:: ‘ABC da Noite’
Sueli da Feijoada recebe Comenda Caboclo Alencar

Mais um final de semana inolvidável para a Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc., ALAMBIQUE . O presidente vitalício, imortalício e ditatorialício Daniel Thame entregou a Comenda Caboclo Alencar a Rose da Feijoada, que serve suas iguarias no Calçadão da Rui Barbosa, esquina com o mítico Beco do Fuxico, com uma simpatia que contrasta com o notório ´bom humor` do Caboclo.
Se não se tem notícia dos dotes literários de Rose (como se isso fosse critério para ser imortal em nossas co-irmãs se proliferam nas terras do cacau!), são inegáveis os seus dotes culinários. Além da feijoada, Sueli serve diversos tipos de caldos para sua ampla freguesia.

Só se espera que após receber tamanha honraria, Rose da Feijoada não queira aumentar os preços, agora que Comendadora é.
Aproveitando o dia memorável e beberável, a ALAMBIQUE também imortalizou Zé da Meota, que abordou este presidente na porta do ABC e declamou esses versos:
“E aí, coroa
Me paga uma batida
Que eu tô de boa”
Literatura pura!
Alvíssaras a Rose e a Zé da Meota!
Em tempo, antes que as más línguas digam que a Comenda Caboclo Alencar foi entregua à XXXX em troca de um prato de feijoada, trata-se da mais deslavada mentira.
Na verdade, foi em troca de um caldo de feijão, ideal pra rebater as três divinas batidas de pitanga que só o Caboclo Alencar sabe produzir.
ALAMBIQUE e Free Hand homenageiam os 94 anos do Caboclo Alencar

A Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc., ALAMBIQUE e a Free Hand homenagearam o Cabloco Alencar, que completou 94 anos no dia 2, mais de 50 deles dedicados ao ABC da Noite, boteco mitológico do Beco do Fuxico, onde abecezeiros fiéis de todas as idades podem degustar batidas de antologia, como as célebres de pitanga, tamarindo, maracujá e gengibre.
A ALAMBIQUE e a Free Hand confeccionaram duas placas com o dizeres “ Caboclo Alencar 94 anos. Vida Longa ao Mestre as Batidas Imortais e Rei do Beco do Fuxico”, uma colocada na entrada do boteco e outra entregue a Alencar e à primeira dama do ABC e do Beco, dona Neusa.

O presidente vitalício, imortalício e ditatorialício da ALAMBIQUE, Daniel Thame destaca que “o Caboclo Alencar é um personagem-símbolo de Itabuna, que com suas batidas e sua prosa transformou o beco num ponto de encontro em que as amizades estão acima de eventuais diferenças. Que chegue aos 100 anos recebendo todas as merecidas homenagens”.

Para o proprietário da Free Hand, Marcos Carvalho, “reverenciar o Caboclo Alencar é resgatar a memória de uma cidade que cresceu, mas ainda mantém o espírito acolhedor tão presente no Beco do Fuxico”.
Por iniciativa de Daniel Thame, que nas horas vagas da presidência da ALAMBIQUE, também é jornalista e escritor, ABC da Noite foi tombado pelo Patrimônio Histórico de Itabuna na gestão do prefeito Vane do Renascer, para não correr o risco de ser tombado no sentido literal, como vem ocorrendo com vários prédios históricos de Itabuna.
Esta vida social me deixa exausto

