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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

maio 2026
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:: ‘Síria’

O horror na terra de ninguém

mala siria

Entre as pessoas deslocadas que fogem de Ghuta, a foto de uma criança síria em uma mala está correndo o mundo pela web. O pequeno dorme, com a cabeça e o braço fora da mala de couro, enquanto é carregado por um homem, cuja mão só é vista. “Um pai amoroso carrega seu bem mais precioso longe de combates ferozes no leste de Ghuta, na Síria, estamos no terreno para fornecer ajuda de emergência”, diz um tweet da UNICEF publicando a foto. Os dois são parte do deslocamento em massa de  Beit Sawa para Hamourieh. (foto ANSA)

 

A humanidade falhou

aleppo-2

Hanan Amin Alkaram

Fale sobre Aleppo. Chore por eles como você chorou por Paris. Chore por eles como você chorou por Nova York. Fale sobre eles. Nosso silêncio está matando-os. São pessoas, PESSOAS. Eles não são importantes porque são árabes? Porque eles são sírios? Será que sua vida importa menos do que a vida de um francês ou um americano?

aleppo-3Pessoas de Aleppo estão postando suas mensagens de despedida na internet como um massacre final sendo esperado para acontecer a qualquer momento em breve e estamos silenciosos.

Ficamos em silêncio por mais de cinco anos. Algumas crianças em Aleppo não conhecem a vida sem guerra. Imagine viver em uma cidade de ruínas e ter que temer por sua vida a cada instante.

Hospitais, igrejas, casas, restaurantes são bombardeados no aleppo-1cotidiano e centenas são mortos todos os dias. No entanto, estamos em silêncio. Lembre-se delas. Honre-os. Nós permitimos que um genocídio em massa acontecesse diante de nossos olhos por anos.

A mídia fechou os olhos para isso. Este é um dos maiores genocídios desde o holocausto e o mundo está vendo as pessoas morrerem em silêncio. Não só morrendo mas também, sendo exterminados, retaliados e estuprados!

Fale sobre Aleppo, por favor.

#prayforAleppo”

O vexame estadunidense na Síria e o assassinato do embaixador russo

 

 Valter Xéu 

vxeoÉ claro que o assassinato do embaixador russo Andrei Karlov em Ancara na Turquia por um policial turco, tem implicações com a vitória da Síria com o apoio da Rússia na retomada de Aleppo, principal cidade síria em mãos dos terroristas há mais de três anos.

Como tem também implicância o atentado em Berlim em que segundo o jornal Morgen-Post  deixou mais de 50 feridos e 9 mortos, citando uma fonte policial. As forças estadunidenses, a coalizão ocidental liderada pelos EUA está em estado de choque com o sucesso das forças sírias e russas na retomada de Aleppo, cujos terroristas, sempre tiveram o apoio dos norte americanos, Arábia Saudita, Israel que mantinha um hospital de campanha nas imediações das Colinas de Golan para atender os terroristas feridos em conflitos, como também tinha a ousadia de derrubar aviões da força aérea síria que ousasse bombardear posições do Estado Islâmico na região.

 Como em estado de choque estão com a vitória de Donald Trump que os serviços de inteligência juram que a vitória do republicano Trump teve a interferência da Rússia que não nutria de amores pela Hillary Clinton a senhora da guerra. Com a ajuda da mídia, a própria Casa Branca tratou de espalhar que a vitória de Trump teve o apoio russo e assim tenta deslegitimar o candidato que os cidadãos estadunidenses escolheram para ocupar a Casa Branca na sucessão de Obama.

euaSomando a derrota norte americana em Aleppo e a derrota dos senhores da guerra com Hillary Clinton, estava na hora e aprontar alguma coisa contra a Rússia e desviar assim as atenções do mundo da fantástica vitória Síria em Aleppo e a catastrófica derrota da coalizão ocidental e a vitima foi um membro da diplomacia russa que vinha trabalhando no sentido de fortalecer as relações entre Turquia e Rússia para desespero dos EUA, antigo aliado turco, mas que anda em baixa junto a Erdogan, desde a malfadada tentativa de golpe contra seu governo cujas impressões digitais são o governo de Barack Obama.

De nada adiantou o fingimento norte americano para o mundo que de fato estava na Síria a combater os terroristas, quando na realidade, as forças da coalizão ocidental estão na Síria com o único objetivo de derrubar Assad o qual recebeu o carimbo de ditador e assim passou a ser chamada pela mídia empresa ligada aos oligopólios de dominação internacional.

