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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘Daniel Thame’

Daniel Thame lança Manual de Baixo Ajuda

capa Manual Baixo Ajuda  DTO jornalista e escritor Daniel Thame lança no dia 29 de maio seu mais novo livro, “Manual de Baixo Ajuda, como transformar sua autoestima em anã”. O lançamento acontece na área externa do Teatro Zélia Lessa em Itabuna, recém-reformado pela FICC – Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania.

Editado pela Via Litterarum,“Manual de Baixo Ajuda” faz um contraponto bem humorado aos manuais de autoajuda que dominam o mercado editorial e que segundo o autor “só melhoram mesmo é a vida de quem escreve esses livros”.  O Manual traz contos como “De office boy a gerente”, “Juros por Deus”, “O amor é cego”, “O amor não tem idade”, “Todas as mulheres aos seus pés”, “O caminho mais curto para o céu”, “Medalha de ouro no amor”, além de gotas ácidas de sabedoria e algumas fábulas fabulosas de hoje em dia.

O livro tem posfácio (ou post mortem!) de Ernesto Che Guevara, Raul Seixas e John Lennon, em depoimentos que revelam como o “Manual de Baixo Ajuda”  poderia ter mudado suas vidas. Isso se, obviamente, eles não tivessem morrido antes, embora, a exemplo de Elvis Presley e de Michael Jackson, haja controvérsias

DT lacoste 1Daniel Thame também é autor dos livros “Vassoura”, uma série de contos sobre os impactos da vassoura de bruxa, doença que devastou a lavoura cacaueira, na vida da população sul-baiana, “A Mulher do Lobisomen”, contos que abordam o universo feminino, e “Jorge100anosAmado – Tributo a um eterno Menino Grapiuna”, releitura contextualizada das principais outras do escritor baiano.

O lançamento do Manual de Baixo Ajuda tem o apoio da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) e da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc. (Alambique)

“Jorge100anosAmado- Tributo a um eterno Menino Grapiuna” é lançado em e-book

jorge em ebook

O livro “Jorge100anosAmado- Tributo a um eterno Menino Grapiuna”. Do jornalista Daniel Thame, acaba de ser lançado em e-book pela Editora Via Littterarum.

O livro, que faz uma releitura contextualizada dos principais romances de Jorge Amado, está sendo comercializado no site da Livraria Saraiva, uma das maiores do Brasil.

Confira no link:

http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/7486256

Manual de Baixo Ajuda será lançado em Itabuna

capa Manual Baixo Ajuda  DTEstá confirmado para o dia 29 de maio o lançamento do novo livro do jornalista Daniel Thame, ´Manual de Baixo Ajuda. Como transformar sua autoestima em anã´. O lançamento será às 19 horas no Espaço Zélia Lessa, em Itabuna.

“Um livro que não vai mudar sua vida, mas você vai rolar de rir por apenas 10 reais”, diz o autor, O ´Manual de Baixo Ajuda´ tem posfácio de Che Guevara, Jonh  Lennon e Raul Seixas.

Daniel Thame é autor de “Vassoura”, “A Mulher do Lobisomem” e “Jorge100anosAmado- Tributo a um eterno Menino Grapiuna”.

O lançamento do Manual de Baixo Ajuda tem o apoio da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) e da  Academia de Letras, Artes, Musica, Birita, Inutilidades, Quemeras, Utopias, Etc., a gloriosa Alambique, a Alambique.

Imortalcoolização em massa na Alambique

alam

A Academia de Letras, Artes, Musica, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopias, Etc., a gloriosa Alambique, promoveu na noite de quinta-feira mais uma sessão de imortalcoolização em massa, já que para adentrar à (nem tão) nobre instituição (nem tanto) letrística, basta apreciar uma cachacinha.

O ágape aconteceu na sede provisória/permanente da Alambique, o ABC da Noite, no Beco do Fuxixo, sob as benção do Caboclo Alencar e suas batidas, essas sim imortais.

Foram imortalcoolizados pelo presidente vitalício e ditatorialício da Alambique, Daniel Thame (agora mais do que nunca, desde que o vice Walmir Rosário se autoexilou em Canavieiras), os confrades Mario Freitas, de Salvador, Regivaldo Jovita (Itabuna), Yassu Uemura (Caravelas), Dorinho (Itabuna), Jaques Barreto (Caravelas), Josivaldo Dias (Itabuna), e Fernando Carmargo (Teixeira de Freitas).

