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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘Bahia Faz Ciência’

Estudantes baianas desenvolvem perfume em formato de bastão

De perfume o brasileiro entende e muito. Pelo menos é o que garante uma pesquisa publicada pela Euromonitor International. Os dados mostram que o Brasil é o segundo país consumidor de perfumes, atrás apenas dos Estados Unidos, movimentando cerca de R$ 18 bilhões por ano.
Pensando no potencial deste mercado, as estudantes Alinne Sousa e Graziely dos Santos, do Colégio Estadual de Tempo Integral Professora Célia Oliveira Leite, localizado no município de Ibipeba, desenvolveram um perfume em formato de bastão à base de óleo de coco (Cocos nucifera), cera de candelila (Euphorbia antisyphilitica), manteiga de karité (Vitellaria paradoxa) e óleos essenciais.

Com orientação da professora ?Ianca Rocha e coorientação do professor Rodrigo Coutinho, a ideia surgiu após o grupo observar que no Brasil há predominância de fragrâncias em formatos líquidos, sendo que no mercado internacional as grandes marcas já trabalham com o formato em bastão.
“Surgiu a ideia de desenvolver algo parecido (com o exterior), mas que tivesse um teor de hidratação também muito intenso, porque a nossa pele não consegue exalar o perfume se ela não tiver hidratada, então a gente queria algo que hidratasse e perfumasse, por isso que a base do perfume tem muitas manteigas e óleos”, diz a professora.

As jovens cientistas, que tiveram destaque no Encontro Estudantil da Secretaria da Educação, contam que o produto foi feito de forma artesanal, ainda que utilizando as ferramentas disponíveis no laboratório da escola. Elas detalham como se deram as principais etapas para desenvolvimento do produto.

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Jovens cientistas de Itororó produzem sabonete à base de capim-limão

Projeto desenvolvido no ambiente escolar utiliza matéria-prima acessível
Muito popular no Brasil, o capim-limão (Cymbopogon citratus), também conhecido como capim-santo, chamou atenção das estudantes Thaís Oliveira e Sabrina Lopes, do Centro Territorial de Educação Profissional Médio Sudoeste Eurides Evangelista Pinto, no município de Itororó. Ao pesquisar as propriedades da planta, as jovens tiveram a ideia de desenvolver um sabonete utilizando esta matéria-prima.
A iniciativa deu tão certo que o produto desenvolvido foi destaque no Encontro Estudantil da Secretaria da Educação. A professora orientadora da dupla, Laise Estefanes, conta que o pensamento era criar um sabonete, de forma sustentável, que não prejudicasse tanto o meio ambiente, como acontece com os disponíveis no mercado.
“Nosso produto tem como diferencial o uso de capim-limão cultivado na horta da própria escola, garantindo uma matéria-prima natural e de fácil acesso. Priorizamos a sustentabilidade, com recursos disponíveis no ambiente escolar, incentivando o aproveitamento consciente e a educação ambiental”, afirma.

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Estudantes do semiárido criam suplemento alimentar para gado à base de moringa

A estiagem que afeta o semiárido na maior parte do ano é um dos principais desafios para os criadores de gado dessa região, principalmente para pequenos produtores que enfrentam dificuldades com recursos financeiros para alimentar os seus rebanhos. Neste período em que a vegetação perde folhas e o capim seca, produtores precisam recorrer a rações externas ou até mesmo reduzir o tamanho dos rebanhos.

Esse problema estimulou os estudantes Lívia Lopes e Pedro Henrique, do Colégio Estadual de Tempo Integral de Igaporã, a buscarem uma solução alternativa para a alimentação bovina. Os jovens cientistas, orientados pelos professores Poliana Cardoso e Robson Costa, desenvolveram um suplemento alimentar à base de moringa (moringa oleifera).

“A ideia surgiu a partir da dificuldade de nutrição animal no semiárido baiano por parte de pequenos produtores que não têm fundos para aquisição de insumos industrializados. A moringa desponta como uma solução, pois é uma planta de fácil cultivo, baixo custo de produção e que se adapta muito bem a realidade do semiárido, além de ser rica em proteínas, ferro, cálcio e vitaminas A e C”, explica Lívia.

