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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘Daniel Thame’

Pravda publica em inglês matéria de jornalista baiano sobre médicos cubanos

A matéria “Cuba investe em medicina preventiva e exporta médicos para mais de 60 países”, do jornalista Daniel Thame, foi publicada em inglês na edição mundial online do jornal russo Pravda.

A matéria, produzida durante a visita do jornalista a Cuba, mostra como funciona o sistema de saúde, com foco na prevenção, e o processo de capacitação dos médicos, além de mostrar como a médica baiana, recém formada na Ilha, pretende atuar no Brasil.

A reportagem é bastante atual, em função da presença de médicos cubanos no Brasil, através do programa Mais Médicos. O Pravda publicou a tradução, na íntegra e com fotos, do texto de Daniel Thame. O texto também foi publicado na edição em português do Pravda.

Vejam o link em

http://english.pravda.ru/world/americas/10-10-2013/125855-cuba_preventive_medicine-0/

 

“Jorge100anos Amado” no Festival Internacional do Chocolate e Cacau

O livro “Jorge100anosAmado-Tributo a um eterno Menino Grapiuna”, do jornalista e escritor Daniel Thame, estará sendo comercializado no estande da M21 durante o  Festival Internacional do Chocolate e Cacau, que acontece de quarta a domingo no Centro de Convenções de Ilhéus.

O livro é uma homenagem ao centenário do escritor e faz uma releitura atualizada, através de contos, dos principais romances de Jorge Amado, como “Gabriela Cravo e Canela”, “Cacau”, “Tieta do Agreste”, “Capitães da Areia”, “Tocaia Grande”, “Dona Flor e seus Dois Maridos”, etc.

A obra também faz uma “revelação”  que põe fim a disputa entre Ilhéus e Itabuna pela paternidade do escritor: o Menino Grapiuna é, na verdade, um Menino Sergipano.

 

Dois anos Alambique. Festa no ABC da Noite

Walmir Rosário, Caboclo Alencar e Daniel Thame: nascia a Alambique

A gloriosa e beboriosa Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc.; a , Alambique , completa dois anos de fundação nesta terça-feira, dia 21.

Dois anos de incontáveis imortaalcoolizações, quase todas elas no ABC da Noite, no Beco do Fuxico, em Itabuna, sob as bênçãos do Caboclo Alencar.  Umas 100, pra ser mais ou menos exato, porque em matéria de apreciadores de Dona Brnaquinha, a categoria só perde para a legião de literatos que aflora nesse chão grapiuna.

E como não tem, e nem pretende ter, a pompa e circunstância de suas co-irmãs Academia de Letras de Itabuna (Alila) e Academia Grapiuna de Letras (Agral), com seus imortais de farda, fardão e camisola de dormir (dá, Jorge  Amado), os dos anos da Alambique serão comemorados no mesmo ABC da Noite de sempre, a próxima sexta-feira, dia 24, com direito a batidas (cada um paga a sua) e uma cachacinha de se beber de joelhos, essa sim cortesia da academia alambiquista.

Pode rolar até uma Weber Haus, cortesia do fabricante após incontáveis ´jabás`  neste blog, caso a marvada e bem vinda chegue a tempo.

O presidente vitalício, ditatorialício e imortalício da Alambique, Daniel Thame, e o vice igualmente vitalício, ditatorialício e imortalício, Walmir Rosário, receberão os  imortaldools para o ágape.

Capa do livro “Jorge100anosAmado” vira souvenir no Bataclan

A capa do livro “Jorge100anosAmado – Tributo a um eterno Menino Grapiuna”, do jornalista Daniel Thame, serviu de tema para a confecção de souvenirs, que estão disponíveis no Bataclan, em Ilhéus. Celebrizado no romance Gabriela Cravo e Canela, o Bataclan foi transformado um espaço que inclui restaurante, espaço de eventos, lojinha de produtos e de arte regional e o quarto, restaurado, de Maria Machadão.

Criação de Goca Moreno, a capa do livro de Daniel Thame  é tema de sacolas, camisetas, almofadas, chaveiro se ´imã de geladeira`, com grande aceitação por parte dos turistas, que também podem adquirir exemplares do livro, uma série de contos que contextualiza os principais romances de Jorge Amado como Gabriela, Dona Flor e seus dois maridos, Tieta do Agreste, Tocaia Grande, Capitães da Areia, Quincas Berro D´água, O cavaleiro da esperança, Mar Morto, etc.

