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Dilma cumprimenta Obama, Raul e Papa Francisco e diz que retomada das relações EUA-Cuba é “fantástica”

Dillma com Jose Mujica (Uruguai) e Evo Morales (Bolivia) na reunião do Mercosul
A presidente Dilma Rousseff mandou “cumprimentos” nesta quarta-feira (17/12) aos presidentes dos EUA, Barack Obama, de Cuba, Raúl Castro, e ao papa Francisco pelo inicio da retomada das relações diplomáticas entre os dois países. O pontífice intermediou a negociação entre os dois países. “Eu queria cumprimentar o presidente Raul Castro, o presidente Barack Obama e especialmente o papa Francisco”, disse.
Ela classificou como “fantástica” a notícia, e lembrou dos investimentos feitos pelo governo brasileiro no porto de Mariel. “Fico muito feliz porque toda a política do governo brasileiro ate agora tem sido enfatizar, e não só do ponto de vista retórico, mas com ações concretas, a forma pela qual Cuba tem de ser integrada. Algo que foi tão criticado durante a campanha, o porto de Mariel. O porto de Mariel mostra hoje a sua importância para toda a região. E, para o Brasil, é estratégico por sua proximidade com os EUA. No momento em que eu recebo a presidência do Mercosul, um fato desses ocorre. O que mostra a importância as relações nessa região”, afirmou.
As declarações foram dadas durante o discurso de Dilma na cúpula e em entrevista após assumir a presidência pró-tempore do Mercosul. (do Opera Mundi)
Veja:
Cuba anuncia libertação dos cinco antiterroristas presos nos EUA

O presidente de Cuba, Raul Castro, confirmou hoje a libertação de Gerardo Hernández, Antonio Guerrero e Ramón Labañino, os últimos antiterroristas cubanos presos ilegalmente nos Estados Unidos desde 1998. Gerardo, Antonio e Ramon foram presos juntamente com Fernando Gonzales e Renè Gonzales, que já haviam todo libertados.
Os cinco, considerados heróis em Cuba, estavam nos EUA para impedir ação de grupos de extrema direita baseados em Miami, que planejavam e executavam ataques contra Cuba.
Uma grande mobilização mundial se formou para exigir a libertação de “Los 5”, que ocorre em meio a retomada de relações diplomáticas entre os dois países, após 53 anos.
Cineasta é engolido por sucuri em programa de TV
Mundo cão ou mundo cobra? O cineasta, explorador e naturalista Paul Rosolie será comido por uma cobra no programa Eaten Alive (Comido Vivo), do canal Discovery, que será exibido inicialmente nos Estados Unidos.
Paui, na verdade, não será digerido pela cobra, já que usará uma roupa especial e será puxado por uma corda ao chegar ao estomago do animal.
Veja o vídeo promocional:
Crianças do mundo inteiro sofreram com recessão econômica, menos no Brasil
(por STEPHANIE TONDO)- A infância nos países mais desenvolvidos do mundo foi a grande afetada pela crise financeira mundial, que despontou em 2008. Recente relatório divulgado pelo Unicef mostra que 2,6 milhões de crianças e adolescentes entraram no abaixo da linha de pobreza em 23 países. Entre eles, Grécia, Espanha, Itália, França, Grã-Bretanha e até mesmo Estados Unidos. O Brasil, por outro lado, vai na contramão deste cenário e vira referência internacional, com redução da mortalidade infantil, da desnutrição e aumento da escolaridade.
Na Grécia, por exemplo, um dos mais prejudicados, a pobreza infantil cresceu 17,5 pontos percentuais, passando de 23%, em 2008, para 40,5% em 2012. Na Espanha, o aumento foi de oito pontos percentuais no período, ultrapassando 36% de crianças abaixo da linha de pobreza.
