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Bahia: makers produzem 5500 protetores faciais

Mais de 5500 protetores faciais já foram impressos na Bahia para distribuição gratuita em diversos hospitais baianos, por uma rede de makers, profissionais que colocam a mão na massa para fazer por eles mesmos diversos equipamentos. Com o apoio do Governo do Estado, o projeto Face Shield for Life 3D produziu o desdobramento e formação de outras iniciativas em todo o estado, a exemplo do CoronaVidas, ambos articulados pelas secretarias de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), da Saúde (Sesab), de Desenvolvimento Econômico (SDE), da Educação (Sec), de Planejamento (Seplan), Casa Civil e Corpo de Bombeiros. Atualmente, 16 cidades já foram contempladas com EPIs que ajudam a proteger contra a transmissão do coronavírus.
Salvador, Guanambi, Ilhéus, Itabuna, Jequié, Ipiaú, Jitaúna, Vitória da Conquista, Feira de Santana, Bom Jesus da Lapa, Lauro de Freitas, Valença, Alagoinhas, Irecê, Barreiras e Cruz das Almas são as cidades em que o projeto está em andamento. Lançado no dia 21 de março, através de uma iniciativa de professores e voluntários, o Face Shield conta com uma rede acadêmica de apoio, a qual envolve a Escola Bahiana de Medicina, as universidades estaduais, como Uneb, Uefs, Uesc e Uesb, bem como universidades e institutos federais baianos, como no caso do IFBA, UFOB, UFSB, UFBA e UFRB. A equipe reúne e convida os “makers”, ou seja, produtores, para que utilizem suas impressoras 3D na produção de protetores faciais, equipamentos essenciais para minimizar o risco do contágio do vírus que causa a doença Covid-19.
Os protetores faciais já estão nas mãos de agentes de saúde dos hospitais Couto Maia, Prado Valadares, Regional de Guanambi, Geral de Ipiaú, Geral de Vitória da Conquista, Costa do Cacau, Cleriston Andrade, Santa Helena, além da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Jequié, Maternidade Santa Casa São Judas Tadeu e no Centro de Doenças Renais. A secretária da Secti, Adélia Pinheiro, comenta sobre a importância de ter um o Ecossistema de Inovação unido para o mesmo propósito. “Esta equipe unida tem nos ajudado com a missão de alcançar a meta, que é produzir 10 mil equipamentos para serem entregues, gratuitamente, a profissionais de saúde de hospitais públicos e privados. Já temos impressoras 3D rodando em instituições de ensino, empresas e residências em diversos municípios da Bahia, além de Rio de Janeiro e São Paulo”, destaca.
Governo da Bahia cria canal de recursos educacionais digitais em parceria com universidades para educadores e estudantes
A Secretaria da Educação do Estado (SEC) está aportando uma série de novos conteúdos no Portal da Educação (www.educacao.ba.gov.br) para ampliar as possibilidades de acesso de estudantes e professores da Educação Básica e do Ensino Superior a conhecimentos, por meio de Recursos Educacionais Digitais (RED), produzidos pelas 12 Instituições Públicas de Ensino Superior (IES) na Bahia. Para tanto, foi criado o Canal das Universidade. Esta é mais uma ação estratégica adotada pela SEC, por meio de um amplo diálogo e parceria com as IES, no contexto de suspensão das aulas presenciais nas escolas e universidades, diante do enfrentamento à pandemia do Coronavírus.
