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Itororó : com tarde de autógrafos, escritora-mirim Sofia Figueiredo lança seu primeiro livro aos 8 anos de idade

Sofia Santos Figueireido, de apenas 8 anos, moradora de Itororó e aluna do colégio Educandário Ferraz, filha de Elenario e Ramona vai lançar no dia 10 de novembro o seu primeiro livro “A menina, o Gato e o Ciúme “. O livro conta a história de uma menina que maltratou o seu gatinho de estimação.
Sofia escreveu o livro infantil quando tinha apenas 07 anos de idade e o lançamento terá em uma tarde de autógrafos, no dia 10 de Novembro, sexta-feira, a partir das 16:00, no Educandário Ferraz.
Lançamento de livros celebra o samba e o futebol baianos

O livro “Walmir Lima – um Bamba da Bahia”, do jornalista José Carlos Teixeira, será lançado nesta quarta-feira, 18, a partir das 16h30, no saguão Deputado Nestor Duarte da Assembleia Legislativa da Bahia, em meio a uma grande roda de samba.

José Carlos Teixeira
A obra é um perfil biográfico do sambista baiano, autor do icônico “Ilha de Maré” e dezenas de outros sambas gravados por alguns dos mais representativos intérpretes do gênero, como Alcione, Beth Carvalho, Martinho da Vila e Mariene de Castro.
Será uma grande celebração do samba e do futebol baianos, pois no mesmo evento será lançado também o livro “Paulo Maracajá – o conquistador de títulos”, perfil biográfico do ex-dirigente esportivo que comandou o Esporte Clube Bahia em várias jornadas vencedoras, escrito pelos jornalistas Gabriela de Paula e Edson Almeida.
As duas obras integram a Coleção Gente da Bahia, do programa ALBA Cultural, que pretende resgatar e preservar, em linguagem direta, jornalística, a memória de personagens icônicos da Bahia que imprimiram suas marcas na história recente do Estado.
UM PEDAÇO DA BAHIA
Em livro, pesquisadora da UFSB analisa o papel da universidade pública em relação à educação em prisões no Brasil

O ensino como direito de todas as pessoas e, por conseguinte, também devido a quem está em privação de liberdade é o tema do livro Educação em prisões e universidades públicas no Brasil (Editora Appris, 2023). Assinado pela professora Carolina Bessa Ferreira de Oliveira, lotada no Centro de Formação em Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal do Sul da Bahia (CFCHS/UFSB), o livro parte de um estudo sobre as experiências brasileiras e argentinas na forma de conduzir iniciativas educacionais nos sistemas penitenciários, com um olhar voltado para apontar ideias e fomentar a discussão informada e baseada em evidências científicas em torno de políticas públicas sobre o tema.
A professora Carolina conta que a sua jornada na formação como profissional e pesquisadora, da graduação ao doutorado, a levou a estudar esse assunto: “O interesse no assunto nasceu sobretudo de minha prática profissional como educadora e gestora de educação em prisões nos estados de Minas Gerais e São Paulo, ao lado de pesquisa anterior realizada no mestrado na área de políticas públicas de educação básica em prisões, quando pude verificar de perto a avassaladora seletividade social e racial do sistema punitivo: a maior parte das pessoas que historicamente são encarceradas, mantidas na prisão e condenadas no Brasil não possuem escolarização básica completa, são negras, com reduzido ou ausente acesso à defesa no processo penal e vulneráveis socialmente. As evidências demonstram que a prisão acaba se constituindo como uma resposta racista aos conflitos sociais e como mais uma fronteira no acesso a direitos”.
A docente conta que a sua experiência como advogada na área criminal também influenciou a aproximação com o tema, pelo contato com histórias de vida de pessoas presas. Isso aumentou o seu interesse em investigar práticas de acesso a direitos sociais, incluindo a educação superior nas prisões. Carolina explica que o Brasil já oferta educação básica, na modalidade Educação de Jovens e Adultos, devendo cumprir as legislações vigentes – embora essa política alcance menos de 10% da população presa, sendo que a maioria possui escolarização básica incompleta. Em termos de ensino superior, o que existem são práticas isoladas nas prisões. “Com isso, passei a me inquietar com o que faz e o que pode fazer a universidade pública brasileira como instituição estatal em relação às prisões, para além das pesquisas já muito bem delineadas que temos sobre o tema. E o ensino? E a extensão? E a inclusão?”, questiona.
Richard Santos lança livro ´Mídia, Colonialismo e Imperialismo Cultural´

