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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

maio 2026
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:: ‘Japão’

Wagner embarca para o Japão e China e busca novos negócios para a Bahia

 

 O governador Jaques Wagner viaja neste sábado (18) para o Japão, acompanhado de Paulo Guimarães, superintendente de Desenvolvimento Econômico da Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração (Sicm), e executivos do Estaleiro Enseada do Paraguaçu (EEP) e da Kawasaki Heavy Industries Ltd. (KHI). No Japão, Wagner terá reuniões com executivos do Grupo Kawasaki, um dos quatro acionistas e parceiro tecnológico do Estaleiro Enseada do Paraguaçu (EEP), localizado em Maragojipe, no Recôncavo Baiano.

Durante sua passagem pelo Japão, Wagner irá visitar, na cidade de Sakaide, um dos estaleiros da Kawasaki e manterá contato com 24 funcionários do EEP que estão recebendo treinamento no Japão, dos quais 20 são oriundos da Bahia, principalmente do Recôncavo Baiano. O governador vai aproveitar a viagem ao Japão para conhecer de perto os profissionais baianos que estão sendo treinados naquele país. “A Bahia passa por um momento importante de desenvolvimento da indústria, e a tecnologia que está sendo implantada pelo EEP é fundamental para isso. Estamos satisfeitos com o avanço da obra, que já foi 50% concluída e emprega milhares de pessoas da região. Do total de profissionais contratados, 64% são do Recôncavo Baiano”, lembrou o governador.

De Sakaide, no dia 22, Wagner segue para Kobe, onde se localiza a sede do Grupo Kawasaki, para participar de seminário em que apresentará as potencialidades da Bahia. No dia seguinte (23), Wagner viaja para Tokyo, onde se encontra com o presidente do Grupo Kawasaki, Shigeru Murayama. Na manhã do dia 24, o governador embarca para a China, e, naquele país, manterá contato com executivos de duas empresas do segmento automobilístico interessadas em instalar uma unidade fabril na Bahia. Uma das empresas planeja fabricar veículos de passeio, e a outra, utilitários de pequeno porte. Executivos de ambas as empresas já estiveram na Bahia, no final do ano passado, para prospectar o mercado e avaliar a infraestrutura e as condições oferecidas pelo governo baiano. Além de reuniões com empresas do ramo automobilístico, Wagner também se reúne com executivos do segmento de máquinas pesadas.

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Mas que fãs da porra ela tem!!!

Uta e os presentes dos fãs: a turma do ´cinco contra um`mandou ver…

A atriz pornô japonesa Uta Kohaku fez um pedido exótico aos seus fãs. Uta usou a conta do Twitter para pedir que os seus admiradores enviassem “provas” de seu amor por ela. Em menos de dez dias, a atriz recebeu mais de 100 garrafinhas com líquido seminal, devidamente identificadas com os nomes de seus doadores. As amostras serão utilizadas na produção “Coleta de Sêmen 2”, estrelada por Uta e que está em fase de produção desde o dia 20 de dezembro.
Em uma foto rodeada pelas garrafinhas, a atriz mostrou que tem senso de humor, ao postar a foto em que aparece cercada das “doações” de seus fãs. Ela comentou ainda que cuidaria dos presentes como se fossem seus próprios filhos. “Coleta de Sêmen 2” ainda não tem data de estreia prevista. (com informações do  Huffington Post).

Boa viagem: São Paulo dá olé e carimba passaporte do Timão

Médicos baianos discutem direito de morrer com dignidade

O Hospital da Sagrada Família celebra a passagem do Dia do Médico com a realização de uma palestra sobre um dos temas mais palpitantes da atualidade: o direito de morrer com dignidade e os aspectos bioéticos relacionados à morte. A palestra será às 20 horas, nesta quinta-feira (17 de outubro), no Hotel Vilamar, em Amaralina, com entrada franca. A abordagem do tema será feita pelo médico Waldo Robatto, professor aposentado da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia (UFBA), membro da comissão técnica do Conselho Regional de Medicina (Cremeb) e autor do livro intitulado “Eutanásia: sim ou não?”.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) lançou, em agosto último, a Resolução 1.995/12, que define critérios para que o paciente possa estabelecer com o seu médico os limites terapêuticos na fase terminal de vida. A medida é considerada um importante avanço, pois dá ao paciente o direito de se expressar se é favorável a submeter-se a tratamentos considerados invasivos ou dolorosos, em casos clínicos no estágio terminal.

