WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
D S T Q Q S S
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  


:: ‘eua’

Criador do desafio do balde de gelo morre afogado

coreyCorey Griffin, um dos criadores do “ALS Ice Bucket Challenge”, o desafio do balde de gelo, morreu afogado em um acidente de mergulho no sábado (16). Aos 27 anos, ele havia arrecadado US$ 100 mil horas antes de sua morte e estava orgulhoso pela popularidade de sua campanha na internet, de acordo com o jornal “Boston Globe”.

Por volta de duas da madrugada daquele dia, Griffin saltou de um cais tradicionalmente usado por moradores de Nantucket, em Massachussetts, para mergulhos. Ele ainda teria voltado à superfície uma vez antes de se afogar. Um salva-vidas que estava de folga e passava pelo local o resgatou, mas ele foi declarado morto ao chegar ao hospital.

O jovem ajudou a popularizar o desafio do balde de gelo depois que seu amigo Pete Frates recebeu o diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica, mal degenerativo também conhecido como doença de Lou Gehrig.

A campanha desafia personalidades a jogar um balde de água gelada contra a cabeça ou fazer uma doação de US$ 100 a ALS Association – ou os dois. Caso a pessoa participe da brincadeira, pode desafiar outros a fazer o mesmo em até 24 horas.

A campanha se tornou viral após Mark Zuckerberg, criador do Facebook, e Bill Gates, da Microsoft, terem divulgado seus vídeos. De acordo com o Facebook, 28 milhões de usuários aderiram, incluindo diversos artistas e celebridades que vão de Lady Gaga a Ana Maria Braga. Na quarta (20), por exemplo, o sapo Kermit, dos Muppets, e o ex-presidente dos EUA, George W. Bush, postaram vídeos de seus desafios.

Mais de US$ 15 milhões já foram arrecadados em menos de um mês, segundo comunicado oficial divulgado no site da ALS Association no domingo (17). – Do G1

Crise Russia-Ucrânia: os EUA empurram a Europa e o mundo para uma nova guerra?

 guerra

Conflicts Forum, Comentários, semana 25/7-1/8/2014
9/8/2014, http://www.conflictsforum.org/2014/conflicts-forum-weekly-comment-25-july-1-august/

“Há nova guerra começando na Europa” – disse ele. –
“Você realmente pensa que [a sentença de Haia no caso Yukos] tenha alguma importância?”
(Financial Times, 28/7/2014, citando fonte próxima do presidente Putin)
__________________________________

O governo dos EUA anda expressando profunda satisfação. Afinal – contra as dúvidas, que persistiam semana passada – conseguiu empurrar uma relutante Alemanha a aceitar as sanções setoriais contra a Rússia e a unir-se à política para, claramente, isolar o presidente Putin. Sim, escrevi mesmo “Putin”, não “Rússia” – porque os políticos norte-americanos estão (outra vez!) convencidos de que, como resultado da ‘dor’ das sanções e de uma economia sob sítio, eles conseguirão induzir o povo russo a trocar o presidente Putin por algum outro presidente mais confortável e mais pró-ocidente. O presidente Obama chegou a manifestar abertamente o pervertido prazer de estar “desmontando décadas de genuíno progresso” na Rússia, e de ter tornado “uma já fraca economia russa, ainda mais fraca”.

E se Putin não cai, nesse caso uma ‘contenção’ de estilo iraniana tornará ‘impuro-intocável’ o presidente russo, e limitará a capacidade dele para desafiar a ordem global. E a Europa persistirá ancorada a Washington.

A liderança na UE, combinada aos seus profundos laços com a Rússia, significava que a Alemanha era o único estado que poderia reduzir ou conter a fúria dos anglo-saxões para impor sanções à Rússia e demonizar Putin. Em sentido importante, sancionar a Rússia tem tanto a ver com  o futuro da Europa (particularmente com o futuro da Alemanha e de seu relacionamento com os EUA) e a manutenção da hegemonia dos EUA sobre a ordem internacional – quanto tem a ver com a Ucrânia e o voo MH17. Mas, sobretudo, é reafirmação do poder dos EUA, num momento de fraqueza visível – como a campanha de Suez o foi para Grã-Bretanha e França.

A vitória sobre a Alemanha (pelo menos, por enquanto), a imposição de sanções e de fato o gerenciamento de toda a imprensa-empresa sobre o caso da Ucrânia e a derrubada do MH17 (uma catarata de emoção ‘humanitária’ de horror, como meio de ação psicológica para impedir que algum eventual verdadeiro jornalismo investigasse o que realmente aconteceu ao avião malaio); e o uso desse contágio emocional para demonizar Putin como ‘bárbaro sem qualquer limite’ – é nada além de espetáculo-show do poder norte-americano, assumidamente ‘para impressionar’. Nada, aí, tem a ver com ‘realidades’ – como já foi deixado abundantemente claro na carta de ex-oficiais de inteligência dos EUA ao presidente Obama. Ainda não se sabe (oficialmente) o que aconteceu ao MH17.[1]  É um espetáculo-show de poder: simplesmente isso.

