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livros do thame





Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

maio 2026
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Crônica de Domingo: Caixa de fazer gente

Paloma Amado

A caixa de fazer gente não é quadrada, muito pelo contrário, é redonda e pode ir mudando de forma à medida do seu labor. Por dentro, maquinário complexo de engrenagens sutis, capazes de uma alquimia perfeita dos fluidos que carregam químicas transformadoras. Para os que estudam o fenômeno, entendê-lo não é difícil. Para quem, como eu, só pensa em poesia, imaginar o mar oceano dentro de uma caixa redonda, que tem a orientá-la um ponto a que chamamos de umbigo, o processo é o mais encantador dos mistérios.

Dona Myriam era bonita. Bonita e poeta. Dona de uma caixa de fazer gente muito poderosa, fez três meninos e uma menina. No seu mar interno colocou tanta poesia, que a menina Ângela nasceu formosa e inspirada. Inspirada e inspiradora de tantas benquerenças. Dava gosto de vê-la menina, dá alegria vê-la mulher plena.

A caixa de fazer gente de Ângela caprichou na sua tarefa. Tarefa única e por isso mesmo tão perfeita. No seu oceano de dentro tinha muita luz e um calor aconchegante desses capazes de tornar em mel o líquido ácido, em balé delicado os movimentos da criação. Chegou um dia a Eduarda! Melhor dizer Dudinha, que os apelidos trazem em si uma dose grande de afeto. Ela havia de estudar e entender que medicina e poesia são praticamente a mesma coisa.

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Carmen Camuso lança seu primeiro livro em Itabuna com celebração da escrita feminina

No mês de março, entre palavras que transbordam e narrativas que atravessam a experiência feminina, a autora Carmen Camuso apresenta ao público seu primeiro livro, Manto Mulher, com lançamento que acontecerá no dia 27 (sexta-feira), às 19h, no Espaço Colaborativo de Artes – ECOAR, em Itabuna (BA).

Carmen Camuso é mãe, avó, feminista, psicóloga e mestre em Ciências da Saúde. Sua trajetória é marcada pelo compromisso com a escuta, o cuidado e a expressão sensível das experiências humanas. Integrante do Movimento Cultural Alvorecer, a autora também já organizou algumas produções coletivas, como a Antologia Pétalas e Lâminas, com 66 autoras regionais e de outros estados. Segundo ela, as antologias reafirmam a potência da escrita compartilhada.

Em Manto Mulher, Carmen convida leitoras e leitores a percorrerem paisagens íntimas e coletivas do ser mulher, tecidas por memórias, afetos, dores e resistências. A obra se constrói como um manto simbólico: protege e, ao mesmo tempo, revela as múltiplas camadas da existência feminina, em sua força e vulnerabilidade.

 

O evento de lançamento será um momento de encontro, celebração e partilha, reunindo literatura, sensibilidade e diálogo com o público. A entrada é gratuita e aberta a todas as pessoas interessadas.

 

Praça da EMASA é inaugurada e amplia espaços de lazer e convivência na Mangabinha


A Prefeitura de Itabuna inaugurou, na tarde desta sexta-feira (20), a Praça da EMASA, no bairro Mangabinha, em uma solenidade que reuniu autoridades, lideranças locais e a comunidade. O novo espaço, totalmente requalificado, passa a integrar o conjunto de ações de valorização urbana e melhoria da qualidade de vida da população.


A praça está localizada entre as ruas Zildolina, Alto Brasileiro e Berilo Guimarães e abriga a Estação Elevatória de Esgoto (EEE II) da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (EMASA), que também recebeu melhorias estruturais. A requalificação foi realizada como contrapartida do empreendimento Vog Grapiúna.

O espaço foi entregue com nova infraestrutura, incluindo parque infantil, equipamentos para a prática de ginástica, bancos, área verde e passeio em concreto com acessibilidade, garantindo mais conforto, segurança e opções de lazer para moradores do Mangabinha e bairros vizinhos.

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Grupo Aniversário Solidário celebra os 112 anos de Irmã Nenza

Considerada a mulher mais idosa de Itabuna e uma das mais longevas do Brasil, a centenária

Ana Maria de Jesus celebra mais um marco histórico rodeada por voluntários e familiares

? O Grupo Aniversáro Solidário ?formado por voluntários dedicados a levar alegria a pessoas carentes, realiza neste domingo mais uma celebração. Desta vez a homenageada é Ana Maria de Jesus, carinhosamente conhecida como Irmã Nenza, ela completou 112 anos de vida na última sexta-feira(20).