A entrada da Rússia no conflito sírio mudou o fiel da balança de um quase derrotado Assad para um vitorioso Assad e isso não deixa de ser uma desmoralização mundial para as forças de coalizão que vem usando de todos os artificies para provocar uma reação da Rússia desde a derrubada de um caça russo na Turquia em 2015.

O assassinato do embaixador e o atentado em Berlin podem estar umbilicalmente ligados, pois é comum as potencias ocidentais, além de assassinar lideres mundiais, tentar amedrontar a população com o espectro do terrorismo no sentido de mudar a opinião pública de países cujo povo não quer ver seus soldados envolvidos em conflitos.

 No caso do assassinato do embaixador russo, o astúcia e esperteza de Putin que sabe muito bem o que esta por trás de tudo isso, como um exímio jogador de xadrez saberá dar uma resposta à altura, quem sabe, arrasando todos os terroristas hoje na Síria, sejam eles aliados dos EUA ou não.

*Valter Xéu é diretor e editor do portal Pátria Latina

Um destruidor de democracias e um pilhador de nações

Valter Xéu*

 

vxeoA midiotização pelo mundo afora, leva o povo a acreditar que governos não simpáticos aos EUA, são governos ditatoriais, mesmo que tenham sido eleitos pelo voto dos seus concidadãos, como o caso de Assad na Síria e Maduro na Venezuela.

Na época do George Bush, a mídia e os serviços de inteligências do ocidente propagaram para o mundo de que países como o Irã, Iraque e Coreia do Norte formavam o Eixo do Mal que colocava o mundo em perigo e a propaganda dizia: ‘Ou você está conosco, outra contra nós’.

Todos os países que não são simpáticos ou que contrarie os interesses dos Estados Unidos, a forte propaganda de manipulação trata de disseminar pelo mundo de que aquele governante é um ditador.

E assim é feito com a Síria, onde apesar de Assad ter vencido duas ou três eleições presidenciais, recebeu o carimbo de ditador pelo simples fato de contrariar os interesses dos Estados Unidos e ter sido eleito, a propaganda dissemina pelo mundo de que foi uma eleição fraudulenta e isso o ocidental não aceita como aceitou o resultado da eleição em que Bush venceu Al Gore.

demo-euaOs Estados Unidos destruíram o Iraque com a propaganda de que o país possuía armas de destruição em massa o que não era verdadeiro e isso foi atestado pelas próprias forças de ocupação.

Como a mentira já não colava nos quatro cantos do mundo e inventaram de que estavam levando a democracia a um pais governado pelo ditador Saddam Hussein e que até? então, tinha sido aliado dos americanos. Hoje os iraquianos vivem em situação muito pior, com conflitos de toda natureza onde os grupos diversos recebem armas do ocidente para guerrearem entre si enquanto as Hal?l?iburton da vida segue tranquila roubando o seu petróleo. ? Halliburton foi administrada pelo ex-vice-presidente americano Dick Cheney: Tutti cosa nostra…

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Como nasceu o “Estado Islâmico” e quais são seus objetivos

Gilberto Abrão 

gilberto abraaoNo princípio, Deus criou o petróleo sob as areias dos desertos. Até então, os beduínos da Península Arábica eram felizes, alimentavam-se de tâmaras e leite de camela. Ninguém os incomodava e eles não incomodavam ninguém.  Nem os turcos otomanos se interessavam por eles. Mas Deus queria vê-los mais felizes e, então, criou o petróleo.

Em seguida, Deus criou a extrema necessidade do petróleo nas nações ocidentais. E com isso incutiu-lhes a ambição de se apoderar daquela riqueza. Foram pedir ajuda aos árabes para derrotar os turcos otomanos na 1ª Guerra Mundial. Os árabes toparam com a condição de que os ingleses e franceses, na época as duas superpotências ocidentais, concordassem em que o Xarife de Meca, Rei do Hijaz, Hussein Bin Ali (naquela época ainda não existia a Arábia Saudita) fosse proclamado o califa de um vasto império muçulmano que iria do Hijaz até o Marrocos. Os ocidentais (França e Inglaterra) concordaram e, então, os turcos, muçulmanos como os árabes, foram derrotados em 1918.

Parece, entretanto, que Deus não gostou do fato dos árabes traírem seus irmãos de fé, os turcos, e resolveu castigá-los severamente. Acontece que os ocidentais estavam preocupados com o fato de que se o petróleo ficasse nas mãos de um império gigantesco, como seria o califado sonhado pelo xarife de Meca, a qualquer momento os árabes poderiam cortar aquele liquido pastoso negro que alimentava a revolução industrial que acontecia na Europa. Portanto, na surdina, o diplomata francês François George Picot e o britânico Sir Mark Sykes, tramaram a traição aos anseios do Rei do Hijaz  e decidiram dividir as províncias árabes que estavam sob o domínio dos otomanos entre si, como zonas de influência. Esse acordo – conhecido internacionalmente como o acordo Sykes-Picot – foi firmado em 1916, portanto dois anos antes do término da guerra.