Na argumentação do CFM, a Resolução assegura o respeito ao desejo do paciente, cumprindo-se a sua vontade nos casos em  que a utilização de meios artificiais para o prolongamento da vida não se justificam sob o ponto de vista bioético. O tema será amplamente discutido na palestra do Dr. Waldo Robatto, com detalhes sobre o chamado testamento vital, lei em vigor em países como Espanha, Alemanha, Argentina, Estados Unidos e Japão, avanço histórico introduzido agora no Brasil.

Flamengo tem maior torcida do mundo, aponta pesquisa

o time é capenga, mas a torcida é show

O Flamengo tem a maior torcida do mundo, de acordo com pesquisa feita pelo instituto argentino Gerardo Molina-Euromericas e divulgada nesta segunda-feira pela imprensa local.
De acordo com a pesquisa, o Flamengo tem 39,1 milhões de torcedores pelo mundo todo, superando Chivas (33,8 milhões) e América (29,4 milhões), ambos do México, que são segundo e terceiro colocados, respectivamente.

O Corinthians vem em quarto, com 28 milhões de torcedores espalhados pelo mundo, de acordo com o estudo. A pesquisa aponta ainda o Boca Juniors como o time que possui maior torcida dentro de um país se comparada às dos rivais. Ele é o time preferido de 46,8% dos argentinos. O Flamengo, por exemplo, é o time preferido de 25% dos brasileiros.

A pesquisa foi feita por consultorias contratadas no Brasil, Argentina, México, Espanha, Alemanha, Itália, Inglaterra, Portugal, França, Holanda e Japão. (do UOL)

CORRIDA DO OURO: NUNCA FOI TÃO FÁCIL

o ouro tá na mão

Egito, Bielorussia, Nova Zelandia, Honduras e agora Coréia do Sul. Depois, México ou Japão.

 Essas são as potencias que a Seleção Brasileira enfrentou e vai enfrentar para conquistar a inédita Medalha de Ouro nos Jogos Olímpicos de Londres.

 Nenhuma seleção de ponta da Europa, nenhuma forte seleção da África.

 O caminho do ouro nunca foi tão fácil para Neymar e Cia.

 

 

Produção do cacau na Bahia encanta chocolateiros internacionais

Marvilleuse! (Maravilhoso!) Esse foi o adjetivo usado pelo pesquisador da Cirad, Philippe Bastide, e pelo criador e organizador do Salon du Chocolat de Paris, François Jeantet, para classificar o cacau produzido na Bahia, depois de dois dias de visitas à Ceplac e a fazendas da região. O sistema de produção e pós-colheita diferenciados, a qualidade das amêndoas, e a sustentabilidade social e ambiental foram enfatizados pelo secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, que na terça-feira, acompanhou a comitiva composta por 34 chocolatiers da França, Espanha, Portugal, Bélgica, Itália, Dinamarca, Japão, Costa do Marfim e São Thomé e Príncipe à Fazenda Santa Cruz, no distrito de Taboquinhas, no município de Itacaré, onde eles conheceram in loco todo o processo produtivo do cacau, com ênfase no beneficiamento.

“Este é um momento importante para Bahia, pois estamos trazendo os mais famosos chocolateiros do mundo, que são formadores de opinião, para conhecer uma fazenda modelo, que produz com tecnologia de ponta”, disse Eduardo Salles, destacando que o objetivo do governo é fazer com que o cacau deixe de ser vendido apenas como commoditie, e passar a vender a amêndoa com valor agregado. Além disso o objetivo da vinda dos produtores de cacau é demonstrar que a Bahia pode ser um fornecedor confiável de cacau, e atrair para o Estado indústrias de chocolate gourmet. “Temos grande mercado consumidor de chocolate, com potencial para crescer”, destacou Salles.

“Já visitei a Bahia, e fiquei encantado com a paixão com que o cacau é produzido. Agora retorno com meus amigos, para que eles conheçam também”, disse François Jeantet, criador da marca Salon du Chocolat, afirmando ainda que “sinto o renascimento do cacau, muito ligado ao meio ambiente”.

Jeantet destacou que “a Bahia reúne todas as condições para produzir chocolates finos, e a vinda de chocolateiros internacionais para investir em fábricas aqui é questão de tempo”. Segundo ele, “temos que andar passo a passo”.