O Canal das Universidades está hospedado no Portal da Educação, na chamada Plataforma Anísio Teixeira, que já contém mais de 10 mil RED, onde se destacam as aulas do Ensino Médio com Intermediação Tecnológica (EMITEC), com acesso livre por qualquer computador, notebook, tablete ou celular. O Canal das Universidades pode ser acessado pelo link do Portal da Educação ou pelo link direcionado à Plataforma Anísio Teixeira (http://pat.educacao.ba.gov.br/home/ipes). Neste primeiro momento, as comunidades escolar e acadêmica terão acesso a uma série de conteúdos educacionais, como cursos, vídeo aulas, sequências didáticas e cartilhas, entre outros conteúdos que estarão agrupados na Plataforma Anísio Teixeira e que foram disponibilizados pelas 12 instituições públicas de Ensino Superior da Bahia (UNEB, UEFS, UESB, UESC, UFBA, UFOB, UFRB, UNILAB, UFSB, UNIVASF, IFBAIANO E IFBA), com links para seus respectivos ambientes. Na segunda etapa, o canal ganhará mais funcionalidades, permitindo uma melhor usabilidade por parte dos educadores, além de poder receber conteúdos multimídia.
Instituições vão ajudar na aquisição e confecção de EPIs para os municípios
Durante uma reunião virtual promovida pela
– Amurc, nesta segunda-feira, 30, para o combate ao Coronovírus (Covid-19), as instituições como a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), o Instituto Arapyaú e o Sul da Bahia Global se comprometeram em ajudar na compra ou confecção de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para os municípios da região.
As principais necessidades apontadas pelos gestores municipais, segundo o secretário executivo da Amurc, Luciano Veiga, estão a falta de kits para a realização de testes, EPIs, a falta de leitos de UTIs e repasses do Governo do Estado da Bahia. Ao mesmo tempo, os municípios reclamam da dificuldade de encontrar fornecedores para compra desses materiais.
Nesse sentido, a Amurc está realizando algumas ações, como a organização de compra conjunta de EPIs e materiais necessários no combate ao vírus. Já foi feito uma análise de fornecedores e cada município está fazendo o levantamento de suas demandas (EPIs e materiais) para compras coletivas. Aliado isso, está sendo feito uma ação junto às secretarias de Educação para fornecimento de alimentação, (recursos da merenda escolar) para alunos que estão em casa.
Tele Coronavírus 155 começa a funcionar para atender a população gratuitamente na Bahia
A população da Bahia passa a contar, a partir de hoje (24), com o Tele Coronavírus 155, que vai prestar orientação e esclarecimentos à população, com rapidez e agilidade, durante à pandemia do novo coronavírus. O serviço, que passa a funcionar das 7h às 19h, é gratuito e fruto de uma parceria entre o Governo do Estado, a Universidade Federal da Bahia (UFBA) e a Fiocruz Bahia. Através do número 155, estudantes do quinto e sexto ano de medicina, supervisionados por médicos, irão orientar a população, evitando a circulação de pessoas que não precisam de atendimento em unidades de saúde, neste primeiro momento.
Segundo o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro, o Governo do Estado tem articulado parcerias estratégicas para o enfrentamento do coronavírus e recebeu este importante apoio da UFBA e da Fiocruz, com o envolvimento de diversas universidades baianas. “Trabalhamos, inclusive, para garantir que o serviço fosse disponibilizado através de um número de três dígitos, o 155, para que as pessoas possam memorizar com mais facilidade”.
O secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, explica que os estudantes de medicina, devidamente capacitados, irão escutar as demandas e fazer a orientação, de acordo com o protocolo oficial adotado pela Sesab e Ministério da Saúde. “Ao receber uma ligação, o estudante alimenta uma plataforma e esse dado é utilizado para os registros na área de saúde, para auxiliar na gestão e na assistência à saúde”.
A Covid 19 segue insaciável pelo mundo e no Brasil
Edinelvan Batista Lima
É muito confortável a quem não tem que dividir diariamente o transporte público coletivo superlotado com outras pessoas, vir a público para pedir calma e para que as pessoas não entrem em pânico. Sim, com carros, aviões, helicópteros institucionais e individuais à disposição, entendo a calma, somente não concordo! Gostaria de ver a mesma calma se estes tivessem que dividir o “buzu” com 60/70 pessoas ou dividir o m² com mais 8 pessoas dentro de um metrô que comporta 400/500 pessoas.