Além de estar a venda no próprio Batacan, o livro pode ser adquirido através do email danielthame@gmail.com

Diários de um mochileiro. O dia em que nasceu um menino chamado Jesus…

Daniel Thame

 

Mochileiro errante, andava eu lá pelos lados Galiléia. Dinheiro curto, quanto havia dinheiro. Mal dava para o pão e o vinho. Tempos difíceis, como sempre foram difíceis os tempos para quem não tem a felicidade de nascer rico nesse mundo dividido entre os que têm tudo e nos exploram e os que não temos nada e somos subjugados.

Estava em Belém, uma cidadezinha da Palestina. Aquele dia tinha sido excepcionalmente ruim para mim. Tanto que só me alimentara porque um casal – a esposa  em adiantado estado de gravidez- dividira comigo um pedaço de pão. Pareciam caminhar a ermo, mas a mulher tinha um semblante de quem trazia no ventre não um filho, mas um tesouro.

Sem dinheiro nem para a mais modesta das hospedagens, fui procurar abrigo nos arredores da cidade. Era uma noite linda e uma estrela lá no céu brilhava mais do que todas as estrelas. Parecia um sinal, nós que àquela época esperávamos tanto por um sinal. Quem sabe alguém capaz de mudar o mundo. Ou, mais modestamente, garantir que todos tivessem pão e moradia digna. Nossos desejos eram simplórios, nos tempos simplórios em que vivíamos.

Andei pouco, o suficiente para avistar uma estrebaria. Cansado, só pensava numa reconfortante  noite de sono. Ao me aproximar da estrebaria, a surpresa. Lá estava o casal que dividira comigo o pedaço de pão. Ao lado deles, alguns pastores de ovelhas, uns poucos animais. Ao centro, brilhando como a mais brilhante das estrelas,  iluminada como a mais intensa das luzes, estava a criança.

Não tive coragem de me aproximar. Cansado, preocupado com o dia seguinte, me afastei e encontrei uma estrebaria vazia. Antes, olhei para aquela criança que tanto me impressionara. Acho que ela sorriu pra mim. Ou, talvez tenha sido só impressão minha.

Naquela noite, sonhei que aquela criança, que os pais deram o nome de Jesus, se transformara num grande líder popular. Não desses líderes que após chegar ao poder viram as costas para o povo e só pensam em fazer fortuna. Mas um líder que combate as injustiças sociais, a violência. Um líder que não apenas divide, mas multiplica o pão. No meu sonho, Jesus arrebatou uma multidão de seguidores,  todos eles humildes. Por isso, despertou a ira dos poderosos.

 

No meu sonho, aquele barbudo revolucionário não se curvou aos poderosos, não se desviou um milímetro do bom caminho, nunca abandonou os humildes e pagou um preço altíssimo por isso. Numa tarde sombria como só as tardes trágicas são sombrias, ele foi crucificado.

Meu sonho, entretanto, não terminaria na crucificação daquele homem que eu vira nascer numa noite estrelada. Morto, ele se multiplicou e sua mensagem se espalhou pelo mundo, atravessou séculos, cruzou milênios. O mundo continuaria desigual, mas jamais seria o mesmo, porque ele havia deixado um sinal. Ou melhor, ele era o próprio Sinal. Quem tiver olhos para ver, Veja. Quem tiver desprendimento para seguir, Siga.

No retorno para Belém, notei que a manjedoura onde nascera a criança estava vazia. Os pastores cuidavam de suas ovelhas e a vida seguia seu ritmo normal. Mas, eu estava extremamente inquieto.

Teria sido apenas um sonho? Ou teria, eu, recebido o sinal e não percebido. Durante minhas andanças nunca deixei de olhar para o céu. Em busca de uma estrela que me indicasse o caminho.

Mochileiro errante, até hoje eu me sinto passageiro de uma história onde poderia ter sido personagem. Porque apenas e tão somente a ação – e não a simples contemplação- é capaz de mudar a História.

E que bela história, que começaria assim:

Mochileiro errante, andava eu…

 

Ilhéus: galeria de TMI expõe telas de Jane Hilda e Marlove Quadros

Será aberta às 18 horas desta segunda-feira (3), na galeria do Teatro Municipal de Ilhéus (TMI), a exposição “Bahia de Jorge e outros Amados Mundos”, da artista plástica Jane Hilda Badaró. O trabalho conta com a participação especial da artista plástica Marlove Quadros e de vinte alunos do Colégio Estadual Paulo Américo de Oliveira.