Enquanto isso, o Brasil chega a uma taxa de extrema pobreza inferior a 3%, conforme o 5º Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. O documento mostra que o ritmo de redução alcançado pelo país é cinco vezes superior ao proposto pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Entre os fatores que contribuíram para a melhora na qualidade de vida das crianças brasileiras, mecanismos de desenvolvimento social ganham destaque. “A força de políticas de proteção social foi decisiva para a prevenção da pobreza. Todos os países precisam de medidas sociais fortes para proteger as crianças. E os países ricos deveriam dar o exemplo, fazendo do bem-estar infantil uma prioridade”, disse Jeffrey O’Malley, diretor de política global do Unicef.
New York Times elogia atuação de médicos cubanos contra o ebola

Corajosos. Competentes. Resolutos. Com uma visão global da medicina extremamente necessária em momentos como o da atual epidemia do ebola. Em editorial publicado nesta segunda-feira 20 e intitulado “O Comovente Papel de Cuba em relação ao Ebola”, o The New York Times tece loas à medicina cubana e diz ser uma vergonha, em momento crucial para se evitar a disseminação do vírus, que os EUA mantenham o embargo econômico à ilha caribenha. “É uma pena que Washington, o principal financiador econômico do combate ao Ebola na África, não mantenha relações diplomáticas com Havana, cuja ação no combate ao vírus é a mais valente”, diz o editorial, ilustrado no site do jornal com imagens de médicos cubanos chegando a aeroporto em Serra Leoa.
Em extensa reportagem, o Washington Post já havia, no início do mês, tratado da importância do que considerou a “ação crucial” de Cuba na tentativa de se acabar com a epidemia do ebola, em contrapartida à apatia da comunidade internacional. Descoberto nos anos 70, o vírus do Ebola causa febre hemorrágica com grande probabilidade de morte e não há vacina para combatê-lo. Pela primeira vez em quatro décadas o Ebola chegou, este ano, a grandes centros urbanos da África Ocidental, não se restringindo mais a áreas rurais e aumentando a probabilidade de expansão global da epidemia.
Nos EUA, duas enfermeiras do hospital de Dallas que tratou do primeiro paciente, oriundo da Libéria, que desenvolveu os sintomas do Ebola em solo americano, foram igualmente contaminadas, apesar de seguirem, de acordo com a direção do Hospital Presbiteriano, todas as recomendações do Centro de Controle de Doenças Infecciosas (CDC). A Organização Mundial da Saúde (OMS), que coordena com Havana o treinamento e envio de médicos cubanos para a Serra Leoa, anunciou que o número de casos de ebola deverá ultrapassar os 9 mil esta semana, com pelo menos 4.500 mortes, em sua quase totalidade na África. O organismo estima que, até o fim do ano, se o combate ao vírus não aumentar de forma dramática, de 5 a 10 mil casos serão confirmados por semana.
“A contribuição cubana é, sem sombra de dúvidas, pelo menos em parte, reflexo de sua tentativa de enfrentar o cerco internacional que vive. Ainda assim, deve ser saudado e repetido mundo afora”, frisa o editorial do diário mais influente do planeta. O New York Times frisa ainda que o pânico global gerado pelo ebola não está sendo enfrentado com a mesma coragem – “são os médicos cubanos que estarão na linha de frente e em risco de serem contaminados na África” – pelos países mais ricos do planeta. “Somente Cuba e algumas ONGs estão oferecendo o que mais se precisa naquela região: médicos”. Também são cubanos boa parte dos profissionais de saúde contratados pelo governo brasileiro para o programa Mais Médicos, atuando em áreas rurais e/ou desprovidas de atendimento contínuo. De acordo com a OMS, mais de 450 profissionais da saúde foram infectados na África Ocidental desde a explosão da epidemia este ano. O Times lembra que posições políticas e ideológicas precisam ser deixadas em segundo plano quando se trata de saúde pública: “Neste caso específico, a cisma entre Washington e Havana tem consequências de vida ou morte, já que não há coordenação entre as duas equipes. Este episódio deveria funcionar como um lembrete à administração Obama dos benefícios de se restaurar os laços diplomáticos com Cuba”.
