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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘eua’

Pinheiro defende investigação e punição para espionagem americana no Brasil

O senador Walter Pinheiro (PT/BA) defendeu duras penas e profunda investigação sobre as denúncias de  monitoração de dados feitos pelos Estados Unidos no Brasil. O escândalo veio à tona após o ex-técnico em segurança digital da CIA (agência de inteligência norte-americana), Edward Snowden, revelar a prática. Uma reportagem do jornal O Globo do último domingo revelou que as comunicações do Brasil estavam entre os focos prioritários de monitoramento.

Para Pinheiro, o debate não pode ficar restrito ao Congresso Nacional e deve envolver outros organismos internacionais, para coibir e punir “duramente” os que têm praticado espionagem. “Devemos inclusive extrapolar essas fronteiras, para que pudéssemos fazer esse debate em nível mundial, envolvendo outros organismos, para que, de uma vez por todas, essa apuração tenha encaminhamento. Se faz necessário não só coibir, como também punir duramente aqueles que praticaram, ao longo dos anos, uma verdadeira espionagem não só do ponto de vista de governos, como do ponto de vista inclusive da invasão da privacidade de cada cidadão mundo afora”, disse durante pronunciamento no plenário.

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A Mídia Pistoleira e o ´tá bom, mas tá ruim´

Nos EUA, fogos. No Brasil, fogo

A economia brasileira  criou mais vagas de trabalho no mês passado do que o maior PIB do mundo; mas enquanto nos Estados Unidos do presidente Barack Obama análises saúdam resultado “acima das expectativas”, no Brasil da presidente Dilma Rousseff a ordem na mídia tradicional é ser estraga prazer.

“Trata-se do pior resultado para o mês desde 2009”, frisa notícia do site G1. O portal das Organizações Globo esconde que, nos últimos doze meses, foram criados 1.087.410 postos formais de trabalho, com crescimento de 2,79% em comparação com período anterior.

O Brasil vai superando acrise, mas a Midia Pistoleira não disfarça que torce contra o País.

Jaques Wagner tem encontro com presidentes Dilma Rousseff e Joachim Gauck, da Alemanha

O governador Jaques Wagner acompanhou a  presidente Dilma Rousseff e o presidente da Alemanha, Joachim Gauck, em um almoço reservado para autoridades políticas e empresariais do Brasil e da Alemanha, que participam, hoje à tarde, em São Paulo, da abertura da 31ª Edição do Encontro Econômico Brasil-Alemanha e Rodada de Negócios, o evento mais importante da agenda bilateral dos dois países.

Pela manhã, o governador Wagner visitou os estandes instalados na área do evento e conversou com empresários dos dois países. Agora à tarde, Wagner participa da abertura oficial do evento, e à noite embarca para Nova York, nos Estados Unidos, onde faz palestra sobre oportunidades de investimento na Bahia, na próxima quarta-feira (15), no evento Missão Estados Unidos: Conferência de Infraestrutura Brasileira, promovido pelas empresas McKinsey & Company e Bloomberg.

 

E se fosse no Brasil? Policial do FBI pula portão que estava aberto

Jaques Wagner receberá em Washington prêmio pelo Hospital do Subúrbio

O governador Jaques Wagner viaja para Washington, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira (17), às 6h30, para participar da premiação Parcerias Emergentes, concedida pelo IFC/Banco Mundial e Infrastructure Journal ao Hospital do Subúrbio, reconhecido entre os dez melhores projetos na região da América Latina e Caribe. Ele vai acompanhado pelo secretário estadual da Saúde, Jorge Solla.

Foram selecionadas as 40 melhores parcerias público-privadas nos mercados emergentes, apresentando o potencial das PPPs com exemplos reais. O prêmio acontece após o presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, ter visitado o hospital, o primeiro no Brasil a funcionar por meio de uma PPP e considerado um projeto modelo.

Este é o terceiro prêmio internacional que a instituição recebe. As outras duas premiações foram da KPMG (entre os dez melhores projetos de investimento em saúde no mundo) e da revista World Finance (entre os melhores projetos de PPP na América Latina). O Hospital do Subúrbio é um hospital geral, público de gestão privada, com perfil de urgência e emergência. O projeto também já foi evidenciado no jornal britânico Financial Times e como um dos mais inovadores do mundo na lista da organização internacional KPMG.

