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Cacauicultores de assentamento baiano produzem Chocolate Artesanal
O Assentamento Terra Vista, localizado no município de Arataca, Sul da Bahia, tem sido destaque na produção de cacau orgânico. Esse cultivo dá origem ao chocolate artesanal, confeccionado no próprio assentamento, com o intuito de aumentar a renda das famílias. Com a produção do cacau, os assentados confeccionam uma média de 150 kg de chocolate artesanal por mês, há pelo menos 6 meses. O chocolate que tem 50% de cacau orgânico está em fase de experimentação e divulgação.
O produto está sendo mostrado em órgãos do Governo e em Universidades. Ailton Mendonça que faz parte da coordenação da Cooperativa de Produção Agropecuária Construindo o Sul (Cooprasul) esteve no ano passado na feira Salon du Chocolat na França para apresentar o produto, elevando a importância na qualidade do chocolate artesanal.
Produção
Segundo o coordenador Cooprasul do Terra Vista, Joelson Ferreira Oliveira, a produção do chocolate começa com o cultivo do cacau orgânico que eles desenvolvem no assentamento há 6 anos.No processo de fabricação do cacau fino, eles deixam as sementes da fruta em processo de fermentação no período de 7 a 8 dias, e em seguida são expostas ao sol durante aproximadamente 13 dias. Com o cacau fino pronto, ele é mandado para a fábrica de Ibicaraí, onde passam pelo processo de industrialização e finalização do Chocolate Artesanal Cooprasul. Oliveira destaca que todo o procedimento da cadeia produtiva do cacau é desenvolvido no assentamento Terra Vista.
Padre engravida fiel, se apaixona e larga a batina
Um padre do município de Gavião, localizado a 245 quilômetros de Salvador, anunciou que renunciava o cargo e abandonava a batina após engravidar uma fiel. Em uma carta divulgada no Facebook, Gerônimo Moreira relatou como o casal se conheceu, em 2007, quando ele ainda era seminarista.
Apesar de anunciar a decisão durante uma missa, a proximidade entre o padre e Emília Carneiro, 22 anos, fica evidente em fotos postadas na redes sociais em datas anteriores à revelação. A jovem, que segundo uma moradora de Gavião, mora na zona rural e era bastante conhecida na cidade.
“Ninguém desconfiava dos dois, ninguém estranhou a aproximação deles porque a Emília era muito envolvida na igreja – tinha a voz bonita e cantava durante as missas, estava sempre ensaiando por lá”, disse a moradora, que trabalha no fórum da cidade. “Depois do anúncio, muita gente ficou emocionada com a história deles”.
Na segunda-feira (26), o padre apresentou o pedido de dispensa sacerdócio ao bispo da diocese de Serrinha, Dom Ottorino Assolari..
Em Brasilia, Wagner busca agilidade para metrô e obras prioritárias
O governador Jaques Wagner e o secretário da Casa Civil, Rui Costa, realizaram visita de cortesia ao Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília, para prestar informações sobre os novos passos necessários às obras do metrô de Salvador. O governador esclareceu antecipadamente duvidas que possam surgir sobre o processo de licitação em conversa com o presidente do TCU, ministro Augusto Nardes, e o ministro Mauricío Shermman. Ambos se declararam satisfeitos com a atitude proativa do governador que se colocou à disposição do TCU para qualquer esclarecimento.
Wagner e o secretário da Casa Civil, Rui Costa, também se reuniram com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, para tratar dos preparativos necessários à assinatura do contrato para viabilizar a licitação do metrô de Salvador. A ministra informou que vai apressar as pendências para a assinatura do contrato. Foram tratadas, ainda, durante a reunião, questões ligadas ao andamento das obras principais do governo baiano que necessitam de recursos federais que devem ser priorizadas.
Plano ABC é uma das alternativas para recuperação de pastagens
A Bahia avança na política de redução de emissão dos gases de efeito estufa (GEE) e sai na frente com o lançamento do Plano Estadual ABC, junto com o do Plano Safra da Bahia. A primeira oficina de capacitação dos 150 técnicos que serão especializados nas tecnologias do Plano ABC vai acontecer entre os dias 27 e 29 de agosto, na sede da Ceplac, em Ilhéus. Esse treinamento contará com a participação de palestrantes de todo o país, com destaque para os pesquisadores da Embrapa Cerrados.
“Estamos atravessando a pior seca da história da Bahia, tivemos muitas perdas, inclusive das áreas de pastagens. O Plano ABC vem como uma alternativa para a recuperação dessas pastagens, com sustentabilidade e desenvolvimento das tecnologias de baixa emissão de carbono”, destaca o secretário da Agricultura, Eduardo Salles. Ele ressalta ainda que a produção sustentável é a melhor opção para aumentarmos alavancar a produtividade, sem causar prejuízos ao meio ambiente, além de apresentar taxas de juros atrativas e de fácil acesso.
