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Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

abril 2026
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:: ‘Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb)’

Reitor da Uesc assume presidência do Fórum de Reitores das Universidades Estaduais da Bahia

Alessandro Fernandes ressalta o fortalecimento da articulação

entre as universidades estaduais e o Governo do Estado

O reitor da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), professor doutor Alessandro Fernandes, tomou posse, nesta terça-feira, 13 de janeiro de 2026, na presidência do Fórum de Reitores das Universidades Estaduais Baianas, colegiado que reúnem, além da Uesc, a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uesf), a Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb).

O professor Alessandro Fernandes sucede o reitor Luiz Otávio de Magalhães, da Uesb. Durante o ato de posse, ocorrido em Salvador, o novo presidente destacou como prioridades o fortalecimento da articulação entre as universidades estaduais e o Governo do Estado, com foco na consolidação das atividades finalísticas das instituições e na contribuição direta para o desenvolvimento da Bahia. Também ressaltou a importância do diálogo permanente com as representações de classe das respectivas universidades.

 

Ao comentar a transição, o reitor da Uesc elogiou o trabalho desenvolvido pelo antecessor, professor Luiz Otávio, e enfatizou que a força do Fórum reside na união das quatro universidades estaduais, que, segundo afirmou, constituem, em conjunto, “um patrimônio da sociedade baiana”. Esta é a segunda vez que o professor Alessandro Fernandes assume a função de presidente do Fórum de Reitores das Universidades Estaduais Baianas.

Estudo premiado integra pesquisa e extensão no estudo de poluentes em colônias de abelha sem ferrão

Um projeto investiga os efeitos da poluição nas populações de espécies polinizadoras no Sul da Bahia. O resultado mais recente foi a premiação do trabalho apresentado pela acadêmica Geanne de Jesus Silva, com orientação da professora Leila Oliveira Santos e colaboração da professora Tácia Costa Veloso e do professor Caio Silva Assis Felix (UFBA) no Simpósio de Meliponicultura dos Biomas: Caatinga, Cerrado e Mata, ocorrido em setembro deste ano em Vitória da Conquista, na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB).

O projeto Impactos da poluição atmosférica sobre as abelhas Melipona mondury Smith 1863 (Hymenoptera: Apidae) é realizado pela coordenadora, professora Leila Oliveira Santos, pela coorientadora, professora Tácia Costa Veloso e pela bolsista e discente do Bacharelado Interdisciplinar em Ciências, Geanne de Jesus Silva. O objetivo é despertar o interesse pela cultura e sustentabilidade, promovendo a conscientização do público-alvo sobre questões ambientais, focalizando o incentivo à reflexão sobre a redução do impacto ambiental das atividades humanas nas populações de abelhas. Para esse fim, as pesquisadoras e extensionistas desenvolveram atividades de coleta e análise de dados e ações extensionistas junto a escolas da região. No âmbito da pesquisa, o interesse esteve em realizar a análise de contaminação do mel por metais.

No âmbito da extensão, as ações tiveram a intenção de sensibilizar a comunidade sobre a importância das abelhas sem ferrão; demonstrar os impactos dos poluentes atmosféricos sobre as abelhas e o meio ambiente, bem como disseminar a informação dos resultados através de oficinas em escolas públicas e demais comunidades externas. As responsáveis pelo projeto também atuaram para promover atividades práticas e teóricas sobre meliponicultura e estimular a troca de conhecimentos entre pesquisadores, estudantes e profissionais. O público de interesse incluiu discentes, docentes, técnicos administrativos e terceirizados da UFSB, estudantes de escolas públicas, pesquisadores e professores e comunidade externa interessada em sustentabilidade e meliponicultura, com certificação nos minicursos e ações abertas à participação em geral.

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Governo garante promoção da carreira para professores das quatro universidades estaduais

A política de valorização dos servidores estaduais é resultado de um trabalho de gestão comandado pelo governador Jerônimo Rodrigues focado no diálogo com as diferentes categorias para discussão e atendimento de demandas. Na área da Educação, os resultados positivos já aparecem. Ao todo, serão contemplados com a promoção na carreira 530 professores das quatro universidades estaduais: Universidade do Estado da Bahia (Uneb),  Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) e Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs).