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Estudantes baianos criam bioplásticos à base de abacate, milho e mandioca

O Brasil é o quarto maior produtor de plásticos do mundo, atrás de Estados Unidos, China e Índia. A posição no ranking, revelada pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF), traz consigo uma série de problemas ambientais, já que o plástico é um dos maiores desafios no tratamento do lixo e coleta de resíduos.
Os bioplásticos, que têm potencial para substituir parcialmente as embalagens plásticas, é uma das soluções para amenizar o problema. Com foco nesse desafio, os estudantes Keyslla Santos e Riquelme Cordeiro, do Colégio Estadual de Tempo Integral Professora Ana Lúcia Aguiar Viana, em Barra da Estiva, criaram três tipos diferentes de bioplásticos à base de milho (Zea mays), mandioca (Manihot esculenta) e abacate (Persea americana).
A professora Joseane Morais, orientadora da dupla, conta que o projeto buscou valorizar matérias-primas acessíveis no território de identidade da Chapada Diamantina, onde está localizado o município. “Observando que o milho e a mandioca são ricos em amido e que o caroço do abacate, geralmente descartado, também pode fornecer amido, desenvolvemos três bioplásticos distintos para comparar suas propriedades e potencial sustentável”, diz.

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Estudantes criam álbum de figurinhas para valorizar mulheres cientistas

Iniciativa lúdica une popularização da ciência, protagonismo
estudantil e valorização das mulheres

Por Erick Issa

Os dias 11 de fevereiro e 8 de março são representativos. Enquanto em fevereiro é festejado o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, pouco menos de um mês depois o mundo celebra as mulheres. Essas são datas de celebração, mas, acima de tudo, de conscientização em torno de importantes lutas, como o combate à desigualdade de gênero e à violência contra a mulher, a sub-representação em espaços de poder e o estímulo à participação feminina em profissões que por anos foram restritas a homens.
Um bom exemplo de como pequenas ações podem contribuir nessa conscientização vem da cidade de Cafarnaum, localizada no semiárido baiano, no território de identidade de Irecê. Foi lá, no Colégio Estadual de Tempo Integral Imaculada Conceição, que as estudantes Francine Araújo e Ticiane Araújo, orientadas pelos professores Diogo Pires e Elaine Montino, criaram o álbum de figurinhas “As Cientistas Incríveis”.
A ideia surgiu a partir das discussões sobre gênero realizadas no clube de ciências da escola. “Observávamos o desinteresse de muitos jovens pelas áreas STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática) e, ao mesmo tempo, a baixa representatividade feminina nos materiais didáticos e nas referências apresentadas em sala de aula. Diante disso, pensamos em criar uma ferramenta lúdica e acessível que unisse popularização da ciência, protagonismo estudantil e valorização das mulheres cientistas”, afirmam os professores.

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Estudantes utilizam mamona para criar inseticida que combate pragas em lavoura

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As perdas na produção agrícola por conta de pragas representam um prejuízo de mais de R$ 60 bilhões por ano, segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Para ajudar agricultores familiares no combate a essas pragas na cultura de alface (Lactuca sativa), os estudantes Caíque Santos, Amanda Santos e Larissa Freitas, do Colégio Estadual de Tempo Integral Professora Ana Lúcia Aguiar Viana, de Barra da Estiva, criaram um inseticida à base de mamona (Ricinus communis).

Os jovens cientistas contam que a ideia nasceu após diálogos com pequenos produtores. “A professora Joseane Morais, que é nossa orientadora, estimulou para que a gente buscasse soluções para problemas enfrentados pela comunidade local. Foi então que fizemos pesquisas e conversamos com moradores da região, que relataram dificuldades no controle de pragas, como formigas e lagartas, nas plantações de alface”, afirma Caíque Santos.

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Jovens cientistas criam goma à base de hibisco para auxiliar no controle da hipertensão

A hipertensão é uma patologia que atinge cerca de 60 milhões de brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde. Ao perceber que sua avó fazia parte dessa estatística, Juliana Thayslen Carvalho, estudante do Colégio Estadual Professora Aurivaldina Joazeiro, localizado em Itamaraju, decidiu criar uma goma funcional à base de hibisco para auxiliar no controle da pressão arterial. O projeto, desenvolvido para a feira de ciências da escola, combina hibisco, passiflora, valeriana e camomila, plantas conhecidas por suas propriedades relaxantes e antioxidantes.

Ao ver o sofrimento da sua avó, Juliana iniciou pesquisas sobre plantas com propriedades anti-hipertensivas. “A partir desse problema, meu amigo e eu decidimos pesquisar plantas com propriedades que auxiliassem na redução natural da pressão arterial. Foi assim que encontramos a passiflora, a valeriana, o hibisco e a camomila. O hibisco já fazia parte da nossa rotina. Ao confirmarmos sua eficácia como um redutor natural da pressão arterial, decidimos torná-lo o ingrediente principal do nosso produto”, diz.