O período mais recente, essencialmente, foi focado numa discussão profunda na Alemanha sobre sua alma germânica. Inicialmente, Alemanha adotou posição contra saltar depressa demais na trilha das sanções; mas pressões diretas dos EUA, e a matrix de influência indireta dos EUA que contamina tudo, sob a superfície europeia, afinal (por enquanto) prevaleceu. A questão e se isso marca algum ponto de virada na política europeia: Essa vitória dos ‘atlanticistas’ no caso das sanções contra a Rússia é vitória de valor meramente tático; ou tem valor verdadeiramente estratégico?

A questão envolve a alma germânica: imediatamente depois das duas guerras europeias, a Alemanha buscou desesperadamente reduzir-se, como um Gulliver – grudar-se naquele novo eixo ‘euro’ entre França e Alemanha — de tal modo que aquele conflito nunca mais voltasse e irromper. Consequência disso, o centro de gravidade da Europa depois da Guerra mudou-se claramente para os litorais atlânticos. Nem poderia ter sido diferente: a Alemanha emergiu da guerra como nação derrotada, com a indústria em ruínas e sob ocupação pelos Aliados.

Os anglo-saxões tendem a ver esse resultado (uma centricidade atlanticista) como nada além de seu direito legítimo como ‘vitoriosos’. Mas os alemães sabem – no fundo da alma – que a verdade é outra: que foi o Exército Vermelho quem, ao longo dos três anos antes do desembarque na Normandia, lutara contra a Wehrmacht e a derrotara.  Os alemães perderam a 2ª Guerra Mundial na Batalha de Stalingrado – quando a maior parte dos sobreviventes do poderoso 6º Exército Alemão renderam-se aos russos, inclusive 22 generais.

19 meses antes, a maior força de invasão jamais organizada invadiu a Rússia por uma fronteira de 1.600 km. 3 milhões de soldados alemães; 7.500 unidades de artilharia; 19 divisões Panzer com 3 mil tanques; e 2.500 aeronaves deslocaram-se por território russo durante 14 meses. Em junho de 1944, três anos adiante, pouco restava desse exército descomunal. O Exército Vermelho mastigara os nazistas.

É essa história terrível partilhada de milhões de mortos dos dois lados que uniu Alemanha e Rússia, depois do fim do Muro (além da presteza com que a Rússia aceitou a reunificação da Alemanha). A Alemanha queria (ainda mais do que quisera em relação à França) unir as duas grandes potências da Europa de tal modo que aquela guerra nunca mais voltasse a ser possível.

A partir dali, a Alemanha deu-se trabalho gigantesco e sofreu muitas dores para cortejar os russos. Ofereceu sua força industrial e seu know-how para ajudar a Rússia em importantes projetos russos de infraestrutura e construção industrial. A Rússia aceitou e valorizou tais aberturas. Os dois estados, com a infraestrutura industrial dizimada pela guerra, compreenderam também o imperativo de que qualquer estado industrial tem de ter recursos energéticos – e compreenderam também que os EUA, depois da primeira Guerra Europeia, haviam-se assenhoreado das principais fontes de recursos de petróleo (e, claro, da política internacional muscular que vem com elas).

O relacionamento russo-alemão cresceu como massa indivisa, de fato, em torno dessa perspectiva partilhada da importância de a Europa não se prender em relações de dependência energética: quando o presidente Putin concebia a estratégia para a empresa Gazprom, concluiu que, se os EUA efetivamente controlavam as principais fontes de petróleo, então a Europa – a Rússia – tentaria controlar as principais fontes de suprimento de gás (a nova fonte de energia e de influência política). A Gazprom então se pôs agressivamente a comprar as principais fontes de fornecimento de gás na Ásia.

O ponto aqui foi que esse projeto que foi concebido como parte da ‘ligação’ que tornaria inconcebível a guerra – foi iniciativa conjunta russo-alemã. Veio à luz graças à cooperação de Hans-Joachim Gornig, um dos ex-vice-presidentes da Empresa Alemã de Petróleo e Gás Industrial, e que supervisionou a construção da rede de gasodutos da Alemanha Ocidental; e o primeiro presidente foi Vladimir Kotenev, ex-embaixador da Rússia na Alemanha (e o chanceler Gerhard Schroeder passou a trabalhar na Gazprom quando deixou o governo alemão em 2005). Todos esses laços, por sua vez, garantiram a segurança energética da Alemanha, mediante a conexão direta com o gás russo pelo gasoduto Ramo Norte [orig. Nord Stream].

Em resumo, ali o centro de gravidade da Europa inexoravelmente se moveu para o leste, na direção contrária aos litorais atlânticos. Na verdade, a jornada da Alemanha poderia ter parado ali (Rússia); mas a jornada manteve sempre a perspectiva (na mente dos russos, como na dos alemães) de que se poderia estender pela Rússia até Pequim e para uma aliança euroasiática que, pelo menos, ‘equilibraria’ o poder dos EUA.

