:: ‘Jerônimo Rodrigues’
Feira Baiana de Agricultura Familiar e Economia Solidária movimenta mais de R$ 30 milhões
A Feira Baiana de Agricultura Familiar e Economia Solidária, maior feira da agricultura familiar do Brasil, realizada entre os dias 24 de novembro e 2 de dezembro, movimentou mais de R$ 30 milhões em negócios e muitas perspectivas para os agricultores familiares baianos, representados por 270 associações e cooperativas que expuseram seus produtos.
Foram nove dias em que a capital soteropolitana pôde se encantar com um pedacinho do interior da Bahia e conhecer mais de dois mil produtos do rural baiano. O evento foi realizado no Parque de Exposições, em paralelo à 31ª Feira Internacional da Agropecuária (Fenagro). A iniciativa é do governo estadual, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) e da União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes).
De acordo com o secretário de Desenvolvimento Rural (SDR), Jerônimo Rodrigues, o governo reconhece a prioridade da agricultura familiar para o desenvolvimento da Bahia: “Nos anima ouvir os depoimentos de comercialização, de aceitabilidade dos produtos que o povo traz para comercializar aqui. Mas muita gente vem e o interesse na verdade não é só a vendagem, é apresentar que naquele Território tem aquilo, tem riqueza, que é isso que a gente faz”.
Governo do Estado investe na ampliação da produção de cacau e do chocolate no Sul da Bahia

O Governo do Estado lançou, nesta quinta-feira (8), em parceria com Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira – CEPLAC/MAPA, o Plano Operacional para o Cacau e Chocolate da Bahia 2018 – 2022. O lançamento aconteceu na sede regional da Ceplac, em Ilhéus, e contou com a presença do vice-governador João Leão, e dos secretários Jerônimo Rodrigues (Desenvolvimento Rural), José Alves (Turismo) e Geraldo Reis (Meio Ambiente)
O plano, que atenderá cerca de 20 mil agricultores, prevê o desenvolvimento de ações estratégicas que permitirão elevar, em cinco anos, a produção de cacau na Bahia para 240 mil toneladas/ano, até 2022, e consolidar a fabricação de chocolates finos, com certificado de origem no Sul da Bahia, por meio da instalação de 20 agroindústrias.

As ações incluem a abertura de linha de crédito específica para a lavoura cacaueira, subsídios para produção de mudas e insumos, criação e indicação geográfica da produção do cacau, preservação da Mata Atlântica, prospecção de novos mercados, capacitação profissional, regularização fundiária e ambiental, difusão tecnológica, assistência técnica e extensão rural (ATER), capacitação, educação, gestão e empreendedorismo e infraestrutura rural. Os investimentos do Governo do Estado no plano devem atingir R$ 80 milhões.

No lançamento, João Leão, destacou que “a ampliação da produção de cacau e o polo chocolateiro são fundamentais para a economia regional, gerando milhares de empregos. Além do cacau, o Governo do Estado está investindo em obras como o Porto Sul e a Ferrovia Oeste Leste, em parceria com empresários chineses, além da construção da nova ponte Ilhéus-Pontal, já em fase de execução, e da duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna, um conjunto de ações que vão inserir o Sul da Bahia como um grande polo econômico”.
Percentual mínimo de utilização do cacau nos chocolates é tema de audiência no Senado Federal
Contagem regressiva para chegada da Páscoa, evento comercialmente associado à venda de chocolates, foi tema amplamente debatido na audiência pública, nesta quarta-feira (21/3), na Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) do Senado Federal. Quinto maior consumidor e sétimo produtor mundial de cacau, o Brasil fechou 2017 com 216 mil toneladas produzidas, segundo o IBGE. O setor movimenta 14 bilhões de reais por ano e 83% do total nacional da produção vêm dos estados do Pará e Bahia.
O objetivo da audiência, solicitada pela senadora Lídice da Mata (PSB-BA), foi debater os rumos da produção agrícola e industrial do cacau e do chocolate, e também a tramitação do Projeto de Lei do Senado (PLS) 93/2015, de sua iniciativa, que estabelece percentual mínimo de 35% de cacau puro nos chocolates e seus derivados, produzidos e comercializados no Brasil. O projeto também torna obrigatória a informação do percentual total de cacau nos rótulos desses produtos.
De acordo com Jerônimo Rodrigues, secretário de Desenvolvimento Rural (SDR), que participou da mesa debatedora, a cadeia produtiva do cacau passa por um momento de transformação: “Estamos num período de transição e construção de um novo momento, em que os produtores de cacau passaram a ser protagonistas, porque na condição de produtores de amêndoa, antes acompanhava-se, no máximo, a saca de cacau subir no caminhão, e depois, não se sabia para onde ia aquela colheita”.
