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“O 8 de janeiro escancarou até onde a extrema direita é capaz de ir para tentar destruir a democracia”, afirma Éden
O secretário de Comunicação do PT Nacional, Éden Valadares, defendeu, nesta quinta-feira (08), por meio de suas redes sociais, a importância das mobilizações no Brasil contra a tentativa de golpe à Democracia no país e o atentado à sede do Três Poderes pela extrema direita, orquestrada por Jair Bolsonaro, ocorridas em Brasília, em 08 de janeiro de 2023. Para Éden, episódios como esses devem ser relembrados e rechaçados para que não possam vir a acontecer mais.
“O 8 de janeiro escancarou até onde a extrema direita é capaz de ir para tentar destruir a democracia. Houve violência, houve ataque às instituições e houve uma tentativa clara de ruptura democrática. Isso é um fato histórico que jamais será esquecido”, afirmou o secretário de Comunicação do PT.
O dirigente petista realçou a reação da população para resguardar o Estado de Direito. “A resposta veio do povo, da resistência democrática e do compromisso com a Constituição. Mas a história ensina: golpes não começam nem terminam em um único dia. Eles se alimentam do esquecimento, da relativização e do silêncio. Por isso, relembrar é um ato político. Denunciar é um dever democrático. E reafirmar, todos os dias, é uma necessidade: Golpe nunca mais!”, concluiu.
Em Brasília, Jerônimo Rodrigues participa de ato no Palácio do Planalto sobre os três anos do 8 de Janeiro
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, participou nesta quinta-feira (08), no Palácio do Planalto, em Brasília, da cerimônia que marcou os três anos dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, episódio que ficou registrado como um ataque à democracia brasileira e às instituições da República. O evento reuniu autoridades e representantes da sociedade civil, reforçando a importância da preservação da memória histórica, da defesa da Constituição e do fortalecimento do Estado Democrático de Direito.

Durante a solenidade, Jerônimo Rodrigues destacou a resistência democrática e a necessidade de manter viva a lembrança dos acontecimentos para evitar retrocessos institucionais. “ O 8 de janeiro é uma data para que ninguém nunca se esqueça da nossa responsabilidade com a democracia e com a soberania do país. Atendendo ao chamado do presidente Lula, estivemos aqui no Palácio do Planalto. Relembrar esse episódio é reafirmar que não há espaço para ataques às instituições nem para qualquer tentativa de ruptura democrática”, afirmou o governador.
Jerônimo também ressaltou que a defesa da democracia exige compromisso permanente e ação cotidiana por parte das lideranças políticas e dos entes federativos. “Nesta data, reafirmamos nosso compromisso diário com a democracia. Respeitar o voto, fortalecer as instituições e proteger a vontade do povo é proteger o Brasil”, completou.
Tarifaço, democracia e anistia
Efson Lima
Era comum considerarmos tarifaços quando os governos domésticos aumentavam os tributos. Mas, em 2025, o mundo conheceu um novo sentido para o termo. Não se trata mais de adotar uma medida com objetivo de proteger à economia ou um determinado setor de um país, mas meio de atacar e confrontar a ordem global, os Estados constituídos e a autodeterminação destes na sociedade internacional. As práticas adotadas pelo Governo Donald Trump colocam o Planeta em alerta e constata-se que o tarifaço deixou de ser um mecanismo de defesa econômica para subjugar as nações independentes e impor objetivos escusos.
O tarifaço imposto ao Brasil de 50% em face dos produtos brasileiros exportados aos EUA, inicialmente, poderia ser percebido como uma estratégia econômica, mas não se sustentaria, pois a balança comercial estadunidense com o Brasil se mostra superavitária. Entretanto, rapidamente, viu-se que a medida tinha o sentido claro de sobrepor aos poderes constituídos da República Federativa do Brasil.
Alguns, imaginaram que os brasileiros iriam recorrer ao “complexo de vira-lata” e aceitariam a tentativa de sanção norte – americana, contudo, em menos de 24 horas, quem optou por concordar com as medidas nortistas se viu superado pela narrativa de um Brasil soberano e altivo que reverberou. O povo brasileiro percebeu que os termos “pátria” e “nação” usados por uma parte da direita brasileira estão restritos a interesses antirrepublicanos e dentro do contexto de uma gestão patrimonialista. Esse grupo se disfarça de interesse nacional, mas na verdade visa romper com a ordem democrática e se perpetuar no poder, desrespeitando às normas constitucionais.
Exposição em Paris mostra memória dos movimentos de resistência na França
Evento é promovido pela Associação Memória da Resistência Brasileira na França

Nesta quinta-feira, 3 de julho, às 10 horas (Brasília) ,vai ao ar a exposição virtual sobre a resistência brasileira na França. Foram quase três anos de trabalho da Associação homônima, criada em Paris para recolher, identificar datar e organizar o material produzido pela diáspora engajada na luta pela democracia no Brasil.