Walmir Rosário
Afirma o ditado que Deus escreve certo por linhas tortas. Concordo em gênero, número e grau e por tudo que há de mais sagrado, pois as confirmações sempre me são mostradas e com rigor, digamos, científico, ou quase. Este fim de semana, por exemplo, fui impedido de comparecer a uma série de eventos, já programados com bastante antecedência.
E o motivo foi pra lá de justo, aqueles incômodos nem tão inesperados, causados pelo nervo ciático e as imperfeições na velha coluna cansada de guerra. E o veredito foi dado de forma brusca pelo meu team de personal trainer, os professores Vilma e João José, que também carregam o sobrenome Rosário, proibindo qualquer estripulia.
Resignado, deixei de ir a Campo Formoso para comemorar, ao vivo e em cores, os 94 anos de minha mãe, no dia 1º. No mesmo dia ainda tentei que me liberassem para um pulinho em Itabuna, pois participaria dos festejos antecipados dos 94 anos do Caboclo Alencar, que reina absoluto no ABC da Noite, no Beco do Fuxico, e ainda daria os parabéns ao amigo e colega Gabriel Nunes e Paulo (Índio) Lima (todos no dia 2, junto com Yemanjá).

Todos os meus sonhos foram por água abaixo e me contentei em parabenizá-los por meio de mensagens no Whatsapp, sem um aperto de mão, um abraço apertado e, sequer, desejar tudo de bom nesta vida brindando com uns dois ou três goles de batida. Todo o meu planejamento seguiu água abaixo, ou como diriam os mais exaltados, o meu castelo ruiu, sem mais nem menos.
Ainda bem que alcancei a dádiva de comemorar recentemente os 80 anos do Almirante Nélson, numa festividade que deu o que falar em toda a Canavieiras, devido ao brilho dos serviços e ao número e qualidade dos convidados. É por isso que tenho a convicção de que nada mais correto do que “o que tiver que fazer hoje não deixe para o amanhã”.
Walmir Rosário lança livros no Beco do Fuxico e recebe Comenda Dedé do Amendoim

Radicado na bucólica Canavieiras, de onde nos brinda semanalmente com suas deliciosas crônicas, o jornalista, escritor e causídico Walmir Rosário aportou em Itabuna para lançar seus dois novos livros “Crônicas de Boteco” e “Como sobrevivi à Pandemia”.Crônicas de Boteco tem o prefácio do saudoso jornalista Tyrone Perrucho, enquanto Como Sobreviver à Pandemia é prefaciado pelo advogado José Augusto Ferreira Filho.

O lançamento aconteceu no Beco do Fuxico e depois de pedir a indispensável benção do Caboco Alencar e degustar uma divina batida de tamarindo, Walmir recebeu dezenas de amigos, que desafiaram as chuvas para adquirir seus exemplares, devidamente autografados.

Na ocasião, Walmir Rosário, que também é vice-presidente da a Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc., a ALAMBIQUE, foi agraciado com a Comenda Dedé do Amendoim, entregue pelo presidente vitalício, imortalício e ditatorialício da distinta academia, Daniel Thame, ex-jornalista em atividade e escritor em quase inatividade.

“Crônicas de Boteco” e “Como sobrevivi à Pandemia” são leituras obrigatórias para quem não abre mão de uma boa leitura.

Contatos (73) 99138-2490.
Beco do Fuxico, uma “bomba” prestes a explodir

Walmir Rosário
Como prevíamos, a frequência do Beco do Fuxico vem aumentando assustadoramente. A cada sábado, novos frequentadores chegam aos magotes, deixando perplexos os participantes dos grupos assíduos do ABC da Noite e Fuxicaria. Desses, pelos que deixam a transparecer, muitos neófitos e que jamais chegarão a noviços, uns poucos alunos repetentes do Caboclo Alencar em busca de renovar suas matrículas.
Pelas fotos que recebo no grupo de Whatsapp da Confraria do Alto Beco do Fuxico, muitas das caras que me são conhecidas são totalmente alheias às obrigações de sábado num beco que aloja, há dezenas de anos, o que existe na mais fina-flor da boemia itabunense. Deixo aqui o necessário reparo que até protestantes, que detestam as bebidas alcoólicas, aparecem nas fotos, todos eles se comportando como peixe fora d’água.
Nunca conversa rápida com o oftalmologista Wandick Rosa, nossas dúvidas foram decifradas com o olhar atento de médico especializado em enxergar bem. Olho de Lince, diria o saudoso amigo Iram Marques, o famoso Cacifão, este expert nas artes do Beco do Fuxico e da política. Pois, bem, ao revermos os arquivos de fotos, algumas figurinhas carimbadas foram detectadas.
Guilhermo Brau é o novo imortal da ALAMBIQUE