Mídia, Colonialismo e Imperialismo Cultural é o tema do livro que será lançado no dia 12 de setembro, a partir das 17h, no Centro de Cultura da Câmara Municipal de Salvador. De autoria de Richard Santos, na obra “Mídia, colonialismo e imperialismo cultural”, lançamento do selo Pensamento Negro Contemporâneo em parceria com a Editora Telha, vemos como a televisão brasileira, sua forma de fazer, estética e branquitude contribuíram na formação do imaginário nacional muito por copiar e reproduzir por aqui o modelo de TV praticado nos Estados Unidos. A obra foi escrita pelo jornalista, escritor, rapper e doutor em Ciências Sociais Richard Santos, figura icônica dos anos 1990/2000 no cenário cultural brasileiro e docente da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

O professor Richard Santos lançou na sexta (18) o livro “Mídia, colonialismo e imperialismo cultural”. Foto: Richard Santos/Arquivo Pessoal
“Esse meu percurso que mistura o prático e o acadêmico, sendo um homem negro, de origem periférica, me fez compreender as nuances da indústria cultural e como ela impõe as imagens de controle sobre nossas presenças e limitam nossos corpos no espaço público que é a tela da televisão, e do vídeo de modo geral. Não foram poucas as vezes que me recusei a fazer papeis estereotipados nos grandes veículos em que tive a oportunidade de entrar.” – Richard Santos, comunicador, professor e escritor
Em seu novo livro, “Big Richard”, como é chamado por quem o conheceu por ser pioneiro no Hip Hop, analisa como a hipótese da criação de um discurso emancipatório e contra hegemônico em relação às políticas de mercado e da indústria cultural poderiam alterar a situação da TV pública nacional que tem papel de ajudar na formação cultural e como cidadão do público que a assiste. E isso em todos os seus níveis, incluindo quem apresenta tais programas. “Mídia, colonialismo e imperialismo cultural” analisa ainda a relação da televisão e os anseios da chamada ‘Maioria Minorizada’. Aqui o autor investiga o processo histórico de importação dos modelos estadunidenses de fazer televisão, faz uma comparação com a Argentina para apontar que é um modelo imposto pelas políticas de dominação do EUA na região, e isso, segundo o autor, será definidor do estereótipo que domina as mídias da região, e brasileiras em especial.
Pawlo Cidade lança ´A última Flor Juma`

Em meados de 1960, seringueiros, caucheiros, madeireiros e pescadores em Canutama, Amazônia, às margens do rio Assuã, quase exterminaram o povo juma. Aruká Juma era um dos sobreviventes da sua etnia. O indígena morreu aos 86 anos, vítima de complicações da coronavírus, no dia 2 de fevereiro de 2021. Foi a partir deste acontecimento que Pawlo Cidade (55), autor ilheense, membro da Academia de Letras de Ilhéus, ficcionou “A última flor juma”. A história é dedicada a Aruká Juma e todos os povos originários.

Pawlo Cidade
“A última flor juma” narra a saga de um pai e três filhas vivendo a beleza e as agruras da vida na Amazônia. Aruká Juma, remanescente da etnia Juma, e suas meninas Estrela D’água, Filha Branca e Menina do Rio lidam com um mundo em contradição.
De um lado, a exuberância da floresta, a harmonia da natureza e a magia das histórias. Do outro, a violência e a opressão de contrabandistas, seringueiros, grileiros e madeireiros que se apossam da terra e do trabalho de indígenas, ribeirinhos e pequenos agricultores. A última flor juma é uma história de amadurecimento, uma crítica social contemporânea e uma ode às tradições populares da região amazônica.
Pawlo Cidade (55) é também pedagogo, dramaturgo e gestor cultural. Autor, dentre outros, de “O colecionador de lembranças” (TPI Editora), “O tesouro perdido das terras do sem-fim” (A5/Via Litterarum Editora) e “Rio das Almas (Chiado Books). “A última flor juma” é também um manifesto contra todos os que querem sufocar, matar as cantigas, a história e a voz dos povos originários”, afirma o autor.
O livro, exclusivamente em e-book, está disponível à venda na Amazon desde o dia 26 de agosto, ao preço de R$ 24,99. Para os assinantes da kindle unlimeted o acesso é gratuito. Não é necessário ter um kindle para baixar o livro. Você pode lê-lo através do celular, tablet ou notebook. Basta baixar o aplicativo Amazon Kindle gratuitamente no Play Store. “A última flor juma” concorre ao Prêmio Kindle de Literatura.
Jornalista baiano Pablo Orrico lança livro sobre Estratégias de Marketing do BBB