O marco a coloca no restrito grupo de “supercentenários” — pessoas que ultrapassam os 110 anos — sendo um símbolo de resistência e espiritualidade na região. ?Nascida em 1914 em Rio Novo (atual Ipiaú), Irmã Nenza mudou-se para Itabuna aos 20 anos. Ao longo de mais de um século, ela testemunhou duas Guerras Mundiais, a passagem de 34 presidentes da República e as grandes transformações urbanas da cidade onde construiu sua história.

?Programação e Homenagens

?A celebração oficial da data organizada pelo grupo Aniversário Solidário, formado por voluntários dedicados a levar alegria a pessoas carentes. As comemoracões acontecerão no Pátio do Colégio Batista de Itabuna (CBI), bairro da Conceição, domingo, 22 de março, às
? 14h.

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”Querendo ser do povo, ACM Neto troca carrão por garupa de motoboy no interior, mas não engana ninguém”, diz deputado

O deputado estadual Marcelino Galo (PT) ironizou neste sábado a nova estratégia de marketing do ex-prefeito de Salvador ACM Neto. Segundo o petista, quem antes chegava ao interior em carros de luxo agora aparece na garupa de um motoboy, tentando construir uma imagem popular nas redes sociais.

O episódio ocorreu em Macaúbas, onde ACM Neto gravou um vídeo chegando na garupa de um motoboy, postado em suas redes sociais. Para Galo, a cena foi claramente pensada para gerar identificação com o eleitor comum. O parlamentar crê que a mudança de postura seja resultado direto das orientações do novo marqueteiro do ex-prefeito.

Líder do PT na Assembleia Legislativa da Bahia, Galo provocou o adversário dizendo que a farsa de se passar como “povão” não combina com a trajetória de Neto. Segundo ele, o político sempre foi conhecido por circular em carrões e manter uma imagem distante da realidade da maioria da população.

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Diário de Osasco e o Bar das Putas

Daniel Thame

Ano de 1981. O Diário de Osasco finalmente trocava as velhas impressoras e linotipos e passava a ser impresso em off-set. Era como pular da Idade da Pedra para o futuro, sem escalas.

O Diário também  deixava de ser temporariamente diário para se tornar semanal, embora continuasse ostentando o título Diário.

Para o Vrejhi Sanazar, dono do jornal, era um salto de qualidade e a oportunidade de atrair anunciantes. Fazer dinheiro, enfim.

Para mim e para o Giovanni Palma, que tocávamos a redação, era o passaporte para a modernidade, poder ousar nos textos, nas fotos, no formato da primeira página.

Mais do que isso: como o jornal seria diagramado e impresso no prédio do Estadão (O Estado de São Paulo) na marginal Pinheiros, era a chance de viver o clima de grande imprensa, cruzar com o pessoal que fazia aquele que na época era o mais influente jornal brasileiro, até ser ultrapassado pela Folha de São Paulo e hoje ter se tornado um porta voz da direita paulista.

Era também uma oportunidade para manter contato com grandes jornalistas, não apenas do Estadão, mas também de outros veículos, já que após o fechamento das edições (naquele tempo os jornais fechavam de madrugada e não eram essa coisa pasteurizada e insossa de hoje, decadentes e superados pela agilidade da internet), o pessoal se dirigia a um ´pé sujo´ na avenida da Consolação, centro velho da capital paulista, onde um churrasquinho ou uma batata frita honestos eram oferecidos a preço justo. Obviamente acompanhados de uma cervejinha, uma batidinha, uma cachacinha.

Ou tudo junto!

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5 erros comuns que donos de Pet cometem

 

 

 

A Dra. Hannah Thame é autora do livro “Guia Prático para donos responsáveis”, disponível em ebook na Amazon e diretora da HERA-Hannah Espaço de Reabilitação Animal, em Vitória da Conquista

Contato (73)  99199-3208

A força feminina exalta o poder da mulher

Gilza Pacheco

 

Uma mulher, quando reconhece sua força, torna-se uma fonte inesgotável de inspiração.

O Mês de Março está chegando ao fim e além de ser conhecido pelo Mês Internacional da Mulher, que especialmente foi comemorado no dia 8 de Março,
compartilho com vocês a importância e o porquê lhe foi dado este título neste mês.
Todo ano, desde 1908, alguma comemoração, mesmo que simples e não conhecido, acontecia durante o dia 8 de março. Isso se deu quando milhares de mulheres em busca de melhores condições de trabalho, salários igualitários e a busca por direito a voto se juntaram e marcharam pelas ruas de Nova York exigindo seus direitos.