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Presidente sírio agradece apoio do Irã à guerra contra extremistas

bacharO presidente da Siria, Bashar al Assad (foto) agradeceu  o respaldo do Irã à luta que a Síria livra contra grupos extremistas armados, apoiados a partir do exterior, e defendeu uma maior cooperação entre ambos países. Durante uma reunião com o chefe da Comissão de Desenvolvimento das Relações Econômicas Sírio-iranianas, Rostam Qasemi, o presidente destacou o respaldo de Teerã na reconstrução desta nação, arrasada por mais de três anos de guerra, impulsionada por potências ocidentais e regionais.

Por sua vez, Qasemi elogiou a resistência do povo e do governo sírio em sua luta contra os grupos armados. Além disso, chamou a aumentar os laços entre ambos países e ofereceu a ajuda do Irã à reconstrução da Síria. Na semana passada, o premiê Wael al Halqui afirmou que o novo governo trabalhará para fortalecer as relações de cooperação econômica, comercial e de desenvolvimento com os países amigos, especialmente com o Irã.

Ao receber o embaixador iraniano, Mohammed Riza Sheibani, al Halqui ressaltou a necessidade de ampliar os laços econômicos, comerciais e industriais. O diplomata ratificou que seu país manterá seu apoio ao povo sírio e se mostrou convencido da vitória sobre os grupos extremistas.

Calcula-se que mais de 190 mil pessoas já morreram no conflito e milhões se viram obrigadas a retirar-se de seus lares, enquanto as perdas materiais são enormes.

Síria: Assad ganha eleições com 88,7% dos votos

assad eleiçõesO parlamento da Síria anunciou que o atual presidente do país, Bashar al-Assad, foi reeleito, obtendo mais de 88% dos votos. Os dois outros candidatos, Hassan al-Nouri e Maher Hajjar, obtiveram 4,3% e 3,2% dos votos, respectivamente.

Hajjar é um deputado independente que por muito tempo foi integrante do Partido Comunista, enquanto Al-Nouri é um empresário de Damasco, formado em Administração pela Universidade do Wisconsin, nos Estados Unidos, e doutor pela Universidade John F. Kennedy, da Califórnia. Segundo a Suprema Corte Constitucional, 73,42% dos sírios foram às urnas. Al-Assad obteve no total 88,7% dos votos.

As delegações internacionais que observaram as eleições no país se reuniram no fim do pleito no Hotel Dama Rose, em Damasco, afirmando que as eleições transcorreram normalmente em diferentes partes do país.

Delegações parlamentares, personalidades e organizações não governamentais reunidas no hotel foram convidadas a supervisionar as eleições e afirmaram que a direção do Comitê Judicial e a supervisão do Corte Constitucional Suprema realizaram um trabalho transparente.

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Síria derrota o terrorismo e realiza eleições presidenciais

Valter Xéu*

As eleições presidenciais na Síria, marcadas para esta terça-feira dia 03 de junho, serão eleições democráticas e livres, depois de um conflito que já dura três anos e cujos “insurgentes” estão sendo derrotados pelas forças governistas.  Dos 24 nomes apresentados, três foram aprovados pelo Tribunal Constitucional.

bacharA situação está mudando no país devido ao fato de que as pessoas perceberam que a guerra girou em torno de interesses das potências ocidentais, o que fez a população síria se unir em torno do exército e do governo, ajudando-o no processo de livrar o país dos ligados a Al Qaeda e da ISIS e com o apoio popular amplo, o governo e o exército tem encontrado o respaldo necessário para levar adiante a sua luta contra o terrorismo na Síria.

Diversos observadores internacionais foram convidados e estão no país para uma eleição onde o atual presidente Bachar al Assad aparece com amplas chances de vitória, para desespero dos Estados Unidos, União Europeia e alguns países da região do Oriente Médio que apoiam abertamente os insurgentes, fornecendo-lhes armas, dinheiro, apoio logístico e treinamento militar.

A situação está se estabilizando no país graças ao controle do estado e do exército às regiões de maior tensão, como Aleppo, que é a segunda cidade em importância depois de Damasco e fronteira com a Turquia. Ela está praticamente controlada por forças do exército, restando apenas alguns focos de tensão em alguns pontos da periferia. Os terroristas armados foram cercados pelo exército e estão sendo empurrados para as fronteiras do país turco que continuam abertas.