Vem ai o livro que vai mudar sua vida

capa Manual Baixo Ajuda  DT

Manual de Baixo Ajuda, um livro de Daniel Thame.

Lançamento  mundial em maio, com posfácio de Che Guevara, John Lennon e Raul Seixas.

´Waldomiro volta pra casa´ estréia em Itagibá

WD ItagibáO filme “Waldomiro volta pra casa”, um filme-depoimento sobre a vida e obra do pintor primitivista Waldomiro de Deus, será lançado no próximo dia 22 de março, às 19 horas, com uma exibição em praça pública em Itagibá, terra natal do artista.

Com direção de Raquel Rocha e produção de Daniel Thame, o filme é um relato emocionado da vida de Waldomiro, feito pelo próprio artista, que pintou seu destino com a magia dos pincéis, em telas com cores e temas do cotidiano.

“Waldomiro volta pra casa” também resgata imagens do artista na efervescente Rua Augusta, coração de São Paulo, no final dos anos 60, quando Caetano cantava que era proibido proibir e a Ditadura Militar proibia tudo, mas era incapaz de conter a irreverência de WD.

No documentário, Waldomiro relata sua infância no Sul da Bahia, seguindo o pai na vida errante de trabalhador rural, a viagem para São Paulo num pau de arara, ainda na adolescência e o choque com a ´selva de pedra´ para quem estava acostumado com as matas do cacau.

Waldomiro conta como a arte mudou o destino de um retirante condenado ao trabalho duro e o consagrou com um dos maiores primitivistas do Brasil, com obras espalhadas por galerias e museus de todo o mundo, numa narrativa espontânea. “O documentário tem uma narrativa leve, que mantem o ritmo e a essência do artista”, diz a cineasta Raquel Rocha.

O artista relata a influência do Sul da Bahia na sua arte, o permanente processo de renovação com temas do dia a dia dos brasileiros, e a plenitude da experiência aos 70 anos de idade, recebendo homenagens no Brasil e no Exterior. E mostra a emoção do reencontro com a Itagibá da infância, num passeio pela cidade e o contato com os moradores da cidade.

Amigo de Waldomiro de Deus há 35 anos, quando residia, em Osasco, cidade operária da Grande São Paulo, o jornalista Daniel Thame, que conduziu a entrevista que serve de fio condutor do filme, ressalta que “Waldomiro é um cidadão do mundo que não perdeu o jeito de menino grapiuna, embora ainda esteja a merecer o reconhecimento dos sulbaianos, pela grandeza de sua arte”. “Produzir o documentário é um passo importante nesse resgate de um artista simples, mas definitivamente magistral”, afirma Thame.

Após a estréia,  ´Waldomiro volta pra casa´, que tem o apoio cultural da Prefeitura de Itagibá, será exibido em outras cidades sulbaianas e pela TVE Bahia e TV Brasil.

A noite das bruxas que atravessa três décadas

Daniel Thame

“A gente passava várias semanas colhendo cacau, levando para as barcaças, ensacando, os caminhões saindo lotados para Ilhéus. Tinha um monte de gente trabalhando aqui…” 

A Mata Atlântica é exuberante, o verde chega a doer nos olhos, enquanto caminhamos em meio aos cacaueiros. Amaro, o autor da frase, é administrador de uma fazenda localizada numa estrada vicinal em Pau Brasil, no Sul da Bahia.
Ou, o que restou dela.

“A gente chegou a colher três mil arrobas de cacau. Esse ano vamos colher 120 arrobas. E olha que já colhemos menos. O dono só vem aqui uma vez por ano. Ainda bem que tem outras atividades, porque o que tira daqui não paga nem os trabalhadores…”

Por “os trabalhadores”, entendam-se oito pessoas, quase todos da mesma família. A maioria ficou na fazenda por absoluta falta de opções. Amaro entre eles. Com a mulher e os filhos, cuida da pequena área de cacau e cultiva produtos de subsistência.

