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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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Depois do Halloween, Black Friday e Valentine’s day, brasileiros já pedem feriado no 4 de Julho

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(do Blog Sensacionalista)- Mais uma data festiva norte americana foi incorporada ao calendário brasileiro. Agora além do Halloween e da Black Friday, virou moda comemorar o Valentine’s Day, o dia dos namorados americano.

A apropriação de datas estadunidense já virou um hábito entre os brasileiros, tanto que um grupo de pessoas se reuniu na internet e está fazendo circular uma petição on-line pedindo a inclusão do 4 de julho como feriado nacional aqui no Brasil.

O grupo também luta em paralelo para a futura inclusão de novas datas no calendário brasileiro como o Spring Break, o dia de Ação de Graças e o dia da marmota.

Aiatolá Ali Khamenei comemora fim de sanções sobre o Irã, mas pede desconfiança com os EUA

irãEm uma carta ao presidente iraniano, Hassan Rouhani, o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, celebrou nesta terça-feira (19/01) o fim das sanções econômicas ao país, em vigor desde o último sábado (16/01). Khamenei pontuou que, apesar da suspensão das sanções com o acordo nuclear, o Irã deve permanecer “atento” às atitudes das potências mundiais, sobretudo dos EUA.

“Eu reitero a necessidade de estar alerta para a enganação e traição de países arrogantes, especialmente os Estados Unidos, sobre essa questão [nuclear] e outras”, disse Khamenei no documento. Foi a primeira vez que o aiatolá se manifestou publicamente desde a implementação do fim das sanções impostas ao Irã.

O líder supremo afirmou que declarações feitas por “políticos norte-americanos nos últimos dois ou três dias são suspeitas” e que o governo do Irã deve se assegurar de que os EUA cumpram integralmente suas obrigações no acordo. Pré-candidatos presidenciais do Partido Republicano têm criticado publicamente o acordo firmado entre o Irã e o grupo 5+1 (Estados Unidos, China, França, Reino Unido, Rússia e Alemanha), em julho do ano passado.

Segundo Khamenei, o acordo nuclear representa uma vitória da “resistência” do Irã, que conseguiu negociar com países conhecidos pela “hostilidade” em relação ao país persa e que foram levados a mudar de postura.

Khamenei disse a Rouhani que o governo iraniano deve trabalhar para melhorar a economia, “utilizando as capacidades internas” e não somente os investimentos internacionais, que deverão aumentar com a implementação do acordo. “Apenas a retirada das sanções não irá resolver os problemas econômicos do país”,  escreveu. (Opera Mundi)

 

Beleza ou eficiência?

Daniel Thame

DT tabocas 20Qual o melhor time do Brasileirão? A resposta é fácil e direta: o Corinthians, que conquista o título com uma imensa vantagem sobre o segundo colocado.

Qual o time que joga mais bonito no Brasileirão? Resposta igualmente simples: o Santos, que é apenas o quarto colocado, embolado com pelo menos outros cinco times. Mas que, também, é finalista da Copa do Brasil.

Isso significa que nem sempre o melhor vence?

Ou que jogar bonito não resolve?

Não e não. E muito pelo contrário.

O Corinthians pode não jogar um futebol de sonhos, mas é o exemplo pronto e acabado de eficiência e letalidade. Um grande goleiro (Cássio), um grande zagueiro Gil, e meio campistas que conciliam poder de marcação, técnica e disciplina tática (Ralf, Elias, Renato Augusto e Jadson), capazes de transformar Vagner Love em artilheiro.

O técnico Tite, depois da reciclagem no Barcelona, conseguiu montar um time que joga sem pressa, toca a bola de maneira ás vezes irritante, mas que quando ataca é quase sempre pra fazer o gol que mata o jogo. Um time que joga igual e bem em casa ou no campo do adversário, que tem a rara paciência de, quando necessário, ´cozinhar` o jogo até o adversário dar uma brecha e permitir a estocada fatal.

O Corinthians, é bem verdade, teve uma providencial ajuda da arbitragem aqui e acolá, mas nada que tire a justiça nem o brilho de seu título.

Já o Santos de Lucas Lima, Renato, Geuvanio, Gabriel/Gabigol, Marquinhos Gabriel e do vovô-garoto artilheiro Ricardo Oliveira é a síntese daquilo que se convencionou chamar de futebol-arte. Jogo ofensivo, dribles, busca incessante do gol.