Existem também disputas entre os grupos terroristas da Al Qaeda e da ISIS e confrontos violentos entre estes dois grupos pelo controle das riquezas da região, e essa divisão de certa forma tem beneficiado as forças do governo.

Na cidade de Homs, quase cem terroristas armados se entregaram ao exército no inicio do mês de maio e foram conduzidos em comboios escoltados pelas forças do governo para fora do país. A cidade está sob controle das forças governamentais e livre dos terroristas. Algumas das pessoas que tinham sido sequestradas estão voltando às suas famílias.

A capital Damasco está segura e goza de certa tranquilidade, exceto pelos morteiros que continuam sendo lançados da área de Ghouta, que está cercada pelo exército e onde está sendo feita uma operação de limpeza para a retirada de minas terrestres colocadas pelos grupos terroristas.

Nas cidades de Izra, Suwaidae e em outras menores, diversas manifestações em apoio ao governo foram realizadas, apesar de ainda existir focos de tensão nos arredores de Deraa, próximo à fronteira com a Jordânia, de onde continuam entrando homens armados.

Na fronteira com Israel, o governo sionista continua dando total apoio aos terroristas, fornecendo-lhes armas e informações sobre a localização do exército sírio. A área continua sendo um foco de tensão. Israel, além do suporte dado aos terroristas, leva os feridos para o país para tratá-los e devolvê-los ao front de guerra.

Na fronteira com o Líbano, a área está praticamente livre dos focos de tensão e está controlada pelo exército, restando apenas incidentes pequenos e contornáveis.

A situação esta mudando no país devido ao fato de que as pessoas perceberam que a guerra girou em torno de interesses ocidentais, o que fez a população síria se unir em torno do exército e do governo, ajudando-o no processo de livrar o país dos terroristas. Com o apoio popular amplo, o governo e o exército tem encontrado o respaldo necessário para levar adiante a sua luta contra o terrorismo na Síria.

 *Valter Xéu é diretor e editor dos portais Pátria Latina e Irã News

Com informações da Embaixada da Síria no Brasil

Midia Ocidental: mentiras, trapaças e interesses escusos

Valter Xéu*

 midiaDiariamente, sempre dou uma olhada nos principais jornais do mundo, para ter uma noção do que está acontecendo.

Não que eu acredite em todos eles, mas se faz necessário visita-los ate mesmo, para daí analisar o que estão publicando sobre determinado assuntos, como Ucrânia/Criméia/Rússia/Estados Unidos e União Europeia, além de outros assuntos pertinentes ao Oriente Médio, como é o caso do conflito na Síria e o tão demonizado programa nuclear iraniano.

No Brasil, Folha, Estadão, Veja e jornal O Globo, aí não tem como ver mesmo, pois por mais estômago que eu tenha, a vontade de vomitar é muito grande, dado a desfaçatez com que eles nos apresentam as notícias e achando e querendo nos mostrar que ali está a verdadeira verdade.

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Síria e o horror: futebol com cabeças de civis

siria horrorTerroristas jogando futebol cujas bolas são as cabeças dos sírios civis sírios, é o que mostra imagens de um vídeo nas redes sociais pelos mesmos homens armados que lutam há mais de dois e meio para acabar derrubar o governo de Damasco.

Este vídeo mostra as atrocidades cometidas por terroristas, em particular, o Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) e Frente Al-Nusra contra sírios muçulmanos xiitas.

Desde o início do conflito sírio, alguns países da região, como a Arábia Saudita, Qatar e outros ocidentais, incluindo os Estados Unidos e seus aliados, vem fornecendo apoio tanto financeiro quanto logístico a grupos armados para derrubar o governo de Bashar al-Asad.

Na semana passada, o ministro do Exterior russo Sergey Lavrov afirmou que os países ocidentais já admitem que a permanência de Bashar al-Assad no poder na Síria é muito mais conveniente do que os terroristas que estão no país a lutar para lhe tirar do poder.

Anteriormente, Michael Hayden, ex-chefe da Agência Central de Inteligência (CIA) e da Agência de Segurança Nacional (NSA), nos Estados Unidos, disse que a melhor opção para acabar com a crise na Síria, seria a vitória do governo sírio, e não mais acredita em um triunfo dos terroristas.

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 115 000 pessoas morreram e um total de 7,8 milhões pessoas foram deslocadas pela violência na Síria. (do Iran News)





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