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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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Voluntária muda rotina de pacientes na unidade de quimioterapia em Itabuna

 

O Brasil vivia uma pandemia de novo coronavírus quando a psicóloga, especialista em musicoterapia, Nielma Souza Silva, moradora de Ilhéus, descobriu que estava com um tumor maligno na mama. Ela conta que o seu mundo desabou ao receber os exames confirmando o diagnóstico médico. Filha dedicada, iniciou o tratamento, em 2021, na Unidade de Quimioterapia da Santa Casa de Itabuna, sem que a mãe soubesse.

Logo no início do tratamento, na consulta com o médico oncologista Eduardo Kowalski, Nielma Souza o questionou sobre o que deveria fazer para enfrentar à doença. “A minha cura começou quando entrei na sala de doutor Eduardo, que passou segurança e não teve dificuldade em falar a verdade. Eu perguntei: o que preciso fazer? Ele respondeu que tinha de lutar. Eu falei, então vamos lá”, recorda-se.

Nielma Souza relata que, por medo da doença, não gostava de acompanhar as ações e notícias sobre o Outubro Rosa, mês de sensibilização e conscientização sobre o câncer de mama. “Mudava de canal quando via na televisão qualquer notícia ou campanha do Outubro Rosa. Eu tinha um medo muito grande do câncer de mama. Mas o doutor Eduardo (Kowalski) desmitificou a situação e fui fazer o tratamento”, conta.

VOLUNTÁRIA

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Com aumento de população idosa, Bahia avança em ações para envelhecimento saudável

 

O Dia Mundial da Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa  chama a atenção para um aumento preocupante nos casos de agressões contra idosos no Brasil. Dados divulgados pelo “Disque 100”, responsável por receber denúncias de agressão contra idosos, evidenciam a necessidade urgente de medidas eficazes para combater este tipo de crime. No primeiro semestre de 2024, mais de 74 mil queixas chegaram ao Ministério dos Direitos Humanos, aumento de 14% em relação ao primeiro semestre de 2023.

Em um país onde a população idosa cresce a cada ano, para além da violência contra esse grupo vulnerável, buscar estratégias para um envelhecimento mais saudável é um desafio. Na Bahia, a secretária da Saúde do Estado, Roberta Santana (foto), recentemente, viajou, a convite da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), a Paris, onde pode conhecer experiências internacionais sobre o envelhecimento da população.

“A nossa população idosa dobrou nos últimos 12 anos e fomos até a França para conhecer os programas franceses. São iniciativas interessantes e importantes para a gente, já que a França tem uma percentagem de idosos em sua população bem semelhante a nossa, atualmente. Com essas informações e experiência, vamos planejar ações para atender os nossos idosos ainda melhor”, explica Roberta.

A viagem à França faz parte de um esforço mais amplo da Sesab para promover o envelhecimento saudável. Em Salvador, o Centro de Referência Estadual de Atenção à Saúde do Idoso (Creasi) tem sido um pilar fundamental nesse processo, oferecendo apoio especializado e desenvolvendo programas voltados para a saúde e bem-estar dos idosos.

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Pawlo Cidade lança “A Invenção de Santa Cruz” na Academia de Letras de Ilhéus

A Invenção de Santa Cruz, mais novo livro do escritor Pawlo Cidade, será lançado no próximo dia 25 de julho ,às 18h30, na Academia de Letras de Ilhéus. O enredo do livro narra que as vésperas de completar 500 anos,

Santa Cruz, a cidade que ainda insiste em ser chamada de povoado, vive dias de calamidade e corrupção: seca, pestes e eleições. Habitada por personagens que parecem ter saído do Auto da Barca do Inferno, cada um com sua iniquidade e sua alegação, em seu jeito e trejeito, em sua cor e costume, sem tirar nem pôr, moradores de um povoado que um dia o mar haveria de engolir. Mas até lá — repetia Mariazinha Linguado — a gente vira peixe!