A medida está no conjunto de Projetos de Lei (PL) elaborados pelo Governo do Estado e aprovados pela Assembleia Legislativa da Bahia (Alba). Isso significa a mudança de classe dos professores e, consequentemente, benefícios financeiros. Os docentes universitários poderão, ainda, fazer a conversão da licença-prêmio em vantagem financeira (pecúnia). Além disso, como todas as carreiras da administração direta e indireta, terão o reajuste linear de 4%, retroativo a fevereiro de 2023.

A carreira do magistério superior está estruturada em cinco classes de professores: auxiliar, assistente, adjunto, professor titular e professor pleno. Eles serão contemplados imediatamente com as suas promoções, considerando os processos já tramitados e prontos para publicação. Com isso, outros professores também poderão ser atendidos com as vagas liberadas a partir dessas promoções, de acordo com o fluxo normal em cada universidade.

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Uesc sedia 5º Encontro Territorial Baiano de Educação do Campo

 

O 5º Encontro Territorial Baiano de Educação do Campo marca o início das atividades do Programa de Formação de Educadores do Campo (Formacampo) para o ano de 2023. O evento coordenado pela professora Arlete Ramos dos Santos será realizado na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) nos dias 10, 11 e 12 de maio.

O Formacampo é um programa de extensão da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), como ação do Grupo de Estudos e Pesquisas Movimentos Sociais, Diversidade e Educação do Campo e Cidade (Gepemdecc/PPGEd/Uesb), em parceria com a Uesc, Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e Universidade Estadual da Bahia (Uneb/Lapa).

O objetivo do Formacampo é realizar estudos sobre políticas educacionais para a Educação do Campo em interlocução com a agroecologia e propiciar socialização de pesquisas e experiências dos profissionais que atuam na educação do campo e da agricultura familiar.

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Pesquisadores baianos criam sistema que ensina programação através de narrativas interativas

eHoje o mercado de programação é uma das áreas mais aquecidas no país. Segundo a startup GeekHunter, as vagas no setor de tecnologia da informação (TI) tiveram um aumento de 310% só no ano de 2020. Apesar disso, aprender linguagem de programação não é uma tarefa simples. Por isso, os alunos Natália Pinheiro e Euler Lima, orientados pela professora Maísa Lopes, desenvolveram a Biblioteca de Programação NineJs, um sistema para ensinar a programar de maneira leve e didática.

O projeto, que tem o apoio da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), une a programação com narrativas interativas. O intuito é fazer com que o estudante aprenda de uma forma diferente. “O objetivo é desenvolver uma história e depois programar para que o usuário possa interagir com ela, decidir o rumo da história. O legal é que saímos um pouco das atividades tradicionais de programar que envolvem apenas problemas matemáticos e mostramos a necessidade do pensamento lógico em todas as áreas da nossa vida”, explica Maísa Lopes.

A Biblioteca de Programação NineJs, que tem o Certificado de Registro de Programa de Computador, concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), é focada no público iniciante. “Pegamos o JavaScript, que é uma linguagem muito popular e ensinamos programação. Então, o aluno não aprende uma linguagem só para fazer narrativas interativas, ele aprende o JavaScript. A pessoa pode usar o conhecimento para resolver outros problemas”, diz Natália Pinheiro.

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Professora desenvolve inseticida e fitoterápicos à base de produtos naturais

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“O uso das plantas medicinais na cura de doenças é uma prática antiga e encontra-se em expansão por todo o mundo”. É o que afirma Simone Gualberto, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), que estuda a criação de inseticidas e fitoquímicos à base de plantas do Semiárido Baiano. Segundo a pesquisadora, essa vegetação, apesar de ser pouco estudada com esta finalidade, é muito utilizada no tratamento de enfermidades das comunidades carentes da região e também para o controle de vetores de doenças. Agora, junto ao seu grupo do Núcleo de Pesquisa em Química Aplicada, a professora busca obter informações sobre o perfil químico e farmacológico dessas plantas, com o objetivo de gerar desenvolvimento da economia regional e sustentável, através do manejo adequado das espécies, além de promover a criação de novos fitoterápicos e inseticidas naturais, que podem gerar novas patentes para o país.

bfc (1)De acordo com Simone, o estudo das plantas do Semiárido trará informações úteis para ampliar o conhecimento acerca das características biológicas das espécies, possibilitando o uso sustentável para a promoção da saúde. “Nossa intenção é investigar espécies da Caatinga ainda pouco estudadas, gerando um banco de dados com informações úteis sobre elas, com acesso livre para a comunidade científica e não-científica. O maior acesso a essas informações contribuirá para o uso sustentável dessas espécies e, consequentemente, para a conservação da biodiversidade”, declarou.