Produtos da agricultura familiar na Bahia chegam à Cesta do Povo
A partir de 1º de setembro, os clientes das 289 lojas da Cesta do Povo, localizadas em 236 municipio baianos, (52 em Salvador e na RMS), poderão comprar produtos oriundos da agricultura familiar. Nesse sentido, a Empresa Baiana de Alimentos (Ebal), que administra a Cesta do Povo, maior rede de abastecimento alimentar da Bahia, assinou contratos de compras de mercadorias, no valor total de R$ 201.310,00, inicialmente com 15 cooperativas e associações de produtores familiares, em evento realizado na Secretaria Estadual da Agricultura (Seagri). Outras sete cooperativas estão em fase final de negociação para fechamento de contratos, totalizando 22 instituições.
A compra dos produtos da agricultura familiar e sua colocação na rede Cesta do Povo é fruto de parceria celebrada entre o governo do Estado, através da Seagri, por meio de sua Superintendência da Agricultura Familiar (Suaf), e da Empresa Baiana de Alimentos, com a União das Cooperativas da Agricultura Familiar da Bahia (Unicafes/Bahia), no âmbito do Programa Vida Melhor.
Dessa forma, as geléias de umbú, o maracujá da caatinga, o biscoito avoador, a cachaça de Abaíra, o achocolatado de Ilhéus, sequilhos diversos, camarão seco, mel, leite em pó e açúcar mascavo produzidos pela agricultura familiar baiana, são alguns dos 40 produtos que estarão nas prateleiras das lojas da Cesta do Povo.
De acordo com o secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, essa ação, que beneficia diretamente a mais de dez mil agricultores familiares que estão na base de produção das 22 cooperativas e associações, “representa um marco histórico na história da Ebal e da agricultura familiar”. Ele afirmou ainda que “hoje é um dia histórico, no qual realizamos um desejo antigo do governador Jaques Wagner, de ter os produtos da agricultura familiar comercializados na Cesta do Povo. Salles destacou o empenho e dedicação da equipe da Superintendência de Agricultura Familiar da Seagri, bem como o apoio e participação do Sebrae na qualificação dos produtores.
Para Eduardo Sampaio, presidente da Ebal, o nível de organização das cooperativas e associações com as quais foram celebrados os contratos de compra de mercadorias “nos dão a certeza de que vamos ofertar aos consumidores das lojas da Cesta do Povo produtos de qualidade, com preços atrativos e com a garantia de que estão comprando produtos socialmente justos”. Todos os produtos estarão com o Selo de Identificação da Participação da Agricultura Familiar da Bahia (SIPAF).
O secretário Eduardo Salles e o presidente da Ebal, Eduardo Sampaio, acordaram que gôndolas divulgando a oferta de produtos da agricultura familiar serão colocados nas lojas da Cesta do Povo das maiores cidades.
Além de Salles e de Sampaio, o evento de assinatura dos contratos contou com as presenças do superintendente de Agricultura Familiar da Seagri (Suaf), Wilson Dias; do diretor de Agregação de Valor Suaf, Jeandro Ribeiro, e do coordenador do Eixo Urbano do Programa Vida Melhor, André Santana, além dos presidentes das cooperativas Coopercuc, Copireçê, Codecana, Cocal, Cooperman, Produpesca, Coopaita , Cooproaf, Coopamesf, Cecoapi, Coofasulba, Coopama, associações Bastianense, Sol Nascente e Emiliano e Florestal.
Feliz com a iniciativa, o vice- presidente da Associação dos Produtores Rurais e Pescadores do Distrito Governador João Durval Carneiro, Jurandyr Carvalho, destacou que a colocação dos produtos na rede da Ebal elimina os atravessadores e agrega valor aos produtos. Segundo ele, a entidade conta com 270 associados, que agora vão melhorar a renda e as condições de vida.
Com 300 cooperados, a Central de Cooperativas dos Apicultores da Bahia também assinou contrato de venda, colocando, inicialmente 1.520 potes de 280 gramas de mel. Para o presidente da central, Franciélio da Silva Macedo, “esse é um passo importante para reduzirmos a venda a granel, como é feita hoje, para empresas exportadoras de São Paulo, Ceará e Piauí”.
50 médicos cubanos reforçam saúde em 22 municípios do interior baiano
Polícia Civil apreende 65 quilos de maconha
Mais de sessenta quilos de maconha, acondicionada em diversas embalagens, pertencentes ao traficante Bruno Santana Silva, de 27 anos, foram apreendidos durante operação do Departamento de Narcóticos (Denarc), na região do Centro Industrial de Aratu. A droga estava escondida num sítio, utilizado como ponto de armazenamento e venda de drogas pela quadrilha liderada pelo traficante.
Bruno e os comparsas, identificados pelos apelidos de “Alisson”, “Mia”, “Coroa”, “Adelmo” e “Dunga”, este último foragido da localidade de Cacha Pregos, na Ilha de Itaparica, fugiram em direção a um matagal, ao perceber a aproximação dos policiais. Na fuga, Bruno deixou o RG para trás.
A maconha apreendida no local estava dividida em 15 sacos de aniagem e outros sacos plásticos menores. Além da droga, uma balança de precisão e frascos contendo fermento químico, utilizado no refino de cocaína, estavam no imóvel.
Todo material apreendido foi apresentado ao delegado Luis Marcelo, que instaurou inquérito para apurar a participação de Bruno e dos comparsas no tráfico de drogas, naquela região.