Aos chefes institucionais, não é nada oportuno nesse momento preocupar-se apenas com a saúde do seu empregado/trabalhador/servidor, mas é preciso ter a sensibilidade de perceber que por trás desse guerreiro/guerreira tem uma família que em sua maioria é constituída de pessoas consideradas de grupo de risco, como idosos, gravidas/gestantes e crianças menores de 2 anos.
Vale lembrar que esses mesmos chefes também tem família, mas o grau de riscos aos quais estão expostos e expõem seus familiares são mitigados e bem menores devido a comodidade e conforto que possuem.
Não pedimos que desliguem suas máquinas e fechem suas fábricas, empresas e instituições e parem tudo, mas apenas tenham bom senso de tomarem medidas que venham a calhar e contribuir para que não tenhamos um surto de proporções incontroláveis.
Com obras paralisadas UFSB, aguarda liberação de verbas do MEC

Obras no campus/reitoria estão paralisadas
A Universidade Federal do Sul da Bahia ainda aguarda a confirmação do desbloqueio de recursos anunciadas hoje pelo Ministério da Educação (veja nota abaixo). A UFSB foi a instituição que mais teve a verba contingenciada pelo MEC e ao todo perdeu 54% do Orçamento previsto para o ano de 2019. Antes do corte, a instituição tinha R$ 33 milhões e, agora, tem R$ 17 milhões. A instituição aguarda a liberação imediata de cerca de R$ 3 milhões de reais, recurso que será destinado para pagamento de contratos e principalmente reforma e manutenção predial.
Por conta do corte de verbas, a UFSB paralisou obras nos campi de Itabuna, numa área cedida pela Ceplac onde funcionará a reitoria, o Instituto de Humanidades, Artes e Ciência e Centros de Formação em Tecnociência e Inovação e Agroflorestais; e em Porto Seguro e Teixeira de Freitas,
Pesquisadores usam modelo de epidemia zumbi para estudar propagação de rumores e fake news
Que a disseminação de notícias falsas e rumores alcançou um nível inédito em muitos processos políticos ao redor do mundo, isso é indiscutível. As análises para entender de quais formas essa propagação ocorre rendem pesquisas em diferentes campos da ciência. O artigo Rumor propagation meets skepticism: A parallel with zombies, publicado na revista EuroPhysics Letters (EPL) pelos professores Jeferson Arenzon (UFRGS) e Marco Antônio Amaral (UFSB, Campus Paulo Freire) mostra um estudo no qual os autores empregam um modelo de simulação para entender fluxos de rumores e informações mentirosas. O modelo epidemiológico escolhido tem crescente aplicação em pesquisas da Física Estatística e daSociofísica e remete a um pesadelo vindo direto da cultura pop: o zumbi. O problema da propagação das notícias falsas pode ser comparado, de modo figurado, a uma doença que consome cérebros a la “Madrugada dos Mortos” (1978), o clássico filme de horror de George Romero.
Um dos variados usos de modelagens da Sociofísica está na epidemiologia, na qual uma simulação ajuda a compreender as fases de contágio de uma doença em uma população de acordo com muitos parâmetros, como a agressividade do causador da enfermidade, fatores do cenário do contágio e as medidas para o controle, por exemplo. Quanto mais consistente e articulado esse modelo, mais útil ele será para o planejamento de ações eficazes, com redução de custos e de danos – o que pode gerar valiosos conhecimentos para a gestão em muitas áreas. É comum a criação de toy models, que são as simulações que não abordam assuntos reais e que servem para testar a consistência matemática e os limites de hipóteses e de equações derivadas ordinárias, por sua vez usados para simular diversas dinâmicas populacionais. Esses toy models ajudam a atualizar modelagens mais antigas ao inserir novos parâmetros e, com isso, fazer avançar a área. Um dos mais famosos toy models é o contágio que leva ao apocalipse zumbi em filmes, jogos eletrônicos, quadrinhos e livros: apesar de ser um fenômeno ficcional, vem servindo como base para muitos estudos recentes.