 

Weber Haus apresenta nova cachaça em Las Vegas

A Cachaça Lundu com Mel e Limão, novo rótulo da linha exportação elaborada pela Cachaçaria Weber Haus, é uma das atrações do pavilhão brasileiro no Las Vegas Convention Center, durante o Night Club and Bar Convention and Trade Show,  em Las Vegas, nos Estados Unidos. O lançamento tem teor alcoólico de 17,5% e será apresentado em garrafas de 750ml. A Cachaça Lundu com Mel e Limão é produzida em Ivoti, na Rota Romântica do Rio Grande do Sul, e chega simultaneamente ao mercado brasileiro.

A combinação já consagrada ao longo do tempo no interior do Brasil ganhou contornos de tendência nas baladas do centro do país e do Exterior. “Foi um interesse que detectamos com muita intensidade no Exterior e também entre o público jovem de Rio e São Paulo. É uma cachaça com teor alcóolico bem reduzido e uma combinação bastante agradável ao paladar. Quem já provou uma cachacinha com mel e limão sabe do que estou falando”, comenta o diretor da Weber Haus, Evandro Weber.

A Lundu com Mel e Limão chega para completar uma linha que já contava com mixes de cachaça com coco, maracujá, açaí, cupuaçu, além da caipirinha já preparada e das versões silver e gold. Cerca de 30% da produção da Weber Haus é comercializada fora do país.

Uma dupla vitória da Palestina

“A América é a mãe da corrupção na Terra”

Imam Ruhollah Mussawi Al-Khomeini

Por Omar Nasser Filho*

 

Quando a causa é justa, não há força no mundo capaz de opor-lhe resistência. Por mais arrogante que esta seja. A decisão de elevar o status da Palestina de “entidade observadora permanente” para “Estado não-membro” foi mais uma vitória do Povo Palestino. Adotada de forma soberana por 138 nações, das 192 que compõem a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, no anoitecer desta quinta-feira, 29 de novembro de 2012, horário de Nova Iorque, a deliberação da grande maioria das nações do planeta é uma chancela insofismável e inegável que os povos do mundo dão à brava, heroica e histórica resistência palestina, que dura cerca de 70anos. E uma advertência aos Estados Unidos e seu assecla, a entidade sionista conhecida como “Israel”.

Das 192 nações que compõem a Assembleia Geral da ONU, apenas 9 (isso mesmo, nove!) foram contrárias ao reconhecimento da Palestina como Estado, entre elas, a grande potência arrogante do planeta e seu filhote. Ah, já me esquecia: Ilhas Palau e Nauru, além de mais cinco “grandes potências”, votaram com o patrão. Outros 45 países se abstiveram. Fosse uma eleição no Brasil, diríamos que os Palestinos – palavra que faço questão de grafar desta maneira, com “pê” maiúsculo – ganharam esta “de lavada”. Afinal, 72% das nações, chamadas a se pronunciar em fórum mundial, bradaram um sonoro “sim” ao pleito palestino.

Esta acachapante vitória diplomática têm muitas dimensões: representa o reconhecimento mundial à cristalina justiça da Causa Palestina de autodeterminação. É inconcebível que o Povo Palestino não tenha reconhecido, em pleno século 21, o seu direito à soberania; representa, ainda, o coroamento de um esforço diplomático que havia conquistado já um grande avanço, quando a Palestina foi aceita como membro da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco); e abre a perspectiva de a Palestina ir ao Tribunal Penal Internacional para o julgamento daqueles que lhe cometeram inúmeros crimes ao longo da história, alguns dos quais, certamente, entre os mais bárbaros já perpetrados contra um povo.

A votação na ONU, na verdade, foi a segunda vitória maiúscula dos Palestinos, em menos de dez dias, contra o ocupante sionista e seu “grande irmão”. Há alguns dias foi anunciada a trégua entre a Resistência Palestina em Gaza e a entidade sionista. Esta, além de cessar as hostilidades contra o território, comprometeu-se a levantar o feroz e desumano cerco contra a Faixa, onde concentram-se 1,6 milhão de seres humanos que vivem todo o tipo de necessidade: medicamentos, alimentos, água potável, energia elétrica, combustíves …

Além disso, a vitória do Povo Palestino na ONU torna ainda mais evidente a hipocrisia dos EUA quando se autoproclamam os defensores da democracia. Ora, as nações do mundo, de forma praticamente uníssona, reconheceram o direito palestino na votação desta histórica quinta-feira. No entanto, os EUA – influenciados pelo poder paralisante do lobby sionista – decidiram desconsiderar o grito dos povos do mundo e, de maneira autoritária, votaram contra aquele que é um direito básico de qualquer povo que se reconhece como tal.