Livro “Minha Vida em branco e preto”.
Dia de gáudio para a Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc., ALAMBIQUE. O grande literato grapiúna Guilhermo Brau foi laureado no ABC da Noite, sede provisória da instituição (há 456 anos!) como o mais novo imortal alambicano.
Mo Brau, como gosta de ser chamado, é autor do portentoso livro “Minha Vida em branco e preto”, com impressionantes 265758 páginas em branco, posto que embora laureado no ABC, Mo Brau não passou do AEIOU.
(PQP, como ex-jornalista em atividade adora um trocadilho infame!).

Mo Brau fez questão de autografar sua obra, agora imortal
Ao ser comunicado por Daniel Thame, presidente vitalício, imortalício e ditatorialício da nobre Casa das Letras e das Bebidas, que também receberia a Comenda Dedé do Amendoim, Mo Brau reagiu com a fidalguia dos imortais:
-Encomenda, que porra de encomenda? Mal fui imortalizado e já querem extorquir meu suado dinheirinho, me empurrando uma encomenda que não pedi…
Dito isto tirou do bolso duas suadas notas de 5 reais e investiu em duas batidas de tamarindo, posto que a primeira dama do ABC, dona Neusa Alencar agora só aceita pagamento em dinheiro vivo e no ato de entrega da iguaria, cansada de acólitos que bebem e saem de fininho sem pagar, caloteiros desavergonhados!
Em tempo: como um pedido de desculpas pela reação intempestiva no caso da Comenda/Encomenda, Mo Brau deixou um livro autografado, já devidamente inserido no vasto acervo de meia dúzia de quatro ou cinco obras da biblioteca da ALAMBIQUE.
Em tempo 2: e nem adianta driblar Dona Neusa e pedir fiado ao Caboco Alencar, Ele pode ser o Rei do Beco do Fuxico, mas no ABC quem reina é Dona Neusa.
Zé da Roça, imortal da Alambique, cala os críticos!!!!
A indicação de Zé da Roça como um dos novos 1.776 imortais da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc., a Alambique acabou gerando protestos de ninguém.
Como é do conhecimento do Planeta Literatura, Zé da Roça, recém formado no Proeja, parou no ABC da Noite, sede da Alambique, para perguntar onde ficava a farmácia mais próxima e saiu de lá imortalizado.
Diante da imensa repercussão nenhuma de sua imortalização, o próprio Zé da Roça enviou um poema de sua autoria, escrito em papel de pão, que reproduzimos na íntegra, para que não pairem dúvidas de sua autenticidade.
Os pequenos errinhos (apenas 227) de português apenas revelam a faceta original do imortal.

Quem é Camões?
Quem é Shakespeare?
Louvações ao Bardo Zé da Roça!!!
Alambique dá posse a 1.776 imortais e 576 comendadores

Caboco Alencar, patrono da Alambique
A Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc., a Alambique, que tem como patrono o célebre Caboco Alencar promoveu no final de semana em sua sede provisória (provisória há 7 anos!) no ABC da Noite, uma série de imortalizações, com a posse de novos acadêmicos.

O novo Comendador, jornalista Joel Filho
O ex-jornalista em atividade e escritor extemporâneo Daniel Thame, presidente vitalício, imortalício e ditatorialício da nobre Casa das Letras e das Bebidas, designou para a imortalidade (ou imortaalcoolidade) um seletíssimo grupo de 1.776 pessoas, escolhidas por suas inegáveis virtudes literalícias e beberalícias, não necessariamente nessa ordem.
Entre os agraciados, gente de renome como o bancário Valter Moraes, o jornalista Joel Filho, o publicitário Kiko Assis e o radialistas Gilson Alves, além de anônimos como o trabalhador rural Zé da Roça, recém alfabetizado pelo Proeja, que acidentalmente parou no ABC perguntando onde ficava a farmácia mais próxima e saiu de lá sem precisar mais de remédios, posto que também se tornou imortal.