Eduardo Salles defende cotas regionais para universidades estaduais e federais da Bahia
Permitir que estudantes de municípios vizinhos às unidades da UNEB (Universidade Estadual da Bahia), UESC (Universidade Estadual de Santa Cruz), UESB (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia), UEFS (Universidade Estadual de Feira de Santana) e as federais UFBA (Universidade Federal da Bahia), UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia) e UFSB (Universidade Federal do Sul da Bahia) tenham acrescido à média final da nota do ENEM o percentual de 15% ao disputarem vaga nas referidas instituições é o objetivo da indicação feita pelo deputado estadual Eduardo Salles aos reitores dessas instituições. A UFOB (Universidade Federal do Oeste da Bahia) já possui política similar.
O parlamentar apresentou a Indicação ao reitor da UNEB, José Bites de Carvalho, que afirmou enxergar na proposta “um fator de fortalecimento das relações e da possibilidade maior de que todo pessoal da região tenha prioridade no acesso aos cursos de graduação, o que vai favorecer o fortalecimento da produção e formação das pessoas locais”.
Eduardo Salles cita que as cotas regionais já são adotadas pelas universidades federais de Alagoas, Amazonas, Pernambuco e do Oeste da Bahia.
Projeto “Juntos pelo Rio Cachoeira” mobiliza comunidade

O Instituto Federal da Bahia, Campus Ilhéus, realizará no sábado, dia 10 de agosto, mais uma etapa do projeto “Juntos pelo Rio Cachoeira”, que promove mensalmente mutirões de plantio de mudas, com o objetivo de recuperar, em vários pontos, as matas ciliares das margens do rio. O evento tem o apoio de outras Instituições e empresas da região como UESC, UFSB, FTC, CEPLAC, Barry-Callebaut, EMASA, EMBASA, Tiro de Guerra, MESB, Rotary, Biofábrica, AMURC, Prefeitura de Itabuna e Lions Club.
A atividade acontece das 8h às 11h, com início na Rua do Prado, no bairro da Conceição, beirando o Rio Cachoeira, até o Condomínio Real Ville. O ponto de encontro será a Praça dos Capuchinhos, no Bairro da Conceição, às 7h30, na cidade de Itabuna. Durante o evento, além do plantio das mudas, serão realizadas oficinas sobre hortas orgânicas, plantas medicinais e saúde.
Amurc articula audiências sobre o corte de verbas nas instituições de Ensino Federal

Com o objetivo de ampliar a participação da sociedade civil organizada e expandir o debate sobre o contingenciamento de verbas nas instituições de Ensino Federal nos municípios da região, a Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste Baiano – Amurc, a Câmara de Vereadores de Itabuna e representantes das instituições articularam, ações em conjunto para a realização de uma série de audiências públicas na região.
A ideia é realizar a primeira audiência pública em Itabuna, em uma data que será agendada pelas instituições, e depois expandir a proposta para os municípios de Ilhéus, Uruçuca, Porto Seguro e Teixeira de Freitas. Ainda foi definido no encontro, que as pessoas que estiveram presentes na reunião, possam multiplicar entre os seus pares, a importância de participação de todas as instituições da sociedade civil, tendo em vista que o impacto gerado com o corte de verbas nas unidades de ensino afeta toda a região.
Para fortalecer o debate, presidente da Amurc, Aurelino Cunha destacou que vai convidar os prefeitos para fazer parte das audiências públicas, juntamente com os secretários municipais e vereadores, além dos deputados estaduais e federais. “Temos que nos unir para que possamos cobrar mais recursos para a educação”, sinalizou o gestor. No final das audiências, será elaborada uma carta de reivindicações para ser enviada à União dos Municípios da Bahia – UPB, Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e ao Ministério da Educação.












