WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

maio 2026
D S T Q Q S S
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  


:: ‘Porto Sul’

NEGÓCIO DE FERRO

 A cúpula da controladora da Bahia Mineração, a ENRC, vem a Salvador na próxima segunda, para um encontro com o governador Jaques Wagner. Grande investidora mundial, a empresa explora uma mina de minério de ferro em Caetité e construirá o terminal privado do Porto Sul, em Ilhéus, que custará um bilhão de reais. Na comitiva, o principal acionista da corporação, o cazaque Alexandr Machkevitch, Felix Vulis, o presidente mundial do grupo, além de José Francisco Viveiros, presidente da Bahia mineração no Brasil.

Governo da Bahia publica decreto com redução da poligonal do Porto Sul

nova poligonal exclui áreas mais povoadas

A edição deste sábado (26) do Diário Oficial do Estado da Bahia publica o decreto de redução da poligonal do Porto Sul, de 4.833 para2.268 hectares, na área denominada ‘Aritaguá’. Isto significa a retirada integral das comunidades de Lavapés, Valão e Itariri das áreas afetadas pelo empreendimento que será construído em Ilhéus, na região Sul da Bahia.

O decreto reduzirá também a área reservada para ativo ambiental de1.860 hectarespara1.703,91 hectaresem Ponta da Tulha. Esta redução será sobre a área mais antropizada, ficando mantidos pontos de maior riqueza do ponto de vista biótico. Serão beneficiados os condomínios Verdes Mares, Barra Mares e Paraíso do Atlântico, onde está concentrada a maior densidade populacional.

Segundo Eracy Lafuente, coordenador de Políticas Públicas de Infra-estrutura da Casa Civil do Governo da Bahia, dessa forma o Governo cumpre o compromisso firmado com as comunidades. Durante a Audiência Pública realizada pelo IBAMA, em 29 de outubro último, para licenciamento ambiental do empreendimento, foi protocolado documento onde o governo baiano assumia esse compromisso de publicação do decreto de redução da poligonal do Porto Sul. “Estamos efetivando o que ficou pactuado em todo o processo de interação social com as comunidades”, disse Lafuente. “A nova poligonal representa a redução dos impactos sociais e ambientais do projeto”.

 

PORTO SUL NA RECORD NEWS-BRASIL

Obras da Ferrovia Oeste-Leste ganham novo impulso na Bahia

As obras de construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), no trecho compreendido entre Caetité e Ilhéus, na Bahia, com extensão de537 quilômetros, vão ganhar um novo impulso e possibilitar a retomada de novos postos de trabalho com a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que revogou a medida cautelar determinando a suspensão da medição e pagamento dos dormentes e acessórios fornecidos pelas empresas contratadas em razão de preços fixados acima do valor de mercado.

 

A decisão revista pelo TCU recomenda à Valec – Engenharia, Construções e Ferrovias, estatal que administra as obras da Fiol, a renegociação dos preços dos dormentes contratados com base nos novos valores definidos pelo órgão. A Valec tem, agora, 90 dias para informar ao Tribunal o resultado das negociações com as empresas contratadas.

A Valec, que já está negociando com as empresas, estima concluir o primeiro trecho da Fiol, entre Caetité e Ilhéus (lotes de1 a4), no primeiro semestre de 2014.

No litoral sul baiano, no município de Ilhéus, na localidade de Aritaguá, a linha férrea se interligará ao Porto Sul, para onde será escoada toda a produção agrícola do oeste baiano (soja, farelo de soja e milho), além de fertilizantes, combustíveis e minério de ferro.

Impacto positivo – A construção da ferrovia e a sua interligação com o Porto Sul trarão um grande impacto logístico à região oeste da Bahia e aos estados do Norte e Nordeste do País.

Além do escoamento da produção do oeste baiano – a nova fronteira agrícola do País –, da redução dos custos dos insumos e do aumento da competitividade do agronegócio, a linha férrea promoverá a integração do polo mais desenvolvido e habitado do Estado, ao longo do litoral da Bahia, reduzindo a pressão e o impacto sobre o meio ambiente na área. “Serão criados novos polos agroindustriais no interior do Estado”, avalia o coordenador da Casa Civil, Álvaro Lemos Britto.

 

Otto Alencar diz que Ferrovia e Porto Sul serão a redenção para a economia baiana

O Complexo Intermodal Ferrovia Oeste-Leste (Fiol) e o Porto Sul são estruturas para o desenvolvimento de todo o estado da Bahia. Essa é a avaliação do secretário de infra-estrutura da Bahia, Otto Alencar, que falou sobre os investimentos que o governo está  fazendo para promover a descentralizar do desenvolvimento no estado. “A ferrovia e o Porto Sul vão significar o crescimento de cidades de Barreiras até Ilhéus”, disse. “Para Ilhéus, o novo porto será a redenção para a economia local, que desde a chegada da vassoura-de-bruxa, que afetou a lavoura do cacau, enfrenta uma profunda crise”.