O grande literato xxxxxx, imortalizado e comendadorizado
Durante o ágape, regado às igualmente imortais batidas do ABC da Noite, um também seletíssimo grupo de 576 pessoas recebeu a prestigiadíssima Comenda Dedé do Amendoim, criada pela Alambique em homenagem ao célebre Dorival Hygino da Silva, o saudoso Dedé.
Infelizmente, nem tudo foi festa. O dono de uma funerária, bolsonarista per supuesto, protestou contra o elevado número de agraciados (que diga-se não é privilégio da Alambique, mas também de suas coirmãs), alegando que com tanto imortal, vão sobrar caixões, velas e valas.
Serenados os ânimos, o dito cujo tomou três batidas de limão, duas de pitanga uma de gengibre e saiu do ABC satisfeito, mais morto que vivo.
(Ah, essa paixão dos pseudo-literatos como este que ora vos escreve pelos trocadilhos infames…).
Alvíssaras, amplexos e encômios aos novos e nobres imortais.
Festa para os 61 anos do ABC da Noite
Nesta sexta-feira, dia 28, Dia da Cidade, o ABC da Noite, o bar mais emblemático de Itabuna, comemora 61 anos de existência. Embora o aniversário coincida com o do município, que completa 113 anos, a festa do ABC da Noite foi marcada para hoje (29), às 11 horas, no Beco do Fuxico.
Como manda a tradição, Alencar Pereira da Silveira, ou simplesmente Caboco Alencar, receberá com batidas de antologia os seus “alunos repetentes”, aqueles que fazem questão de não decorar o ABC para terem motivos de “visitar a escola” todos os dias,
Reduto da boemia itabunense, resquício dos tempos românticos da cidade, o ABC da Noite, patrimônio histórico, cultural desse por ora sofrido rincão grapiuna, reune poetas, políticos, médicos, empresários, bancários, comerciários, etc. etc. e mais etc.. sempre de braços abertos, mas sem muita demora. É mais que um bar, é uma instituição. Por isso mesmo, tem regras (muito) próprias.

O ABC da Noite ficou fechado durante a pandemia e atualmente está abrindo aos sábados, o que é um bálsamo para todas aqueles que acreditam que final de semana sem as batidas do Caboco não é final de semana.
Além do que, é sempre um prazer desfrutar de um bate papo com Caboco, lúcido e bem humorado (há controvérsias) depois de ter cruzado a casa dos 90 anos.
Longa vida ao ABC da Noite, longa vida ao Caboco Alencar.
E brindemos a vida, que ao contrário do motorista e do cobrador, é sim passageira.
Caboco Alencar 92 anos. Vida longa ao Rei do Beco do Fuxico

Hoje, 2 de fevereiro, dia celebrar Iemanjá, também é dia de celebrar uma divindade grapiúna Alencar Pereira da Silva, o Caboco Alencar, que fez do ABC da Noite um símbolo da boêmia de Itabuna e do Beco do Fuxico um patrimônio cultural do Sul da Bahia.
Caboco Alencar chega aos 92 anos produzindo suas batidas de antologia, enquanto seus fiéis aguardam com ansiedade a reabertura do ABC da Noite, fechado inicialmente por conta da pandemia, e que só funcionou excepcionalmente num sábado de outubro de 2022, para matar a saudade e deixar o gostinho de quero mais.

Ao lado da inseparável companheira dona Neusa, Alencar celebra seus 92 ao lado de amigos e familiares, recebendo todo o carinho que lhe é merecido.

Quanto à reabertura do ABC, planos para fazê-lo na Lavagem do Beco do Fuxico e que assim seja.
Longa vida ao Caboco Alencar, Rei do Beco do Fuxico e Senhor das Batidas Inigualáveis e inimitáveis.
Relembre a reportagem produzida pela TV Santa Cruz