Pena, para os santistas, que esse Santos de encanto só surgiu na metade do campeonato, quando renasceu pelas mãos do treinador Dorival Junior.

E que, talvez embalado pelo misticismo de gênios como Pelé, Pepe, Coutinho, e mais recentemente Neymar, esse futebol mágico só seja jogado na Vila Belmiro, o tempo alvinegro.

Fora de casa, como num passe de mágica ao contrário, o rendimento do time cai consideravelmente. Prova disso é a diferença de quase 20 pontos para o campeão Corinthians.

Entre beleza e eficiência, você leitor/torcedor escolheria o que?

Os dois?

Bem, ai já é coisa pra Bayern de Munique, Barcelona, Real Madrid e a lista acaba aí.

Salve o Corinthians campeão, viva o Santos mágico e bola pra frente, que atrás vem um monte de gente.

É gol. Neymar e Luiz Suarez estão provando o improvável: há vida no planeta Bola sem Lionel Messi. Alvíssaras!

É pênalti. De onde saíram os milhões de dólares que José Maria Marin está pagando de fiança nos Estados Unidos? Medalhinha roubada de torneio de juniores vale tanto assim?

Em debate na Flica, Livia Natália diz: ‘Eu digo como quero ser representada’

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Não há mais o que se contestar sobre a legitimidade da literatura negra. Duas mulheres, escritoras, negras, feministas e o desafio da militância em campos invisibilizados historicamente. De um lado, a poeta e professora baiana Livia Natália. Do outro, Sapphire, escritora norte-americana autora do clássico “Preciosa”, levado para o cinema. Duas vozes capazes de prender a atenção do público que lotou o Claustro do Convento do Carmo neste sábado (17), na Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica). A mediação ficou por conta do jornalista Mário Mendes.

“Estamos em um momento em que a literatura tem nome e sobrenome. Voz, elas sempre tiveram, mas não podiam se fazer ouvir. Por exemplo, a homossexualidade deixa de ser doença no final do século passado, assim como negros eram tidos como sem alma, que podem ser mortos. Infelizmente a polícia ainda não pegou isso, eles acham que ainda podem nos matar”. A fala de Livia Natália arrancou aplausos calorosos da plateia. Apesar de não se considerar militante como escritora, Sapphire destacou que a vida dos negros tem sido reduzida por causa do racismo.

Para Livia Natália, a formação acadêmica brasileira rechaça a literatura de uma das escritoras negras mais conhecidas da história, Carolina de Jesus. Enquadrada como uma literatura menor, a escrita visceral da autora em “Quarto de Despejo” foi ressaltada pela poeta no debate, reforçando o valor literário da clássica escritora da literatura negra.

“Tem uma intensidade, uma construção de um universo simbólico, formal, todo mediado pela fome. E ela escreve de uma outra forma por causa dessa fome. É uma mulher que vai do topo de uma carreira literária e morre no mesmo lugar de onde saiu, que foi a favela”.  Complementando a poeta baiana, Sapphire destacou a influência de Carolina de Jesus em suas obras.

“Todos os livros de Carolina que foram traduzidos para o inglês faz parte do que falei, escrevi. Tudo isso eu estudei”, revelou.

Entre outros assuntos, como processo literário, poesia, prosa, racismo, outro aspecto foi abordado pelas autoras. De acordo com Sapphire, a literatura escravagista foi a base dos primeiros livros dos afro-descendentes. “Antes não era algo muito popular. Entrou em discussão há pouco tempo, com o livro 12 anos de escravidão. Tem uma literatura fora da literatura, que são diários, cartas. Você tem que pegar a linguagem do povo mesmo, das ruas, a mulher afro-descendente busca essas cartas para criar uma voz que possa ser ouvida”, explica.

