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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

maio 2026
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:: ‘Gilza Pacheco’

Determinando objetivos

Gilza Pacheco

“Objetivos são sonhos com data de entrega.” Paul Hanna

Seu objetivo pode ser conseguir algo material ou você pode desejar mudar a maneira como reage a determinadas situações.
Muitas vezes o início da história é igual e se confunde com a de tantos outros com dificuldades e desilusões.
Então qual a diferença? A resposta é clara: o que cada um pensa de si e como age.
Confiar em si mesmo é capaz de levar a surpreendentes vitórias diante de situações de grandes desafios.

Segundo Robert Schuller, “O sucesso não vem da maneira que você imagina, ela vem através da maneira como você pensa.”

Sua imaginação é seu simulador de voo. Quando você começa a se imaginar possuindo as qualidades que deseja e passa a praticar, começa também a se mover nessa direção. No entanto, o que acontece quando somos distraídos por um obstáculo é exatamente igual à vida: se você ficar pensando no que não quer que aconteça, há uma enorme chance de que se mova em direção a esse ponto.

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A força feminina exalta o poder da mulher

Gilza Pacheco

 

Uma mulher, quando reconhece sua força, torna-se uma fonte inesgotável de inspiração.

O Mês de Março está chegando ao fim e além de ser conhecido pelo Mês Internacional da Mulher, que especialmente foi comemorado no dia 8 de Março,
compartilho com vocês a importância e o porquê lhe foi dado este título neste mês.
Todo ano, desde 1908, alguma comemoração, mesmo que simples e não conhecido, acontecia durante o dia 8 de março. Isso se deu quando milhares de mulheres em busca de melhores condições de trabalho, salários igualitários e a busca por direito a voto se juntaram e marcharam pelas ruas de Nova York exigindo seus direitos.

Reconhecida oficialmente em 1975 pela ONU, passou a ser comemorada, aceitando a ação como algo importantíssimo ao combate das desigualdades e discriminação de gênero em todo mundo.

Com isso, o mês de março passou a ser um símbolo de reconhecimento pelas mulheres que lutaram lá no século passado, para que as mulheres do nosso século e dos que ainda virão tenham direitos e deveres iguais a todos.

Sabemos que a luta pelos direitos igualitários e tudo que elas buscavam ao longo daquele período também acontece nos dias de hoje. A busca constante de valorização e reconhecimento, seja ele profissional ou não, não pode ser apenas um dia voltado a declarações, homenagens e presentes, mas sim um momento de reflexões sobre o que realmente importa nesse dia e em todos os demais dias do ano.

As desigualdades, violências e abusos que acontecem em todo Brasil e no mundo não são normais e não podem ser silenciadas. Se todos repensarmos sobre novas atitudes e formas de combate construiremos uma sociedade igualitária e sem preconceitos de gêneros.
Lembrando que, em caso de violência não fique sozinha…

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Relação entre comida e emoção

 

Gilza Pacheco

 

Por que todas as nossas emoções se relacionam com o que comemos?
Estaria a comida longe de ser o único prazer verdadeiro em nossas vidas?

A comida não é apenas uma consequência: é também a origem de nossas emoções.
Certo é que, esconder nossos sentimentos na comida não é a solução dos nossos problemas.
A compulsão por comer ou a simples falta de vontade de comer escondem problemas que precisam ser resolvidos. Entender isso e assumir o controle desses sentimentos é tanto libertador quanto capaz de harmonizar cada pessoa com seus próprios sentimentos e elevar a autoestima.

Quando percebi, no meu caso, como era simples me alimentar, ou no caso de outras pessoas, acabar com a compulsão alimentar, comer o que seu corpo pede quando você está com fome e parar quando está satisfeita – foi como se estivesse pulando para fora da vida como eu vivia, um dia somente com água era o suficiente, de repente, descobri como se estivesse amarrada, presa com amarra, sendo que tudo o que precisei fazer – tudo que precisava ser feito – foi tirar as amarras, soltar a fixação no ego e deixar de me identificar com ele, permitindo-me adquirir uma grande liberdade interior.

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A força feminina exalta o poder da Mulher

 

Gilza Pacheco

 

É do escritor russo, Leon Tolstói, a definição:

“A mulher é uma substância tal, que, por mais que a estudes, sempre encontrarás nela alguma coisa totalmente nova.”