O jornalista baiano e produtor de conteúdo de realities shows, Pablo Orrico, lançou nesta terça-feira (22), na Amazon, seu livro digital “EFEITO BIG BROTHER BRASIL – Marketing de reality show: O que o BBB pode nos ensinar?”
Neste e-book, Pablo explora algumas lições e estratégias de marketing utilizadas no programa e como elas podem ser aplicadas para pessoas ou empresas que querem ter mais visibilidade e sucesso com sua marca.
“Sem dúvidas o Big Brother Brasil é um elemento importante da cultura pop brasileira. Por isso, deve ser visto com atenção por todo profissional ou estudante de marketing, publicidade ou comunicação que queira estar antenado com o público e as últimas tendências”, diz o jornalista.
Pablo Orrico foi estrategista e produtor de conteúdo do BBB em seis edições, incluindo o BBB 21, edição considerada a de maior sucesso da história do programa. Além disso, o jornalista já atuou na produção em mais de 15 realities shows para outros canais como HBO, Record e plataformas digitais.
O livro está à venda na Amazon e também pelo link https://hotm.art/efeitobbb
Nestor Mendes Jr. lança, em Itabuna e Ilhéus, “Bahêa, Minha Paixão – Primeiro Campeão do Brasil

O livro “Bahêa, Minha Paixão – Primeiro Campeão do Brasil”, do jornalista baiano Nestor Mendes Jr., com apresentação de Mário Kertész, será lançado em Itabuna, na próxima sexta-feira, 17 de dezembro, no Araújo’s Bar & Restaurante – a partir das 18h, patrocinado pela Embaixada Bahia Sul. No dia seguinte, 18 de março, a convite da Embaixada Bahêa de Ilhéus, a obra será lançada em Ilhéus, a partir das 14h, no Acarajé Popular do Pontal, antecedendo ao segundo jogo da semifinal do Campeonato Baiano, Bahia x Itabuna.
“Estamos convidando jogadores, ex-jogadores e seus familiares, da região Sul da Bahia para o evento e para que também autografem os exemplares, nesta festa literária do Tricolor. Uma das figuras que sentiremos falta é Leo Briglia, primeiro campeão do Brasil, em 1959, e que nos deixou em 2016. Mas, faço questão que a família Briglia esteja presente no lançamento, assim como a de outros ex-jogadores do Bahia”, convida o autor.
Com 320 páginas, capa dura, no formato 28,5 x 28,5, o livro conta a saga do Esporte Clube Bahia desde a sua fundação, em 1º de janeiro de 1931, até a temporada de 2021, quando o clube completou 91 anos de existência. “O projeto gráfico é do designer Alan Maia; a capa é de Fábio Domingues (do BBMP!), sobre belíssima foto de Ulisses Dumas. A obra está dividida em nove capítulos, abarcando a história da fundação, as 90 temporadas de 1932 a 2021, os títulos brasileiros de 1959 e 1988, os grandes rivais, os grandes jogos, a torcida – subdividido com as histórias do hino e do manto tricolor – e o último capítulo, o nono, dedicado à luta pela democracia”, explica Mendes Jr.
Romance de franco-brasileira aborda perda de amiga para o câncer e importância de prevenção
(por Adriana Brandão, no RFI Convida- A escritora brasileira radicada na França, Mazé Torquato Chotil transita pelos dois países há anos divulgando a sua literatura e a literatura de autores de língua portuguesa. Mazé, que também é jornalista, com doutorado em informação e comunicação, tem vários livros publicados em português e francês. Seu mais novo trabalho, “Na Sombra do Ipé” (Editora Patuá), chegou recentemente às livrarias brasileiras e deve ser traduzido em breve.
Mazé Torquato Chotil tem publicado praticamente um livro por ano, entre romances e ensaios. “Na sombra do Ipê” é o décimo primeiro a ser editado. No romance, ela volta mais uma vez à infância no Mato Grosso do Sul. A escritora, autora do livro Trabalhadores Exilados (1964-1985), compara as quase quatro décadas de vida na França a um exílio. “Não é como o exílio político, mas é um certo exílio, um certo jeito de ser. Então, sim, eu estou sempre voltando. Eu acho que é importante para todo mundo voltar ao passado, aos primeiros anos da vida que são muito fortes”, acredita.
Vercil Rodrigues lança livro sobre José de Almeida Alcântara e o populismo em Itabuna

O professor, historiador, advogado e jornalista Vercil Rodrigues lança no mercado literário o seu oitavo livro pela Direitos Editoria. Nesta nova obra: “José de Almeida Alcântara: o populismo em Itabuna”, ele conta parte da rica e emocionante trajetória do saudoso ex-prefeito de Itabuna, que nas décadas de 1950/1960 arrastava multidões, especialmente os pobres, quando moldou e mudou a forma de fazer política no interior baiano, dividindo suas atenções com todas as classes sociais, sendo o primeiro grande político populista da região cacaueira e que fez “escola”.

