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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘eua’

Quem lê não se deixa enganar

João Palma

joão palma Desde minha estreia nesse espaço, junho passado, confesso que, pela primeira vez, titubeei (eita palavrinha) sobre o que escrever. Não que falte assunto, embora meu compromisso tem sido abordar questões relacionadas à leitura e, sobretudo, a falta que ela – a leitura – faz.

Acordei bem cedo e subi para, na paz da madrugada, só interrompida pelo ladrar de um ou outro cão, dedilhar meus mil e poucos caracteres, enviá-los para o blog e torcer pela publicação no sábado, quinzenalmente.

Pois bem, decidi ligar a tv num desses canais de notícias 24 horas para despertar melhor e me deu vontade de mandar parar o mundo para poder descer. Vi, mais uma vez, que no Brasil estamos à mercê de furacões mil vezes mais potentes que o Irma que arrebentou ilhotas paradisíacas no Caribe, partes de Cuba e pedaços da Florida. O mais violento furacão de todos os tempos naquela região.

Ventinho leve se comparado aos furacões brasileiros que, escondidos em ternos bem cortados e cabelos gomalinados, invadem cofres públicos com seus redemoinhos medonhos para sumirem com o nosso dinheiro que só será encontrado (se for encontrado) enfiado em offshore e empresas de fachada em paraísos fiscais.

Afronta nossa dignidade esse cenário de horror provocado por gente que faz da vilania uma demonstração de destreza e, da política, um meio de enriquecimento. Sim, sabemos que não há inocentes no inferno, nem vestais nas casas de tolerância. Certo é que pagamos por nossos erros todas as vezes que elegemos lobos em peles de cordeiro, ratos em trajes elegantes e bandidos com discursos eloquentes.

Não podemos esperar que meia dúzia de juízes e um pouco mais de procuradores saneiem e passem o país a limpo. Estamos entorpecidos com a espetacularização da corrupção mas é certo que esqueceremos rápida e facilmente. Não nos lembrávamos do anão que ressurgiu gigante e que guardava em um apartamento o dinheirinho da feira da semana. Guardado, por sinal, com tanta displicência que é de se imaginar que existam muitos outros apartamentos atulhados de dinheiro vivo por esse brasilzão afora.

Os italianos, depois da Operação Mãos Limpas, nos anos 1990, a Lava Jato de lá, tornaram Silvio Berlusconi presidente e primeiro ministro e se cansaram da caça aos corruptos. É fato que a corrupção na Itália, vai bem, grazie!

Bom pra você? Procure ler a entrevista do ex-magistrado italiano Gherardo Colombo ao jornalista Marcelo Godoy, no jornal Estado de São Paulo, de 27 de março de 2016.

Dá um Google aí e prepare-se.

 João Palma é idealizador do projeto diadelertododia

Wagner é um dos convidados do Brazil Forum Uk 2017, em Oxford

wagnerO secretário de Desenvolvimento Econômico Jaques Wagner será um dos palestrantes do Brazil Forum UK 2017, realizados na London School of Economics and Political Science (LSE) e Universidade de Oxford, nos dias 13 e 14. O tema desta ano será “Reestruturando Sistemas”, que propõe reflexões sobre possíveis saídas para a crise institucional vivida no Brasil.

O Brazil Forum 2017, realizado por estudantes brasileiros das universidades britânicas, integra a programação do Think Brazil, evento promovido pelo Governo Britânico e Embaixada do Brasil em Londres, celebrando a parceria bilateral entre as duas nações. “Há uma polarização no Brasil que tem impedido o debate sereno que possa apontar soluções para o futuro sem que ocorra a perda de direitos da maioria da população. Mas jamais podemos desistir do debate, pois é a livre circulação da ideias, e o confronto dos pensamentos divergentes, que constroem e mantém a democracia”, diz Wagner.

O secretário explica que o momento não é crucial apenas para o Brasil, mas também para os britânicos. “O Reino Unido acaba de sair da União Européia e volta seus olhos para o resto do mundo em busca de novos parceiros. Uma aproximação mais efetiva seria benéfica tanto para nós como para eles”. Além de Wagner, participarão o ministro do Supremo Luis Roberto Barroso, Guilherme Leal, CEO da Natura, Cláudia Sender, CEO da Latam e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, entre outros.

