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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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Mais de 20 artistas baianos selecionados para exposição que estimula reflexão sobre o Nordeste

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“A Nordeste de que?”, a provocação do artista cearense Yuri Firmeza foi o que motivou a exposição À Nordeste, que o Sesc 24 de Maio, em São Paulo, recebe entre 15 de maio e 25 de agosto. Com curadoria de Bitu Cassundé, Clarissa Diniz e Marcelo Campos, À Nordeste reúne um conjunto de 343 trabalhos, de diversas linguagens e suportes, do barro aos memes, criações singulares de 160 artistas, quase todos nordestinos, mas não exclusivamente. Artistas de contextos e linguagens diversas, mas com um ponto em comum: uma produção pulsante, que problematiza os imaginários que se tem acerca do Nordeste. A crase em À Nordeste surge como elemento desafiador do estereótipo regionalista, pois evita o artigo definido — e, com ele, uma identidade unívoca — de “o Nordeste”.

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“Com esse conjunto riquíssimo, diverso e heterogêneo de obras e artistas, não temos qualquer pretensão em apresentar ao público o que é o Nordeste hoje, mas, sim, o que é estar à Nordeste. Sob essa perspectiva, lançamos luz sobre jogos políticos e estéticos, marcados por contraposições em relações às hegemonias, centralidades e, inclusive, outras periferias”, afirma Clarissa Diniz. Os curadores revisitaram as nove capitais nordestinas e várias cidades do interior. “Iniciamos essas viagens e visitas a campo no segundo semestre do último ano, em pleno processo eleitoral. Neste período, o Nordeste vivenciou um momento um tanto quanto singular, revigorante, de contraposição a uma ideia de Brasil que acabou prevalecendo naquele contexto”, pontua Diniz. “Pudemos ver um Brasil em transformação, a partir de um Nordeste de muitas lutas, mobilizações e reivindicações em torno de suas questões”, completa Bitu Cassundé.

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Gonschä Chocolat é produzido em Itacaré com cacau 100% orgânico

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Daniel Thame

 

Foi amor à primeira vista. O casal Romain Gonçalves, francês filho de portugueses, e Helen Schaly, brasileira descendente de alemães, foi apresentado a um fruto de cacau durante uma feira de alimentos em São Paulo. Em 2014, em busca de mais qualidade de vida, já estavam residindo em Itacaré, no Sul da Bahia. No ano seguinte, adquiriram a Fazenda Pancadinha, no mesmo município, com uma área 27 hectares, sendo 20 hectares de cacau.

Era o primeiro passo para a realização do sonho que nasceu naquele primeiro contato com o cacau: a  produção de chocolate. “Sempre fomos consumidores de produtos orgânicos, dentro de uma filosofia de vida saudável e respeito à natureza e decidimos que a nossa produção de cacau seria orgânica”, conta Helen.

Romain (esquerda) e os cuidados na seleção das amendoas

Romain (esquerda) e os cuidados na seleção das amendoas

Com a colheita 100% orgânica, a fábrica de chocolate foi instalada em meio à plantações de cacau. Nascia, em 2019, o Gonschä Chocolat, um autêntico produto tree to bar (da árvore à barra), lançado oficialmente no Chocolat Festival, realizado em abril na Bienal do Ibirapuera, em São Paulo.

Fábrica de chocolate na plantação de cacau

Fábrica de chocolate na plantação de cacau

“Decidimos investir na produção de chocolates, já que a gente cuida desde a plantação até a colheita e manejo das amêndoas. Processamos esse cacau, que é de ótima qualidade, e fazemos um chocolate premium,  que tem alto valor agregado”, explica Romain. A unidade tem capacidade de produção de 16 quilos por dia, com potencial de ampliação.

 

Hellen e o preparo do chocolate

Hellen e o preparo do chocolate

O Gonschä Chocolat é produzindo nas versões com 90%, 70% e 40% de  cacau; 70% com laranja, 40% com castanha de caju, 35% chocolate branco, e 35% chocolate branco com nibs.

 

O VERDADEIRO CHOCOLATE

 

O chocolate do Sul da Bahia em busca de novos mercados

O chocolate do Sul da Bahia em busca de novos mercados

A meta é atingir inicialmente o mercado baiano, mas já existem projeções para comercialização em São Paulo, onde o Gonschä foi bem recebido no festival, Rio de Janeiro e demais estados do Sul/Sudeste, onde está o principal mercado consumidor, posteriormente o exterior. “Existe uma demanda por produtos de origem, com foco na sustentabilidade. O Sul da Bahia, com a imagem mundial de Jorge Amado, a história, a biodiversidade e os investimentos na qualidade do cacau, tem pelas condições de se consolidar como polo de chocolate”, destaca Romain. “As pessoas vão se acostumar a consumir o verdadeiro chocolate e valorizar a produção ´tree to bar´ (da árvore à barra) e ´bean to bar´ (da amêndoa à barra), com elevados teores de cacau”, diz.

