:: ‘cacau’
Torre de Babel
Daniel Thame
Durante os tempos dadivosos, cada um se bastava, e o individualismo era a regra. Quem é que precisava de união, de organização, quando as terras, conquistadas por seus antepassados a ferro e fogo e deixadas esbanjando prosperidade e riqueza, geravam também a disputa para ver quem era o maior?
O título de maior produtor individual de cacau do mundo, coroa pousada em pouquíssimas cabeças, era uma espécie de troféu que, quando conquistado, equivalia à posse de um reino.
E pareciam mesmo reis os senhores que tudo podiam e de ninguém dependiam, a não ser do fruto dourado, da árvore mágica.
Não precisavam de governo nenhum e transformavam gerentes de banco em office boys subservientes e bajuladores. Nas crises cíclicas, pequenos hiatos na rotina de bonança, era o próprio dinheiro gerado pelo fruto quem garantia a recuperação, quem trazia de volta a prosperidade, num ciclo que não terminaria nunca.
Como não terminaria nunca, nunca se preocuparam com representação política, com entidades que fossem além dos almoços, jantares e viagens de puro deleite.
A força de cada um dispensava a força coletiva, coisa de uns pobres coitados, de uns agitadores que vez por outra tentavam fazer com que os trabalhadores, que sempre ficaram com as migalhas do bolo doce e farto, se organizassem e reivindicassem seus direitos.
“Esses comunistas filhos da puta”, diziam com escárnio nas rodas de uísque escocês, correndo pelos copos como a água corre na cachoeira caudalosa.
Quando vieram os tempos difíceis, e esses tempos se revelaram mais longos do que a mais longa das crises enfrentadas até então, já não havia o dinheiro gerado pelo fruto, que a bruxa tratava de abortar ainda no ventre das árvores, igualmente agonizantes.
Cada um já não se bastava mais, a coroa de Rei do Cacau enferrujou tal qual um latão de péssima qualidade.
“Precisamos nos unir, cobrar das autoridades tudo aquilo que demos para o Estado, para a Nação”, bradava-se para auditórios suntuosos, mas vazios de gente e de alma.
Nas articulações, que nem esse nome justificavam, tão desarticuladas eram, ninguém se entendia, visto que como cada um sempre se fizera sozinho, sozinho falava a sua própria língua.
Instalou-se, então, uma confusa babel grapiúna, até que o templo em que eles se reuniam para celebrar as dádivas do deus cacau, em vez de ruir como era de se imaginar em tempos de ira divina, foi alugado, subalugado, emprestado, tomado.
E, finalmente, abandonado, como um monstrengo encalhado no coração da cidade.
Há quem jure ouvir, nas noites abafadas, vozes fantasmagóricas, mas que ninguém entende, posto que nessa Torre de Babel nem os fantasmas falam a mesma língua.
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Conto extraído do livro “Vassoura, do Apocalipse ao Gênesis da Região Cacaueira da Bahia”. Atualíssimo.
Ministério do Trabalho lança programa de capacitação para agricultores familiares do Sul da Bahia

Magno Lavigne
O Ministério do Trabalho e Emprego, por meio da Secretaria Nacional de Qualificação, Emprego e Juventude lançou em Almadina, o Programa de Qualificação Profissional Manoel Quirino, destinado a capacitação de jovens e trabalhadores da agricultura familiar. Sul da Bahia. A capacitação tem como base o Projeto Cacau 500@ + Sustentável, um pacote tecnológico desenvolvido pelo Instituto Chocolate, que já tem resultados positivos no aumento da produtividade na lavoura sulbaiana.

O programa será realizado através de uma parceria com a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) e o Instituto Federal Baiano – Campus Uruçuca, e o Projeto Cacau 500@ + Sustentável, com foco na capacitação de jovens e trabalhadores da agricultura familiar. O projeto prevê a capacitação de mil agricultores familiares do Sul e Baixo Sul do Estado.
A proposta do encontro é fortalecer a formação profissional, estimular o desenvolvimento territorial e ampliar o debate sobre sustentabilidade, renda e futuro da cadeia do cacau, especialmente na região cacaueira do sul da Bahia.