Tanto o Times quanto o Post afirmaram que a decisão da OMS de treinar médicos cubanos para o combate ao Ebola, de acordo com várias fontes de alto-escalão da administração Obama, foi efusivamente comemorada, ainda que não em público, pela Casa Branca. O governo sofre com os erros nos primeiros tratamentos a pacientes que desenvolveram o Ebola nos EUA e até mesmo candidatos do partido ao Senado na eleição de meio-termo, que acontece na primeira semana de novembro e poderá entregar a Câmara Alta à oposição, atacam o combate oficial ao Ebola.
O Times se preocupa por não estar claro se eventuais médicos cubanos contaminados pelo Ebola serão transportados para fora da África e tratados com excelência, já que “a maioria das seguradoras de saúde responsáveis por evacuação médica se negam a cuidar de transporte de pacientes com Ebola”. “Em uma questão de bom-senso e compaixão, as forças armadas americanas, com seus 550 soldados na África Ocidental, deveriam se comprometer em transportar qualquer médico cubano eventualmente contaminado e tratá-lo em um dos centros de treinamento erguidos pelo Pentágono em Monróvia, capital da Libéria. O trabalho dos cubanos beneficia todo o globo e deveria ser reconhecido por todos”, pede o editorial.
O texto lembra ainda que Cuba ofereceu ajuda médica aos EUA no desastre do furacão Katrina em Nova Orleans, embora tenha sido “ sem qualquer surpresa”, rejeitada pelo governo Bush. O secretário de Estado, John Kerry, se limitou, no entanto, a celebrar “a coragem de qualquer trabalhador da área de saúde que decide enfrentar este desafio”, depois de reconhecer rapidamente a ajuda cubana.
Dos 460 médicos cubanos treinados pela OMS, 165 já começaram a trabalhar na Serra Leoa nesta semana. O Times afirma que Havana tem papel destacado para finalizar a tarefa por seus profissionais já terem trabalhado anteriormente na África e bisa aspas do uruguaio José Luis Di Fabio, da OMS, de que “seus médicos são extremamente competentes”. O texto termina com uma menção ao texto de Fidel Castro publicado no Granma no fim de semana: “Ele escreve que Cuba e os EUA deveriam colocar suas diferenças de lado, ainda que temporariamente, a fim de combater este flagelo mortal. Fidel Castro está completamente certo”.
Dr. Rafael Andrade participa de Congresso de Oftalmologia nos EUA

O médico itabunense dr. Rafael Andrade, coordenador do Centro Avançado de Retina e Vítreo no Hospital de Olhos Beira Rio, participa do American Academy of Ophtalmology Congress, realizado em Chicago (EUA).
O congresso, que acontece de 16 a 21 desde mês no McCormick Place, é considerado o maior evento da área oftalmológica no mundo, com a apresentação de novas técnicas científicas de combate à cegueira.
Nos EUA, o médico e professor Dr. Rubens Belfort, que em 2013 participou do Congresso Baiano de Oftalmologia em Ilhéus, presidido pelo Dr. Rafael, recebeu o Prêmio Internacional de Combate à Cegueira, que pela primeira vez foi entregue a um sul-americano.
“A participação neste grande evento possibilita a troca de experiências com profissionais de dezenas de países, num intercambio necessário no processo permanente de capacitação”, afirma o Dr. Rafael Andrade, que também é coordenador do Mutirão do Diabético de Itabuna.
Robôs baianos premiados estão em exposição
Os robôs baianos que conquistaram o mundo quando venceram o Campeonato Mundial de Robótica, na Califórnia (EUA), estão em exposição na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, de 13 a 19 de outubro, no estacionamento L1 do Salvador Shopping. As máquinas fazem a alegria de jovens e adultos, quando mostram seu futebol robótico. Pelé, Ronaldo, Neymar e Ronaldinho Gaúcho são os personagens principais dessa diversão.
O Coordenador do Cid Robotics e professor do Colégio Candido Portinari, Fabio Ferreira, acredita que iniciativas como a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia devem sempre acontecer para mostrar que a Bahia é um grande polo de desenvolvimento cientifico.
“A participação na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia é fantástica para trazer os projetos que são desenvolvidos dentro da escola para fora do muro da escola, dando visibilidade ao que esses garotos fazem de ciência e tecnologia. A iniciativa de organizar um evento como esse serve para mostrar o quão grande somos em desenvolvimento cientifico, além de fortalecer nosso segmento”, destacou o professor.