Médicos cubanos chegam à Bahia
50 médicos cubanos, contratados através do programa Mais Médicos, chegam amanhã (25) à Bahia, para atuar em cidades do interior do estado.
Eles desembarcam às 18 horas no aeroporto de Salvador e serão recebidos pelo governador Jaques Wagner e pelo secretário de Saúde Jorge Solla.
Os médicos cubanos, que vem suprir a ausência de profissionais brasileiros nas pequenas cidades, tem larga experiência em saúde pública.
Fundação Nacional dos Insensatos
A culpa maior pelo conflito entre supostos índios tupinambás e pequenos produtores rurais, que incendiou Buerarema e São José da Vitória, no Sul da Bahia e ameaça se estender a outras cidades, como Ilhéus e Una pode ser debitada única e exclusivamente na conta da FUNAI, a Fundação Nacional do Índio.
Que, no caso em questão, pode ser chamada da Fundação Nacional dos Insensatos.
A partir de um inacreditável relatório elaborado por técnicos da FUNAI, conferindo aos tupinambás uma extensa área de 47 mil hectares nos três municípios sulbaianos, o que era apenas reivindicação se transformou numa espécie de lei, pelo menos para os supostos índios;
O relatório não tem poderes para tanto, é passível de contestação e ainda precisa ser sancionado pela presidenta Dilma Rousseff, mas serviu como salvo-conduto para que propriedades rurais sejam invadidas, saqueadas, destruídas e que seus moradores, a esmagadora maioria composta por agricultores familiares, sejam ameaçados e agredidos.
Para os tupinambás (ou os que dizem pertencer a essa etnia, já que existem denuncias de cadastramento de índios em Buerarema e cidades vizinhas), a área de 47 mil hectares lhes pertence e ponto final.
E, em sendo assim, se a área lhes pertence, os atuais ocupantes que tratem de escafeder-se, caso contrário serão expulsos, se necessário com o uso da pressão, como vêm ocorrendo na zona rural de Ilhéus/Olivença e Buerarema.
A barafunda criada pela FUNAI, além da dimensão da área que ela sugere ser demarcada, não levou em conta que os pequenos produtores ocupam essas terras há várias gerações e de lá tiram o seu sustento. Não podem ser simplesmente arrancados de lá, como quem arranca uma erva daninha ou como se fossem usurpadores, o que efetivamente não são.
Nada disso foi considerado em conta pelos burocratas insensatos da FUNAI, que de seus gabinetes refrigerados em Brasília, assistem à distância as consequências do relatório que perpetraram.
Que os indígenas, pilhados e explorados desde que Pedro Álvares Cabral descobriu nos trópicos um porto seguro, precisam ter seus direitos preservados é fora de discussão. Isso vale também para os legítimos descentes dos tupinambás. A reparação, portanto, é justa e necessária.
Mas, o que não se pode é, em nome de se fazer justiça com algumas centenas de índios, se cometer uma injustiça com milhares de pequenos produtores rurais.
O bom senso que faltou à FUNAI deve prevalecer entre as autoridades responsáveis pela manutenção da ordem, antes que o que ainda era escaramuça de parte a parte se transforme numa guerra sangrenta.
Uma guerra que infelizmente já começou e que precisa parar imediatamente.
Porque, se ela se intensificar, as consequências são mais do que previsíveis.
Violentamente previsíveis, como se vê pelas cenas verificadas nos últimos dias em Buerarema e São José da Vitória e se depreende pelo estado de ânimo (ou de desânimo) de produtores, que vem tendo suas terras sistematicamente invadidas e saqueadas, por supostos índios que agem como se vivessem à margem da lei.
Polícia recupera 124 peças sacras roubadas no interior da Bahia
124 peças sacras, entre imagens, bustos, castiçais, quadros e pedestais, furtadas de igrejas e outros espaços no interior do estado, foram recuperadas pela Polícia Civil, num antiquário pertencente a Marcos Lavrador de Souza, de 35 anos, preso durante operação da 1ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), onde outras 70 obras de arte foram apreendidas.
A polícia apurou que Marcos é dono de um antiquário, localizado na região de Humildes, distrito de Feira de Santa, onde estava sendo comercializadas peças furtadas em Cachoeira, cidade do Recôncavo, e em Bonfim, distrito de Feira de Santana. Ele já vinha sendo investigado pela participação no furto de imagens, quando os policiais encontraram na casa dele uniformes, coletes, uma pistola 380 e R$ 15 mil, que a polícia suspeita ser proveniente do assalto ao banco de Barra da Estiva, ocorrido no dia 12 deste mês.
Além de Marcos, seu comparsa Gilvandro Lima dos Santos, o “Vando”, 53, guardava em sua casa coletes balísticos, fardas do exército, luvas, armas – entre elas um Fuzil AK47 e duas espingardas calibre 20 -, munições e veículos. De acordo com o coordenador regional, delegado Ricardo Esteves Brito Costa, outros integrantes da quadrilha, cuja participação em outros assaltos a banco no interior é investigada, estão sendo procurados pela polícia.






