Somente na ferrovia, que tem extensão de mil quilômetros em território baiano, serão R$ 100 milhões e no porto público R$ 2,4 bilhões”, destacou.   “Tenho certeza que são propostas que significarão a redenção para os problemas econômicos de Ilhéus e região.  O Porto vai receber muita carga, e muitas empresas estão procurando o governo para discutir a possibilidade de se fixarem na Bahia, atraídas pela estrutura que o porto trará”.

Câmara de Ilhéus faz Moção de Apoio ao Porto Sul

O vereador Valmir Freitas (PT) apresentou na Câmara Municipal de Ilhéus uma Moção de Apoio à implantação do Porto Sul e condenou a campanha contrária ao empreendimento. O parlamentar considera o projeto como é um dos mais importantes empreendimentos na área de logística e infra-estrutura da Bahia, com investimentos que chegam a R$ 2,4 bilhões. “O Porto Sul, aliado à Ferrovia Oeste-Leste, já em obras, permitirá que o Sul da Bahia se consolide como um dos grandes pólos de desenvolvimento do estado, capaz de fazer com que a região supere uma crise que já dura duas décadas”, afirma.

         De acordo com o vereador, o projeto possibilitará a criação de novas oportunidades, gerando emprego e renda, com benefícios para a população de Ilhéus e cidades vizinhas. “Projeto do Governo da Bahia, com o apoio do Governo Federal, com recursos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) o Porto Sul conta com o apoio de todos os segmentos da sociedade organizada, que vêem no empreendimento a alternativa mais viável para um novo ciclo de desenvolvimento, evitando a dependência da monocultura do cacau ou de atividades sazonais”, destaca.

        Em sua Moção, o vereador ressalta que, para viabilizar a implantação do Porto Sul, o Governo da Bahia, atendendo às determinações do IBAMA, está atendendo todos os requisitos necessários à redução dos impactos ambientais, com a adoção das necessárias compensações e a realização de obras de infra-estrutura e projetos de capacitação nas comunidades abrangidas pelo projeto.

“Em função disso, queremos reafirmar o apoio do Poder Legislativo a esse importante empreendimento, ao mesmo tempo em que repudiamos as tentativas de inviabilizar o projeto, que partem de um pequeno grupo, que não representa o desejo da maioria da população e que não demonstra qualquer compromisso com a região”, assinalou  Valmir Freitas m sua Moção.

O vereador afirma que “é preciso saber quais os reais interesses que estão por trás dessa campanha contrária, já que é notório que a implantação de um projeto desse porte no Sul da Bahia não interessa a grandes grupos empresariais do Sul/Sudeste do País.Ilhéus diz sim ao Porto Sul, ao desenvolvimento e às novas oportunidades para sua gente”.

JORNAL A REGIÃO, CARTA AO LEITOR

A gente já sabia

Marcel Leal

            Até o jornal Valor Econômico suspeita do que a gente tem certeza.

            As ações contra o Porto Sul são financiadas pelos altos capitalistas de interesse próprio como Natura e Globo, empresas que tem enormes áreas para especulação no sul da Bahia.

            Segundo o jornal, o ativista Rui Rocha tem R$ 10 milhões para combater o projeto na imprensa.

            Já contratou assessoria de imprensa de São Paulo, que inclusive enviou material para A Região. Não custa barato.

            Pelo jeito, o incentivo do grupo em lutar contra progresso para Ilhéus envolve o próprio bolso e não apenas filosofia de vida. Aliás, esse grupo nunca combateu os outro inúmeros crimes ambientais da região.

            De sua parte, a Rede Globo continua fazendo matérias mentirosas, abrindo mais espaço para os contra e quase nada para a maioria a favor do Porto Sul.

            Quer passar a ideia que a maioria é contra, que não quer o Complexo Sul. A realidade é justamente o oposto.

            No domingo, disse que “apenas parte da população apoia o projeto”. Esqueceu de explicar que esta “parte” é mais de 80%, é quase todo mundo.

            No dia da audiência, o repórter enviado pela Globo, José Raymundo, almoçava com o “contra financiado” Rui Rocha antes de fazer a matéria, que já saiu do Rio de Janeiro pronta, com o viés contrário.

            Não veio fazer uma reportagem. Veio fazer uma matéria confirmando o que a emissora quer transmitir.

            O que a Bahia enfrenta,em especial Ilhéus, são os interesses do sul, que sabe o que vai acontecer quando o Porto Sul estiverem funcionamento.   Vaitirar muita carga dos portos de Santos (SP), Vitória (ES), Paranaguá (PR) e do de Suape, em Pernambuco.