“O dono da fazenda fez clonagem, mas as árvores não eram resistentes e a vassoura voltou com tudo. Agora estamos tentando novos clones para ver se a produção aumenta de novo, mas nunca será como antes, isso eu sei…”

Por “antes” entenda-se quase três duas décadas. Antes da chegada da vassoura-de-bruxa, doença que por absoluta falta de cuidados e de conhecimentos praticamente dizimou a lavoura cacaueira e que num par de anos empobreceu uma região absurdamente rica. O que Amaro sabe, o que todos já sabem, é que nunca será como antes.

“Olhe esse jacarandá, deve ter mais de cem anos. Essa árvore aqui é pau-brasil. O fazendeiro não permitiu que a gente derrubasse a mata, tá tudo conservado. Mas o cacau, a vassoura levou embora…”

Amaro acaricia os poucos frutos sadios, aponta para as plantas semimortas, espera que dessa vez a clonagem seja bem sucedida, para que pelo menos o cacau pague as despesas da fazenda. O receio, evidente, é que o dono tenha um limite para arcar com os prejuízos, ano após ano.

“Quanta gente foi embora e hoje eu nem sei por onda anda. A gente vai nas outras fazendas e dá pena. Muitas delas estão abandonadas, as casas depredadas, onde tinha cacau, hoje só tem mato. Tenho 50 anos, nasci e cresci nas roças de cacau. Nunca pensei que iria ver isso…”

Amaro sai da plantação de cacau e se dirige para casa, onde a mulher, também nascida e criada nas roças de cacau, serve um café ralo. A impressão é de que, ao transpor aqueles cacaueiros, deixou para trás um sonho.
Ou, um pesadelo, que insiste em atormentar o sono de Amaro e de milhares de pessoas que esperam pelo fim de uma crise como quem espera pelo fim de uma longa noite tenebrosa.

Um dia que insiste em não amanhecer…

 

É Natal! E daí?

           natal

            Um menino chamado Jesus passou pelo centro da cidade, entre calçadas, lojas e gente, muita gente.

            Olhou vitrines, sonhou com brinquedos que provavelmente nunca terá.

            Disputou restos de comida com cachorros em latas de lixo espalhadas pelas esquinas.

            Dormiu sob marquises de lojas recém-inauguradas, com o luxo refletindo em seu corpo coberto com pedaços de jornais que anunciam aumentos absurdos para deputados, desvios de recursos da saúde e da educação  e obras públicas que só existem no papel.

            Um menino chamado Jesus pediu esmolas nas sinaleiras, uma camisa velha nas casas de família.

            Não pediu, porque já não espera receber, gestos de carinho e atenção.

            O menino Jesus se contenta com uma roupa velha, um prato de comida.

            Mas, quem é que tem tempo para esse menino chamado Jesus quando o Natal se aproxima?

            É tempo de fazer compras, ainda que comprometendo boa parte do salário no crediário.

            De trocar de carro, escolher a roupa da moda, se programar para as inúmeras festas de reveillon.

            De preparar a ceia de Natal, farta, alegre, muitas vezes esbanjadora.

            Tempo dos amigos secretos, das festinhas de confraternização, de exibir aquele companheirismo de fachada de apenas um dia, quando a regra é o individualismo de todos os dias do ano.

            Não há mesmo tempo para dar atenção a um menino, mesmo que ele se chame Jesus.

            Que ele se chamasse João, Paulo, Pedro, José. Pouco importa.

            É apenas mais um menino perambulando pelas ruas, sem passado, sem presente. Provavelmente sem futuro.

            É Natal.

            Entre tantos compromissos sociais, presentes, projetos que nunca se concretizam para o ano que está chegando, não há tempo nem para um outro Menino, hoje não necessariamente a razão, mas apenas o pretexto para essa festança.

            Um menino igualmente chamado Jesus, menos Divino e mais Humano, que viveu e morreu em nome de valores como igualdade, solidariedade, simplicidade.

            O Jesus Menino e o menino chamado Jesus estão separados por quase dois milênios.

            Ignorar as lições de do Jesus Menino explica a existência do menino chamado Jesus e de tantos e tantos outros meninos e meninas que perambulam pelas ruas.

            Meninos e meninas, de todas os nomes, para quem não apenas Papai Noel mas também o Natal é apenas uma abstração em meio à fome e ao abandono.