Marciel Pinheiro, prefeito de Almadina, destaca que “ nossa cidade tem sua economia voltada para a produção do cacau e a capacitação da mão de obra vão impulsionar a produtividade, ampliando a geração de emprego e renda no setor rural”. Ivan coordenador do projeto Cacau 500 afirma que “o apoio do Governo Federal a esse projeto é muito importante, na medida em que mais produtores terão acesso a novas tecnologias, com práticas de manejo que vão elevar a produtividade e incentivar o aproveitamento total do cacau. Citamos como exemplo que, ao deixar de industrializar o mel de cacau, a lavoura perde cerca de 280 milhões de reais por ano”.

O lançamento contou a presença dos prefeitos de Almadina, Marciel Pinheiro e Ilhéus,Valderico Junior, secretários municipais de Itabuna, Itajuipe, Uruçuca, Jussari, Itapitanga, Itacaré e Coaraci, a reitora da Universidade Federal da Bahia, Joana Angélica Guimarães, o diretor do IF Baiano-campus Uruçuca, Josué Oliveira, e dirigentes do Consórcio de Desenvolvimento Sustentável Litoral Sul.

O Secretário Nacional de Qualificação, Emprego e Juventude do Ministério do Trabalho do Ministério do Trabalho, Magno Lavigne, destacou que “a qualificação social e a qualificação profissional são fatores importantes para a cadeia produtiva do cacau e essa parceria com a Universidade Federal do Sul da Bahia e o IFBaiano representam uma ação do governo do presidente Lula para beneficiar os pequenos produtores. A experiência e os resultados do Projeto Cacau 500 deve ser levada a um número cada vez maior de agricultores familiares e valorizar o Sistema Cabruca, que ajuda a preservar a Mata Atlântica”.

O Projeto Cacau 500@ + Sustentável integra o esforço de valorização da produção local, com foco em produtividade, boas práticas, sustentabilidade ambiental e fortalecimento da economia rural, dialogando diretamente com os desafios atuais do setor cacaueiro.

A reitora da UFSB, Joana Angélica Guimarães, destaca que “estamos sempre apoiando iniciativas que beneficiam a região e esse é um programa fundamental para a fortalecimento da lavoura cacaueira, através da capacitação e adoção de novas tecnologias”. Josué Oliveira, diretor do IFBaiano, campus Uruçuca, ressalta que “a nossa identidade está ligada ao cacau e vamos estabelecer parcerias que fortaleçam a lavoura e isso para pela capacitação e educação, numa região em que 80% da produção vem de pequenos produtores e da agricultura familiar”.
LANÇAMENTO DO ENCONTRO NACIONAL CACAU 500

Durante o encontro em Almadina, também foi realizado lançamento oficial do 4º. Encontro Nacional Cacau 500, que este ano acontece em novembro, no Centro de Convenções de Ilhéus, Na apresentação feita pelo diretor do Instituto Chocolate, Erlon Botelho, e o publicitário Tião Ribeiro, da BPonto, foi destacada a importância da cidade na consolidação do cacau como uma força econômica na Bahia e mais recente a implantação do polo chocolateiro, a partir do Chocolat Festival.

A programação do Encontro Cacau 500 inclui palestras, cursos de capacitação, Feira da Agricultura Familiar e da Economia Solidária, Feira Nacional do Agronegócio, Exposição Chocolate Summer e Feira Sustentável dos Municípios.