De acordo com Philippe Bastide, que trabalha em conjunto com a Ceplac, “a Bahia é modelo extraordinário de como se produzir cacau”. Ele considera muito importante o fato do Estado, através dos órgãos dos governos federal e estadual, ter encontrado soluções técnicas e genéticas para superar a vassoura-de-bruxa. “O Brasil está se tornando o País mais interessante para produzir cacau”, analisou.

Chocolateira de Paris, Anne Benoit, declarou que “é importante conhecer o processo de produção do cacau brasileiro. A gente percebe os cuidados com que é feita a plantação, colheita e secagem. Além disso, existe a preocupação com a conservação da natureza. Tudo isso é fundamental para a produção de chocolates finos”.

Também de Paris, Chloe Dutra-Roussel, percebeu que “a Bahia possui grandes propriedades rurais onde se produz grande variedade de cacau, o que não é comum em outros países produtores. Superada a crise gerada pela vassoura-de-bruxa, os cacauicultores estão trilhado novos caminhos”.

 

Chocolateiros internacionais conhecem em Ilhéus o diferencial do cacau baiano

O cacau no Brasil leva a marca da agricultura sustentável, com o sistema cabruca, sendo responsável também pela preservação da Mata Atlântica. Esse foi um dos diferenciais do cacau baiano mostrado à delegação de chocolatiers internacionais, composta por 27 europeus, dois africanos, dois asiáticos, além de três brasileiros, que visitaram nesta segunda-feira (2) a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), acompanhados pelo secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles.

O chefe do Centro de Pesquisas do Cacau/Ceplac, Adonias de Castro, apresentou as atividades da instituição, enfatizando o potencial competitivo do produtor baiano e brasileiro. “Mostramos aos chocolateiros e jornalistas internacionais que há no Brasil uma estrutura de produção de cacau capaz de oferecer ao mercado um produto que atenda aos diferentes segmentos com chocolates de variedades de cacau, como se faz com o vinho”, explicou Adonias.

Para o secretario estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, “este é um momento histórico para o cacau da Bahia, em que chocolateiros do mundo todo vem conhecer a realidade brasileira e a qualidade do cacau que produzimos, abrindo novos mercados. Além disso, vamos alavancar a cultura do cacau, incentivando a produção de amêndoas destinadas a chocolates finos. Nossa meta é atingir, a médio prazo, a produção de 400 mil toneladas de cacau/ano, suprindo a crescente demanda mundial, apoiando a agroindustrialização, além de contribuir para tornar o Brasil autossuficiente na produção de cacau, reduzindo ou eliminando a importação do produto”. Nós temos o melhor cacau do mundo, e queremos produzir aqui o melhor chocolate do mundo”, disse.

SUPORTE TECNOLÓGICO
Na visita à Ceplac os produtores de chocolate da França, Espanha, Portugal, Bélgica, Itália, Dinamarca, Japão, Costa do Marfim e São Thomé e Príncipe, viram que a Bahia possui suporte institucional para o desenvolvimento científico e tecnológico, e rápida difusão de informações para os produtores, a fim de que estes se habilitem a satisfazer as exigências do mercado, atendendo aos diferentes desejos e necessidades dos consumidores.
“Esse suporte que demonstramos aos visitantes é o diferencial competitivo da Bahia e do Brasil, em comparação aos países concorrentes”, disse Adonias.

O chefe do Centro de Pesquisa do Cacau da Ceplac enfatizou que “a vinda dos chocolateiros internacionais à Bahia para participar do Salon do Chocolat da Bahia é muito importante para que eles conheçam, in loco, a nossa capacidade de produzir cacau, e torná-los admiradores do cacau baiano, já considerado o melhor do mundo, ganhador, por dois anos consecutivos, de concursos internacionais no Salon du Chocolat de Paris”.
Adonias de Castro lembrou que, ao longo de quase 150 anos, o produtor de cacau na Bahia foi capaz de praticar o desenvolvimento sustentável, que é mantido até hoje como uma prática de vanguarda.
Vindo do Pará, o cacau chegou à Bahia em 1867, sendo plantado pela primeira vez na Fazenda Cubículo, em Canavieiras, às margens do Rio Pardo, expandindo-se em volta de Ilhéus. Essa cultura gerou uma economia sustentável, e na safra de 1977/78 chegou a exportar 967 milhões de dólares, figurando entre os principais produtos da pauta de exportações brasileira.