Nesse contexto, a poeta baiana defende o poder da palavra nas mãos dos sujeitos “invisíveis”. “Se todas as minorias se apossarem da palavra, a palavra é poder, eu digo quem eu sou. Eu digo como quero ser pensado, representado. Escrever é dizer quem eu sou e como eu quero ser pensada. Vamos continuar lutando, livre e simbolicamente. Literatura negra sim”, afirmou. (do G1)

 

 

Mulher de Cunha gastou US$ 59 mil em aulas de tênis nos EUA mas só aprendeu a sacar na Suiça

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(do Blog Sensacionalista)- A jornalista Claudia Cruz, mulher do deputado Eduardo Cunha, tentou se tornar uma exímia tenista tendo aula com os mesmos professores de Agassi e outras estrelas do tênis. Mas não teve muito sucesso. No fim, ela só conseguia executar partidas no fundo (Suiço). Decepcionada, Claudia não percebeu que poderia aprender grandes jogadas com o seu próprio marido.
Extratos dos cartões de crédito da jornalista mostram que ela gastou quase 60 mil dólares para aprender a jogar tênis. Um grupo de brasileiros se prepara para não gastar nada e aprender a jogar tomates em corruptos. O presidente da Câmara nega ter contas na Suiça. Hoje pela manhã ele demitiu um garçom que lhe serviu limonada Suiça.
Cunha já prepara os presentes para o Dia das Crianças: vai distribuir chocolate suiço para a garotada.

Os Estados Unidos e os “tiranos democráticos”

Valter Xéu*

 

xeoA Arábia Saudita pede para que a Rússia cesse os bombardeios contra os terroristas na Síria, ao mesmo tempo em que os Estados Unidos, acusam a Rússia de bombardear ‘outros’ terroristas treinados e armados por eles para derrubar o Presidente sírio Bashar Al Assad.

Por outro lado, o mundo pede para que a Arábia Saudita cesse a invasão ao Iêmen e com os ataques aéreos que têm vitimado a população civil em grande proporção.

Os Estados Unidos, com seus drones no Oriente Médio, lançam, diariamente, bombas contra escolas, hospitais, mercados e ate mesmo festas de casamentos na Síria, sempre alegando se tratar de ataques a bases terroristas. Os mesmos terroristas que eles armaram e treinaram, desde o início da crise, para espalhar o terror na Síria, no Iraque e em toda a região do Oriente Médio.

Israel, que pinta e borda na região do Oriente Médio, onde é raro o dia em que não pratique um atentado contra o povo palestino, também está a reclamar da Rússia e com razão, pois os sionistas prestam todo tipo de apoio aos psicopatas e insanos membros do Exercito Islâmico.

No seu discurso na 70ª Assembleia Geral das Nações Unidas, o primeiro ministro israelense Benjamin Netanyahu, vociferou contra o acordo nuclear do Irã com as potencias ocidentais. Disse o assassino primeiro ministro (assassina diariamente centenas de palestinos, não importando até se forem mulheres e crianças e as cadeias de Israel estão superlotadas de jovens palestinos sem nenhuma acusação formal) que tal acordo não trará paz.

O que temos certeza, é que enquanto o mundo não assumir uma posição forte contra Israel, a paz na região dificilmente acontecerá, pois o plano expansionista dos sionistas é ocupar os territórios dos países vizinhos, através do incentivo da criação de novos assentamentos judaicos, escudadas pelo seu vasto arsenal nuclear, para o qual o mundo faz vista grossa, enquanto pune o Irã, com sanções econômicas, por desenvolver energia nuclear para fins pacíficos.

Para o tresloucado mandatário israelense, o Irã além de desenvolver armas atômicas, apoia grupos terroristas nos países da região, coisa que o Mossad e a CIA, fazem com maestria, em conjunto com o Estado Islâmico, e que a mídia, por estratégia, por conveniência ou por falta de visão sobre quem é quem no Oriente Médio, esconde tal fato.

O curioso é que a mídia-empresa ocidental nada publica sobre o arsenal nuclear israelense que é o quinto maior arsenal nuclear do planeta. E a  AIEA – Agencia Internacional de Energia Atômica, órgão ligado a ONU,  não tem permissão para inspecionar as instalações nucleares israelenses. Aliás, quando se trata de armas de destruição em massa, podemos dizer que Israel é detentora de todos os tipos, tanto as já mencionadas nucleares, quanto as químicas e biológicas. Israel é a ameaça real à região do Oriente Médio.

O mundo sabe disso, a mídia também, muito embora, descaradamente, omita. Quanto ao Irã, manchetes e mais manchetes são publicadas diariamente. O país não possui armas nucleares, porém desenvolve um programa nuclear para fins pacíficos, assinou um acordo com os americanos e Obama saiu falando que ‘o mundo respirava aliviado’.

Enquanto isso, não se tece nenhum comentário sobre o fato de Israel ser detentora de  mais de duzentos artefatos nucleares.