Para Heitor Rivera, aluno do Colégio Portinari, é gratificante expor os robôs na Semana Nacional e ter a chance de conseguir o reconhecimento de seu trabalho na Bahia. “O evento nos dá a oportunidade de sermos reconhecidos na nossa terra e também mostrar que a robótica não é algo complicado”
Hillary Clinton defende fim do bloqueio dos EUA a Cuba
No livro “Decisões difíceis”, que se acaba de publicar sobre suas experiências como secretária de Estado, durante o primeiro mandato (2008-2012) do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, Hillary Clinton escreve, a propósito do bloqueio imposto pelos EUA a Cuba, que “ao terminar meu mandato, pedi ao presidente Obama que reconsiderasse nosso embargo contra Cuba. Não cumpre nenhuma função e obstrui nossos projetos com toda America Latina”.
Pela primeira vez, uma personalidade que aspira à presidência dos Estados Unidos afirma publicamente que o bloqueio imposto por Washington – desde mais de cinquenta anos! – à maior ilha do Caribe não cumpre “nenhuma função”. Isto é, não se tem permitido submeter esse pequeno país apesar. do grande sofrimento injusto que se tem causado a sua população.
Hillary rompe um tabu, dizendo em voz alta o que desde muito tempo todos já sabem em Washington: que o bloqueio não serve para nada. E segundo, de maior importância, é declarar isto no momento em que arranca na corrida à candidatura do Partido Democrata à Casa Branca. Isto quer dizer, não teme que essa afirmação – na contracorrente de toda a política de Washington diante de Cuba no ultimo meio século – constitua, para ela, um obstáculo, na larga batalha eleitoral que tem daqui até as eleições de 8 de novembro de 2016.
Se Hillary Clinton sustenta uma postura tão pouco convencional, em primeiro lugar, é porque assume o desafio de responder sem temor as duras criticas que não deixaram de formular seus adversários republicanos, ferozmente hostis a toda mudança de Washington com respeito a Cuba. E, em segundo lugar, porque não ignora que a opinião publica estadunidense tem evoluído sobre esse tema, sendo hoje majoritariamente favorável ao fim do bloqueio.
Eduardo Campos: terá mesmo sido um acidente?
Valter Xéu*
Teria sido sabotagem o trágico acidente aéreo que vitimou o candidato do PSB à Presidência da República?
A história nos mostra uma série de casos e deixa motivos de sobra para suspeitarmos de que a queda do avião, no qual estava o presidenciável Eduardo Campos, não tenha sido acidental.
Se vasculharmos o histórico de assassinatos de líderes políticos que, de certa forma, poderiam prejudicar os interesses estadunidenses no mundo, podemos (num rápido raciocínio) concluir que a queda do avião pode ter sido uma sabotagem.
Há, por traz de muitos interesses, o medo de uma vitória petista. As classes dominantes preferem ver e ter no poder alguém de fácil manobra, que facilite, sem incômodo, as suas respectivas especulações diárias. Os ilegais acordos internacionais, como a entrega da Petrobras definitivamente ao capital internacional, a privatização do Banco do Brasil e da Caixa, dentre outros, são exemplos visíveis desses interesses.
Todos sabem que o governo dos Estados Unidos possui um nítido interesse em derrubar o PT, tirando-o do poder. Já que assim, segundo a sua crença, todos os governos populares no continente ficariam a deriva e de fácil dominação por parte das elites simpáticas ao Tio Sam. Isso, claro, com o grandessíssimo apoio da mídia que serve, em sua totalidade, ao capital. Nesse contexto, até colunistas que se dizem anarquistas deixam latente todo o seu caráter de vira-latas. As virtudes do mundo civilizado são sempre destacadas por estes colunistas que esquecem (esquecimento por conveniência) que as desgraças do mundo são esses países que lhes causam extrema admiração, mas que provocam massacres diários em várias partes do mundo.













