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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘livro’

Camile Maltez revela os mistérios da Lagoa Encantada em livro infantil que será lançado na 8ª FLI

A jornalista ilheense Camile Maltez lança, durante a 8ª edição da Festa Literária de Ilhéus (FLI), o livro infantojuvenil O Mistério da Lagoa Encantada. A obra, desenvolvida em parceria com a roteirista paulista Caroline Favret e publicada pela Editus – Editora da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), chega como um convite à imaginação, à valorização da cultura local e à magia das lendas regionais.

Camila Maltez

O lançamento acontece nesta quinta-feira (31), às 18h, no Ilhéus Praia Hotel, com entrada gratuita. Antes disso, às 16h, Camile participa do espaço “Vem Ler Comigo – Encontro com Autores”, onde conduzirá uma contação de histórias e leitura de trechos da obra — um momento especialmente pensado para o público infantil e seus familiares.

Inspirado na tradicional Lenda da Sereia da Lagoa Encantada, o livro propõe uma releitura poética e atual do mito, contada a partir da sensível e curiosa perspectiva de Tetê, uma menina da comunidade que cresce ouvindo, encantada, as histórias transmitidas pelos mais velhos. A narrativa entrelaça memória, fantasia e pertencimento, em uma história envolvente e repleta de brasilidade.

“Coube, neste livro, registrar fragmentos de uma grande história para que ela seja conhecida, valorizada e perpetuada”, afirma Maltez. “Ouvem-se as lendas pela boca dos mais velhos, que ouviram de seus avós, que ouviram de suas bisavós. As gerações se sucedem e as histórias continuam vivas, transmitidas pela tradição”, completa a autora.

*Sobre Camile Maltez –* Natural de Ilhéus Camile é especialista em Gestão Cultural (UESC) e Produção Cultural (Itaú Cultural), mestranda em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente (UESC) e pós-graduanda em Gestão Social do Patrimônio Cultural (UFBA). Com mais de duas décadas de atuação na comunicação social e na cultura na Bahia, desenvolve projetos com foco político, criativo e sustentável.

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Primeiro lançamento público do livro Brasil: Nunca Mais acontece no Memorial da Resistência

Obra lançada em 1985 que denunciou as torturas do regime militar, lançará sua 43ª edição com programação e presença de parte dos heróis que driblaram a repressão

O Memorial da Resistência de São Paulo, museu da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, junto a Editora Vozes, realiza no dia 12 de julho, sábado, a partir das 14h, o evento “Brasil: Nunca Mais — 40 Anos”, em celebração às quatro décadas da publicação da obra que se tornou referência na luta pelos direitos humanos no Brasil.

Empreendido entre 1979 e 1985, o projeto Brasil: Nunca Mais é a mais ampla pesquisa já realizada pela sociedade civil sobre a tortura no Brasil durante a Ditadura Civil-Militar (1964–1985), partindo da análise de mais de 700 processos de presos políticos julgados pelo Superior Tribunal Militar.

Conduzido sob sigilo por advogados, jornalistas e defensores de direitos humanos, o trabalho resultou na publicação do livro homônimo em 1985, reunindo provas documentais irrefutáveis sobre as práticas de repressão e violência institucionalizadas pelo regime.

Quarenta anos depois, o primeiro lançamento público do livro acontece no Memorial da Resistência, que atualmente abriga a exposição temporária Uma Vertigem Visionária — Brasil: Nunca Mais, em cartaz até março de 2026.

A programação do evento inicia-se com uma visita mediada pelo curador da exposição, Diego Matos, seguida de uma mesa com convidados que participaram da redação e coordenação editorial do livro, com mediação do jornalista Camilo Vannuchi, que também apresentará seu novo podcast sobre a memória do projeto Brasil: Nunca Mais. O encerramento terá venda da edição comemorativa da obra (43ª edição) pela Editora Vozes, coquetel de confraternização e sessão de autógrafos do livro.

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Outros Contos da Vida: livro de poesia é lançado em Salvador

Com selo do Studio Palma, obra reúne coletânea de contos

sobre cotidiano embalados por reflexões sociais

 

No próximo dia 3 de julho, o baiano Luís Bacelar Vidal convida amigos e amantes da boa leitura para o lançamento do livro Outros Contos da Vida. O lançamento acontece das 16h30 às 19h30 no Espaço D’Gregorio, localizado no Shopping Cidade, no Itaigara, e contará com sessão de autógrafos. O evento é aberto ao público. “Esse livro nasceu do desejo de compartilhar vivências e percepções que, apesar de singelas, carregam significados universais sobre nossa lírica”, define o autor, que é contador, auditor fiscal e perito judicial aposentado e dedica-se com vigor e entusiasmo à fotografia e literatura.

