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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: ‘Sul da Bahia’

Rede Nacional dos Médicos e Médicas Populares encerra ações no Sul da Bahia.

rede medicos (6)No  início de janeiro  profissionais de saúda da Rede Nacional dos Médicos e Médicas Populares   desembarcaram no Sul da Bahia, a região para ofertar atendimento médico humanitário nas cidades atingidas pelas chuvas. Dezenas de cidades foram contempladas com o atendimento, além das comunidades em situação de rua, abrigos, aldeias indígenas e comunidades ribeirinhas, incluindo a comunidade do Rio Salsa.

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A missão foi encerrada neste domingo em Canavieiras onde com o apoio da Prefeitura e articulação do ECOBAHIA, COOAP, AMEC  e  Teia dos Povos centenas de pessoas foram atendidos durante três dias por seis médicos. A Secretária de Saúde da Bahia também deu total apoio às atividades.

 

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” Quero agradecer a Rede de Médicos e Médicas poror nos atender, agradeço ainda a todos os parceiros e quero ser justo com Dr Fábio Villas Boas que nos ajudou no convencimento de alguns parceiros importantes. Enviamos ofício a secretária Tereza Paim que deu total suporte as ações desenvolvidas aqui na região”,  declarou o vereador Nego Elder um dos articuladores da ação humanitária de atendimento médico. “A palavra de ordem é gratidão, mas acho que ainda é pouco pela grandiosidade do trabalho dessa turma de médicos que esteve aqui conosco nesse últimos dias e ao MST que é um dos articuladores da Rede de Médicos e Médicas”, ressaltou Nego Elder.

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Atuaram nos últimos dias da missão as Dras. Alana Rebeca, Daniele, Marina, Sarah e Dr João. Também  atuou  a Dra. Sandra Regina, que está na região desde o início de janeiro. Além de Canavieiras, a ação ocorreu em Pau Brasil, Camacã,   atendendo  comunidades tradicionais (Indígenas, pescadores e extrativistas) além de pessoas em áreas urbanas com alta vulnerabilidade social.

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Governador se reúne com voluntários do Rally dos Mares que auxiliaram no regaste de vítimas das chuvas no Sul da Bahia

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O governador Rui Costa se reuniu, nesta segunda-feira (31), na Governadoria, em Salvador, com diretores da competição de motos aquáticas ‘Rally dos Mares’, para agradecer o apoio dado por participantes do evento no resgate de centenas de pessoas desabrigadas pelas enchentes, durante as fortes chuvas que atingiram o sul da Bahia, em dezembro de 2021.

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“Deixo meu agradecimento como governador, como cidadão baiano e como pai de família, pelo que todos os voluntários fizeram durante as enchentes, auxiliando nas ações de nossas forças de salvamento. Foi um trabalho fundamental, que salvou a vida de milhares de pessoas. As imagens dos salvamentos percorreram o Brasil inteiro, mostrando a força e o valor da solidariedade”.

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A emergência de uma nova cacauicultura

cabruca 2A cacauicultura sempre esteve sujeita a “crises” contingentes – climáticas, de preços e produção – mas nunca nenhum destes ciclos foi tão abrangente e persistiu tanto tempo quanto o atual. Precisamos entender ou aventar que a atual crise se reveste de maior complexidade em ralação às anteriores, esbarramos em questões que não estávamos habituados a lidar e que ainda não as tínhamos experimentado antes. Foram muitos os fatores negativos que se impuseram. Melhor então, nos faltou a percepção da exata dimensão – social, ambiental, econômica e histórico-cultural – do nosso tempo, da nossa realidade concreta, frente à ameaça dos novos desafios.

wallaceNeste extenso período de anormalidades agravou-se a exclusão social; saímos da mais depressiva cotação dos preços do cacau para níveis considerados ótimos internacionalmente; fomos do congelamento à liberação do câmbio; alcançamos os mais baixos preços da terra; atravessamos instabilidades climáticas; instalaram-se novas pragas e novas doenças; assistimos ao desmonte da estrutura comercial/exportadora do cacau; e ao estrangulamento do fluxo de credito bancário [oficial e privado] ao produtor. E mais, a despeito de todo o aparato – técnico/institucional e político – que fomos capazes de instituir, em mais de 250 anos de história, não conseguimos conjecturar alternativas que nos apontassem uma saída sequer por falta de clareza e entendimento coletivo.