Governo fortalece diálogo e ações para a agricultura familiar na Bahia
A continuidade do fortalecimento da agricultura familiar na Bahia, a partir das conquistas já alcançadas, foi tema de reunião entre o governador Rui Costa e representantes do Fórum Baiano da Agricultura Familiar (FBAF), nesta terça-feira (8), na governadoria. Criada em 2006, a entidade reúne mais de 40 organizações de toda a Bahia e entregou uma pauta de dez assuntos a serem discutidos, sendo cinco deles prioritários. Participaram da reunião os secretários de Desenvolvimento Rural, Jerônimo Rodrigues, e de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner.
A coordenadora da FBAF, Elisângela Araújo, ressaltou que a reunião é um exemplo do empenho do governo baiano para o crescimento da agricultura familiar. “Hoje foi um avanço este momento de diálogo, com bastante franqueza, principalmente sobre os cinco pontos estratégicos, envolvendo educação, comunicação, assistência técnica, questão fundiária, e convivência com o semiárido”.
A coordenadora disse que os membros do fórum reconhecem os avanços alcançados nos últimos dez anos, mas que o que tem sido feito no último ano é fundamental. “Queremos reconhecer o esforço da Bahia, já que 80% dos recursos que a agricultura familiar recebia eram do Governo Federal e hoje nós não temos nem mesmo um ministério mais. A Bahia manteve os investimentos e o fortalecimento do segmento. Por isso a gente compreende que a Bahia é um estado importante para construir o futuro da agricultura familiar no Brasil”, afirmou.
O secretário Jerônimo falou do atendimento de alguns dos pontos apresentados pelos agricultores. “Eles reivindicaram que a Lei Estadual de Convivência com o Semiárido seja regulamentada e posta em prática e nós aguardamos apenas uma agenda do governador para fazer um ato de lançamento e regulamentação. Outra reivindicação é uma agenda mais próxima de entregas do Bahia Produtiva, do Pró Semiárido e outros programas. Aqui saiu a possibilidade dessa agenda mais próxima”.
Mais de 50% dos municípios baianos aderem parceria que fortalece agricultura familiar
Mais da metade dos municípios da Bahia já aderiram à parceria entre o Estado e as prefeituras, por meio do Serviço Municipal de Apoio à Agricultura Familiar (SEMAF). A primeira lista, com a adesão de 233 municípios, foi publicada na edição do Diário Oficial do Estado, desta quarta-feira (04).
O SEMAF é um serviço que conta com o apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), em parceria com as secretarias municipais de agricultura, para atendimento direto aos agricultores familiares.
O objetivo é a implantação, execução e gestão de políticas públicas, programas, projetos e ações, com foco na promoção do desenvolvimento rural sustentável e solidário. O SEMAF atuará de forma integrada ao Serviço Territorial de Apoio à Agricultura Familiar (SETAF), unidade da SDR, nos Territórios de Identidade do estado.
Obra literária destaca Turismo Rural no Sul da Bahia
A região do Rio do Engenho, no município de Ilhéus, no Sul da Bahia, abriga experiências diversificadas da agricultura familiar e conta com um cenário de beleza natural singular. A riqueza produtiva e as peculiaridades desta localidade agora podem ser conferidas no livro Turismo no Espaço Rural,Trilha Interpretativa da Agricultura Familiar no Rio do Engenho, que foi lançado no Centro de Pesquisas do Cacau (Cepec), em IIlhéus.
A obra é um dos produtos do projeto de Apoio à Dinamização das Cadeias Produtivas da Agricultura Familiar da Região Cacaueira da Bahia, executado a partir de uma parceria entre a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e a Cooperativa de Agricultores Familiares e Economia Solidária, que visa potencializar serviços de assistência técnica e extensão rural (ATER), para 10 mil famílias, em sete Territórios de Identidade.
O secretário da SDR, Jerônimo Rodrigues, afirmou que o trabalho é fruto de uma fértil articulação de pesquisadores, professores, agricultores e extensionistas. “Esta obra simboliza o esforço e a qualidade das ações dessa parceria entre a Ceplac e o Governo do Estado, que tem possibilitado iniciativas relevantes para o crescimento produtivo do rural baiano”, destacou Rodrigues.