De acordo com o prefeito de Ilhéus, Valderico Junior, “trata-se de um evento de extrema importância para a cadeia produtiva do cacau e estamos felizes em receber esse encontro, que vai mostrar todo o potencial da lavoura, disseminar novas tecnologias e valorizar ainda mais o cacau e o chocolate, que são marcas da nossa cidade”.
Para Adélia, comissão fortalece defesa dos produtores de cacau da Bahia

Adélia Pinheiro e o governador Jerônimo Rodrigues durante reunião com produtores de cacau em Salvador Foto Thuane Maria GovBA
A professora Adélia Pinheiro avalia que a comissão de enfrentamento à nova crise da lavoura cacaueira, criada pelo governador Jerônimo Rodrigues, reforça a luta dos produtores de cacau da Bahia. “É um instrumento focado na defesa de preços justos para a amêndoa e na expansão de políticas para fortalecer a cadeia produtiva”, explicou, nesta quarta-feira (4), em Salvador, após participar da reunião em que o chefe do Executivo baiano anunciou o grupo de trabalho.
A comissão, segundo Adélia, reúne pequenos produtores da agricultura familiar, Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste da Bahia (Amurc), prefeitos, prefeitas, deputados federais e estaduais, as instâncias estadual e nacional da Câmara Setorial do Cacau e a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb).
A reunião desta quarta-feira (4) deu encaminhamento às reivindicações do setor produtivo, informou Adélia. “A comissão formula plano de trabalho para a proteção da produção cacaueira, com foco nos pequenos produtores, associações e cooperativas. Também vai fazer levantamento para estimar o tamanho da safra da Região Cacaueira”, detalhou.
Rosemberg comemora criação de Grupo de Trabalho para discutir o cacau da Bahia
O líder do Governo Jerônimo Rodrigues na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) e uma das principais vozes do Litoral Sul no Parlamento baiano e junto ao Executivo Estadual, deputado Rosemberg Pinto (PT), comemorou, nesta quarta-feira (4), o anúncio da criação de um Grupo de Trabalho para discutir o cacau baiano.
De acordo com o parlamentar, o governador Jerônimo determinou o envolvimento das secretarias estaduais e órgãos do Estado ligados à agricultura como Seagri, SDR (Desenvolvimento Rural), CAR (Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional), e a Adab (Agência de Defesa Agropecuária).
“A pauta é o cacau, com medidas de curto, médio e longo prazo. No curto prazo, é o preço que precisa ser atualizado. A ideia é alterar uma normativa validada pelo Governo Federal para que possa criar alíquotas de importação e regulamentar a operação de Drawback, o que poderá melhorar o preço do cacau”, explicou Rosemberg.
Com apoio de Adélia, produtores de cacau obtêm compromissos de Jerônimo e Rui Costa
A professora Adélia Pinheiro participou ativamente das articulações em defesa dos produtores de cacau do sul e baixo-sul da Bahia, nesta sexta-feira (30), em Gandu, durante solenidade com a presença do governador Jerônimo Rodrigues e do ministro da Casa Civil, Rui Costa, que assumiram compromissos com representantes do principal segmento agrário da Região Cacaueira.
No pronunciamento, Jerônimo afirmou que recebeu informações detalhadas de Adélia e do ex-prefeito de Gandu Leo de Neco sobre a mobilização dos cacauicultores, que lutam por preços mais justos para o cacau e defendem maior controle sobre as importações.

“O governador anunciou o envio de ofício ao Ministério da Agricultura, solicitando a revisão da Instrução Normativa 125/2021, que afrouxou o controle sanitário sobre a amêndoa de cacau importada pelas indústrias moageiras”, explicou Adélia Pinheiro, que é assessora especial do chefe do Executivo baiano.
Governador Jerônimo Rodrigues discute impactos da queda no preço do cacau com produtores e prefeitos em Gandu
O governador Jerônimo Rodrigues se reuniu, nesta sexta-feira (30), em Gandu, com prefeitos, lideranças políticas e representantes de produtores rurais para discutir os impactos da queda no preço do cacau. Na ocasião, o grupo ainda articulou encaminhamentos voltados ao fortalecimento da cadeia produtiva e ao desenvolvimento regional.