As políticas públicas adotadas como solução para crise do cacau, nos últimos 34 anos, tiveram a característica de acentuar os processos da crise instalada, em função da mínima eficiência técnica, associada a nenhuma participação dos produtores e da sociedade regional nas ações propostas: Programa de Recuperação da Lavoura Cacaueira – PRLCB, diversos Planos de Safra (Procacau), Prodefruta, PAC do Cacau e a criação do Conselho de Desenvolvimento do Agronegócio Cacau [Rios, 2010].

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Itacaré comemora 290 anos de história e desenvolvimento

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O município de Itacaré está comemorando nesta quarta-feira, dia 26 de janeiro, 290 anos de emancipação política, sendo apontado como um dos destinos turísticos mais visitados da Bahia. E esse ano, por conta do aumento de casos de Covid-19, as comemorações do Dia da Cidade seguirão todos os protocolos sanitários, evitando aglomerações, mas garantindo as homenagens a Itacaré, destacando a história, a tradição, a cultura e as belezas naturais do município.

 

Itacare 11Os festejos começam logo cedo, às 5 horas da manhã com a alvorada e queima de fogos, seguindo às 09 horas com a Missa Festiva na Igreja Matriz de São Miguel Arcanjo, com muitas homenagens e agradecimentos. E às 17 horas será a vez da live Tributo a Itacaré, com os músicos Marcos Abaga (Meu Nobre), Marlon Moreira e Rafael Zalela. Já a rua 26 de Janeiro, o Marimbondo, fará uma comemoração simbólica pelo aniversário do bairro. O prefeito Antônio de Anízio destacou que mesmo com a pandemia, é preciso manter a programação em homenagem ao Dia da Cidade, garantindo a tradição e comemorando essa importante data para Itacaré.

 

HISTÓRIA – A cidade de Itacaré originou-se de uma aldeia habitada por índios Tupiniquins até a chegada dos europeus em 1530, quando iniciou sua colonização. Por volta do ano de 1718, o Jesuíta Luís da Grã construiu a Igreja de São Miguel às margens do Rio de Contas, quando então o povoado passou a se chamar São Miguel da Barra do Rio de Contas. Foi elevada à categoria de Município em 26 de janeiro de 1732, por ordem da Condessa do Resende – Dona Maria Athaíde e Castro, donatária da capitania de Ilhéus, sendo nomeada Itacaré somente em 1931. O primeiro prefeito municipal (intendente), foi Joaquim Vieira dos Santos (01/01/1890 a 31/12/1893) e o atual Antônio de Anízio, que está em seu segundo mandato.

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Revigora Saúde capacita clínicas e laboratórios no Sul da Bahia

O Programa Revigora Saúde é uma trilha de atendimento individualizado realizada por profissionais especialistas na gestão de empresas de saúde, que vão avaliar e propor ações de melhoria a partir das necessidades e prioridades do empresário. O programa inclui ainda capacitações coletivas, que possibilitam ampliação do conhecimento em temas estratégicos para o setor.

O público-alvo do programa são empreendedores individuais, micro e pequenas empresas da Bahia que atuem em atividades do setor, tais como: consultórios e clínicas médicas e odontológicas, laboratórios, academias de ginástica, estúdios de pilates e fisioterapia, entre outros.

Com duração de seis meses e 70% de subsídio do Sebrae, o programa irá oferecer consultorias individuais com especialistas, encontros coletivos para integração com outros empresários e diagnóstico empresarial. As inscrições podem ser feitas pelo link: https://emkt.ba.sebrae.com.br/revigora-saude-2022.