O “tirano” Assad

No Brasil e no mundo é comum a mídia se referir a Assad com tirano, ditador e adjetivos similares, enquanto um dos regimes mais sanguinários do planeta,  comandado há mais de um século pela família real saudita, não recebe nenhuma crítica. Os governantes da Arábia Saudita não têm nenhuma noção de democracia, não respeitam os direitos humanos essenciais e ainda tratam as mulheres dentro de um regime tribal de cerceamento de direitos elementares, tais como ir e vir, trabalhar, votar e até mesmo dirigir automóveis.

Obama chamou Assad de tirano mas se alia aos ditadores da região, por serem ‘amigos dos Estados Unidos’. O fato de ser ‘amigo dos Estados Unidos’ confere à estes países algum ‘selo de democracia’?

Como bem disse Michael Hudson, em artigo assinado dia 29 passado, no Counterpunch, “Democracia” existe onde a CIA derrube Mossadegh, no Irã, para lá instalar o Xá. “Democracia” há onde os EUA patrocinem os Talibãs contra a Rússia, para derrubar o governo secular do Afeganistão. “Democracia” há na Ucrânia do golpe para pôr no poder “Yats” e Poroshenko. “Democracia” é os EUA instalando Pinochet no governo do Chile. Democráticos, só “os nossos felás-da-puta”, como disse Lyndon Johnson referindo-se aos ditadores que a política externa dos EUA instalou no poder na América Latina.

(*) Valter Xéu é jornalista e editor de Pátria Latina e Irã News

Weber Haus já conquistou 14 medalhas em 2015

weber 1A cachaçaria gaúcha Weber Haus já acumula 14 medalhas só em 2015. A última premiação ocorreu em Nova Iorque, onde a empresa de Ivoti, na Rota Romântica gaúcha, recebeu duas medalhas de Prata no World Wine and Spirits Competition. As medalhistas foram a cachaça orgânica goumet, que teve o seu blend elaborado pelo famoso barman Jean Ponce, além da Lundu Prata, que já havia levado Prata no Spirits Selection da China. “Estamos orgulhosos com a performance de nossas cachaças em competições internacionais. Esses resultados demonstram a excelência de nossos produtos para conquistar novos parceiros no mercado externo”, destaca o diretor Evandro Weber.

weber 2Só esse ano, a Weber Haus já havia arrematado nada menos do que oito medalhas no Concours Mundial Spirits Selection de São Paulo. Nessa competição, o alambique artesanal alcançou a maior premiação do certame, o Grande Ouro, com a sua cachaça Playboy Premium, lançada em parceria com a Playboy Enterprises. Além dessa, foram quatro medalhas de ouro – Weber Haus Brazilian Alchemy Silver, Premium Black, Extra Premium e Amburana – e outras três de Prata – 30 Luas, Fogo de Chão Envelhecida e Premium Orgânica. Já no Spirits Selection da China foram três medalhas: Ouro para a cachaça Brazilian Alchemy Gold e Prata com as bebidas Premium Orgânica e Lundu Prata.

Em território nacional e pelo segundo ano consecutivo, a Cachaçaria Weber Haus ficou com o primeiro lugar no Concurso de Produtos da Agricultura Familiar, realizado na Expointer 2015, maior feira agropecuária da América Latina. A sua cachaça Prata Orgânica ficou em primeiro lugar na categoria cachaça Prata. “Mais do que nunca, estamos no caminho certo para o reconhecimento da cachaça como a bebida símbolo do Brasil”, acrescenta Evandro.

Obama e Raul Castro defendem fim do embargo a Cuba

obama e raul(da Agência Lusa)- O presidente norte-americano, Barack Obama, reuniu-se hoje (29) com o presidente cubano, Raúl Castro, em Nova York, paralelamente à Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), onde os dois defenderam a suspensão do embargo a Cuba.

Sorridentes, eles deram um aperto de mão no início da reunião, na sede da ONU. Foi o segundo encontro depois do de abril, no Panamá, durante a Cúpula das Américas.

Os Estados Unidos e Cuba iniciaram em dezembro de 2014 uma aproximação, acabando com mais de meio século de tensões herdadas da guerra fria. As relações diplomáticas foram restabelecidas em julho. O presidente cubano, de 84 anos, exigiu na ONU o fim do embargo econômico norte-americano imposto ao seu país há mais de 50 anos, afirmando que esse embargo é prejudicial “aos interesses dos cidadãos e das empresas norte-americanas”.