Possível é falar sobre a importância das mulheres na sociedade, a luta pela igualdade e as conquistas alcançadas.

O Dia Internacional da Mulher não surgiu a partir de um evento específico, mas de um conjunto de movimentos contra as péssimas condições de trabalho.
Isso se deu também quando milhares de mulheres em busca de melhores condições de trabalho, salários igualitários e a busca por direito a voto se juntaram e marcharam pelas ruas de Nova York exigindo seus direitos.

Reconhecida oficialmente em 1975 pela ONU, passou a comemorar, aceitando a ação como algo importantíssimo ao combate das desigualdades e discriminação de gênero em todo mundo.

Com isso, o mês de março passou a ser um símbolo de reconhecimento pelas mulheres que lutaram lá no século passado, para que as mulheres do nosso século e dos que ainda virão tenham direitos e deveres iguais a todos.

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Liberdade, o prêmio pela superação

Gilza Pacheco

 

As limitações possuem um papel preponderante em nossas vidas. Apesar de serem, quase sempre, artificialmente criadas, nós, invariavelmente, acreditamos na sua realidade e nos submetemos a elas.

Por coerência, sempre que permitirmos nos colocar limites, devemos nos questionar se realmente nos conhecemos profundamente, a ponto de poder avaliar com segurança todas as nossas potencialidades.

A ciência tem nos mostrado que as nossas limitações não são reais. Elas, apesar de nos aprisionar, são inconsistentes com a nossa realidade. Nós somos livres mas muitas vezes, não sabemos.

Conduzida por um versátil Jornalista, especialista e conhecedor da arte de escrever com capacidade e humor, sem dúvida, a minha inocente pretensão viria acompanhada de nítidas limitações ao sonho que sempre embalei. O que por muitos momentos me faz pensar que, talvez, os próximos passos que eu possa trilhar, não mais possam se limitar as fronteiras que delimitei.

No desprendimento contido nessa atitude, talvez, floresçam novas bases para percorrer outros caminhos que me conduzam a limites imaginários.

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Você sabe o que realmente é a felicidade?

“…A felicidade é uma coisa boa
E tão delicada também
Tem flores e amores
De todas as cores
Tem ninhos de passarinhos
Tudo de bom ela tem
E é por ela ser assim tão delicada
Que eu trato dela sempre muito bem…”

Parte da letra da música “A FELICIDADE”, composta Vinicius de Moraes e Antônio Carlos Jobim.

 

Gilza Pacheco

 

Para uns a felicidade vem de escolhermos o nosso próprio conteúdo mental e que o segredo da felicidade está na convicção de que somos Filhos de Deus.

E assim, tudo é determinado pela grandeza da sua própria convicção e esta determina a felicidade. E sentencia: não ceda em sua convicção um milímetro que seja, pois na medida que você ceder, virão os fracassos. E completa: é uma questão de mantermos a natureza da alma e esta vida é um constante treinamento para expressar, mais especificamente a transmitir um pensamento, sentimento ou ideia, e manifestar, através de palavras, gestos e atitudes, em nós a capacidade inerente à nossa natureza Divina.

Outros compreendem que a felicidade verdadeira reside em fazermos os outros felizes. Logo o segredo da felicidade é encontrar a nossa alegria na alegria dos outros, no entanto, a princípio, as pessoas tendem a buscar apenas a sua própria felicidade, mas com o decorrer do tempo percebem que não poderão ser felizes enquanto pensarem somente em si próprias. A felicidade do outro deleita-nos! Enriquece-nos! Não nos tira nada!

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Do jovem ao adulto, o amor em busca do Eu

Gilza Pacheco

 

A juventude é a fase da vida em que ocorrem diversas transformações pessoais, biológicas e sociais na vida do indivíduo.

Dentre as importantes transformações vividas pelos jovens destacam-se as mudanças biológicas marcadas pelo início da adolescência e pela puberdade. No âmbito social, ocorrem grandes marcos na vida do jovem, como a possibilidade de dirigir, o primeiro voto e o primeiro emprego. Referentes às transformações pessoais, é na juventude que acontecem escolhas importantes, como a escolha da carreira e as primeiras relações amorosas e sexuais.