No povoado onde peixe tem nome de homem e homem tem nome de peixe, repleto de indivíduos de alta estirpe, que dizem possuir valores firmados na verdade, personalidade, hospitalidade e autenticidade, paradoxalmente o absurdo se faz cotidiano quando alguém é capaz de gastar dois reais apenas para evitar que o outro ganhe um. É o local onde nem todo filho de peixe, peixinho é, onde as lições de hereditariedade não se aplicam à índole e ao caráter.

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Ubaitaba divulga atrações do São João 2024

Bandas como Chambinho do Acordeon, Targino Gondim, Larissa Gomes, Suíres Borges, Israel Peruano, Kátia Cilene, Larissa Gomes, Binho Alves, Cacau com Leite e mais bandas locais farão a animação dos festejos juninos de Ubaitaba que irá do dia 21 a 24 de Junho.

O evento tem o apoio da Sufotur, Governo da Bahia. E a realização é da Prefeitura de #Ubaitaba

Confira a grade da programação

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Restaurante Popular é reaberto em Itabuna

 

Depois de seis anos fechado, o Restaurante Popular foi reaberto nesta sexta/feira, dia 14, pelo prefeito de Itabuna, Augusto Castro (PSD), em clima de festa. O equipamento da Secretaria Municipal de Promoção Social e Combate à Pobreza (SEMPS) na Rua São Vicente de Paula, no centro, passa a fornecer diariamente, entre segunda e sexta-feira, um total de 600 refeições a R$ 3 e um cardápio diversificado e nutricional.

A benção das instalações foi oficiada pelo padre  Tony Valério Rodrigues, pároco da Igreja Santa Maria Madalena, no |Bairro Nova Itabuna, que foi convidado pela Primeira-dama Andrea Castro. “Como representante do povo de Deus, com grande alegria venho abençoar este dia e este Restaurante Popular resutado do esforço do prefeito Augusto Castro que tem um coração humano e sensível. Este é um local que vai acolher muitas pessoas”, pregou.

O prefeito Augusto Castro disse que o Restaurante Popular é mais um compromisso da gestão com vistas ao social. “Nosso objetivo é alimentar e nutrir as famílias mais vulneráveis”, disse o prefeito que lembrou ainda que a unidade também vai absorver usuários, a exemplo dos comerciários e pessoas que estejam em trânsito pela cidade.

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Conferência Eleitoral do PT Bahia reúne representantes petistas de mais de 300 municípios

 

Realizada nesta sexta-feira (14) e sábado (15), a Conferência Eleitoral 2024 do Partido dos Trabalhadores da Bahia reuniu, nos dois dias do evento, representantes petistas de mais de 300 municípios, entre lideranças políticas, pré-candidatos para as eleições deste ano, parlamentares, prefeitos e dirigentes dos diretórios estadual e municipais. Também estavam presentes o governador Jerônimo Rodrigues, o senador Jaques Wagner, o ministro Rui Costa e o presidente do PT Bahia, Éden Valadares.

O dirigente estadual do PT afirmou que a grande participação na Conferência confirma a disposição e o empenho dos dirigentes, das lideranças políticas e dos pré-candidatos para a disputa do pleito de 2024 e também a vivacidade da legenda. “O PT é um partido forte, enraizado, presente em mais de 350 municípios baianos, entre diretórios e comissões provisórias, e não tenho dúvida, como ficou demonstrado aqui na Conferência Eleitoral, que vamos seguir firmes com essa unidade, trabalhando muito, com muita humildade, para que nossas candidaturas saiam vitoriosas em outubro deste ano”.

 

O presidente acrescentou que o PT tem uma grande vantagem nas eleições deste ano, diferentemente do último pleito municipal, quando houve a pandemia do coronavírus. “Nós vamos fazer campanha bonita, com orgulho. Em 2020 tinha a pandemia, e não podíamos fazer campanha coletiva, nas ruas, com os sindicatos, com as associações. E agora em 2024 vamos fazer campanha do jeito que nós sabemos fazer, conversando e ouvindo a população, junto aos movimentos sociais, indo às ruas, para defender e apresentar o projeto dos nossos candidatos para melhorar a vida do nosso povo e dos nossos municípios”, disse Éden, ao afirmar a importância de eleger não só mais prefeitos, como também mais vereadores e vereadoras.