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A partida de uma mãe: a griô e a superação das adversidades sob a ótica da engenharia social

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Efson Lima

 

Nos últimos anos, eu escrevi sobre as partidas de alguns intelectuais sulbaianos. Falei sobre a covid -19 e seus desafios, cuja doença impôs milhares de mortes no Brasil, comentei sobre o direito à saúde, busquei tecer sobre a saudade das pessoas comuns e dos imortais… abordei também os desafios para 2022, como encartei naquele texto de 31 de dezembro de 2021, naquela que seria a última sexta-feira de Maria Geni. Eu não imaginava que, nos primeiros dias deste ano, teria que escrever sobre a partida de minha mãe para o plano transcendental. De imediato, peço licença para falar sobre ela, leitor. Mas, os senhores observarão que ela está para além de nossa família. Ela foi mãe de nove filhos biológicos, teve inúmeros netos, bisnetos…. e foi mãe de tantos outros que se aproximaram.

 

 

Recentemente escrevi um poema em que busco conceituar o termo mãe. Para muitos, mãe é genitora, para outros é mulher criadora. No primeiro, encontramos o traço biológico, o DNA; no segundo a sociafetividade das relações que são tecidas seja para os que são da prole e seja também para os que são acolhidos e agasalhados pelo laço da ternura. “Coração de mãe sempre cabe mais um”, as mães sempre assim abordaram a ampliação da família. Estas correlações vão demarcando os caminhos de cada um e de cada uma.

 

 

efsoon (2)Hoje, estou na altura dos meus 37 anos. Tive a oportunidade de conviver com “mamys” durante 23 anos sob o mesmo teto, o destino nos separou fisicamente em 2007, precisei caminhar pelo mundo das oportunidades boas e ruins… fui estudar em Salvador. Na caminhada da vida, como sabido, nem sempre encontramos flores e rosas. Os espinhos surgem num lindo roseiral… ou pode ser colocado na esquina seguinte.

 

Mesmo diante da distância física, o sentimento era o mesmo quando nos encontrávamos, as ligações telefônicas acalentavam a saudade…. as perguntas delas sobre mim não exerciam controle moral, mas a preocupação da mãe em face do menino que havia se tornado doutor, em cuja manhã da defesa da tese, ela passou o turno todo orando. Passar o fim de ano era esperado, assim como o período da Semana Santa. Evangélica, ela precisou ser tolerante com as diferentes percepções sobre a fé de cada um. No Natal, eu decorava a área externa da casa, mas não me sobrava tempo para retirar o pisca-pisca, as bolas coloridas, o papai noel colocados sobre algumas dúzias de caqueiros de plantas… eu voltava para Salvador e ela retirava cada um daqueles objetos e embalava-os para o próximo ano.

 

Nesse último Natal, 2021, por coincidência, eu não coloquei a decoração do Natal. Chovia muito na região. Ela também não teria tempo para retirar os adereços decorativos. O destino não iria colaborar. Tive a sorte da aeronave aterrissar no aeroporto. O taxista disse: “ o tempo abriu para você”. Em casa, mão confidenciou-me: “eu estava orando para você desembarcar e não precisar voltar”. Nessa caminhada, só um Natal não passei em casa, o de 2013 para 2014. Eu lutava para não viajar no período. Natal tinha que ser em família sob o olhar atento daquela mulher.

 

Mulher no sentido pleno. Mãe no sentindo de guerreira. Educar 9 filhos para determinadas famílias é fichinha. Para uma mulher que não alcançou a quarta série do ensino fundamental foi um mega desafio. As condições financeiras não existiam. Levar-nos de Entroncamento de Itapé para Ilhéus foi contar com a sorte. Era mulher de fé. Foi católica fervorosa e nos fins dos anos oitenta se tornou evangélica. Ela sempre estava a aprender. Quando surgiu um programa de alfabetização no bairro, ela se matriculou.

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Nossa mãe foi uma griô. Uma contadora de causos, estórias e histórias. Tinha uma memória invejável. Narrava os fatos com os detalhes a justificar sentido para ela e para o ouvinte. Acompanhei minha mãe em inúmeras rodas de conversa. Competia-me apenas ouvir na infância; na adolescência, complementava as informações. Na vida adulta, tornei-me parceiro: ela contava, eu ouvia os fatos e os reproduzia nos textos, nos poemas, na minha vida cotidiana.