            A carga de todo o centro-oeste e da própria Bahia, que hoje sai por estes portos, serão exportadas por Ilhéus.

            Estou falando de bilhões de dólares que estes portos, estados e empresas ligadas a eles vão perder. Outro medo é da importação de máquinas e equipamentos.

            Se tudo isso entrar pelo Porto Sul, indústrias terão uma alternativa para se instalar em Ilhéus, importando o que precisar por ele.

            É uma possibilidade de migração de fábricas para o sul da Bahia, onde a mão-de-obra e os serviços são mais baratos.

            Some a isso as terras da Natura e da Globo, o lobby das indústrias sulistas na emissora, massa de manobra barulhenta, muito bem paga para ser contra o porto. E egoísmo.

            No meio, uma região que está no buraco e precisa, desesperadamente, do Porto Sul e das indústrias que virão com ele para recuperar auto-estima, empregos, renda.

            O Complexo Sul é uma realidade, demore o que for, e vai mudar não só o sul da Bahia como o resto do Brasil, girando o eixo do desenvolvimento para cima, para o Nordeste.

            Nada no nosso mundo globalizado pode funcionar sem logística, transporte mundial, e o Porto Sul nos dá uma saída para o exterior.

            Vale mais que fábricas, plantações, capital. Pois sem ele nada disso circula.

nosso futuro.

 

QUEM PAGA A CONTA?

Na última quarta-feira, 2 de novembro, o jornalista Levi Vasconcelos levantou na coluna Tempo Presente, publicada diariamente há décadas pelo jornal A Tarde, um questionamento que precisa ser esclarecido: quem paga o pesado esquema de comunicação que dá retaguarda aos opositores do Porto Sul? É sabido que a empresa GWA, uma das mais conceituadas de São Paulo, presta serviços de assessoria de imprensa e marketing ao grupo encabeçado pelo professor Ruy Rocha. Foi a GWA, por exemplo, que agendou a ida dele ao Programa do Jô, meses atrás. Uma jornalista sócia dessa empresa é vista durante a entrevista sentada ao lado da esposa de Ruy. É a mesma jornalista que foi flagrada na audiência pública de 29 de outubro assessorando o time do professor.

 O fato é que uma empresa conceituada como a GWA não cobra por seus serviços menos de cinqüenta mil reais por mês. A fatura é alta! Afinal, já são três anos de trabalho da GWA. É só fazer as contas. Certamente o dinheiro não sai das ONGs sob o comando de Ruy Rocha, que vivem a reclamar de carência de recursos. E mesmo se saísse, seria um desvio irregular de suas atividades.

 O experiente Levi Vasconcelos dá a pista: um dos clientes da GWA (e isso pode ser comprovado no site da empresa: www.gwacom.com.br) é o Instituto Arapyaú, fundado por ninguém menos que Guilherme Leal, dono da gigante dos cosméticos Natura, e proprietário de imensidões de terra na região de Serra Grande, em Uruçuca. É só ligar os pontos para imaginar, sem muita dificuldade, quem é que está pagando a GWA.

Wagner discute em Brasília a implantação do Porto Sul

O diretor  da Agencia Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Pedro Brito,  recebeu em Brasília, o governador da Bahia, Jaques Wagner, e o consultor do governo Carlos Alberto Nóbrega. O objetivo da reunião foi discutir diferentes alternativas institucionais legais para a implantação do Porto Sul, que será construídoem Ilhéus. Participoutambém das discussões o gerente de Regulação Portuária, Fernando Fonseca. A previsão é de que, numa primeira etapa, o projeto do porto público atenda às necessidades de escoamento da produção de minério de ferro e de soja, que chegará até o porto por meio da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). A construção da Fiol está prevista no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal.

O projeto do Porto Sul integrará um complexo portuário, do qual fará parte também o terminal de uso privativo da Bamin, por onde será embarcada a produção de minério de ferro da região de Catité. Já a produção mineral do Vale do São Francisco será escoada pelas instalações do futuro porto público. A soja e outros insumos provenientes do oeste baiano, região que é atualmente o grande celeiro agrícola do Estado, serão embarcados exclusivamente pelo porto público.  “O Porto Sul é um empreendimento de infra-estrutura e de logística que, com a Ferrovia Oeste-Leste, dotará a Bahia de condições de competitividade com outros portos brasileiros, além de criar novos pólos de desenvolvimento no Oeste, Sudoeste e Sul do Estado”, afirma o governador Jaques Wagner.

O PORTO SUL NO ALERTA TOTAL





WebtivaHOSTING // webtiva.com.br . Webdesign da Bahia