo o orientador do projeto, o professor Saulo Capim, foi em uma feira, na cidade de Ilhéus, que surgiu o interesse sobre o alimento. “Ao ver o mangostão pela primeira vez, a vendedora me informou que várias pessoas consomem a infusão da casca. Depois, descobri que nos países asiáticos, a população costuma utilizar o fruto para tratar várias doenças”, contou.

A investigação logo constatou que o mangostão possui alto valor de pectina, substância que ajuda a eliminar colesterol e açúcar do organismo. Mas a questão era, como transformar essa matéria prima em um alimento acessível e prático para consumo? A solução foi criar uma farinha a partir da casca do fruto. “Cerca de 80% do peso do mangostão está na casca, que geralmente é descartada. Ao ser reutilizado, o material pode ser considerado sustentável, uma vez que não será depositado no meio ambiente. Além disso, a farinha pode ajudar no tratamento de quem tem diabetes ou auxiliar, de forma preventiva, as pessoas que fazem parte do quadro de risco”, destacou.

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Cacau pode ajudar no tratamento do diabetes

cacau (3)

Um composto presente no cacau, base para um dos maiores “inimigos” da dieta, o chocolate, poderá ser usado para o tratamento justamente de quem deve evitar o açúcar: os diabéticos. O efeito inusitado foi detalhado por pesquisadores da Universidade Brigham Young, nos Estados Unidos, na última edição do Journal of Nutritional Biochemistry. Segundo os autores, os monômeros de epicatequina ajudam na produção de insulina, cuja ação é comprometida em decorrência da doença metabólica.

Cacau (3)
No diabetes tipo 2, o corpo para de produzir insulina ou não processa adequadamente o açúcar ingerido. O problema ocorre por um colapso das células beta, responsáveis pela produção do hormônio. Segundo Jeffery Tessem, um dos autores do estudo, as produtoras de insulina funcionam melhor e ficam mais fortes quando se aumenta a quantidade de monômeros de epicatequina no corpo. “Eles tornam mais fortes a mitocôndria nas células beta, o que produz mais ATP (fonte de energia de uma célula), resultando em maior liberação de insulina”, resume o também professor de nutrição, dietética e ciência alimentar na universidade norte-americana.

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Planserv promove palestra sobre a relação entre diabetes e saúde ocular

olhos-e-diabetes“Seus Olhos e o Diabetes” é o tema da palestra que vai marcar a celebração do Dia Mundial do Diabetes, promovida pelo Centro de Diabetes e Obesidade (CDO) do Planserv no dia 16 de novembro a partir das 8:30 horas. Aberto aos beneficiários da Assistência à Saúde dos Servidores Públicos Estaduais, o evento tem como objetivo alertar sobre a necessidade de prevenção e cuidados para o paciente diabético. Interessados em participar devem dirigir-se no dia do evento ao SAC Servidor, que fica no Multishop Boca do Rio (Av. Octávio Mangabeira, 6929).

A palestra que será proferida pela Endocrinologista do CDO, Drª Carla Daltro, abordará a retinopatia diabética, principal causa de cegueira do mundo, além de outras implicações do Diabetes. “Muitas pessoas não sabem que têm a doença, mas quando aparecem as complicações decorrentes dela, que podem ser oculares, renais, cardiológicas, neurológicas, entre tantas outras, é que surge o diagnóstico”, explicou a Endocrinologista do Planserv, Drª Lívia Costa. “Para prevenir essas complicações, a prevenção e o controle do Diabetes são fundamentais”, completou a médica.

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Beber cerveja diariamente combate diabetes e evita ganho de peso

cervejaEstudo comprova: beber cerveja diariamente traz benefícios à saúde. E a lista é grande, segundo um levantamento feito na Espanha comprovou que que tomar uma caneca da bebida por dia combate diabetes, evita ganho de peso e previne contra hipertensão.

O estudo foi realizado com 1.249 homens e mulheres acima de 57 anos, e indica que mulheres podem tomar dois copos pequenos de cerveja por dia, enquanto para os homens estão liberados até três copos. A pesquisa foi feita em parceria entre a Universidade de Barcelona, o Hospital Clínico de Barcelona e o Instituto Carlos III de Madri.