O vernissage será marcado também pelas participações do escritor e jornalista Daniel Thame, com autógrafos de seu livro mais recente “Jorge 100 anos Amado – um tributo ao eterno Menino Grapiúna”, e do cantor e compositor Jan Costa, que fará um show voz e violão.

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Escritor grapiuna debate obra de Jorge Amado na Flica 2012

Daniel Thame e o livro-homenagem ao eterno Jorge Amado

Está sendo realizada de 17 a 21 de outubro, em Cachoeira a segunda edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira, a Flica (www.flica.com.br). O evento acontece no Conjunto do Carmo,  e tem o objetivo de inserir a Bahia no roteiro das festas literárias do Brasil. Com realização da Putzgrillo! Cultura, em parceria com a Icontent/Rede Bahia, a festa é totalmente gratuita e tem ainda uma programação musical paralela às mesas literárias.

Representando o  Sul  da Bahia,  a Flica 2012 tem  como  convidado o  jornalista e escritor Daniel  Thame,  autor dos livros  “Vassoura”, “A  Mulher do Lobisomem”  e “Jorge100anosAmado – Tributo a um eterno Menino Grapiuna”, editados pela Via Literarum. Thame participa no  dia 20,  às 10  horas,  de uma mesa redonda com o tema  “Jorge Amado e os contextos de Terras do Sem Fim e Gabriela”,  ao  lado da escritora Mary Ann Mahony (EUA). “A Região Cacaueira da Bahia é o foco central da literatura de Jorge Amado e é motivo de orgulho falar sobre a obra escritor e o mundo mágico do cacau”, afirma Thame.

Entre os  autores presentes à Flica 2012 estão Inês Pedrosa (Portugal), Javier Moro (Madrid, Espanha), João José Reis (Bahia, Brasil), José Eduardo Agualusa (Angola), Maria Paula Fidalgo (Brasil),  Marcia Tiburi (Brasil), Ruy Espinheira Filho (Brasil) Sonia Rodrigues (Brasil) , Uzodinma Iweala (Nigéria)  e Xico Sá (Brasil).

 

ERNESTO MARQUES É O MAIS NOVO IMORTAL DA ALAMBIQUE

O jornalista, sindicalista e petista Ernesto Marques,  vice presidente da Associação Baiana de Imprensa,  é o mais novo imortal da Academia de Letras, Artes, Musica, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc., a gloriosa ALAMBIQUE.

 Ernesto, que tem esse nome em homenagem ao nosso eterno comandante Che, foi imortaalcoolizado por este blogueiro, presidente vitalício, imortalício e ditatorialício da ALAMBIQUE, com direito a cachaça mineira e charuto cubano.

 Passada a refrega eleitoral, a ALAMBIQUE volta a se reunir todas as sextas feiras no ABC da Noite, gentilmente cedido (ou tomado) do nosso presidente de honra, o Caboclo Alencar.

Escritor sulbaiano debate obra de Jorge Amado na Festa Literária Internacional de Cachoeira

O jornalista e escritor  sulbaiano  Daniel  Thame é um  dos convidados da  Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), que acontece de 17 a 21 de outubro no  Recôncavo Baiano. Este ano, a Flica fará homenagens aos centenários de Nelson Rodrigues e Jorge Amado.   Autor dos livros “Vassoura”,  “A Mulher do Lobisomem”  e “Jorge100anosAmado- tributo a um eterno Menino Grapiuna”, editados pela Via Litterarum,  Thame  participa,  no dia 20,  de uma mesa redonda com o tema “Jorge Amado e os contextos de Terras do Sem Fim e Gabriela”, ao lado da escritora norte-americana Mary Ann Mahony.

Entre os convidados para a Flica 2012 estão  confirmados escritores do Brasil,  Estados Unidos, Espanha,  Portugal, Angola, Nigéria e Togo. A filha de Nelson  Rodrigues,  Sonia Rodrigues, participa da mesa redonda em  homenagem  ao pai. A  Flica será  realizada no  Convento do Carmo e terá ainda espaços como  Casa da Rede, Varanda do Sesi e Pouso da Palavra.

A Flica tem o patrocínio da Coelba e Governo do Estado da Bahia (através do Fazcultura, Secretaria de Cultura, Secretaria da Fazenda) e Petrobras, e apoio da FIEB/SESI e Bahiatursa, apoio institucional da Prefeitura de Cachoeira, e realização da Putzgrillo! Cultura e Icontent.

Veja o link  da Flica 2012  com a programação  completa em www.flica.com.br

FEIRA LITERARIA AMAR AMADO, NA TVE





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