No Brasil, são marcos dessa fase da vida os vestibulares e o Exame Nacional de Ensino Médio – ENEM. Todo esse conjunto de situações, escolhas e condições ajudam a formular a personalidade do indivíduo, no seu reconhecimento enquanto pessoa e no seu posicionamento social e pessoal diante da vida.

Também é nesse período que o senso de responsabilidade para a vida adulta surge e é cobrado pela sociedade, já que os atos se tornam mais conscientes . Dois dos marcos dessa fase são a possibilidade de prisão, por exemplo, e o consumo de álcool de forma legal, o que, no Brasil, é permitido a partir dos 18 anos de idade.

Apesar das diversas possibilidades durante a juventude, o fator social determina a qualidade de vida dos jovens. As desigualdades sociais escancaram as diferentes realidades da juventude em nosso país e no mundo.

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O que importa?

Gilza Pacheco

 

Analisando a respeito de nossas vontades e escolhas é impossível não fazer uma reflexão sobre a importância de alguns fatores, que esta pergunta comum, mas de difícil resposta, pode mudar a história da nossa vida se conseguirmos responder com a consciência e a alma.

Em vez de deixar sua existência passar, ouse, questione-se, busque seus objetivos e surpreenda-se!
Fazer acontecer, partir para ação, não uma ação sem sentido, sem propósito, fazendo apenas movimento, que é tudo aquilo que você faz ao longo da vida que não leva a lugar algum, tudo aquilo que ocupa seu tempo, desprende energia e que, obviamente, não traz resultado. Diferentemente da ação, movimentos são ilusões que assumem nossa agenda com o objetivo puro e simples de nos fazer desperdiçar nosso valioso tempo e nossa vida.

Assim, cada um deve descobrir seu próprio caminho e, embora todos os trajetos sejam diferentes e válidos, tem um ponto em comum, a necessidade de saber:

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O diálogo é ponte que atravessa o abismo entre as nossas perspectivas

Gilza Pacheco

 

Há momentos na vida das pessoas que a sensação que caracteriza é a que se denomina de perda da alma.

Muitos atribuem a falta do outro em suas vidas como uma causa para o triste sentimento, se é que podemos denominar isso de sentimento.

O fato é que, de modo muito claro, elegemos os relacionamentos como termômetros e deflagradores de nossa felicidade e completude, desprezando pelas nossas deficiências de ir ao mundo em busca de novas conquistas.

“A noite caíra sombria. Lá fora passadas de tristeza se aproximavam. Era o vulto de uma jovem, com toda certeza, pensou o sábio consigo mesmo. Mas o que a traria aqui a esta hora? Indagou-se…
Com o seu consentimento a jovem entrou, sentou-se e foi indagada: precisa de algo?
_Velho amigo, estou muito infeliz!

A pessoa que mais amei e ainda amo não está mais comigo. Não pelas mãos da morte, mas pela vontade de viver uma vida longe da minha, embora afirme que me ama também.
_Entendo, filha, a sua dor. E prosseguiu:

Com o seu amor nada mais poderá fazer a não ser senti-lo, como sentirá também a falta e a saudade…”

O diálogo é uma das estratégias literárias mais úteis. Ele reforça a presença dos personagens e contribui para o dinamismo da narrativa. :: LEIA MAIS »

Propósito de vida

Gilza Pacheco

Continua permanente o desafio humano de dar novos horizontes as nossas buscas e ideais. Estamos em um momento grave do mundo, onde por todos os lados verificamos a desesperança e o medo.

De fato, é muito importante perceber que, se queremos viver com felicidade e liberdade, é importante morrer em alguns aspectos. Deixar para trás aquilo que já cumpriu o seu papel em nossas vidas e abrir espaço para o novo.

Certa feita, o ator Mário Lago expressou:

“Sou como Edith Piaf: “Je ne regrette rien” (não lamento nada).
Fiz o que quis e fiz com paixão. Se a paixão estava errada, paciência.
Não tenho frustrações, porque vivi como em um espetáculo.
Não fiquei vendo a vida passar, sempre acompanhei o desfile”.

Ter a consciência da sua vida e, por vezes, procurar mudar para melhor é mais do que um convite para quem quer buscar novos horizontes para uma nova vida, um novo ser.

O propósito da sua vida é muito maior que a realização pessoal, a paz de espírito ou mesmo a felicidade.

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