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Manuel e Daniel, o Arco e a Flecha…

 

Daniel Thame

-Eu soube que o senhor vai lançar um jornal e está precisando de repórteres…

-Você é de onde?

-São Paulo, cheguei há um mês aqui…

-Então começa amanhã…

-Mas o senhor não vai nem me pedir pra fazer um texto pra avaliar?

-Não precisa. Se você é de São Paulo é bom, pode vir amanhã cedo e começar a trabalhar…

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Contado assim, 37  anos  depois, parece até uma daquelas narrações inverossímeis, feitas para dourar a pílula e transformar um ato banal em algo digno de registro.

Mas foi exatamente assim que aconteceu naqueles meados de abril de 1987, num fim de tarde em que, levado por Vilma Medina (testemunha desse diálogo surreal), meu destino se cruzou com o de Manuel Leal e me fez mergulhar na aventura de uma vida que foi, durante os 13 anos em que lá passei como repórter e depois editor, trabalhar no jornal A Região.

13 anos, dez deles convivendo com Leal. O tempo permite o que em outras situações soaria como cabotinismo: o inigualável faro para a notícia e o destemor  de Leal, somados a um texto cortante como uma navalha afiada e uma compulsão por grandes reportagens deste que ora vos escreve (puta que pariu, `dourar a pílula` e ´deste que  ora vos escreve` são dignos de aposentadoria compulsória),  foram a essência de um jornal que mais do que papel e tinta, era impresso com alma.

O arco se encontrou com a flecha.

Antes que a banda siga e o mundo gire, um adendo necessário: gente com muito mais talento para a escrita passou por A Região, mas não citarei nomes para não despertar egos adormecidos. Estou me referindo à simbiose de duas almas que o acaso (ou não) reuniu numa redação de jornal. Nisso, a união de Manuel com Daniel produziu uma rima e uma solução.

Foram 10 anos de Malhas Finas e Malhas Grossas, de reportagens inesquecíveis, manchetes de antologia, histórias (ao menos as publicáveis)  que dariam um livro.

primeira capaQuem senão A Região teria coragem de dar a manchete de fraude no Vestibular da Uesc, apostando num suposto gabarito jogado por baixo da porta da sede do jornal? A edição rodando, Leal me liga de madrugada:

-E se aquilo for uma falsificação?

Respondi com a única frase possível:

-Nós dois estamos fodidos.

As denuncias  de fraude, com conhecimento prévio dos gabaritos por alguns privilegiados, principalmente nos cursos mais disputados, como Direito, eram recorrentes. Comprovada, mudou para sempre a história do vestibular  na Uesc.

Quem senão Leal para perceber que um romance entre um fazendeiro  de 70 anos e uma estudante de 13 era notícia nacional? Foi além: a história de Ferreirinha e Yolanda foi destaque até no Japão, com direito a uma impagável entrevista a Jô Soares em que Ferreirinha, orientado por Leal, repetia que sua propalada virilidade se devia ao suco de cacau. E eram tempos pré-viagra…

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“Seu Norberto“

 

Cleber Isaac Filho

 

Norberto Odebrecht, o fundador do Grupo Odebrecht, foi um empresário brasileiro conhecido por suas contribuições ao setor de engenharia e construção no Brasil.

Criando mais que uma empresa – uma tecnologia de gestão empresarial batizada de TEO; Tecnologia Empresarial Odebrecht; que foi a linha condutora para transformar uma empresa regional até os anos 70; em um conglomerado de empresas em todo o planeta.