 

Não aprendi solidariedade e respeito na caminhada, mas em casa, dividindo o único ovo com os irmãos; compartilhando o sal com a vizinha… o sentido de comunidade a mim é pleno e o respeito às pessoas e à vida tem cada vez mais sentido. Não foram a UFBA, a UESC, a FIOCRUZ, a graduação, o mestrado e o doutorado, foram à labuta diária e o respeito às pessoas que precisávamos ter sempre. Essas instituições lapidaram conhecimento, ofereceram -me o técnico e a reflexão crítica.

 
Dignidade da pessoa humana é chavão na Academia. Difícil é no lugar árido da educação formal, onde muitas das vezes restam os revólveres para conferir sentido e dimensão à vida. Pegar ou largar sãos apenas os verbos oportunizadores de quem mora nessas áreas. O tráfico de drogas foi meu vizinho. As cenas que as televisões mostram, eu as via sem filtro. Pertinho, na minha frente, no meu lado. Na última vez, que subi na laje de casa, olhei para a imensidão do mar, mas vi também a imensidão de casas espalhadas pelos morros. Refleti: eu fui criado por uma engenheira social.

 
Mãe sempre creditou no milagre para superar as adversidades. Eu materialista convicto, percebo que ela se pautou na força da superação e no aprendizado direto das observações. Foi pragmática. Protestou quando teve sua barraca na Feira do Malhado desmantelada. Pescava uma vez por semana nos rios em Itapé; plantava pequenas roças nas propriedades alheias para alimentar-nos; contava-nos inúmeras estórias envolvendo cobras, das quais precisou se desvencilhar quando da colheita de tucum e uruba na estrada de Barro Preto. Fazia vassouras e peneiras para vender. Fez redes e jererés. Improvisou uma pequena granja no fundo de casa em Entroncamento. Correu da onça.

 

 

Foi mãe e criança. Brincou com os netos e viu os bisnetos chegarem. Contava cada um e uma. Era a forma de fazer a chamada. Seus cabelos brancos evidenciavam os desafios enfrentados e as batalhas vencidas. Percebendo os desafios vindouros, traçada que era ( forma pela qual foi chamada pelo genro e pela bisneta), partiu para o plano superior.

Não fugiu da luta, foi buscar proteção maior para todos nós, inclusive, para você, leitor. Ela sempre foi solidária. Só nos últimos dias, eu passei a compreender melhor os cadernos, os lápis e as canetas que comprava e dava aos rapazes que trabalhavam na feira com ela. Mãe sempre acreditou na força da educação para transformar as pessoas. Obrigado, mãe!

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Efson Lima – Doutor, mestre e bacharel em Direito pela Universidade Federal da Bahia. Aprovado em primeiro lugar no exame da OAB na Bahia, que lhe conferiu a carteira de advogado. Escritor. Membro da Academia Grapiúna de Letras. Membro – eleito para Academia de Letras de Ilhéus. Articulista do jornal A Tarde. Professor universitário. Coordenador de Assistência Técnica e Inclusão Sócioprodutiva no Estado da Bahia. FILHO de MARIA GENI LIMA PEREIRA.

Tráfego é totalmente liberado no acesso à Floresta Azul

A passagem de veículos no acesso à Floresta Azul, no Litoral Sul baiano, foi totalmente liberada pela Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra), nesta sexta-feira (21), após a conclusão dos serviços emergenciais na rodovia. O tráfego no trecho estava parcialmente interrompido por conta de rompimento de aterro na passagem urbana do município durante as fortes chuvas.

floresta azul

Em outras duas rodovias estão sendo implantados desvios com o objetivo de possibilitar o fluxo de veículos. São elas: na BA-465, próximo à ponte de São Joaquim, no acesso ao distrito de Missão do Aricobé, em Angical; e na BA-449, próximo a ponte sobre o Rio Água Piranga, entre Cotegipe e o distrito de Jupaguá. O trabalho é uma parceria entre a Seinfra e o Consórcio do Oeste (CONSID).