Reconhecida oficialmente em 1975 pela ONU, passou a ser comemorada, aceitando a ação como algo importantíssimo ao combate das desigualdades e discriminação de gênero em todo mundo.

Com isso, o mês de março passou a ser um símbolo de reconhecimento pelas mulheres que lutaram lá no século passado, para que as mulheres do nosso século e dos que ainda virão tenham direitos e deveres iguais a todos.

Sabemos que a luta pelos direitos igualitários e tudo que elas buscavam ao longo daquele período também acontece nos dias de hoje. A busca constante de valorização e reconhecimento, seja ele profissional ou não, não pode ser apenas um dia voltado a declarações, homenagens e presentes, mas sim um momento de reflexões sobre o que realmente importa nesse dia e em todos os demais dias do ano.

As desigualdades, violências e abusos que acontecem em todo Brasil e no mundo não são normais e não podem ser silenciadas. Se todos repensarmos sobre novas atitudes e formas de combate construiremos uma sociedade igualitária e sem preconceitos de gêneros.
Lembrando que, em caso de violência não fique sozinha…

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Luciane Yahweh e a arte como beleza e poesia

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Luciane Yahweh é uma artista plástica apaixonada por sua arte e pela arte de outros nas mais diferentes esferas. Sua filosofia está fundamentada no “Ubuntu”,  onde ninguém vai longe sozinho no trabalho que propôs a fazer. Unindo forças, ela  busca  reconhecimento de seu trabalho e mostrar o que é a verdadeira arte que não se define apenas pelo belo, mas por sua poética.

 

arte

De acordo com Luciane, “ como  artista procuro expressar aquilo que tenho dentro de mim. Ser artista é muito além de técnicas de pintura, ou habilidades manuais. É se manifestar com sua arte, imprimir sua alma em cada trabalho, sua habilidade é fazer da vida uma poesia, trazer cor, forma aquilo que está em branco”. “Muitas vezes só o artista pode interpretar sua obra, pois veio do mais profundo de sua alma. Seu poder de criação está em constante movimento.  Ser artista é ser livre para se expressar através das cores e pincéis”, diz.

 

“Trabalho para que a arte seja valorizada em todas suas esferas e os artistas reconhecidos em seus trabalhos. Isso se consegue com a uniao de esforços, entendendo que não existem concorrentes na arte, existem artistas com seu próprio estilo que se difere do outro”, afirma. Segundo ela, “não existe o pior ou melhor, existe o mais experiente ou o menos experiente. Não existe o feio ou o bonito, existe por trás de cada obra uma história que faz dela um trabalho significativo.

ARTE QUE IMPRIME A ALMA

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Montepio dos Artistas de Itabuna realiza sonhos

Maestro Arnaldo Dias ministra aula para alunos da Escola de Música do Montepio de Itabuna

 Walmir Rosário

 

Atualmente pouquíssimas instituições beneficentes conseguem sobreviver prestando serviços aos seus associados e à comunidade em geral. Em Itabuna, uma delas, a Sociedade Montepio dos Artistas de Itabuna, caminha em sentido contrário e pretende comemorar seus 107 anos de fundação em 1º de novembro de 2026 em perfeita sintonia com as propostas do seu Estatuto.

As dificuldades são enormes, ressalta o presidente da Assembleia Geral da Entidade, José Vanderley Borges de Sousa (Vando), mas, apesar dos percalços, estamos conseguindo promover uma reestruturação. Para o presidente, com as mudanças nas áreas da assistência e da previdência, muitas das atribuições beneficentes do Montepio perderam espaço, e com isso recursos para atuação.

Como uma das atribuições do Montepio é manter a Filarmônica Euterpe Itabunense, a direção da Sociedade envida esforços para formar novos músicos entre os jovens e mantê-la viva e atuante. Criada em 1925, fez sua primeira tocata por ocasião da comemoração da Independência do Brasil, no dia 7 de Setembro daquele ano, tendo como maestro o professor Rosemiro Pereira.

Filarmônica Euterpe Itabunense em maio de 1936.

O ensino da música aos artistas e operários se tornou uma tradição do Montepio, por meio da Filarmônica Euterpe Itabunense, que se rivalizava com outras coirmãs pela distinção dos fardamentos e qualidade dos músicos e repertório. No calendário das apresentações, o dia 19 de março (Padroeiro de Itabuna, São José), 1º de Maio (Dia do Trabalhador), 28 de Julho (Dia da Cidade), 7 de Setembro, dentre outras ocasiões festivas.

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