Para Durval Libânio, presidente do Instituto Cabruca e da Câmara Setorial Nacional do Cacau, “o sul d Bahia tem condições de produzir um chocolate gourmet, e essa troca de experiência com chocolateiros de países com tradição no setor é muito importante. Além disso, estamos aproximando essa região dos chocolateiros europeus, já que a Bahia tem a melhor logística do cacau no mundo, com estradas, porto, aeroporto, dentre outras instalações”.
Ele analisou ainda que “existe hoje no mundo um déficit de 150 mil toneladas/ano de amêndoas de cacau para a produção de chocolates finos, com teor acima de 60% de cacau”.
Durval afirmou ainda que além do mercado externo, é preciso promover também o consumo interno de chocolate gourmet, a partir de variedades de cacau (gran cru) com amêndoas selecionadas e bem cuidadas em todo o processo de produção. “Hoje, temos no sul da Bahia variedades como o cacau Maranhão, Catongo, Parazinho e o clone PS 1319, ideais para a produção de chocolates finos”, disse ele.

SABOR DIFERENCIADO
“Além de adquirir amêndoas, vamos divulgar o cacau baiano na Europa. O sul da Bahia produz um cacau especial, único no mundo, amenolado, com sabor diferenciado e que agrada ao paladar europeu”, disse o chocolateiro francês Jean Pierre Bensaid, revelando estar feliz com a oportunidade de conhecer fazendas de cacau na Bahia, a infraestrutura e o processo de produção. Ele assegurou que existem condições concretas para colocar no mercado mundial o chocolate de pura origem da Bahia.

Também francês, Jean Pierre Dujon-Lombard declarou que “o consumidor europeu aprecia o cacau fino, e o Brasil deve se inserir entre os grandes produtores desse tipo de chocolate. É importante conhecer o processo de plantio, colheita e fermentação nas fazendas baianas. Nós buscamos harmonizar chocolates de países diferentes, e aqui no Sul da Bahia vamos aproveitar e harmonizar o cacau com produtos como pimenta, cupuaçu, maracujá e graviola”.
Ele disse que os chocolateiros franceses buscam também utilizar produtos que respeitem a relação natureza/ser humano, como acontece no Brasil, onde não há exploração nem dos recursos naturais nem dos trabalhadores.

FÁBRICA DE CHOCOLATE
Depois da palestra realizada no auditório do Centro de Treinamento da Ceplac, os chocolateiros internacionais visitaram os laboratórios e a fábrica de chocolate da instituição, uma unidade de produção de liquor de chocolate destinado à pesquisas, treinamento e incubação de mini, pequenas e médias empresas produtoras de chocolate.

Após a visita à instituição, a comitiva almoçou no Restaurante Bataclan, conhecido no mundo inteiro através dos romances de Jorge Amado. Á tarde,o grupo visitou o Festival Internacional do Chocolate, encerrado nesta segunda-feira no Centro de Convenções de Ilhéus. Nesta terça-feira (3), o grupo visitará a Fazenda Santa Cruz, para conhecer de perto como o cacau baiano é produzido.
As atividades dos chocolatiers e jornalistas internacionais fez parte da programação do Salon du Chocolat da Bahia, que pela primeira vez está acontecendo na América Latina e em um país produtor de cacau.

BRASIL PASSA REINO UNIDO E É A 6ª. MAIOR ECONOMIA DO MUNDO

O Brasil deve superar o Reino Unido e se tornar a sexta maior economia do mundo ao fim de 2011, segundo projeções do Centro de Pesquisa Econômica e de Negócios (CEBR, na sigla em inglês) publicadas na imprensa britânica nesta segunda-feira.

Segundo a consultoria britânica especializada em análises econômicas, a queda do Reino Unido no ranking das maiores economias continuará nos próximos anos com Rússia e Índia empurrando o país para a oitava posição.

O jornal “The Guardian” atribui a perda de posição à crise bancária de 2008 e à crise econômica que persiste em contraste com o boom vivido no Brasil na rabeira das exportações para a China.

O “Daily Mail”, outro jornal que destaca o assunto nesta segunda-feira, diz que o Reino Unido foi “deposta” pelo Brasil de seu lugar de sexta maior economia do mundo, atrás dos Estados Unidos, da China, do Japão, da Alemanha e da França.

Segundo o tabloide britânico, o Brasil, cuja imagem está mais frequentemente associada ao “futebol e às favelas sujas e pobres, está se tornando rapidamente uma das locomotivas da economia global” com seus vastos estoques de recursos naturais e classe média em ascensão. (do UOL)

 

 

O BAILE





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