Mas não vou falar desse Norberto Odebrecht; vou falar de sua versão que tive o privilégio de conhecer “Seu Norberto” fazendeiro em Ituberá; apaixonado pelo Baixo Sul da Bahia; que cuidava de sua fazenda de cacau com esmero; a Fazenda Juliana; aonde passei 2 dias certa feita.

A Fazenda Juliana é uma propriedade rural onde  foram implementadas diversas práticas de gestão agrícola inovadoras.

Norberto utilizou  Juliana como um laboratório para desenvolver e testar métodos de agricultura sustentável e eficiente, aplicando os princípios de engenharia e gestão que ele também empregava em seus empreendimentos de construção.

A propriedade se destacou pela implementação de técnicas avançadas de irrigação, manejo de solo, e cultivo, servindo como um exemplo de como a inovação pode ser aplicada ao setor.

O que mais me admirou na visita a Juliana e todo baixo do sul da Bahia que tive a honra de fazer com ele foi o lado humano e humildade dele no trato com as pessoas mais humildes.

Não era algo forçado; era natural ele deixar as pessoas fosse um parceiro no cultivo do cacau; ou com  Juscelino proprietário do restaurante “Natureza Viva” na Br 101 perto de Gandu; todos tinham carinho e aproximação humana com ele; não era algo distante e frio.

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O ônibus, a cortina roxa e a hérnia de disco

Vania Fagundes

 

Estávamos na Estrada do Chocolate que liga o município de Uruçuca ao de Ilhéus. Vínhamos ouvindo música, observando as várias árvores caídas ao longo do acostamento e os muitos cabos de energia pendurados.

Comentávamos quantos estragos a chuva da última semana havia feito naquela região de Mata Atlântica e o quanto tinha sido bom não termos decidido viajar na terça passada.

Como tenho mania de contar, comecei a somar em voz alta a quantidade de troncos caídos. Distraída que sou, me perdi nas contas. Acho que já passam de vinte, pontuei.

Eu vinha durante toda a viagem conversando besteiras que nos faziam rir. Por instantes eu me calei, sou de falar pouco(?), foi aí que ele me perguntou: Acabou o repertório? Ele sempre me faz essa pergunta quando acontece de eu me calar um tiquinho. Respondi-lhe que estava conversando com o meu cérebro e que ele começava a escrever uma crônica futura.

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Déri, o craque que encantou a Bahia e Sergipe

 

Walmir Rosário

Todo menino bom de bola é o primeiro a ser escolhido no baba, um de cada lado, para não desequilibrar a partida, e até “os pernas-de-pau” tem seu lugar, na falta dos que têm
mais intimidade com a bola. Outra meio de ser escolhido de primeira é ser o dono da bola, pois do contrário não terá jogo. Esses são os métodos mais tradicionais, sendo o da
meritocracia o mais utilizado.

E um dos meninos escolhidos de primeira nos campinhos do Lava-pés e da Borboleta, nas
proximidades da atual estação rodoviária de Itabuna, na década de 1960, era Déri, ou
melhor, Derivaldo Alves da Silva. Sua pequena estatura e seu corpo magro não
representavam problemas, ao contrário, facilitava “ciscar” em campo com mais facilidade,
driblar os adversários e marcar o gol.

E o menino Déri faz fama e “encheu os olhos” de jogadores mais velhos e técnicos dos
times de camisa, que viam nele um craque em potencial e que deveria ser lapidado para
jogar num dos times amadores no campo da Desportiva. Não demorou e já estava
matriculado na Academia de Futebol Grapiúna, comandada pelo cirurgião-dentista
Demósthenes Lordelo de Carvalho.

E o garoto prodígio não queria pouco, e passou a se espelhar no futebol jogado pelos
grandes craques da época, como Pelé e Garrincha, em São Paulo e Rio de Janeiro, além
dos irmãos Riela, Tombinho, Santinho, Neném e outros da Seleção Amadora de Itabuna.

Sem demora recebe convite para treinar – também – no quadro aspirante do Janízaros,
time em que jogavam seus ídolos.

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