“Nesse estudo, nós conseguimos banir alguns mitos. Sabemos que a cerveja não é a culpada pela obesidade, já que ela tem cerca de 200 calorias por caneca – o mesmo que um café com leite integral”, destaca a médica Rosa Lamuela, uma das responsáveis pelo estudo. Além de ter graduação alcoólica baixa, a cerveja contém ainda ácido fólico, vitaminas, ferro e cálcio – nutrientes que protegem o sistema cardiovascular.

Os especialistas afirmam também que a cerveja não é a responsável pelo aumento da gordura abdominal. A culpa, na verdade, seria dos aperitivos gordurosos, como salgadinhos e frituras, que grande parte das pessoas consome junto à bebida. Contudo, o hábito deve estar associado a uma dieta saudável e a exercícios físicos regulares. (do Ibahia.com)

Secretaria da Saúde da Bahia capta investimento internacional de US$ 600 mil para tratamento de diabetes

diabetesUm projeto do Centro de Diabetes e Endocrinologia do Estado da Bahia (Cedeba) voltado para a atenção básica ao diabético, receberá investimentos de US$ 600 mil nos próximos três anos vindos da World Diabetes Foundation (WFA), organização mundial de promoção ao cuidado e prevenção da doença. A boa notícia veio após a apresentação dos resultados do Projeto de Qualificação do Cuidado e Mobilização Comunitária em Diabetes (Proced), que está em fase final de execução na unidade, ao secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, e aos parceiros WFA e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), nesta terça-feira (19).

“O modelo desenvolvido pelo Cedeba é um modelo que funciona e que é possível ser implementado com sucesso para a atenção primária, nível fundamental para atender ao diabético”, afirmou o Coordenador da WFA, Bent Lautrup-Nielsen. Após a apresentação dos resultados, a organização ofereceu ao Estado a possibilidade do investimento para uma segunda fase, com fortalecimento e expansão da atenção básica ao diabético na capital e em outros municípios.

O investimento, a ser iniciado no próximo ano, será voltado para Salvador e inicialmente a Região Metropolitana (RMS). “O investimento vem como um reconhecimento do trabalho de sucesso realizado pela instituição. Precisamos dessas iniciativas para expandir o atendimento para pacientes do interior. Hoje 70% dos pacientes do Cedeba são da capital”, disse o secretário Fábio Vilas-Boas.

Resultados

“Conseguimos, com apenas três meses de intervenção, mapear a detecção do diabetes em 20% nos municípios de Paulo Afonso, Cícero Dantas e Dias D´Ávila”, afirma Reine Chaves, diretora do Cedeba. Além do mapeamento, o projeto conseguiu ampliar em seis vezes o número de solicitações de hemoglobina glicada (indicador de controle do diabetes) e ampliar em cinco vezes a detecção de pé diabético nos pacientes assistidos.

Diabetes mata 4 vezes mais do que Aids no Brasil, mostra balanço do Ministério da Saúde

O diabetes foi responsável por mais de 470 mil mortes no Brasil entre 2000 e 2010, segundo balanço do Ministério da Saúde divulgado nesta terça-feira (13), véspera do Dia Mundial do Diabetes. O número saltou de 35,2 mil pessoas para quase 55 mil pessoas entre esses dez anos, alavacando a taxa de mortalidade de 20,8 para 28,7 óbitos por 100 mil habitantes.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que o índice já preocupa, pois a doença crônica mata “quatro vezes mais do que a Aids” no país – e ainda supera o número de vítimas fatais do trânsito. Em 2010, o país registrou cerca de 12 mil óbitos em decorrência do vírus HIV e mais de 42 mil mortos em acidentes de trânsito – no mesmo período, 54,8 mil pessoas morreram de diabetes.

Segundo Padilha, a diferença seria ainda maior se fossem consideradas as doenças em que o diabetes age como fator de risco, como câncer e doenças cardiovasculares. Em 2010, o diabetes foi associado a outras 68,5 mil mortes indiretas, totalizando 123 mil óbitos.  (do Uol)

DIABETES: UM EXEMPLO DE SUPERAÇÃO





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