De acordo com os organizadores, “as discussões serão reunidas na publicação Reestruturando os sistemas: diretrizes e ações para mudar o Brasil. No formato de um documento que pretende auxiliar na formulação de políticas públicas (policy document), textos e artigos buscarão caracterizar o que se chama de redes de atenção e de impacto – problemas e entraves jurídicos, sociais, políticos, culturais e estruturais existentes no Brasil e amplamente discutidos durante o BRForum17; e de forma propositiva, espera-se que os leitores encontrem na matriz de responsabilidades um mapeamento de ações prioritárias sobre o que chamamos de reestruturação dos sistemas no Brasil”.

Trump: Um governo ainda sob o efeito do álcool da festa da posse

Valter Xéu*

 

xeoParece que tanto Trump como seu staf ainda não se recuperaram do álcool que ingeriram em festa da posse nos EUA.

Ele que tanto criticou a mídia pela disseminação de notícias falsas, vem agora com essa ladainha de que o Irã é o pais mais exportador de terrorista do mundo, esquecendo descaradamente que o Estado Islâmico, grupo de terrorista que atemoriza o mundo, foi criado ´pelo seu próprio pais. Além de Reino Unido, França, Arábia Saudita e Qatar.

Trump da naquela categoria que pode ser chamado de um presidente estupido ou um estupido presidente (tanto faz).

trumpTentando mostrar o que não é, já se indispôs com o premier australiano com quem falava ao telefone e por não ter gostado das ponderações do seu interlocutor, desligou o telefone na cara do governante australiano e da doideira dele com o seu vizinho México onde já chegou a dizer que poderia enviar marines para combater o tráfico de drogas em solo mexicano, talvez esquecendo de que o seu pais é o maior consumidor de drogas do mundo.

Desde o início da campanha presidencial ficou provado de que dessa vez os Estados Unidos estavam em um beco sem saída e a sua população sendo levada a escolher entre uma dama da guerra, representante dos conglomerados militares e da força econômica de gente como o investidor George Soros d do outro lado um fanfarrão, autentico cavalo paraguaio que na reta de chegada conseguiu chegar primeiro e assim se tornar presidente de um pais que mais leva destruição pelo mundo afora, destituindo governos que não lhe são simpático, dizimando a população civil e roubando as riquezas dos países destroçados como é o caso do Afeganistão, Iraque e Líbia.

Tentaram na Síria, destruíram o pais com o apoio escancarado ao Estado Islâmico, mas assim como no Vietnam, quebraram a cara.

 

*Valter Xéu é editor de Pátria Latina e Irã News

 

TVE traz Entrevista Especial com Juan Assange

juan 2

O TVE Entrevista Especial desta terça-feira, 24.01, às 20h, será com o jornalista, escritor, ciberativista e criador do Wikileaks, Julian Assange, 45 anos. Assange foi ouvido na Embaixada do Equador em Londres, onde está refugiado desde 2012, pelo jornalista e escritor Fernando Morais, editor do blog Nocaute.

assangeNa entrevista, gravada em 27 de dezembro de 2017, Julian Assange fala sobre os últimos acontecimentos políticos no Brasil e diz, que em sua opinião o impeachment da ex- presidenta Dilma Rousseff foi “um golpe constitucional. Um golpe político”, ao ser perguntado se teria sido um golpe de estado no estilo Século XXI.

Assange também afirma que o atual presidente, Michel Temer, teve reuniões privadas na Embaixada Americana para passar questões de inteligência política e discutir as dinâmicas políticas no Brasil. “Isso mostra um grau um pouco preocupante de conforto dele com a Embaixada Americana. O que ele terá como retorno? Ele está claramente dando informações internas à embaixada dos EUA por alguma razão”.

Julian Assange se recusa a voltar à Suécia por medo de ser extraditado aos Estados Unidos, onde ele é criticado pela publicação no Wikileaks em 2010, de 500 mil documentos classificados sobre o Iraque e o Afeganistão, assim como 250 mil comunicações diplomáticas. A Fernando Moraes ele fala também sobre Donald Trump, Petrobras e espionagem.