 

Helen ressalta ainda que “o nosso cacau vai pra Europa e volta como chocolate, um produto muito mais caro. É preciso  um trabalho permanente de valorização e divulgação da produção sul baiana, que tem um chocolate com características únicas no mundo”. “Toda a cadeia produtiva do Sul da Bahia se beneficia com a produção de cacau e chocolate de qualidade”, finaliza.

As novidades da Gonschä podem ser acessadas  no Instagram  @gonschachocolat e em breve será lançado  o site www.gonschachocolat.com.br

Festival em São Paulo amplia visibilidade do cacau e chocolate do Sul da Bahia

WhatsApp Image 2019-04-16 at 18.30.55O Chocolat Festival de São Paulo, com a participação de expositores de todo o país, apresentou, no último final de semana, a expertise da produção de amêndoa de cacau e chocolate de qualidade, alinhada às inovações do segmento que mais cresce devido ao grande valor agregado aos produtos. Do Sul da Bahia, 17 produtores de cacau e chocolate contaram com o apoio do Sebrae em Ilhéus para participar do evento, que antecipa o Festival Internacional do Chocolate, em Ilhéus, previsto para o período de 18 à 21 de julho.

marco lessaO coordenador do evento, Marco Lessa destacou que o festival foi o primeiro a acontecer no ano, com uma grande estrutura e a presença de cerca de 120 expositores da Bahia. “Foi uma prévia do que vai acontecer em Ilhéus, quando estão previstos novos chefs de cozinha internacionais, a visita de chocolateiros de São Paulo, que vai refletir no aumento do turismo regional”, afirmou.

Da região Sul da Bahia, mais de 40 marcas de chocolate de origem foram expostas no Festival, marcando um grande momento de expansão e consolidação do cacau e chocolate de qualidade no Sul do Brasil. O resultado é fruto de parcerias institucionais, a exemplo do Sebrae, que a através do projeto Derivados de Cacau e Chocolate, tem contribuído com a promoção de pesquisas de análise setorial, que comprovam demanda de mercado para amêndoa premium, com a perspectiva para a produção e comercialização do entre os produtores da região.

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Os camaradas Marinho

comunismo

Aeroporto do Congonhas. Retornando do Chocolat Festival São Paulo. Uma moça me aborda pra empurrar uma dessas promoções em que você  “ganha” uma malinha molambenta de no máximo 100 reais, mas em compensação paga quase 400 reais pela assinatura anual de duas revistas. Despesas de Correio, porque as revistas também são de graça, dizem, com o melhor dos sorrisos.

Ou a melhor das caras de pau.

Então tá.

Quando notei que as revistas em questão eram da Globo, mais pra me livrar da moça do que por ser verdade (não sou tão sectário assim), perpetrei:

-Moça, eu sou do PT, não assisto, nem leio, nem ouço nada da Globo.

E ela, com as duas mãos no bolso(naro?)

-Mas senhor, a Rede Globo também é petista…

Vôo rápido. Adios Sunpolo. I Am to go back to Bahia.

 

Chocolate de origem do Sul da Bahia conquista consumidores de São Paulo

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Na semana que antecede a Páscoa, com a tradição dos ovos de chocolate, São Paulo recebeu o Chocolat Festival, realizado de sexta a domingo na Bienal do Ibirapuera.  O evento que teve o apoio do Governo da Bahia, recebeu cerca de 20 mil pessoas e gerou R$ 5 milhões  em negócios, abrindo um novo e importante mercado para o chocolate de origem produzido no Sul do Estado. O setor  cresce 30% ao ano, com uma enorme demanda, em função da qualidade e   com teores de amêndoas que variam de 50% até 100% de cacau, num produto de grande valor agregado.

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“A avaliação é altamente positiva. Passamos três anos  planejando o festival e como o cacaueiro também frutifica em três anos, chegou o momento de expandir e consolidar o chocolate de origem afirmou o coordenador do evento Marco Lessa”. “As marcas chegam a São Paulo de forma madura, com qualidade, embalagens atraentes”. “O resultado disso é que muitos consumidores disseram que não precisam mais comprar produtos premium da Europa, o que demostra a potencialidade dos nossos produtos  como negócio sustentável”, disse.