            As luzes de Natal lançam apenas sombras sobre uma realidade que  fingimos não ver, cegos que estamos pelo egoísmo.

            É Natal.

            E daí?

 

 

Daniel Thame lança “Vassoura” e “Jorge100anosAmado” na Bienal do Livro

capa Jorge100anosAmadoO jornalista e escritor Daniel Thame participa nesta quarta-feira, dia 13, às 19 horas,  da apresentação de seus livros “Vassoura” e “Jorge100anosAmado-tributo e um eterno menino grapiuna”, na Bienal do Livro da Bahia, que está acontecendo até o dia 15 no Centro de Convenções, em Salvador. Os livros estão expostos no estande da Via Litterarum, ao lado do Café Literário.

O livro “Vassoura”, já em sua quinta reimpressão, traz uma série de contos narrando, através da ficção, tragédias pessoas provocada pela vassoura-de-bruxa, doença que dizimou os cacaueiros do Sul da Bahia. Bebendo na fonte de narrativas da Biblia, “Vassoura” traz para a literatura o apocalipse de uma região que saiu do apogeu para a decadência num curto espaço de tempo e que só agora começa a se reerguer.

capa do livro Vassoura Daniel Thame  2 - Cópia“Jorge100anosAmado”, homenagem ao centenário de nascimento do escritor grapiuna, traz uma releitura contextualizada dos principais romances de Jorge Amado, como “Gabriela Cravo e Canela”, “Tocaia Grande”, “Capitães da Areia”, “Tieta”, “Mar Morto”, “O Cavaleiro da Esperança” e “Quincas Berro Dágua. Daniel Thame também é autor de “A  Mulher do Lobisomem”, uma série de contos sobre o universo masculino. Em breve, ele lançará o livro “Manual de Baixo Ajuda”, que  faz um contraponto bem humorado aos manuais de autoajuda que dominam o mercado editorial e que segundo o autor “só melhoram mesmo é a vida de quem escreve esses livros”

 

Via Litterarum lança obras de autores baianos na Bienal do Livro

bienal vidas cruzadasA editora Via Litterarum terá um estande exclusivo na Bienal do Livro da Bahia, que acontece de 8 a 15 de novembro no Centro de Convenções, em Salvador. Durante a Bienal, que reúne  editoras e autores do Brasil e do Exterior, a VL lançará livros de autores baianos, no estande E 07, próximo ao Café Literário.

bienal para sempreEntre os livros que serão lançados estão Vidas Cruzadas, de Valdeny Andrade;  Memorias de um velho Capitão, de Silvino Bastos; Assimetrias- Alma côncava, coração conexo, de Jaques Manz;  Caminhando pela cidade, de Cintia Portugal de Almeida; MPB em textos- história e crítica, de Luiz Américo Lisboa Junior; A casinha feliz, de Silmara Botelho; Para sempre felizes, de Agenor Gasparetto: Manual de Baixo Ajuda – como transformar sua autoestima em anã, de Daniel Thame; A Deriva , de Valquiria Lima: e Notícia Histórica , de Arleo Barbosa.

Também serão lançados pela VL na Bienal os livros Jorge Medauar- ficção, memória e representação identitária, de Juciene Silva e Souza; Amendoeiras de Outono, de  Adylson Machado; Ara uma vez…, de Jorge de Souza Araujo;  A arte de brincar com a poesia, de Luiz Valverde;  Memórias miraculosas de Heitor Quatorze Voltas, de  Antonio Brasileiro:  A dança da vida, de Nolberto Xavier: Estante Viva, de  Cleberton Santos;  e O amor é Deus, de Nilton Schommer.

bienal manual baixo ajudaO diretor-editor da Via Littararum, Agenor Gasparetto, destaca que a Bienal do Livro é uma excelente oportunidade de divulgação de autores  da Bahia e em especial do Sul da Bahia, região que tem uma participação marcante na literatura nacional. As obras que estão sendo lançadas pela VL na Bienal incluem romance, poesia, biografias, contos e humor. “São autores que demonstram a capacidade de produzir literatura de qualidade, através de livros que cativam os leitores”, afirma Gasparetto.

Todos os autores estarão presentes no lançamento de seus livros e participarão de sessões de autógrafos no estande da VL.





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