O ‘pivô da história’ é conceito velho (proposto pela primeira vez por Mckinder em 1904), segundo o qual quem controla o ‘pivô’ (que se estende do Volga ao Yan-Tsé, e das montanhas Himalaias ao Ártico) controla mais de 50% dos recursos mundiais e assim, portanto, controla efetivamente o mundo.  (Os EUA têm sido hostis há muitos anos a qualquer controle sobre as terras do continente eurasiano por qualquer desses dos países; também têm se oposto a a Alemanha depender de fontes russas de energia. Os EUA sempre preferirão que a Europa importe o caríssimo gás liquefeito, dos EUA).

Como, então, poderia a Alemanha, agora, esquecer uma Stalingrado inscrita para sempre em sua alma mais profunda, e embarcar num curso de ação que – com a extensão inevitável, até o fracasso, da missão já em curso – pode empurrar a Europa para muito perto da guerra?

Pyotr Akopovimportante analista russo, também está intrigado com isso:
“Moscou esperava que o ‘jogo’ dos EUA, de isolar a Rússia, acabaria por [paradoxalmente] catalisar a emancipação da Alemanha [da hegemonia dos EUA]. Com certeza, ninguém [na Rússia] contava com rompimento rápido – o objetivo de Putin era, de fato, obter uma neutralidade condicional da Alemanha (e também da UE como um todo), no conflito entre Rússia e EUA [pela Ucrânia]”.

“Para facilitar [o não alinhamento da UE], a Rússia estava pronta para fazer concessões substanciais – limitadas, é claro, ao interesse nacional russo. Mas [por essa via], ambas, a paz e uma Ucrânia não alinhada, poderiam ter constituído a base da cooperação russo-europeia nos próximos anos. Bastaria que a Europa estivesse preparada para abster-se de ‘pular dentro’ da Ucrânia, enfiando-se sob o guarda-chuva atlântico. Infelizmente, nem Bruxelas nem Berlin quiseram admitir o simples fato de que a Rússia em nenhum caso admitirá a secessão de parte do mundo russo – golpe que apareceu sob a mascarada de uma eurointegração”.
Quer dizer então que o jogo acabou? A Europa terá sido ‘puxada’ com sucesso para a iniciativa nos EUA para instalar em Kiev um regime pró-Europa, pró-OTAN e furiosamente anti-Rússia? Só o tempo dirá; mas não se trata de os europeus estarem apenas ‘desentendidos’, sem saber do que se trata.

Um importante intelectual norte-americano, Professor Wallerstein, escreveu que  “o problema básico é que os EUA estão, já há algum tempo, em rota de decadência geopolítica. A coisa não agrada aos EUA. De fato, os EUA não ‘aceitam’ essa realidade, não sabem como lidar com ela e tendem sempre a minimizar o que os EUA estão perdendo. Assim, tentam restaurar o que já é irrestaurável: a ‘liderança’ norte-americana (leia-se: a hegemonia dos EUA) no sistema-mundo.”

Os resultados dessa resistência a ver a realidade, dessa negação dos fatos (veja-se, por exemplo, o discurso de Obama em West Point sobre o excepcionalismo norte-americano) têm sido muito visivelmente confusos; e não raras vezes perigosamente desestabilizatórios: os europeus, sim, estão ‘entendendo’ o que se passa – e veem, sim, que a Ucrânia pode ser, sim, mais uma aventura sem sentido, sem justificativa e muito perigosa.

Os EUA estão em declínio e a ordem global está com problemas: Nos anos 1990s, ainda poderia ter sido possível para os europeus convencerem-se eles mesmos de que a ‘ordem liberal’ reinava na maior parte do mundo; hoje, não mais. Na realidade, a ordem global está muitíssimo distanciada dos valores ‘liberais’. Foi gerenciada a golpes mais ou menos declarados e com revoluções ‘coloridas, ou por ações da habilidade unilateral dos EUA para excluir estados, expulsando-os do sistema financeiro global, ou pela manipulação da dívida.  Isso é simplesmente impossível de manter, como mecanismo para o longo prazo; e Rússia, China e os BRICS já estão construindo um sistema paralelo.

Em outras palavras, a mudança do centro de gravidade no rumo da Eurásia tem sua própria dinâmica, seja em termos de política global seja como locus das últimas fontes de recursos energéticos de baixo custo. Está acontecendo. Está em aceleração. E a Ucrânia acelerará o processo, ainda mais. A Alemanha ter concordado com Washington, portanto, é mais evento tático, que estratégico: o mais provável é que a Alemanha mantenha, inalterado, seu jogo de longo prazo.

Putin já deve ter alertado Angela Merkel de que seus movimentos podem levar à guerra – guerra real em plena Europa, outra vez; mas evidentemente ela crê que a guerra será evitada e que conseguirá reencontrar a via para retomar o engajamento com o presidente Putin. (Até aqui, não se vê ainda como.)