Vercil Rodrigues
“José de Almeida Alcântara: o populismo em Itabuna”, tem 222 páginas divididas em 5 capítulos, com uma narrativa precisa dos fatos, baseada em apurada pesquisa e depoimentos, além de diversas fotos que tão bem retratam o momento e a época. Vercil Rodrigues, que é autor dos livros “Breves Análises Jurídicas” (2010), “Análises Cotidianas”, “Dicas de Direito Imobiliário”, “Dicas de Direito Previdenciário”, “Jornal Direitos, 12 anos de História…Entrevistas”; “Tribunal do Júri – História, origem e evolução no Direito Processual Penal” e “Jornal O Compasso, 10 anos de História Maçônica… Entrevistas” (2022) todos pelo selo Direitos Editoria, não esconde que esse livro é um sonho antigo que ele finalmente realizou.
Para o autor a política grapiúna e a forma de administrar Itabuna tem dois momentos: o primeiro, até Alcântara e o segundo, pós Alcântara. O livro tem um corte temporal nas décadas de 1950/1960 e conta um período dos tempos áureos da região cacaueira e da retomada da democracia no Brasil, além do surgimento de políticos populistas e próximo ao povo e seu eleitorado.
Jornalista Nestor Mendes Jr. lança terceiro livro sobre o Esporte Clube Bahia: “Bahêa, Minha Paixão – Primeiro Campeão do Brasil”

O livro “Bahêa, Minha Paixão – Primeiro Campeão do Brasil”, do jornalista baiano Nestor Mendes Jr., com apresentação de Mário Kertész, será lançado em Salvador, em 15 de dezembro, na Itaipava Arena Fonte Nova – Ladeira da Fonte, entrada dos Camarotes (Estátua de Pelé) – a partir das 17h, com a presença de muitos jogadores, ex-jogadores, ex-treinadores e ex-preparadores físicos. “Além da nossa sessão de autógrafos, muitos jogadores e ex-jogadores estarão presentes também para autografar, nesta festa literária do Tricolor. Será um momento de celebração: de ascensão à Série A e, provavelmente, com o clube já sob nova direção do City Group, sob o comando de árabes, chineses e norte-americanos – e, por isso, já estou preparando as versões em inglês e espanhol. Portanto, será um lançamento ecumênico e multicultural”, diz o autor.

Nestor Mendes
Com 320 páginas, capa dura, no formato 28,5 x 28,5, o livro conta a saga do Esporte Clube Bahia desde a sua fundação, em 1º de janeiro de 1931, até a temporada de 2021, quando o clube completou 91 anos de existência. “O projeto gráfico é do designer Alan Maia; a capa é de Fábio Domingues (do BBMP!), sobre belíssima foto de Ulisses Dumas. A obra está dividida em nove capítulos, abarcando a história da fundação, as 90 temporadas de 1932 a 2021, os títulos brasileiros de 1959 e 1988, os grandes rivais, os grandes jogos, a torcida – subdividido com as histórias do hino e do manto tricolor – e o último capítulo, o nono, dedicado à luta pela democracia”, explica Mendes Jr.
Além disso, o livro também apresenta textos exclusivos do Mestre Evaristo de Macedo – o primeiro artigo escrito por ele sobre a conquista de 1988; dos publicitários e escritores Marcos Carneiro, Bruno Cartaxo e Marcelo Simões; dos jornalistas Carla Bahia e Antônio Matos; de um dos líderes pela democracia no ECB, Fernando Jorge Carneiro; do advogado Pedro Barachisio Lisboa; do escritor Aramis Ribeiro Costa; do ex-diretor da CBF e presidente mais jovem do Conselho Deliberativo do Bahia, Virgílio Elísio da Costa Neto; do médico e expert em camisas tricolores, Ruy Guimarães Botelho; e do músico e escritor Manno Góes.













