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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘Daniel Thame’

Ensaio sobre a cegueira

Livro “O gato que tinha três nomes” celebra paixão pelo chocolate do Sul da Bahia

 

ernesto e o livro 13

Um gato que tem três nomes e é tão apaixonado pelo chocolate do Sul da Bahia que  acaba virando ou sendo confundido com uma deliciosa barra do produto de origem que, além do cacau, está se tornando uma referência de qualidade e conquistando mercados no Brasil e no mundo.

 

O mundo mágico do chocolate é uma das abordagens do livro “O gato que tinha três nomes”, do  jornalista e escritor Daniel Thame, em  sua primeira incursão na literatura infantil. Editado  pela Via Litterarum, o livro tem ilustrações fantásticas da artista e produtora cultural  Juraci Masiero Pozzobon, e é uma  divertida história de um  gato  das terras encantadas do cacau e do chocolate do Sul da Bahia.

 

“O livro celebra a valorização da família, o amor aos animais e a conservação da natureza, numa linguagem típica do universo infantil e vai encantar crianças de todas as idades”, diz o autor. A inspiração veio do gato adotado pela família do próprio autor, que é chamado por três nomes diferentes e que com sua personalidade forte se tornou o verdadeiro `dono da casa`.

ernest 3

“Procurei trabalhar valores que são importantes na formação das crianças e também fazer um livro em que as crianças vão se divertir, com ilustrações que destacam o universo do cacau, do chocolate  e da Mata Atlântica, três marcas do Sul da Bahia”, afirma Thame.

 

“O gato que tinha três nomes” pode  ser adquirido através do email danielthame@gmail.com ou do telefone/wathsapp (73) 99981-7482.

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Aviso: a pandemia não acabou!

Tá demitido!

Daniel Thame

Essa quem me contou foi o insuspeito Nestor Amazonas, “pai” da TV Cabrália e  que freqüentava muito a Rede Manchete, nos tempos em que a Cabrália era afiliada à emissora carioca.

Adolfo Bloch, já em fase outonal e vendo a televisão sugar todos os recursos do Grupo Manchete (que incluía gráfica, emissoras de rádio e uma revista de variedades/reportagens), andava pelos corredores do suntuoso prédio da tevê, implicando com Deus e o mundo.

Certo dia, ao deparar-se com o limpador de vidros com as roupas desalinhadas, não cortou conversa:

-Você está demitido, pode passar no departamento pessoal.

O rapaz foi se lamentar com seu chefe imediato, que foi logo dando um jeitinho:

-Seu Bloch anda meio estressado. Vá para outro andar e continue trabalhando…

Minutos depois, eis que seu Bloch aparece no tal “outro andar” e se depara com o mesmo rapaz limpando os vidros.

A cena que se seguiu é de puro nonsense:

-Ô meu rapaz, veja se arruma melhor suas roupas. Eu acabei de demitir um rapaz no andar de cima justamente porque ele estava mal vestido…

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Nestor Amazonas e os pioneiros da TV Cabrália fazem parte de uma história ainda a ser devidamente contada e reconhecida. O palpite de quem começou essa história é de que não será , dado o imobilismo dos nossos cursos de comunicação social e sua propensão em fabricar heróis artificiais. As vezes nem isso… 

O verdadeiro Ouro do Cacau

Como será o seu 2020…

A Revolução Grapiuna

cacau (3)Daniel Thame

 

Adaptação livre de “A Revolução dos Bichos”, de George Orwell

 

 

Narrador

Era uma vez uma fazenda de cacau perdida nos confins do Sul da Bahia. Início de noite, após um dia estafante de trabalho na colheita. Nas casas dos trabalhadores, silêncio, cansaço, a refeição a base de farinha e feijão ralo. A criança que chora de fome. Apanha e chora mais.

Enquanto isso, na sede da fazenda, luzes acesas. O som é de alegria, o cheiro é de comida variada e farta. Ouvem-se risos.

Voltemos às casas dos trabalhadores. Sob a luz quase morta do lampião, eles ouvem atentos as palavras do velho João, corpo maltratado pelo trabalho pesado, 50 anos, aparência de muito mais.

 

João:

-Noite dessas sonhei que a fazenda era nossa. Que o patrão explorador foi expulso daqui. Na nossa fazenda todo mundo era igual, a produção dividida, a moradia decente, a comida suficiente pra matar a fome, as crianças na escola. Sei que não vou viver pra ver isso, mas meu sonho será realizado um dia.

 

Tonho:

-João abestalhou-se. Onde já se viu! Pobre nasceu mesmo é pra trabalhar feito escravo, enricar o patrão e morrer de doença…

 

Manoel:

-Que é isso, Tonho? Já pensou se a gente é dono disso tudo aqui? O patrão é rico, mas nós se junta e fica mais forte do que ele.

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O caminho se chama Chocolate…

A aula que vem das ruas

Brasil, arme-o ou deixe-o





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