A diretora- superintendente da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater) e uma das organizadoras da publicação, Célia Watanabe, informou que o livro foi concebido com o compromisso de mostrar que o desenvolvimento das atividades rurais extrapola a dimensão da produção agropecuária, e de valorizar o jeito de ser e de viver no espaço rural. Segundo Watanabe, “há uma intencionalidade de refletir sobre o turismo interativo com as comunidades locais, visando ampliar as possibilidades de geração de renda pela agricultura familiar”.
O vice-presidente da Associação de Moradores e Agricultores do Rio de Engenho e Adjacências (Amarea), Vilson Silva, que esteve à frente da formatação da trilha referenciada no livro e cumpriu um importante papel na mobilização dos agricultores e agricultoras da área, ressaltou a importância de trabalhos como este. “Esse livro é uma porta que se abre para dar mais visibilidade à nossa comunidade, além de ser uma esperança para ajudar a manter o jovem no campo, mostrando que é possível ter trabalho e renda com agricultura familiar”, comentou Silva.
Organizadores: A obra tem como organizadores os técnicos: Quintino Reis de Araujo (Pesquisador da Ceplac), Célia Hissae Watanabe (SDR/Bahiater), Sérgio Luiz Freitas Teixeira (Administrador/Extensão Rural da Ceplac), Rita Cristina Tristão Gramacho (Economista/Extensão Rural da Ceplac) e Paulo Roberto Demeter (Agrônomo/Educação Popular e Desenvolvimento – FASE/BA).
Governador garante reforma em escolas dos assentamentos do MST

Reformas e construções de escolas e quadras poliesportivas serão realizadas em assentamentos do Movimento dos Sem Terra (MST) na Bahia. A educação no campo é um dos itens da pauta discutida na quinta-feira (20), em reunião realizada na Governadoria, entre o governador Rui Costa, representantes do MST e os secretários de Desenvolvimento Rural, Jerônimo Rodrigues, da Educação, Walter Pinheiro, e das Relações Institucionais, Josias Gomes. Além de educação, também foram discutidos abastecimento hídrico, infraestrutura e, principalmente, produção.
Para o diretor do MST na Bahia, Evanildo Costa, a reunião mostra que o Governo do Estado continua aberto ao diálogo. “O secretário Walter Pinheiro esteve, na semana passada, em várias regiões, fazendo o levantamento das escolas que precisam ser ampliadas, das que precisam ser construídas e da necessidade de quadras poliesportivas. O governador garantiu, aqui, que as demandas em relação às escolas e de quadras serão atendidas”.
Segundo Evanildo, também foi discutido o fortalecimento das cadeias produtivas. “Nós já estamos implementando algumas, no caso do leite e do café, no sudoeste, na Chapada Diamantina e no extremo-sul. O governador também se comprometeu em ampliar cadeias produtivas em outras regiões, como o cacau, no sul e baixo sul, a fruticultura, no norte, e o café, no extremo sul. São questões importantes para ajudar a melhorar a vida das famílias que vivem nos assentamentos”.
O secretário Jerônimo Rodrigues informou que a agenda está sendo discutida com o MST desde 2015. “São pautas estratégicas, como a educação, para garantir que no rural o conhecimento seja utilizado para a cidadania e para a produção e comercialização. A água e a infraestrutura também estão sendo desenvolvidas e, naturalmente, o MST traz a pauta da produção e da comercialização. A Secretaria de Desenvolvimento Rural foi criada para isto e, junto com a Secretaria de Relações Institucionais e a Casa Civil, dialogou com as demais secretarias, para definir as condições de atender as pautas mais estratégicas”.
O secretário destacou ainda que, desde o início desta agenda, em 2015, o MST obteve várias conquistas. “São equipamentos tecnológicos, a exemplo de tratores para preparação de solo e temos uma agenda em bom andamento de agroindústrias, por exemplo”. Jerônimo também observou que, em plena crise econômica e institucional, o governador Rui Costa mantém o seu compromisso de início de governo, de dialogar sempre com os movimentos sociais. “O MST tem feito as caminhadas do interior até Salvador, e este período de abril e maio é quando eles vêm negociando a pauta e os outros estados não fazem isso com a mesma proeminência que o governador Rui Costa tem feito”. (fotos: Mateus Pereira/GOVBA)
Governo apresenta parque para desenvolvimento do cacau e chocolate no Sul da Bahia
A apresentação do Parque Científico e Tecnológico do Sul da Bahia, que vai funcionar dentro da Universidade Estadual Santa Cruz (Uesc), na rodovia Ilhéus-Itabuna, marcou as comemorações dos 60 anos da implantação da Comissão Executiva da Lavoura Cacaueira (Ceplac). O evento foi realizado da manhã desta segunda-feira (20), na sede regional da instituição, e contou com as presenças dos secretários estaduais de Agricultura, Vitor Bonfim; Ciência e Tecnologia, José Vivaldo Mendonça; Meio Ambiente, Geraldo Reis; e Desenvolvimento Rural, Jerônimo Rodrigues.