Pois, pergunta-se: que “democracia” é esta? Que impõe, invade, bombardeia, assassina milhares de inocentes no mundo inteiro para impor a sua lógica de mercado, a sua concepção de “democracia”? Que poder corruptor e corrompido é este, que financia e apoia ditaduras sanguinárias, mas “amigas”, em todo o planeta? Que “democracia” é esta, que faz vistas grossas aos crimes inomináveis de sua cria –hoje, em verdade, seu mestre – o “Estado de Israel”?

A vitória palestina é dupla: pavimenta o caminho rumo ao estabelecimento de uma nação soberana, com todas as prerrogativas que tal condição pressupõe, e isola os Estados Unidos e Israel, demonstrando a perversidade de ambos os regimes.

 *Omar Nasser Filho é jornalista, economista e Mestre em História pela UFPR. Co-autor do livro “Um Diálogo sobre o Islamismo”, é membro do Instituto Brasileiro de Estudos Islâmicos. 

EUA impõe veto na ONU e mantém bloqueio a Cuba

Mesmo com a recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU) de suspender o embargo econômico, comercial e financeiro a Cuba, o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Mark Toner, disse que o governo manterá a medida em vigor. Desde 1962, Cuba é submetida às restrições por parte dos Estados Unidos. Na  terça-feira (13), 188 países defenderam o fim do embargo, inclusive a delegação do Brasil. “Nossa política continua em vigor. Nossa política está focada em criar melhores laços com o povo de Cuba”, disse o porta-voz. “[O governo norte-americano] não vai mudar a política em relação ao país”.

A resolução da ONU, que recomenda o fim do embargo econômico, comercial e financeiro a Cuba, foi aprovada por 188 votos a favor, 3 contra ( Estados Unidos, Israel e a República de Palau) e 2 abstenções (Ilhas Marshall e Micronésia). Há 21 anos, a instituição condena a medida. Durante a sessão, representantes de vários países  manifestaram-se.  Recentemente, no Peru, a presidente Dilma Rousseff criticou o embargo e defendeu o fim das restrições. De acordo com estimativas de Cuba, o embargo imposto em fevereiro de 1962, tem causado prejuízos para a economia acima de US$ 1 trilhão, tanto econômicos quanto sociais.

E não é que o Flamengo ganhou alguma coisa! Lá nos EUA…

Se for olhar bem, o Obama pisou mais no gramado do Fla do que o Adriano

O Clube de Regatas do Flamengo, por meio de sua presidente, Patricia Amorim, enviou uma carta de felicitações para a Casa Branca, nesta quarta-feira (07.11), segundo informações do site oficial do Clube. Endereçada ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o documento enaltece a vitória conquistada nas urnas por ele.

Obama visitou o Flamengo em sua passagem pelo Rio de Janeiro, em março de 2011 O presidente norte-americano utilizou as dependências do clube como base de sua comitiva e encontrou com a presidente Patricia Amorim no gramado do campo de futebol profissional.

Durante o tempo em que esteve com a mandatária rubro-negra, Obama recebeu uma camisa com seu nome de presente. Neste ano, cordialmente, a esposa do presidente norte-americano, Michelle Obama, enviou ao Flamengo uma carta de agradecimento pelo tratamento recebido no clube e pelos presentes dados à família.

`FERAS DE LUGAR NENHUM´, UM LIVRO ARREBATADOR

Atenção: este romance vai arrasta-lo a partir da primeira linha para um mundo que talvez você preferisse ignorar. É provável que você já não seja a mesma pessoa quando terminar de ler a ultima frase: ´sou todas essas coisas, sou todas essas coisas, mas já tive uma mãe, e ela me amava´

 O texto de apresentação do escritor angolano José Eduardo Agualusa diz tudo. “Feras de lugar nenhum”, do escritor Uzodinma Iwela, norteamericano de origem nigeriana, é um livro arrebatador.

A narrativa do menino Agu, tirado da infância tranquila e lançado nos horrores de uma guerra tribal nos confins da África, nos remete à várias guerras, tribais ou não, em que crianças e jovens se tornam soldados descartáveis, brutais e ao mesmo tempo infantis.

Agu, poderia ser, porque não? o menino da periferia violenta de Itabuna e Ilhéus, na outrora rica região cacaueira da Bahia, onde a droga é a matiz da guerra e da morte.

Onde mães que amam choram por filhos que morrem.

“Feras de lugar nenhum”, editado no Brasil pela Nova Fronteira, é um daqueles raros livros em que as páginas gritam. Leitura imperdível.





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