O encontro contou com a presença do ministro da Casa Civil, Rui Costa, e de representantes do Governo Federal, que receberam um documento elaborado por produtores e gestores locais, com reivindicações relacionadas ao apoio à cadeia produtiva do cacau, além de investimentos em infraestrutura.

“Vivemos um momento de queda no preço do cacau que afeta diretamente a renda do produtor. Ouvimos as demandas, recebemos um documento com pontos importantes e já definimos encaminhamentos. Vamos nos reunir novamente até o fim da próxima semana, no meu gabinete, para aprofundar essas decisões com o governo federal, o Estado e os municípios”, afirmou o governador.

Durante a reunião, Jerônimo Rodrigues também autorizou ações na área de infraestrutura viária, incluindo a pavimentação de uma estrada pelo consórcio regional, voltada ao escoamento da produção e ao transporte de insumos. O governador destacou ainda a importância do diálogo institucional entre gestores públicos e representantes dos produtores para a construção de soluções conjuntas.
Fotos Amanda Ercilia GovBA
Instituto Chocolate e Universidade Federal do Sul da Bahia debatem parceria para programa de capacitação do Ministério do Trabalho e Emprego
O Instituto Chocolate realizou nesta terça-feira (13) uma audiência com a reitora da Universidade Federal do Sul da Bahia, Joana Angélica Guimarães. No encontro, que reuniu pesquisadores, professores e produtores de cacau e chocolate, foi definida a parceria com a UFSB para a realização do projeto de expansão do Programa Manuel Quirino de Qualificação Social e Profissional, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O curso tem como foco a capacitação profissional, a geração de emprego e renda e o fortalecimento das economias locais, especialmente em regiões do interior do país e no Sul da Bahia terá como foco o incentivo a produção de cacau e chocolate. A iniciativa é do secretário Nacional de Qualificação , Emprego e Juventude, Magno Lavigne.

A proposta tem como base a metodologia Cacau 500+ Sustentável (C500+s), articulando qualificação social e profissional, inserção produtiva, sustentabilidade e desenvolvimento territorial, com foco na cadeia do cacau. O Instituto Chocolate atuará como articulador estratégico da iniciativa; a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) exercerá o protagonismo institucional formal; a COSULMAT será responsável pela execução técnica e metodológica; a CEPLAC atuará no apoio técnico-institucional e validação científica; e o Instituto Biofábrica integrará o projeto oferecendo apoio técnico-operacional. Estão envolvidos na elaboração e execução do projeto os professores Alex Mota e Lyvia Rego, da UFSB, Erlon Botelho, do Instituto Chocolate; Dan Érico Lobão, da Ceplac; e Ivan Costa, da CONSULMAT e coordenador técnico do Cacau+500 Sustentável.

A reitora da UFSB, Joana Angélica Guimarães destaca que “a universidade tem um olhar especial sobre o cacau, que é a base da economia regional, apoiando a difusão do conhecimento que permita a difusão de novas tecnologias, que elevem a qualidade e a produtividade da lavoura. Além isso, apoiamos a expansão do polo chocolateiro, que agrega valor ao produto”. Joana Angélica ressalta ainda que “a cultura do cacau é fundamental para conservação das florestas, com a adoção de práticas sustentáveis de manejo”.
A Abolição da escravidão no Brasil: uma suposta liberdade e a realidade de hoje