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Jovens cientistas apresentam projetos na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

Popularizar a ciência ao destacar as potencialidades dos biomas baianos e valorizar os saberes dos povos originários e das comunidades tradicionais. Esses são os principais objetivos da 21ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) na Bahia. O evento, organizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), ocorre em várias regiões do estado até dia 18 de outubro. Nesta quarta-feira (16), no Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC), aconteceu a primeira atividade na capital, que reuniu estudantes, professores, empreendedores, pesquisadores e outros públicos.

Ao longo do dia, o público teve a oportunidade de visitar a Trilha Bahia Faz Ciência, onde foram apresentados projetos inovadores desenvolvidos por estudantes da rede pública, utilizando os biomas para soluções criativas. O evento contou com rodas de conversa sobre “Saberes Ancestrais, Tecnologia e Biomas” e “Biomas, Saberes Tradicionais e Mudanças”. Além disso, os visitantes puderam explorar espaços sensoriais que destacaram a biodiversidade dos biomas Caatinga, Mata Atlântica e Cerrado, que fazem parte do território baiano.

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Estudantes do Sul da Bahia desenvolvem sabonete que acelera cicatrização

Na diversa vegetação que o Brasil possui, encontramos plantas que, além de terem características anti-inflamatórias, são cicatrizantes. Uma equipe do Centro Estadual de Educação Profissional Álvaro Melo Vieira, localizado em Ilhéus, Sul da Bahia, desenvolveu um sabonete a partir do óleo residual de duas dessas folhas com propriedades curativas, a babosa (Aloe Vera) e a penicilina (Alternanthera brasiliana) com intuito de beneficiar pessoas que sofrem com problemas de cicatrização lenta.

Segundo o orientador do projeto, professor Paulo Pires, o produto estimula a reparação mais rápida dos tecidos lesados. Para isso, o primeiro passo na fabricação do sabonete é extrair o óleo das plantas e, em seguida, combiná-los com base de glicerina, soda cáustica, água e aromatizantes em medidas adequadas, resultando em um produto com pH apropriado para uso e boa capacidade de formação de espuma.

Ainda de acordo com a equipe, o projeto ainda está em fase de aprimoramento. “A alternanthera brasiliana, conhecida por “terramicina”, “penicilina” ou “perpétua do mato”, é uma das plantas medicinais utilizadas no tratamento de diversas patologias, com ação curativa comprovada, porém o nosso produto, a partir do óleo residual da folha dessa planta, ainda não foi testado para o uso medicinal”, explica o orientador.

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Estudantes de Ilhéus usam antenas parabólicas para construir fogão solar de baixo custo

O custo do gás representa uma preocupação significativa para inúmeras famílias. Segundo o Sindicato dos Revendedores de Gás da Bahia (Sindrevgas), os recentes ajustes de preços em 2023 elevaram o valor médio do botijão de 13 kg para uma faixa entre R$123 e R$125, o que impacta o orçamento de muitas famílias. A situação ressalta a importância de buscar alternativas seguras ao uso do gás. Por isso, os estudantes Alan Santos, Felipe Santos e Micael Marcelo dos Santos, do Centro Estadual de Educação Profissional do Chocolate Nelson Schaun, localizado em Ilhéus, orientados por Geraldo Porto, desenvolveram um fogão solar.

Segundo o orientador, o fogão solar opera com base em princípios fundamentais da óptica geométrica. “O equipamento concentra a luz solar por meio de uma superfície côncava e espelhada. Esse design permite que os raios solares sejam direcionados e convergidos para um ponto focal específico, onde conseguimos, no ponto focal, a temperatura de aproximadamente 400 º C, suficiente para o cozimento de alimentos”.


Para desenvolver o produto, a equipe usou materiais de baixo custo e que seriam descartados. “Utilizamos duas antenas parabólicas com um raio de, aproximadamente, 30 cm, que estavam sem uso e prestes a serem descartadas. Após a limpeza superficial nas duas antenas, lavamos e lixamos suas superfícies. O procedimento da primeira antena foi colocar uma manta espelhada em sua superfície fixada com cola adesiva. Já na segunda antena, polimos para que ficasse bastante reflexiva e espelhada, o que gerou melhor rendimento térmico”, explica.

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