Luís Bacelar Vidal

Com diversos livros já lançados, os contos reunidos na mais nova obra propõem uma escuta profunda do que há de mais humano: as memórias e os afetos que atravessam a vida cotidiana. Outros Contos da Vida é um convite ao mergulho em histórias que, mesmo nas entrelinhas, falam sobre todos nós.

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“A Educação e a Porta de Saída”: livro escrito por internos do Conjunto Penal de Itabuna conta histórias de superação e de esperança

O poder transformador da Educação, num ambiente em que a privação da liberdade significa portas fechadas que nem sempre são reabertas mesmo quando a pena é cumprida, está mudando vidas no Conjunto Penal de Itabuna.

São histórias de superação para pessoas para quem a esperança não passava de um sonho em meio ao pesadelo das celas de uma prisão. Uma mudança de vida e de perspectiva que possibilitou que internos que mal sabiam ler e escrever hoje estejam cursando o ensino superior na Universidade Federal do Sul da Bahia. Mais de 160 internos do CPI já foram aprovados através do Enem/SiSU, sendo que mais de 70 foram efetivamente matriculados, a maioria na UFSB, que acaba de formar uma nova turma.

Histórias que agora são narradas no livro “A Educação e a Porta de Saída”, coordenado por Alex Giostri, Débora Consuelo Neves Queiróz e Rute Praxedes dos Santos Korol. O livro foi escrito por 15 internas e internos do Conjunto Penal, que narram suas histórias de vida, com medos, angústias, alegrias, sonhos e um desejo que é comum a todos: reconquistar a liberdade e reescrever o próprio destino.

A VIDA COMO ELA PODE SER

São depoimentos emocionantes, narrados de forma simples, admitindo erros, mas deixando claro que a Educação pode e será a porta de saída da prisão e a porta de entrada para uma nova vida.

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Sapho: para além de um livro em Ilhéus

Efson Lima

 

Em Ilhéus, tradicionalmente, Aleilton Fonseca e Rita Santana, quando vão à Princesa do Sul, visitam à senhora Sapho, uma estátua situada na Praça do  Palácio Paranaguá. Nesse local funcionava a sede do poder executivo ilheense. A praça continua importante: lá permanece as sedes do poder legislativo, de grupo maçônico e a imponente Associação Comercial de Ilhéus. E claro, a linda escultura de Inverno, à frente da Igreja Batista, encontra-se por lá também.

Um belo dia, no grupo de WhatsApp da Academia, eis que surge a ideia de homenagear Sapho, Então, autoconstituimos um grupo para cuidar da homenagem e organizar um livro.  Afinal, parafraseando a acadêmica Maria Schaun, Sapho merecia um livro. Então, a Comissão organizadora foi constituída por mim, Aleilton Fonseca, Anarleide Menezes, Luh Oliveira e Ramayana Vargens.

A concepção do livro foi definida: uma obra que reunisse os diversos gêneros; que pudesse apresentar as obras plásticas e que refletisse o contexto “safhiano” de ser e existir. Sapho com “ph“ ou sem? Eis que a dúvida foi levantada e permaneceu com “ph” para homenagear conforme escrita existente ao pé da estátua.  Agora, restava-nos convidar as pessoas. E assim, a comissão organizadora foi convidando poetas, escritores e artistas plásticos para constituírem  o painel em homenagem a Sapho.

Sapho não é uma mera estátua em Ilhéus, nascida na Grécia, viveu na Ilha de Lesbos e foi uma das primeiras poetas (mulher, para reforçar) na Antiguidade.  A sua obra imortalizada reflete a diversidade social e auxilia-nos a refletir sobre o cotidiano da sociedade brasileira.

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Moacir Zanré lança livro “Garimpeiros de Diamantes – A Saga de uma Família”

O  escritor Moacir Zanré  lança no próximo dia 29 de março, na Igreja Evangélica Jardim D´Abril, em Osasco, São Paulo, o livro “Garimpeiros de Diamantes – A Saga de uma Família”. A obra  foi elaborada do início  ao fim com o coração de um bisneto orgulhoso de sua ascendência italiana. Todo o material, incluindo pesquisas, entrevistas e fotografias – foi coletado durante meses, para que o autor pudesse apresentar o produto final: o livro.

Moacir Zanré

“Assim que o leitor começar a virar as páginas, perceberá que não se trata apenas de mais um livro sobre a imigração italiana no Brasil, mas de um sonho que se tornou realidade”, diz o autor.

Com uma linguagem simples e coloquial, as palavras e histórias  encantam, prendem a  atenção e  transportam no tempo e no espaço, proporcionando uma identificação  com os lugares, relatos, dificuldades e conquistas de uma família ao longo de décadas.