E aqui está o ponto: Obama tem suas duras sanções; mas ficará nisso? As sanções obrigarão Putin a aceitar deixar-se ficar, impotente, enquanto Kiev vai suprimindo a ferro e sangue a resistência no Donbass (e em outras províncias)? E se Obama obtiver isso, ficará por aí? Ou, ou as sanções e exigências voltarão a morder, insistindo, então, que a Rússia tem de desistir da Crimeia?  É possível que o presidente Obama suponha que as coisas não chegarão até lá. Angela Merkel talvez também suponha que não. Mas alguns no (e fora do) governo querem que as coisas cheguem precisamente até lá.

Será que alguém realmente crê que sanções porão de joelhos o presidente Putin, ou dobrarão a Rússia e a forçarão à submissão? Por que Obama mudou tão radicalmente, de posição em relação a quando, ainda candidato, “ridicularizou seu oponente Republicano Mitt Romney, que dissera que a Rússia seria a maior ameaça geopolítica para os EUA no século 21”?Será tudo, só, politicagem doméstica?

A seguir, ouve-se o que disse o Conselheiro Econômico do presidente Putin, avaliando os perigos. Absolutamente não significa que Sergei Glazyev falava em nome do presidente Putin; seus comentários, que são visivelmente pessoais e refletem perspectiva russa de raízes profundas, foram feitos durante uma mesa redonda sobre temas econômicos noMoscow Economic Forum dia 10/6. Aqui, foram parafraseados [o vídeo tem legendas em inglês e foi comentado longamente também no blog Vineyard of the Saker (NTs)]:
“Quanto às políticas de Kiev, permitam-me dizer o seguinte: Kiev está claramente perseguindo uma política de genocídio para eliminar a população do Donbass. Está destruindo a infraestrutura social; já destruiu o melhor e mais moderno aeroporto de toda a Europa (importante projeto de infraestrutura); destruiu hospitais, jardins de infância e escolas. O destino que estão preparando para o povo do Donbass é servidão – objetivo do qual não fazem segredo. Basta ouvir os ideólogos de Kiev, como Liashko. A posição de Poroshenko não é significativamente diferente. O pessoal está sendo furiosamente explorado também economicamente – o que visa a forçar condições para que o povo do Donbass deixe a região, que se transformem em refugiados.

Obviamente, os EUA controlam completamente Kiev, controlam Poroshenko pessoalmente e estão forçando o governo a prosseguir nessa guerra contra o Donbass – e até o fim. Sem limites. Usando todos os meios, até que toda a resistência tenha sido eliminada.

Por que o tempo não está do nosso lado? Os norte-americanos definiram um curso de militarização da Ucrânia, a construção de uma ditadura dócil e uma total mobilização do povo da Ucrânia contra a Rússia. Embora a população não abrace entusiasmada essa mobilização, analisem essas dinâmicas: em dezembro de 2013, havia 2 mil milicianos fascistas em Kiev; em fevereiro, 20 mil; em maio, 50 mil; no verão, haverá 100 mil. Em breve, haverá meio milhão de soldados armados. Estão distribuindo equipamento militar tirado dos quartéis. A Ucrânia já possuiu um grande exército, o qual está sendo ressuscitado. Tanques e blindados foram retirados de depósitos e estão sendo restaurados (não é trabalho difícil); o mesmo está acontecendo com os aviões: estão sendo restaurados em Odessa.

O objetivo deles é guerra contra a Rússia. Não é coisa a que possamos só assistir sentados. Ao perder o Donbass, teremos perdido também a paz. O alvo seguinte será a Crimeia. Não estou brincando: a Ucrânia será brutalmente empurrada para uma guerra contra a Rússia, sob o pretexto da Crimeia.  Poroshenko já disse isso. Nuland disse claramente em Odessa que esperam que a Ucrânia entre em guerra para recuperar a Crimeia[negritos nossos]. Essa Armada de meio milhão de soldados invadirá a Crimeia. Disso, não há dúvida. Churchill disse certa vez: “Tiveram a chance de escolher entre guerra e desonra. Escolheram a desonra – e terão guerra.”

Falo aqui de guerra moderna – que não significa mandar nossos tanques contra Kiev. Mas temos o direito, nos termos da lei internacional de pelo menos deter o genocídio. Para tanto, basta fechar o espaço aéreo e usar o mesmo mecanismo para deter armas pesadas, que estão sendo usados contra o povo: como os norte-americanos fizeram na Líbia. Resultado daquela ação, o regime líbio não pode defender-se.

Ainda temos a chance de fazer isso. Dentro de meio ano, essa chance já não existirá. Lugansk e Donetsk estabeleceram dois parlamentos e autoridades que unem as duas repúblicas. A recusa de Kiev a negociar com elas é efeito de Kiev não ter qualquer independência. É vassalo dos EUA e, assim, é importante que identifiquemos claramente a Ucrânia como território ocupado – ocupado pelos EUA. Tão logo passemos a usar o quadro de referências correto, torna-se fácil ver o que temos de fazer. Temos de encorajar as outras regiões, não só a unir-se à Federação, mas, também, a se autolibertar da ocupação”.
A conclusão de Glazyev é que tudo sugere que os EUA estão deliberadamente tentando provocar um confronto militar entre as forças armadas da Ucrânia e a Rússia. Isso terminará em guerra. “Guerra europeia” – como ele prevê.