 

Durante três dias, além da Feira do Chocolate, com mais de 40 marcas de origem do Sul da Bahia, o festival teve atividades como o Fórum do Cacau, Biofábrica de Cacau, Cozinha Show, Bean to Bar (da amendoa ao chocolate), ChocoDay, Ateliê do Chocolate e Cozinha Kids, um espaço especial para degustação e elaboração de chocolates, que fez a alegria das crianças.

ATRAÇÃO DE NOVOS MERCADOS

gerson marques

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Henrique Almeida chocolat SP

Gerson Marques, que produz  o Chocolate Yrerê e também atua no setor de turismo rural, destaca que” Como primeiro festival em São Paulo do chocolate de origem da Bahia, ele cria condições para futuros eventos. Os produtores  estão muito satisfeitos com a exposição e as vendas realizadas e as perspectivas de novos negócios”. “Um sucesso de público e de negócios. Estamos chegando com força onde sonhamos e trabalhamos pra isso, que é o mercado paulista, que também pode ser a porta de acesso ao mercado internacional”, disse Henrique Almeida, do Chocolate Sagarana.

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Helen Schaly

leo maiaMarly Brito, que produz um mix  de café, cacau e chocolate, destacou “recebemos muita visitação durante os três dias e comercializamos a totalidade dos produtos, além de garantir vendas futuras”. “Essa é uma oportunidade de aproximar o chocolate de qualidade do público paulista, que passa a perceber de um produto de origem com alto teor de cacau para o chocolate comum”.       Helen Schaly, da Conschá Chocolate, que é produzido numa unidade na própria fazenda, em Itacaré.  Já Leo Maia, do Chocolate Maia,  afirmou  que “foi  muito proveitoso, com um ótima aceitação para nossos produtos, especialmente o mel de cacau, que é o nosso carro chefe”.

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Em junho, acontece em Ilhéus, o Festival Internacional do Cacau e Chocolat, o Chocolat Bahia, considerado o maior evento do gênero no país, que movimenta os setores de agroindústria, comércio, lazer, serviços e turismo.

Produção de chocolates de origem impulsiona turismo no Sul da Bahia

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Uma região celebrizada em todo o mundo pelas obras magistrais do escritor Jorge Amado com seus coronéis, jagunços, trabalhadores, etc. e cenários de fantasia como o Vesúvio de Nacib e Gabriela, o Bataclan de Maria Machadão e suas moçoilas dadivosas e o universo único das fazendas de cacau. A esse universo, que faz do Sul da Bahia um local que encanta pessoas do Brasil e do Exterior, soma-se um emergente polo de produção de chocolates de origem, com mais de 40 marcas apresentadas e comercializadas no Chocolat Festival, realizado no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.

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Um pouco desse cenário mágico está sendo mostrado no estande do Governo da Bahia no evento, que inclui modelos de barcaça e fermentação de cacau, mudas de cacaueiros produzidos pela Biofábrica e uma exposição fotográfica com a história do chamado fruto de ouro, desde os maias até sua chegada ao Sul da Bahia.

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O secretário estadual de Turismo, Fausto Franco afirma que “a criação do polo chocolateiro vai potencializar o setor, agregando um produto de excelência, com a rica história do cacau, às belezas naturais, com praias exuberantes, Mata Atlântica preservada e um grande patrimônio cultural e arquitetônico, que já fazem de Ilhéus e Itacaré destinos turísticos que atraem pessoas do Brasil e do Exterior”.

 

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Além de incentivar a produção de cacau de qualidade e chocolates de origem, o Governo da Bahia implantou a Estrada do Chocolate, a primeira rota temática do Estado. São 44 quilômetros entre a primeira fábrica do chocolate caseiro, localizada no Distrito Industrial de Ilhéus, e o entroncamento com a BR 101, no município de Uruçuca, num trajeto que inclui fazendas de cacau e as belezas naturais como rios, cachoeiras e áreas de preservação ambiental. A rota também passa pelas fábricas do parque moageiro de cacau, no Distrito Industrial de Ilhéus, fazendas/fábrica de chocolate gourmet, a Estação Rio do Braço, sede do antigo distrito de Ilhéus e a Biofábrica do Cacau.