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A Região do Cacau e do Chocolate

Secretário de Agricultura João Carlos Oliveira destaca investimentos para verticalizar a produção  

 

joão e daniel (2)

Consolidar a liderança da produção de cacau no Brasil, investir em novas tecnologias que aumentem a produtividade e a qualidade das amêndoas e incentivar a verticalização com a fabricação de chocolates de origem com alto agregado. Essas são as principais propostas da Secretaria de Agricultura da Bahia-Seagri, para a região cacaueira.

 

Durante o Chocolat Festival em Ilhéus, o secretário de Agricultura, João Carlos Oliveira, concedeu entrevista a Daniel Thame, da TV Cacau e site Cacau&Chocolate.

 

Veja a entrevista  em

www.cacauechocolate.com.br

Avatim promove campanha em prol das vítimas de enchentes do Sul da Bahia

avatimAs fortes chuvas que atingiram a região sul da Bahia em dezembro deixaram centenas de famílias desabrigadas, sobretudo em comunidades próximas à fábrica da Avatim, empresa brasileira de cosméticos e perfumaria com sede em Ilhéus. A Avatim agiu rapidamente disponibilizando uma equipe para resgate de pessoas ilhadas e seus pertences, além de distribuição de itens essenciais como alimento, água, roupas, colchões, material de limpeza e medicamentos. “Percebendo a extensão dos danos e quantidade das pessoas afetadas, decidimos mobilizar nossos clientes e parceiros numa corrente do bem para socorrer a população local. Assim, criamos uma conta bancária específica para receber doações, que são administradas e distribuídas pela nossa equipe de auxílio às comunidades”, relata Mônica Burgos, sócia-fundadora da Avatim.

 

As ações foram amplamente divulgadas nas redes sociais oficiais da empresa, bem como nas páginas das mais de 200 franquias distribuídas pelo Brasil. Até o momento, foram entregues 100 colchões, 700 cestas básicas, 400 fardos de água mineral, 250 quilos de carne, 220 pacotes de fraldas, além de roupas e ração animal para os pets. Entre as comunidades atendidas, estão Vila Cachoeira, Japu, Banco da Vitória, Salobrinho, Apault e Porto Seco, além do município de Itabuna.

 

Sul da Bahia: jovem de 21 anos é aprovado em faculdades e conquista o sucesso no empreendedorismo

emp 1Alisson Caló, de Ibirapitanga, no Sul da Bahia, com 21 anos, tem muita história para contar. Filho de dona Domingas e seo Arenilson, o jovem foi criado pelo padastro, o comerciante Roberto, conhecido como Beto de Nalvão.

emp 2Alisson cresceu sabendo que a educação era algo indispensável. Sem acesso as tecnologias para pesquisar e realizar atividades escolares, ele e seus irmãos se viravam com as opções disponíveis na vizinhança. Alisson se dedicou bastante para alcançar a faculdade. Deixou fanfarra, amigos e sua rotina de vida para priorizar os estudos.

Os pais mandavam dinheiro, mas Alisson sabia que eles tinham outras prioridades. Recorrendo aos auxílios da Universidade, Alisson foi se virando como podia. Aos poucos a independência financeira veio surgindo e dona Domingas pôde cuidar mais da saúde e de outras necessidades.

Nas férias de 2018, o rapaz trocou a folga por trabalhos no litoral. Em Serra Grande atuou como cozinheiro em uma pizzaria. O dinheiro era guardado para o ano inteiro. Alisson nunca teve férias, de verdade, nesse período de estudos, nem natais e ano novo em família. Trabalhando incansavelmente, ele garante o suficiente para se manter. Serra Grande, Barra Grande, Itacaré, todos esses lugares conhecem um pouco da luta desse ibirapitanguense.

Com a chegada da pandemia, suspensão das aulas presenciais, o masterchef abriu o seu próprio negócio, uma confeitaria delivery. Morando em Itacaré ele se tornou vendedor de bolos, doces, ainda precisava entregar encomendas, fazia extras em risorts e realizava aulas remotas. No momento, está trabalhando em um café, na Orla.

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