Depois que esses comentários foram redigidos, a resistência no Donbass conheceu vários sucessos na luta contra as operações militares de Kiev. Desde julho as forças de Kiev nada têm a exibir como sucesso militar (além de ter assumido o controle de Slavyansk, de onde as milícias da resistência fizeram uma retirada tática); consequência disso, estão recorrendo a armamento cada vez mais pesado, contra alvos civis. *******

 


[1] Mas extraoficialmente, sim, já se sabe de tudo [NTs].

 

A necessidade da luta consciente contra o vírus do terrorismo

Seyed Majid Foroughi*

 terrorO terrorismo vem se alastrando há um tempo, passando da Síria ao território do Iraque, país onde recentemente foram realizadas as eleições. Caso não seja impedido, ele ultrapassará fronteiras, porque não existem limites para o terrorista. Ele não respeita povos ou ordens políticas, seja uma democracia soberana ou monarquia.

Este fenômeno não tem relação com religião e não segue nenhuma convicção religiosa. Os que criaram os movimentos de terror, deliberadamente ou não, sabem bem distinguir esse dilema. Chegou o momento de governos, nações e organismos internacionais tomarem uma postura compreensiva e sábia sobre a essência e a natureza deste acontecimento, caso contrário, deve se esperar um desastre catastrófico, com um prejuízo irreparável a humanidade.

É um erro a interligação do terrorismo à religião, como insinuada  por certos formadores de opinião, cuja responsabilidade seria orientar a opinião pública e a formação política. Fomentar esse pensamento favorece ao terrorismo se camuflar na religião, denegrindo-a e criando ceticismo  sobre ela, assim atingindo seu objetivo nefasto.

Mesmo que sem intenção ou por equívoco o terrorismo receba apoio, e seus lemas fossem propagados repetidamente pelas redes sociais, após sua vitória, ele não poupará mesmo os seus patrocinadores.

Atrocidades praticadas pelo grupo do ISIL no Iraque não têm relação com ensinamentos de nenhuma religião, mesmo se esse grupo distribuísse na rua Bíblia ou Alcorão. Os mulçumanos, sejam xiitas ou sunitas, são irmãos com fortes laços fraternos e sempre foram vítimas desse fenômeno.

Na doutrina islâmica o terrorismo é repudiado, mesmo que seja por autodefesa ou pela pátria, assim como o uso de armas de destruição em massa.

O terror está se tornando uma epidemia. Não é sem razão que o comparam à um vírus. Portanto, o erro cometido por alguns países, apoiando o grupo Al Qaedeh, não deve ser repetido.

É de extrema importância que especialistas, escritores e organizações democráticas esclareçam a opinião pública para ela não cair na cilada dos terroristas e seus patrocinadores.

 

*Seyed Majid Foroughi é Primeiro Conselheiro da Embaixada do Irã no Brasil

Holocausto palestino en Gaza

Fidel Castro

fidel 2Pienso que una nueva y repugnante forma de fascismo está surgiendo con notable fuerza en este momento de la historia humana, en el que más de siete mil millones de habitantes se esfuerzan por la propia supervivencia.

Ninguna de estas circunstancias tiene que ver con la creación del imperio romano hace alrededor de 2400 años o con el imperio norteamericano que en esta región del mundo, hace apenas 200 años, fue descrito por Simón Bolívar cuando exclamó que: “… Estados Unidos parecen destinados por la Providencia a plagar la América de miserias en nombre de la Libertad”.

Inglaterra fue la primera real potencia colonial que utilizó sus dominios sobre gran parte de África, Medio Oriente, Asia, Australia, Norteamérica, y muchas de las islas antillanas, en la primera mitad del siglo XX.

No hablaré en esta ocasión de las guerras y los crímenes cometidos por el imperio de Estados Unidos a lo largo de más de cien años, sino solo dejar constancia que quiso hacer con Cuba, lo que ha hecho con otros muchos países en el mundo y solo sirvió para probar que “una idea justa desde el fondo de una cueva puede más que un ejército”.

La historia es mucho más complicada que todo lo dicho, pero es así, a grandes rasgos, como la conocieron los habitantes de Palestina y es lógico igualmente que en los medios modernos de comunicación se reflejen las noticias que diariamente llegan, así ha ocurrido con la bochornosa y criminal guerra de la Franja de Gaza, un pedazo de tierra donde vive la población de lo que ha quedado de Palestina independiente, hasta hace apenas medio siglo.