Apocalipse Now?

america trump

Barack Obama e Raul Castro encerram a política dos ´pés secos`

Diplomata cubana Josefina Vidal explica novo acordo migratório entre EUA e Cuba

O vexame estadunidense na Síria e o assassinato do embaixador russo

 

 Valter Xéu 

vxeoÉ claro que o assassinato do embaixador russo Andrei Karlov em Ancara na Turquia por um policial turco, tem implicações com a vitória da Síria com o apoio da Rússia na retomada de Aleppo, principal cidade síria em mãos dos terroristas há mais de três anos.

Como tem também implicância o atentado em Berlim em que segundo o jornal Morgen-Post  deixou mais de 50 feridos e 9 mortos, citando uma fonte policial. As forças estadunidenses, a coalizão ocidental liderada pelos EUA está em estado de choque com o sucesso das forças sírias e russas na retomada de Aleppo, cujos terroristas, sempre tiveram o apoio dos norte americanos, Arábia Saudita, Israel que mantinha um hospital de campanha nas imediações das Colinas de Golan para atender os terroristas feridos em conflitos, como também tinha a ousadia de derrubar aviões da força aérea síria que ousasse bombardear posições do Estado Islâmico na região.

 Como em estado de choque estão com a vitória de Donald Trump que os serviços de inteligência juram que a vitória do republicano Trump teve a interferência da Rússia que não nutria de amores pela Hillary Clinton a senhora da guerra. Com a ajuda da mídia, a própria Casa Branca tratou de espalhar que a vitória de Trump teve o apoio russo e assim tenta deslegitimar o candidato que os cidadãos estadunidenses escolheram para ocupar a Casa Branca na sucessão de Obama.

euaSomando a derrota norte americana em Aleppo e a derrota dos senhores da guerra com Hillary Clinton, estava na hora e aprontar alguma coisa contra a Rússia e desviar assim as atenções do mundo da fantástica vitória Síria em Aleppo e a catastrófica derrota da coalizão ocidental e a vitima foi um membro da diplomacia russa que vinha trabalhando no sentido de fortalecer as relações entre Turquia e Rússia para desespero dos EUA, antigo aliado turco, mas que anda em baixa junto a Erdogan, desde a malfadada tentativa de golpe contra seu governo cujas impressões digitais são o governo de Barack Obama.

De nada adiantou o fingimento norte americano para o mundo que de fato estava na Síria a combater os terroristas, quando na realidade, as forças da coalizão ocidental estão na Síria com o único objetivo de derrubar Assad o qual recebeu o carimbo de ditador e assim passou a ser chamada pela mídia empresa ligada aos oligopólios de dominação internacional.

A entrada da Rússia no conflito sírio mudou o fiel da balança de um quase derrotado Assad para um vitorioso Assad e isso não deixa de ser uma desmoralização mundial para as forças de coalizão que vem usando de todos os artificies para provocar uma reação da Rússia desde a derrubada de um caça russo na Turquia em 2015.

O assassinato do embaixador e o atentado em Berlin podem estar umbilicalmente ligados, pois é comum as potencias ocidentais, além de assassinar lideres mundiais, tentar amedrontar a população com o espectro do terrorismo no sentido de mudar a opinião pública de países cujo povo não quer ver seus soldados envolvidos em conflitos.

 No caso do assassinato do embaixador russo, o astúcia e esperteza de Putin que sabe muito bem o que esta por trás de tudo isso, como um exímio jogador de xadrez saberá dar uma resposta à altura, quem sabe, arrasando todos os terroristas hoje na Síria, sejam eles aliados dos EUA ou não.

*Valter Xéu é diretor e editor do portal Pátria Latina

Fidel, uma homenagem póstuma e um dia inesquecível

 

Hasta La Vista Comandante!

 Tomba o mito,

vive a lenda,

brilha o Socialismo!