A pesquisadora ressalta que a busca por produtos eficientes, seguros e menos tóxicos caracteriza o grande interesse dos pesquisadores, pois doenças como a Dengue, Zika e Chikungunya, que são transmitidas por vetores, podem ser diminuídas com a eliminação desses insetos. Ela lembra também que produtos de origem vegetal são ótimas alternativas para o controle desse tipo de infestação, pois oferecem uma maior segurança no uso e, ao mesmo tempo, são mais seletivos, biodegradáveis, economicamente viáveis e de baixo impacto ambiental. Entre as plantas utilizadas atualmente, a professora ressalta que algumas aromáticas como hortelã, manjericão, alecrim, orégano, poejo, entre outras, são utilizadas para a criação de inseticidas, constituídos por moléculas voláteis, que podem promover, de forma natural, a adaptação das espécies ao ambiente onde se encontram.

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Universidades e televisões públicas nordestinas lançam programa de TV

univercienciaO ‘Univerciência’ é o primeiro programa brasileiro de TV aberta e Internet, produzido em parceria entre universidades públicas e TVs públicas nordestinas, com foco na promoção, na popularização e na difusão da ciência. Na Bahia, o programa vai ao ar pela TVE aos sábados, às 14h30, com horários alternativos às segundas-feiras, às 20h, e quartas-feiras, às 7h30. A cerimônia virtual de lançamento acontece neste sábado (22), às 10h, com transmissão ao vivo pelo canal do Youtube da emissora e exibição do episódio de estreia na mesma plataforma.

Criado em 2020 pela TV UESB (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia), o ‘Univerciência’ transformou-se, a partir da parceria entre a TVE Bahia e universidades públicas espalhadas pelo Nordeste, em um conteúdo colaborativo com alcance e repercussão nacional, através da veiculação em TV’s públicas, educativas, culturais e universitárias, e nos canais das emissoras e das universidades na Internet.

Na primeira temporada serão exibidos 15 programas de 26 minutos, que trazem resultados do conhecimento e saberes nas Universidades na relação com o cotidiano da população nordestina. A produção, articulação, exibição e distribuição do ‘Univerciência’ será feita pela TVE Bahia e os conteúdos produzidos pelas próprias universidades nordestinas terão apresentação, produção e edição final da TV UESB.

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Professora utiliza “erros” como ferramenta para ensinar língua espanhola

bfcUm método incomum para ensinar língua estrangeira foi desenvolvido para ser uma forma mais efetiva de fazer diversos estudantes aprenderem a falar espanhol. A diferença é que desta vez a aprendizagem funciona através dos erros. A professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), Íris de Souza, que acaba de lançar um livro sobre a língua espanhola, afirma que trabalhar em cima dos erros cometidos pelos estudantes pode ser a melhor forma de fazê-los aprender. “O que é certo ensinar? Aquilo que é o contrário de errado? E o erro, o que é mesmo?”. São com esses questionamentos que a professora traça um novo caminho para que docentes e alunos possam utilizar de uma nova metodologia de aprendizagem.

De acordo com Íris, o livro teve origem na dissertação de mestrado que buscava analisar formas de ensinar um idioma. “O material está destinado a professores de línguas, alunos e para pessoas apaixonadas pelo espanhol. Com isso, ressaltamos uma metodologia de ensino-aprendizagem que foca em temas do cotidiano dos discentes. O que as pessoas costumam chamar de ‘erro’, dentro desta metodologia, é um elemento fundamental para a construção da aprendizagem, pois não aponta as falhas produzidas pelos aprendizes e nem faz paralelos com a língua em sua norma culta e gramática correta. O foco aqui é efetivar a aprendizagem de forma contínua, o ato de errar torna-se fundamental, visto que só erra quem tenta, e ao estimularmos que os alunos tentem sem medo do erro, conseguimos avançar no conhecimento, que é o objetivo principal de qualquer pessoa que se dispõe a aprender outro idioma”, declarou.