La agencia francesa AFP informó el 2 de agosto: “La guerra entre el movimiento islamista palestino Hamas e Israel ha causado la muerte de cerca de 1.800 palestinos […] la destrucción de miles de viviendas y la ruina de una economía ya de por sí debilitada”, aunque no señale, desde luego, quien inicio la terrible guerra.

Después añade: “… el sábado a me­diodía la ofensiva israelí había matado a 1.712 palestinos y herido a 8.900. Na­ciones Unidas pudo verificar la identidad de 1.117 muertos, en su mayoría civiles […] UNICEF contabilizó al menos 296 menores muertos”.

“Naciones Unidas estimó […] (unas 58.900 personas) sin casa en la Franja de Gaza”.

“Diez de los 32 hospitales cerraron y otros once resultaron afectados”.

“Este enclave palestino de 362 Km² no dispone tampoco de las infraestructuras necesarias para los 1,8 millones de habitantes, sobre todo en términos de distribución de electricidad y de agua.

“Según el FMI, la tasa de desempleo sobrepasa el 40% en la Franja de Gaza, territorio sometido desde 2006 a un bloqueo israelí. En 2000, el desempleo afectaba al 20% y a un 30% en 2011. Más del 70% de la población depende de la ayuda humanitaria en tiempos normales, según Gisha”.

El gobierno de Israel declara una tregua humanitaria en Gaza a las 07:00 GMT de este lunes, sin embargo, a las pocas horas rompió la tregua al atacar una casa en la que 30 personas en su mayoría, mujeres y niños, fueron heridos y entre ellos una niña de ocho años que murió.

En la madrugada de ese mismo día, 10 palestinos murieron como consecuencia de los ataques israelitas en toda la Franja y ya ascendió a casi 2000 el número de palestinos asesinados.

A tal punto llegó la matanza, que “el ministro de Asuntos Exteriores de Fran­cia, Laurent Fabius, ha anunciado este lunes que el derecho de Israel a la seguridad no justifica la ‘masacre de civiles’ que está perpetrando”.

El genocidio de los nazis contra los judíos cosechó el odio de todos los pueblos de la tierra. ¿Por qué cree el gobierno de ese país que el mundo será insensible a este macabro genocidio que hoy se está cometiendo contra el pueblo palestino? ¿Acaso se espera que ignore cuánto hay de complicidad por parte del imperio norteamericano en esta desvergonzada masacre?

La especie humana vive una etapa sin precedente en la historia. Un choque de aviones militares o naves de guerras que se vigilan estrechamente u otros hechos similares, pueden desatar una contienda con el empleo de las sofisticadas armas modernas que se convertiría en la última aventura del conocido Homo sapiens.

Hay hechos que reflejan la incapacidad casi total de Estados Unidos para enfrentar los problemas actuales del mundo. Puede afirmarse que no hay gobierno en ese país, ni el Senado, ni el Congreso, la CIA o el Pentágono quienes determinarán el desenlace final. Es triste realmente que ello ocurra cuando los peligros son mayores, pero también las posibilidades de seguir adelante.

Cuando la Gran Guerra Patria los ciudadanos rusos defendieron su país como espartanos; subestimarlos fue el peor error de los Estados Unidos y Europa. Sus aliados más cercanos, los chinos, que como los rusos obtuvieron su victoria a partir de los mismos principios, constituyen hoy la fuerza económica más dinámica de la tierra. Los países quieren yuanes y no dólares para adquirir bienes y tecnologías e incrementar su comercio.

Nuevas e imprescindibles fuerzas han surgido. Brasil, Rusia, India, China y Sudáfrica, cuyos vínculos con América Latina, la mayoría de los países del Caribe y África, que luchan por el desarrollo, constituyen la fuerza que en nuestra época están dispuestos a colaborar con el resto de los países del mundo sin excluir a Estados Unidos, Europa, Japón.

Culpar a la Federación Rusa de la destrucción en pleno vuelo del avión de Malasia es de un simplismo anonadante. Ni Vladímir Putin, ni Serguéi Lavrov, ministro de Relaciones Exteriores de Rusia, ni los demás dirigentes de ese Gobierno harían jamás semejante disparate.

Veintiséis millones de rusos murieron en la defensa de la Patria contra el nazismo. Los combatientes chinos, hombres y mujeres, hijos de un pueblo de milenaria cultura, son personas de inteligencia privilegiada y espíritu de lucha invencible, y Xi Jinping es uno de los líderes revolucionarios más firme y capaz que he conocido en mi vida.

(*)Fidel Castro é o líder da Revolução Cubana e um dos grandes nomes do Seculo XX

publicado originalmente no jornal Granma/Cuba

Dia 5, Liberdade para Los 5

cinco  cubanos

Washington tem o habito de “saber de tudo,” muito antes dos fatos acontecerem e serem investigado

 

Valter Xéu*

 E baseado nisso, a mídia e os colunistas amestrados embarcam na “onda” repetem a fraude forjada pelo governo norte americano para mostrar ao mundo a sua versão dos fatos.