Alex Pantera
A escravidão no Brasil, que perdurou por mais de 300 anos, teve seu término formal em 13 de maio de 1888, com a assinatura da Lei Áurea. Contudo, esta abolição é muitas vezes considerada uma “suposta liberdade”, uma vez que não trouxe a esperada dignidade e direitos para a população negra que, até então, havia sido submetida a décadas de opressão e desumanização. Enquanto os colonizadores portugueses foram agraciados com terras, casas e poder, os negros, após a abolição, foram deixados à própria sorte, sem abrigo, alimento, vestuário ou direitos básicos garantidos pela Lei.
A realidade enfrentada pelos ex-escravizados foi uma continuidade do abandono. Sem apoio e recursos, muitos foram forçados a viver em condições precárias, perpetuando ciclos de pobreza e marginalização social. O Estado brasileiro, que se beneficiou da mão de obra escrava por séculos, falhou em prover políticas públicas eficazes que garantissem a inclusão e a cidadania plena dos libertos.
Hoje, essa situação se agrava com a infeliz realidade do chamado “cacau sujo”, que envolve a exploração de trabalhadores em fazendas de cacau, muitas das quais praticam trabalho em condições análogas à escravidão. Investigações do Ministério Público do Trabalho (MPT), divulgadas pela Repórter Brasil, revelaram diversas violações trabalhistas em cadeias de fornecimento de grandes empresas internacionais, como Olam International e Barry Callebaut. A Cargill, outra gigante do agronegócio, também é mencionada entre as que se beneficiam dos abusos cometidos no campo.
Essas três empresas controlam 97% da moagem e torra das amêndoas de cacau no Brasil e fornecem matéria-prima para marcas renomadas como Nestlé e Lacta (Mondelez), famosas por seus produtos como os bombons “Chokito” e “Sonho de Valsa”. Entretanto, por trás da imagem saborosa das guloseimas consumidas, existe uma triste realidade que expõe a continuidade da exploração e das violações de direitos humanos.
Menos lero e mais ciência na cacauicultura

Walmir Rosário
Não existe qualquer ser vivente que registre hoje um só político visitando a Ceplac e as fazendas de cacau do Sul da Bahia. Faz muito tempo que a cacauicultura baiana começou a ser desprezada por alguns setores da sociedade. E quem inaugurou essa virada foi o segmento bancário, fechando as torneiras para os financiamentos de custeio e investimento.
E esse caso de desamor data do final da década de 1980, com a infestação dos pés de cacau com a vassoura de bruxa, doença que dizimou os cacaueiros e quase mata sem dó nem piedade a principal matriz econômica do Sul da Bahia. Sem recursos para honrar seus compromissos com os trabalhadores, o manejo das roças e, sequer, comprar alimentos para a sua sobrevivência, o cacauicultor foi banido do mundo produtivo, comercial.
Nesta data era comum o desembarque de um monte de políticos no Sul da Bahia, para cumprir um extenso roteiro, a começar pelas instalações da Ceplac, fazendas (principalmente as mais infestadas) e redações de jornais, rádios e TVs. Com o cenho franzido, analisavam a situação de penúria do setor cacaueiro e prometiam reverter a terrível situação junto ao governo federal.
Os políticos de situação semeavam esperança ao garantir as ações salvadoras e os oposicionistas culpavam o governo pela imobilidade que resultou no maior crime de lesa pátria contra a região cacaueira. Como sempre, se autointitulavam representantes da lavoura e cobravam uma votação expressiva para eles (claro), pois assim teriam força para eliminar a crise.
Cia. de Dança A-Rrisca apresenta “Cacau, memórias com gosto de chocolate” em Ilhéus
A Cia. de Dança A-Rrisca apresenta o espetáculo “Cacau, memórias com gosto de chocolate”, nos dias 3 e 4 de dezembro, no Centro de Convenções de Ilhéus.
O espetáculo mostra através da arte a história de Ilhéus através da cultura cacaueira e também busca promover uma reflexão acerca da realidade socioeconômica esperançando sobre um novo panorama e realidade que vem surgindo.
Os ingressos estão à venda na sede da A.rrisca, localizada na rua 4, 159- Jjardim Pontal e na Etc. e Tal (Rua Coronel Paiva, 59- Centro) com preço de meia entrada para todos até o dia 02/12.