A autora do livro “Nadar contra correnteza: navegar com o erro promovendo-o de antagonista a protagonista nas aulas de língua espanhola como língua estrangeira” afirma que a inspiração para criar o projeto veio ao longo da carreira como professora. “Durante minha trajetória em sala de aula, pude observar que a intimidação e o medo de errar, cotidianamente, influenciava nos processos de aprendizagem. Ignorando a possibilidade de errar, conquistamos a confiança e estimulamos os alunos a irem ainda mais longe, pois só comete erros aqueles que se esforçam, quem se lança no processo de aprender sem temor e, assim, essa pessoa consegue avançar no conhecimento”, destacou.

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Estudantes criam aplicativo para gerenciar produção leiteira na Bahia

aplicativoUm grupo de estudantes da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) desenvolveu um aplicativo, chamado Daily Milk, capaz de mensurar a produção leiteira dos fazendeiros e assim otimizar mão de obra e economizar diversas matérias-primas. De acordo com uma das idealizadoras do projeto, Maiara Santos, estudante de Agronomia, o app é equipado com um sistema de sensores de identificação e medição da produção de leite individual, que, diariamente, ordenha sem alterar a rotina do produtor para que ele tenha dados precisos sobre a sua produção diária, mensal e anual, além de indicativos de mastite e relatórios. “Queremos levar facilidade na operacionalização e assertividade na tomada de decisão para promover a eficiência, aumento de produção e qualidade de vida dos fazendeiros”, disse.

Segundo Maiara, a inspiração para desenvolver o trabalho começou em 2018, devido ao número baixo de produtores que fazem controle leiteiro diário e individual. “Começamos a conversar com produtores e agricultores familiares sobre essa problemática e percebemos que isso ocorria devido à ineficiência da atividade, por ser uma prática trabalhosa e ser necessário pesar o leite e anotar cada vez que a vaca produz diariamente, além da demanda de tempo e mão de obra. Então decidimos juntar os nossos conhecimentos de agronomia com computação e começar a pensar na solução para esse problema”, explicou Maiara, ao ressaltar que o grupo foi finalista do prêmio Arlindo Fragoso de inovação do CREA-BA, em 2018, e no início deste ano, o grupo responsável pela criação do Daily Milk foi para São Paulo participar da Campus Mobile, um concurso da USP em parceria com o Instituto Claro, do qual também foram premiados como um dos finalistas. “Em agosto desse ano, a gente participou do Acelera ESALQ/USP, onde conseguimos o segundo lugar da premiação”.

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Centro Educacional em Firmino Alves doa frutas e hortaliças cultivadas em projeto agroecológico para a comunidade

falves 1O Projeto Agrofloresta, desenvolvido pelo Centro Educacional Monteiro Lobato, no município de Firmino Alves, está rendendo bons frutos para a comunidade escolar. A iniciativa, que tem o objetivo de promover o estudo da Biologia e de outros componentes curriculares por meio da lida com a terra, resultou em uma bela plantação de frutas e hortaliças que, neste período da pandemia e com a suspensão das aulas, chega à mesa de muitos estudantes e de suas famílias.

“Usamos a colheita de frutas e hortaliças na alimentação escolar. Mas agora, com a pandemia, os cinco membros da Comissão de Meio Ambiente e Qualidade de Vida na Escola se revezam para realizar a manutenção do local, devidamente equipados com máscaras. A colheita é higienizada e distribuída para as famílias dos estudantes mais carentes”, comentou a gestora da escola,  Sandra Helena.

De acordo com a professora de Biologia, Bianca Viana, o projeto foi inspirado no projeto Sete Cascas, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), relacionado à Agroecologia. “Fizemos uma visita técnica na universidade e este projeto despertou nos estudantes a ideia de elaborar um sistema agroecológico e de hidroponia na escola. Conseguimos, com a universidade e a comunidade local, algumas mudas e os jovens começaram a fazer estudos sobre o solo, sombreamento e espécies nativas, incluindo plantas medicinais”, afirmou.

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