Valter Xéu*, direto de Havana
vxeoParticipamos das cerimonias fúnebres em homenagem ao Comandante Fidel Castro a convite do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba e do Conselho de Estado, em um ato que durou mais de cinco horas na Praça da Revolução onde aproximadamente dois milhões de pessoas se fizeram presentes.
 Além de chefes de estados de países dos cinco continentes, tive a honra de ser o único jornalista brasileiro convidado e conviver nas quase cinco horas com os chefes de governos de países como a China, Grécia, Venezuela, África do Sul, Equador, Bolívia, Argélia e outros além dos conterrâneos Frei Betto, Marilia Guimaraes e José Serra (cruz credo!) que veio representando o governo brasileiro, mas não ficou no espaço reservado aos chefes de Estado e convidados especiais.
Na tribuna, centenas de cadeiras personalizadas foram reservadas aos convidados e de repente lá estava eu sentado ao lado dos atores estadunidense muito amigos de Cuba, Danny Glover que me disse ser casado com uma brasileira e James Coutns Early, além de Frei Beto e Ignácio Ramonet, diretor e editor do Le Monde Diplomatique, ambos muitíssimos amigos de Fidel e assim como o comandante, também colunistas do Pátria Latina.
cuba-3As homenagens póstumas a Fidel foram uma coisa arrepiante e emocionante, Uma praça com mais de dois milhões de pessoas a gritar Fidel! Fidel! Fidel é para jamais ser esquecida.
Terminado o evento retornamos ao hotel e fui jantar com Dani Glover e James onde emendamos um papo no restaurante do hotel que se prolongou até as duas horas  da madrugada de quarta-feira onde estou escrevendo esse texto.
Dia 15 de dezembro os dois retornam com as esposas e aqui ficarão por trinta dias realizando palestras para jovens sobre socialismo e etc. Fui convidado pelos dois para se fazer presente. O convite é tentador, mas caso eu retorne agora, acredito que coloco em risco de extinção a viagem programada para março de 2017 com meus amigos jornalistas e não jornalistas. Então, é bem provável que eu não apareça.

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Trump presidente. Mundo mais perto do Apocalipe Now

Sergio Costa Jones.*
liberMais uma vez as forças das trevas tentam deter a roda da história. Desta vez tendo como palco os Estados Unidos da América. Tendo como protagonista desta história bizarra a figura sinistra que atende pelo nome de Donald Trump. Se dermos um rápido passeio pelas páginas recentes de nossa história poderemos traçar ou esboçar uma imagem de um futuro, não muito promissor. Segundo palavras proferidas pelo próprio, ele deixou claro que os EUA estarão sempre em primeiro lugar, mesmo que para isso precise sacrificar os interesses de seus aliados mais próximos.
Reclamou que os “amigos” estão dependentes demais dos EUA e que os rivais não mais respeitam ou se sentem ameaçados pelo país. Por isso mesmo pretende modernizar o arsenal nuclear e ampliar o poder militar americano, além de buscar uma convivência pacífica com países como China e Rússia, mas garantiu que irá traçar um limite e responder duramente quando alguém o ultrapassar.
Prometeu ainda impedir o avanço do islamismo radical trabalhando de perto com aliados no mundo muçulmano, mas cobrando respeito e gratidão dos países que forem ajudados pelos EUA. Trump encerrou o discurso afirmando que não irá mais ceder o “país ou seu povo à falsa cantiga da globalização”.
Com este discurso neofascista esquece ele, que o sujeito da história social são as massas populares e não as classes exploradoras reacionárias a qual pertence. “As primeiras criam e levam adiante a história, enquanto as últimas tratam de impedir o seu avanço para fazê-las retroceder”.
Estamos vivenciando o momento como bem definiu Lenin: “em a fase superior do capitalismo”, onde a concentração da produção e do capital chega a um nível tão elevado criando os monopólios, que passam a desempenhar papel decisivo na vida econômica e o capital industrial se funde com o capital bancário dando origem ao capital financeiro. O que coloca o aspecto humano e social em segundo ou terceiro plano. O que significa, em termos prático, o avanço e a ampla miséria que irá afetar, ainda mais, as massas despossuídas que pululam o planeta.
Consequência de uma concentração de renda brutal em que mais da metade das riquezas, produzidas no mundo, estão em mãos de apenas 2% da população. Enquanto significativa maioria vegeta nos esgotos fétidos criados pelo modelo falido de um capitalismo que se reinventa, ao longo da história,para sobreviver. Promovendo em nome da ganância e do acúmulo do capital, guerras e todo modelo de atrocidades. Para que este modelo falido de economia continue coexistindo.
*Sérgio Costa Jones é jornalista 

Good morning, United States of Macondo…

trump





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