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Para Marco Lessa, coordenador do Chocolat Festival, que produz chocolates premium em Ilhéus, destaca que “o Sul da Bahia tem de grande diferencial em relação a outras regiões do mundo, porque depois que as pessoas conhecem o chocolate feito com cacau baiano, ele vivencia um pouco da nossa rica história, o compromisso com a conservação ambiental”. “O chocolate associado ao turismo, oferece experiências únicas, num pacote completo que vai da gastronomia ao convívio com a natureza. A agroindústria e o turismo são alternativas efetivamente viáveis para o desenvolvimento regional”, afirma Lessa.

 

Biofábrica expõe nova tecnologia de produção de mudas de cacau no Chocolat Festival em SP

biofA Biofábrica de Cacau participa da primeira edição do Chocolat São Paulo 2019, na Bienal. O festival leva à capital paulista marcas de chocolate de origem e representações da cadeia produtiva, como a Biofábrica, que representa a origem com sua produção de mudas de cacau.

Os visitantes podem visitar o estande e conhecer a tecnologia Biofábrica até domingo (14). A instituição participa do evento em parceria com o Governo do Estado da Bahia, por meio das secretarias de Desenvolvimento Rural, de Turismo e de Desenvolvimento Econômico.

Para simbolizar a abertura do evento, uma muda de cacau produzida pela Biofábrica foi plantada na Bienal. “Para nós é uma honra representar a Bahia na produção de mudas de cacau, expondo nossa tecnologia para visitantes de várias partes do mundo e gerando oportunidades de negócios para nosso estado, que é o maior produtor de cacau do Brasil”, destaca o diretor presidente da Biofábrica, Lanns Almeida.

O secretário de Turismo da Bahia, Fausto Franco, visitou o estande da Biofábrica e ressaltou a importância de ter a instituição no Chocolat São Paulo. “É muito importante o governo da Bahia estar apoiando o festival e divulgar o chocolate e o cacau para o Brasil e para o mundo, fomentando o turismo e levantando a curiosidade dos visitantes para conhecer a Costa do Cacau. A parceria com a Biofábrica agrega ainda mais valor. Agradeço à Biofábrica por somar forças para divulgar o nosso cacau para o mundo”.

Chocolat Festival em São Paulo terá expositores de 40 marcas do Sul da Bahia

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O chocolate de origem do Sul da Bahia, produzido com algumas das melhores amêndoas do mundo, chega a São Paulo com a realização do Chocolat Festival São Paulo, que acontece entre os dias 12 e 14 de abril, no pavilhão da Bienal do Ibirapuera. O evento, que tem o apoio do Governo do Estado, reunirá 72 expositores, entre eles 40 marcas do chocolate da Região Cacaueira, no Sul do Estado. Entre as marcas, chocolates produzidos pela agricultura familiar, a exemplo do Bahia Cacau, que tem investimentos do Bahia Produtiva, programa que incentiva a qualificação, aumento da produtividade, capacitação de mão de obra e comercialização.

marco lessa 1Além da exposição e venda de chocolates, o festival terá uma ampla programação com experiências sensoriais, uma série de atividades culturais, exposição A História do Chocolate, cursos e palestras como ChocoDay, Cozinha Show, Espaço Kids e Fórum do Cacau, com chocolatiers e palestrantes do Brasil e do Exterior.

De acordo com o coordenador do Chocolat Festival São Paulo, Marco Lessa, “o desafio é muito grande e nossa expectativa é de que o evento abra espaço para o chocolate de origem do Sul da Bahia no maior mercado consumidor do país”.

“O evento vai alinhar duas áreas importantes, a produção de cacau e chocolate e o turismo. A Bahia precisa acelerar o processo de expansão e consolidação do polo chocolateiro, com profissionalização do setor e um trabalho permanente de promoção no Brasil e no Exterior”, disse.

Bahia é destaque na feira de turismo WTM Latin América

Bahia na WTM_Foto Setur

A promoção da Bahia ganha destaque na sétima edição da WTM Latin America, aberta nesta terça-feira (dia 02), no Expo Center Norte, em São Paulo. Com mais conteúdo, proporcionado por fóruns, como o de Mulheres no Turismo, a feira oferece grande quantidade de expositores internacionais, além de uma ampla agenda para a indústria de viagens corporativas.

Secretario Fausto Franco na abertura da WTM_Foto Setur

A programação segue até o dia 4 de abril, com diversidade de temas e o prêmio Turismo Responsável. Desde 2016 a WTN apresenta crescimento no número de visitações únicas. Estão presentes cerca de 600 expositores de 50 países. A América Latina está quase toda representada, com exceção da Venezuela e da Bolívia. Há também novos expositores como China, Moscou e Caribe.

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