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livros do thame




Daniel Thame, jornalista no Sul da Bahia, com experiência em radio, tevê, jornal, assessoria de imprensa e marketing político danielthame@gmail.com

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:: 13/abr/2024 . 9:31

Um exemplo para Ilhéus

 

Cléber Isaac Filho

 

O Parque Marinho da Cidade Baixa, em Salvador,  é um projeto que precisa ser exaltado e tenho divulgado em todos espaços que posso.

Em especial aqui no site  Cacau e Chocolate coloco como exemplo para ser seguido por Ilhéus; cidade que não explora todo seu potencial de ser a cidade com a maior faixa litorânea (maior que do as de alguns Estados).

E em especial porque vai valorizar as comunidades tradicionais da região e não só o meio ambiente.

Segue transcrição de partes do projeto escrito pelo seu  coordenador, o Professor José Rodrigues :

“Salvador possui aproximadamente 50 km de litoral, sendo boa parte desta extensão voltada para a Baía de Todos os Santos.

 

 Trata-se aqui da área costeira situada no arco praial da Boa Viagem,cobrindo parte da sua bancada de recifes de coral e englobando o sítio do Naufrágio Blackadder (1905)….os feitos ambientais, sociais e econômicos serão de extrema importância para revitalização desta área da Cidade Baixa, como também, ofertando mais um equipamento público para o município como um todo.

 

… A necessidade de proteção de espécies ameaçadas (cavalos marinhos, corais, etc), sítio arqueológico e atenuação da degradação ambiental (poluição, pesca predatória, etc), nos conduzem a propor que a nova unidade de conservação também esteja na classe de proteção integral, o Parque Marinho da Cidade Baixa.

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Juca Alfaiate, um craque que jamais será esquecido

 

Walmir Rosário

Durante um jogo no Maracanã estreava na arquibancada do maior estádio do mundo um
itabunense. Acostumado a assistir aos jogos no acanhado campo da Desportiva, a todo o
ataque dos times cariocas, levantava, fazia muitos gestos, o que perturbava os torcedores
localizados logo atrás. E eis que num determinado momento, ouve os torcedores gritando
“Fica quieto, Juca Alfaiate”. Olha ele pra trás e pergunta: “Você também é de Itabuna?”, e
o carioca responde: “Não sei onde é isso, mas é o nome que está estampado na sua
bunda”.

Alfaiate de mão cheia, José Correia da Silva, ou melhor Juca, ainda é considerado o maior
craque de Itabuna. E durante toda a minha vida nunca vi ou ouvi ninguém discordar, o
que nos faz crer que seja verdade firmada. Magro, educado, bem falante em tom médio,
foi quem vestiu os elegantes da cidade por muitos anos. E o seu marketing era estampado
por uma fina etiqueta em todas calças, paletós e camisas por ele confeccionadas.

Mas nessa crônica não nos vale muito a refinada profissão de Juca Alfaiate, e sim o seu
desempenho no futebol. Se na alfaiataria deixava os clientes elegantes, nas quatro linhas
do campo da Desportiva ou estádios alheios, o elegante era ele. Nos anos 1940/50 era
quem mandava nos jogos pelos clubes em que jogou, a exemplo do São José, São
Cristóvão, Grêmio, Associação e Flamengo, todos de Itabuna.

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