Não precisa bater muito a cabeça, basta lembrar alguns fatos como o 11 de setembro, que quando começou o questionamento de certas “verdades” americanas, distribuídas fartamente aos meios de comunicação, a própria Casa Branca colocou o caso em um cerco de segredo, que só poderá ser aberto lá pelo ano 2070.

aviãoAs bombas de Boston é outro forte exemplo. O governo queria aprovar um projeto no Congresso dos Estados Unidos que lhe daria mais recursos para armamentos (tão ao gosto da indústria armamentista) e ampliação e desenvolvimento do sistema de segurança.

O projeto não andava e logo após as bombas de Boston ele foi aprovado a toque de caixa e sobrou para aqueles dois irmãos, cujas provas que o incriminavam, com certeza, já estavam prontas, seguindo a linha das provas que incriminaram mulçumanos pelos ataques de 11 de setembro.

QUEM BANCOU O GÁS SARIN

Nas lutas pela independência de Cuba contra o domínio da Espanha, os  Estados Unidos não se envolveram: assistiam de camarote. Quando as tropas espanholas já estavam para se renderem aos cubanos, explode no porto de Havana o barco americano Maine onde morreram mais de 300 estadunidenses. O que fez Washington? Jogou a culpa nos espanhóis e declarou guerra aos já derrotados, que se renderam e negociaram em Paris a independência cubana com os americanos. Os cubanos não foram ouvidos.

Agora, os Estados Unidos, preocupados com a crescente ascensão da Rússia no âmbito internacional, tentam de todas as maneiras da um freio nisso. Washington ate hoje não engoliu as derrotas no Conselho de Segurança da ONU que quando queria o aval da entidade para uma invasão da Síria, sob alegação que o governo de Bshar al Assad tinha ultrapassado a tal linha vermelha instituída por Obama, com o assassinato pelo gás sarin de mais mil sírios as vésperas da chegada dos inspetores da ONU.   O mundo todo acompanhou a versão americana. A Rússia entrou mais uma vez no cenário e provou de que a matança tinha sido realizada pelos rebeldes, financiados pelos Estados Unidos, Arábia Saudita, Reino Unido e Qatar e que o gás foi produzido por uma empresa norte americana.

A CULPA É DA RÚSSIA

No emblemático problema ucraniano, mais uma vez o papel da Rússia foi fundamental. Sentindo o que estava sendo desenvolvido por traz da entrada da Ucrânia na União Europeia, a adesão dessa a OTAN, o que permitiria tropas da organização rondando as suas fronteiras, a Rússia foi lá e ocupou a Crimeia e mantem forte presença em varias regiões.

A criação dos BRICS é outro fator que incomoda e muito Washington, que não vê com bons olhos a criação de uma força econômica fora da sua influencia. A criação de um banco, com um fundo de 100 bilhões de dólares para socorrer com empréstimos nações emergentes, tira de Washington o garrote que sempre usava nos empréstimos concedidos pelo FMI e Banco Mundial a esses países.

A ameaça do grupo em deixar de usar o dólar como moeda oficial, tira o sono do governo norte americano que vê assim, o seu papel pintado perdendo cada vez mais o valor no mercado financeiro internacional.

O míssil disparado que derrubou o avião malaio tinha outro endereço: o avião que levou de volta Putin para Moscou, depois de suas andanças pela América latina. Ou pode ate mesmo, derrubar qualquer avião de passageiros e colocar a culpa nos rebeldes e chegar ate os russos. Os registros históricos (1) mostram que Washington simplesmente ocultará todas as informações, se comprovarem que seus vassalos em Kiev lançaram um míssil contra avião de passageiros. Aconteça o que acontecer, só há, de garantida, a resposta ocidental histérica de sempre: foi a Rússia. A culpa é da Rússia.

O ABATE PELOS EUA DO VOO 655DA IRAN AIR

Um dos mais polêmicos ataques americanos contra civis inocentes ocorreu há exatos 24 anos, (2) no calor da guerra entre o Irã do então aiatolá Khomeini e o Iraque do ditador Saddam Hussein, aliado de Washington. Na manhã de 3/7/1988, um navio de guerra dos EUA disparou dois mísseis contra um Airbus A300 da Iran Air, matando na hora as 290 pessoas a bordo, incluindo 66 crianças. Entre as vítimas havia cidadãos de Irã, Índia e Itália, dentre outros países (…)

(1)  Pepe Escobar: Míssil de Putin

(2)   2/7/2012, Samy Adghirni, Folha de S.Paulo em: Iran Air 655. O dia em que os EUA mataram 290 civis inocentes

 

*Valter Xéu é jornalista e editor dos portais Pátria Latina e Irã News

 

Sonho realizado: bailarina da periferia de Itabuna embarca para Miami

 

Cibele e o sonho na ponta dos pés

Cibele e o sonho na ponta dos pés

(Simone Nascimento, do Diario Bahia)-Aquele friozinho na barriga, coração acelerado e muito nervosismo. E não é para menos. Afinal, Cibele Cardoso Dias, a doce adolescente que conseguiu driblar a violência do bairro Maria Pinheiro com a delicadeza dos passos do ballet, já está de malas prontas. Ela se

despediu de Itabuna na noite de quinta-feira (26). Foi para Salvador, de onde segue com destino a São Paulo e, finalmente, neste sábado (28), embarca para Miami, na Flórida. “Ainda não caiu a ficha”, disse a garota de 17 anos, emocionada, ao Diário Bahia, enquanto cuidava dos últimos preparativos.