“Talvez seja por isso que este livro seja mais do que o título sugere, pois, independentemente de nossa origem, todos temos um diamante dentro de nós”, finaliza Moacir Zanré.

 

SERVIÇO

Lançamento do livro “Garimpeiros de Diamantes – A Saga de uma Família”

 

Data: 29 de março de 2025

Hora: 17 horas

Local: Igreja Evangélica do Jardim D´Abril

Rua Emilio Scaldelai 144

Jardim D´Abril Osasco – São Paulo

Dia dos Povos Indígenas: obra infantil traz a história da cultura e reflete sobre a importância da terra e dos valores éticos

A PAULUS Editora apresenta a obra infantil “História baseada em aldeias reais”, escrita pela catarinense Marlete Cardoso com ilustrações de Wanessa Ribeiro. Trata-se um livro rico em memórias, vivências e aprendizados dos povos indígenas e, que proclama o amor à terra e o valor das pequenas coisas, como a aproximação, o abraço, a amizade e a consciência que gera vida e fraternidade entre os povos de diferentes culturas.

No enredo, a autora traz a história do pequeno indígena Lucas Karaí, um menino guarani, e Rafael, um garoto que visita uma escola indígena e descobre o valor da amizade e a importância da valorização e preservação da terra. Entre as abordagens, estão questões ligadas à liderança, amizade, generosidade, preservação ambiental, doação e ajuda ao próximo.

Nesta perspectiva, a obra pretende refletir a questão dos povos indígenas a partir dos experimentos vivenciados pela autora Marlete Cardoso em aldeias reais localizadas no estado de Santa Catarina (SC). Por meio da vivência da autora junto às comunidades indígenas, o livro chama a atenção para os problemas que atingem o cotidiano desses povos.

Em “História baseada em aldeias reais”, os povos originários ganham voz e vez, por meio de uma autora extremamente comprometida com a causa indígena. Além disso, as ilustrações de Wanessa Ribeiro dão vida a essa história com cores vibrantes e traços que descrevem o dia a dia dos povos indígenas. Vale ressaltar que Wanessa é descendente indígena Guarani, e a autora Marlete, indigenista membro da Pastoral indigenista da diocese de Santa Catarina (SC).

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Mazé Torquato lança “Mares agitados: na periferia dos anos 1970”

A  ditadura militar no Brasil é o pano de fundo do novo livro de Mazé Torquato, brasileira radicada na França.

Mazé Torquato

“Mares agitados: na periferia dos anos 1970” é um mergulho num dos períodos mais sombrios da história do Brasil.

 

Veja a entrevista sobre  o livro:

Júlia Veloso lança “Memórias de um Rei Caído”

Júlia Veloso nasceu em Salvador em 2005, mas foi criada em Itabuna no Sul da Bahia, terra do cacau. Futura psicóloga, foi uma criança leitora, incentivada pela família, pelos amigos e pelo universo da escrita fantasiosa de autores renomados. Desde então, passou a imaginar, e a escrever sobre reinos, personagens, enredos e tramas envolventes, misturando fadas, elfos, criaturas extraordinárias e seres mágicos.


Agora, Julia é também escritora, e Memórias de um Rei Caído, seu primeiro livro, nasceu da vontade de fazer com que, como ela, outras jovens se encontrem através da leitura. Afinal, quem nunca se sentiu uma aberração no próprio mundo?

Em Itabuna, Memórias de um Rei Caído será lançado no dia 23 de novembro, as 16 horas no Padoca do Jardim (avenida Felix Mendonça, 600- Goes Calmon)

 

O LIVRO

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“Em busca da ligadura” será lançado com Leitura Cênico Musical em Salvador

Acontece nos dias 27 e 28 de setembro em Salvador, em evento gratuito, o lançamento do livro e Leitura Cênico Musical, “Em busca da ligadura”. A obra convoca reflexões a partir de questões sociais e raciais , sobre a percepção das liberdades do próprio corpo, bem como do tratamento dado a mulheres negras nos termos de saúde e bem estar no Brasil corriqueiro. O texto tem autoria da pesquisadora norteamericana Ugo Edu e será lançado pela editora baiana Segundo Selo.

A compreensão das opressões interseccionais de raça, classe e de gênero permeiam a dramaturgia, com enfoque no controle do corpo e da vida reprodutiva de mulheres negras.

Esta peça tem Dina como fio condutor da narrativa, que navega pela morte de seu filho e sua sobrinha Clara, ocasionada pela violência e negligência sancionadas pelo Estado; e navega também pelas tentativas ,de sua amiga , Iane, de garantir uma laqueadura tubária, atravessando discussões sobre implementação da garantia de acesso ao aborto em um país onde o aborto é ilegal.

Quando e Onde?

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