Os Estados Unidos aliviaram as restrições comerciais sobre Cuba, sem acabar com o embargo. Obama é a favor da medida, mas a oposição no Congresso, onde os republicanos são maioria, continua contra a aproximação com Cuba.

“A mudança em Cuba não ocorrerá da noite para o dia, mas estou confiante de que a abertura favorecerá as reformas e melhorará a vida dos cubanos”, disse o presidente norte-americano nessa segunda-feira, em discurso na Assembleia Geral da ONU.

 

 

 

 

Barack Obama e Raul Castro discutem relação EUA-Cuba

obama e raulO presidente dos Estado Unidos, Barack Obama, e o presidente de Cuba, Raúl Castro, vão realizar a primeira reunião formal, na amanhã (29), desde a reaproximação diplomática, em julho. O encontro, que foi oficialmente anunciado neste domingo, terá todas as formalidades exigidas em uma reunião diplomática, incluindo o hasteamento das bandeiras de ambos os países. Obama e Castro anunciaram a reaproximação diplomática em dezembro do ano passado.

Desde então, o presidente norte-americano vem tomando medidas para aliviar embargos comerciais e de viagens entre os dois países, incluindo a permissão para que empresas dos EUA abram escritórios na ilha. O governo Obama ainda vai tomar medidas adicionais para afrouxar os bloqueios nos próximos meses, segundo informações oficiais. Ainda assim, o Congresso deve tomar medidas para suspender o embargo – o que é pouco provável que aconteça antes do fim do mandato de Obama, que vem enfrentando a resistência dos republicanos.

Moção assinada por deputados baianos será apresentada na ONU pelo fim do bloqueio a Cuba

cuba 3Acompanhado da Consulesa Geral da República de Cuba na Bahia, Laura Ivet Pujol Torres, o presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputado estadual Marcelino Galo (PT), intensificou nesta quinta-feira (10), o corpo a corpo com deputados na Assembleia Legislativa para o recolhimento de assinaturas para uma moção pelo fim do bloqueio econômico, financeiro e comercial a Cuba instituído pelos Estados Unidos em 1962 depois da revolução socialista comandada por Fidel Castro.

Galo esteve reunido com o presidente da Casa, deputado Marcelino Nilo, que garantiu apoio político ao documento, que será encaminhado a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), no dia 27 de setembro, quando será votado, mais uma vez, o fim do bloqueio ao país caribenho. Além das similaridades culturais e entre Salvador e Havana, com o Programa Mais Médicos a relação do país com a Bahia foi fortalecida com a atuação de 1.067 médicos em 348 municípios e todas as comunidades indígenas do território baiano.

“Aqui tivemos as primeiras assinaturas do manifesto da Assembleia Legislativa da Bahia no sentido de apoiar o fim do bloqueio. Essa moção de apoio será dirigida a Washington na próxima plenária das Nações Unidas, no dia 27, para que conheçam a nossa posição política pelo fim do bloqueio econômico, financeiro e comercial que há mais de 50 anos asfixia o bravo povo cubano e já causou um prejuízo superior à 116 bilhões de dólares ao nosso país irmão”, afirmou Galo, ao lembrar que um importante passo já foi dado entre os presidentes Barack Obama e Raul Castro, com a intermediação do Papa Francisco, que resultou no reestabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países.

cuba 1 “Apesar do reestabelecimento das relações diplomáticas é importante ressaltar que o bloqueio econômico, financeiro e comercial permanece, causando grandes prejuízos a nosso povo. Por isso, esta moção tem uma representatividade muito grande, dada a importância da Assembleia Legislativa e dos deputados baianos, que foram eleitos pelo povo, que tem muita simpatia pelo povo cubano”, destacou Laura Ivet Pujol. No Brasil, as Assembleias Legislativas dos estados do Rio Grande do Sul, Ceará, Pernambuco e São Paulo também articulam uma moção de apoio ao povo cubano e pelo fim do bloqueio.

Atualmente, com o restabelecimento de relações diplomáticas entre Estados Unidos e Cuba, a principal reivindicação é o fim do bloqueio econômico. Mas apenas o Congresso estadunidense pode determinar o fim do embargo, visto que ele foi criado a partir de leis locais, há mais de 50 anos.

 

 

 

 





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