Cibele, bolsista do Ballet Tchu & Cia, e outras três meninas, foram contempladas com uma bolsa de 20% de um valor de R$ 800 dólares para participar do curso de Verão da Miami City Ballet Scholl. Desde então, foi criado o grupo Amigos da Cultura, com o objetivo de arrecadar recursos para custear as despesas da viagem da moça.

Até um show com a participação de artistas regionais foi realizado na Usemi. Os esforços, segundo Cibele, renderam R$ 10 mil, exatamente a importância estimada para os custos. “Só tenho a agradecer a todos que colaboraram. Sem a ajuda de todas essas pessoas eu não teria conseguido”.

Numa entrevista ao Diário Bahia, a bailarina falou da esperança que leva consigo neste novo “voo”. “Bom, como lá é uma Companhia de Ballet que faz contratações de bailarinos, espero que nesse curso eu consiga me destacar entre tantos bailarinos que vão estar lá”, disse na época.

A estudante do 3º ano do Ensino Médio do Colégio Amélia Amado é fruto do projeto social Candinha Dórea, que funcionava antigamente no Centro de Cultura Adonias Filho. Atualmente, está em uma das salas da Thu & Cia, onde Cibele é professora voluntária, dando aulas para outras crianças carentes.

A bailarina tornou-se um exemplo de superação e orgulha-se da escolha que fez em meio à dura realidade da comunida em que vive. “Quero com minha história mostrar que é possível nascer e crescer flores num deserto. E aqueles que não acreditam que uma menina pobre da periferia pode alcançar novos horizontes, aqui estou para mudar os pensamentos de muita gente por aí”, ressaltou.

 

Copa 2014: os Estados Unidos preferem até bola de gude ao futebol. Então tá…

eua futebol
Os norte-americanos não ligam para futebol. Eles só pensam em futebol americano, basquete, beisebol e hóquei no gelo. Até boliche deve ter mais praticantes e torcedores que o “soccer”. Uma prova foi o Estados Unidos x Gana desta segunda. Uma partida completamente ignorada em todas as cidades americanas.

Ninguém se preocupou com o jogo, até porque ocorreu na hora em que as pessoas estavam saindo do trabalho ou no meio do expediente (depende do fuso horário).
Para provar o blog Trivela, reuniu uma série de evidências, de norte-americanos ignorando solenemente a vitória de sua seleção na estreia da Copa do Mundo, em Natal. Confira.

eua futebol 2eua futebol 3

Fundador da TelexFree é preso nos EUA

telex freeJames  Merril (foto), um dos fundadores da Telexfree foi preso nesta sexta-feira, 9, em Massachusetts, nos EUA. A justiça americana já expediu mandados de prisão em nome de outros cofundadores, incluindo o brasileiro Carlos  Wanzeler.

Os membros da empresa podem pegar até 20 anos de prisão.Merril foi levado  ao Tribunal Distrital, em Worcester, onde recebeu a sentença. A Telexfree vende planos de minutos de telefonia pela internet, também é investida no Brasil e teve sua atuação suspensa no país desde junho de 2013.

Presos terroristas dos EUA que pretendiam atacar Cuba

terrorForças do Ministério do Interior de Cuba detiveram em Havana quatro cidadãos de origem cubana residentes em Miami, Estados Unidos, quando planificavam executar ações terroristas.
Uma nota do Ministério do Interior indica que a prisão ocorreu em 26 de abril último e os detidos são José Ortega Amador, Obdulio Rodríguez González, Raibel Pacheco Santos e Félix Monzón Álvarez.

De acordo com a informação, os detidos reconheceram que pretendiam atacar instalações militares com o objetivo de promover ações violentas. Para tais fins – acrescenta a nota – desde meados de 2013 três deles tinham realizado várias viagens à Ilha para estudar e modelar a execução de atentados.

Informou-se também que os planos estavam sob a direção dos terroristas Santiago Álvarez Fernández Magriñá, Osvaldo Mitat e Manuel Alzugaray, que também residem em Miami e mantêm laços estreitos com o conhecido terrorista Luís Posada Carriles.

El Ministério do Interior de Cuba assinala que se serão feitas as gestões pertinentes com as autoridades estadunidenses competentes para investigar os fatos e evitar oportunamente que a atuação de elementos e organizações terroristas radicados nesse país ponham em risco a vida de pessoas e a segurança de ambas as nações. (do Prensa Latina)





WebtivaHOSTING // webtiva.com.br . Webdesign da Bahia