Ao longo desses anos, diversos coletivos apartidários foram se constituindo, de maneira espontânea e com funcionamento horizontal, para denunciar, junto à comunidade internacional, os ataques ao Estado de Direito no Brasil. Com o apoio de partidos progressistas, sindicatos, organizações da sociedade civil e cidadãos franceses solidários, tais grupos realizaram manifestações, flash mobs, intervenções político-artísticas, caravanas, abaixo-assinados, entrevistas, debates, livros e documentários, dentre uma multiplicidade de ações para chamar a atenção sobre a escalada do autoritarismo em nosso país.

O vasto corpus documental — composto de fotos, vídeos, convites para eventos, panfletos, releases, atas, newsletters, bem como entrevistas e artigos publicados na imprensa — estará agora à disposição do público, para consulta gratuita online, graças à parceria com o Memorial da Resistência de São Paulo. Na mesma data, a Aliança Francesa de Salvador inaugura uma mostra sobre essa Memória, aberta até 3 de agosto, na Galeria da unidade Barra (Av. Sete de Setembro, 401 / 2726 – Ladeira da Barra).

O Memorial é coordenado pela da Associação Memória da Resistência Brasileira na França, que tem como dirigentes Marcia Camargos, Solange Cidreira e Gabriella Scheer.
Robinson Almeida defende responsabilização dos envolvidos na tentativa de golpe em 2023: “justiça, sem anistia”
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) usou suas redes sociais para relembrar os ataques antidemocráticos, ocorridos em 8 de janeiro de 2023, e para reforçar sua posição em defesa da responsabilização dos envolvidos na tentativa de golpe. O parlamentar condenou atos de depredação e violência que atingiram o patrimônio público e as instituições do Estado Democrático de Direito, na sede dos três poderes, na Capital Federal.
“Os ataques do 8 de janeiro de 2023 são lembrados para que sempre sejam repudiados e NUNCA MAIS se repitam”, afirmou Robinson, destacando a importância de se preservar a memória desses eventos para evitar que tais ações voltem a acontecer no futuro.
“Todos aqueles que participaram do ato antidemocrático, depredando o patrimônio público, atacando as instituições que representam o Estado Democrático de Direito, devem responder por seus crimes. SEM ANISTIA”, enfatizou Robinson Almeida.
Na publicação, o parlamentar também reforçou seu compromisso com a democracia “e com um Brasil muito mais justo e desenvolvido”.
( Foto: João Valadares)
“Democracia precisa ser defendida, construída e aprofundada cotidianamente”, afirma Éden
O presidente do Partido dos Trabalhadores da Bahia, Éden Valadares, reafirmou a importância dos atos em defesa da democracia que estão sendo realizados no país nesta quarta-feira (08), inclusive em Brasília, onde o presidente Lula se reúne com representantes do Executivo, Legislativo e Judiciário para uma cerimônia para celebrar o estado democrático de direito. Éden defendeu a importância de relembrar os atentados golpistas às sedes dos três poderes, em janeiro de 2022, para evitar que outros ataques voltem a ser organizados no país.
“Os atos deste 8 de janeiro são celebrados por quem não abre mão da democracia enquanto princípio, quem sabe o valor da memória e está na luta em defesa dos direitos e da integridade das pessoas e das instituições democráticas. Viva a democracia, ditadura nunca mais, e sem anistia”, destacou o presidente estadual do PT.
Éden acrescentou que a “democracia precisa ser defendida, construída e aprofundada cotidianamente”. “E quando ela é atacada, como ficou claro no relatório da PF sobre a tentativa de golpe de Bolsonaro e seus aliados, as instituições reagir como reagiram e a sociedade civil ocupar as ruas em sua defesa, como fazemos hoje por todo o Brasil”, concluiu.
Foto: João Valadares
Itabuna vai sediar simpósio “Democracia, Direitos Humanos e Migração”
A situação dos migrantes que chegaram a Itabuna nos últimos três anos, onde recebem apoio da Prefeitura, por meio da Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza (SEMPS), e os desafios dessa população, levaram à escolha da cidade para sediar simpósio “Democracia, Direitos Humanos e Migração” . A declaração é da professora-doutora Mariângela Nascimento, coordenadora do Núcleo de Apoio a Migrantes e Refugiados da Universidade Federal da Bahia (NAMIR/UFBA).
Docente titular da UFBA, a professora anunciou como palestrantes, o ex-ministro, Luiz Dulci, da Secretaria Geral da Presidência de 2003 a 2010, no 1º e 2º mandatos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e membro do Conselho do Instituto Lula, o secretário Davidson Magalhães, titular da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte do Estado da Bahia (SETRE), dentre outras personalidades, inclusive representantes da Organização das Nações Unidas (ONU).
A coordenadora do NAMIR/UFBA falou dos temas das palestras e debates e quem serão os palestrantes, debatedores e mediadores durante entrevista ao programa Cacá Ferreira, da Rádio Difusora Sul da Bahia, nesta quarta-feira, dia 13. O simpósio será realizado no próximo dia 28, das 9 às 18h, no Centro de Cultura Adonias Filho, aberto público, com inscrições a partir das 8 horas, com a oferta de 300 vagas.