Articulado pela secretaria estadual de Ciência e Tecnologia e a Uesc, o Parque vai funcionar dentro da Uesc com foco na criação e inovação da cadeia produtiva do cacau e chocolate no Sul da Bahia. Foram três anos de estudos para o desenvolvimento do projeto do Parque que irá auxiliar, ainda, na qualificação dos ensinos Técnico e Superior da região. O Parque tem previsão de investimentos de R$ 6,5 milhões até 2019 e possui ainda como metas o desenvolvimento de sistemas de gestão ambiental, produtividade e competitividade do cacau e do chocolate, fomento à produção agroindustrial, agroecologia e agricultura familiar e manejo e conservação dos recursos florestais.
A primeira estrutura do Parque Científico e Tecnológico do Sul da Bahia será inaugurada no mês de março. Trata-se do Centro de Inovação do Cacau, instalado em uma área dentro do Instituto Nacional de Pesquisa e Análises Físico-quimicas da Uesc.
De acordo com José Vivaldo Mendonça, “a Ceplac é uma referência mundial em pesquisa de cacau. Com o apoio do Governo do Estado, atuando em parceria com a Ceplac, a Universidade Estadual de Santa Cruz, e a Universidade Federal do Sul da Bahia, vamos ampliar o processo de geração de tecnologia voltada para o desenvolvimento regional, que passa pelo fortalecimento da cadeia produtiva do cacau”.
O superintendente regional da Ceplac, Antonio Zugaib, destacou que “a parceria com o Governo do Estado é importante porque envolve não apenas recursos, mas difusão do conhecimento entre as instituições, tendo o Parque Científico e Tecnológico como agente catalizador para o desenvolvimento regional”.
Para o secretário Jerônimo Rodrigues, “o grande desafio é adotar um modelo que garanta a retomada econômica do cacau e, para isso, o Governo do Estado tem estabelecido parcerias que fortaleçam a cadeia produtiva do chocolate e programas de diversificação como agroindústria e fruticultura”.
O secretário Geraldo Reis afirmou que haverá investimentos em técnicas de produção que permitam a conservação ambiental, já que o cacau, por suas características de cultivo, contribui para a preservação da Mata Atlântica.
Ampliação da produção
Já o secretário Vitor Bonfim disse que o Governo está trabalhando em conjunto com a Ceplac para ampliar a produção de cacau e reduzir a dependência da importação de amêndoas da África e da Ásia, que oferecem riscos de introdução de pragas.
Para o presidente da Associação dos Municípios da Região Cacaueira e do Consórcio Intermunicipal Litoral Sul, Antônio de Anízio, “a Ceplac e o Governo do Estado são fundamentais nesse processo em que se busca agregar valor ao cacau, através da produção de amêndoas de qualidade e da fabricação de chocolate gourmet, ampliando a geração de emprego e renda”.
A comemoração dos 60 anos da Ceplac foi encerrada com a entrega de placas homenagens a funcionários e de uma palestra sobre a história da instituição, criada por Juscelino Kubitschek e que nas décadas de 1970 e 1980 elevou a produção de cacau na Bahia para 400 mil toneladas/ano. Atualmente, em processo de retomada, a produção é de cerca de 130 mil toneladas/ano e, além das amêndoas, estão sendo feitos investimentos na produção de chocolate, com a criação de cerca de 20 marcas, que já atingem os mercados nacional e internacional de chocolates finos.
Gestores municipais do Sul da Bahia conhecem ações para o desenvolvimento rural
Gestores municipais do Território Litoral Sul conheceram, nesta quarta-feira (15), as ações voltadas para o desenvolvimento rural do estado, que estão sendo executadas pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR). O evento foi realizado no auditório da torre administrativa da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), em Ilhéus.
A iniciativa, que visa fortalecer a estratégia de interiorização dos serviços da secretaria, está sendo realizada nos 27 territórios de Identidade da Bahia. Um momento de diálogo, reflexão, ajustes e pactuações para discutir a organização, funcionamento e planejamento do Serviço Territorial de Apoio à Agricultura Familiar (SETAF) e do Serviço Municipal de Apoio à Agricultura Familiar (SEMAF).
Apoio à comercialização, regularização fundiária, segurança alimentar do rebanho, assistência técnica e extensão rural, Bahia Mais Forte Terra Legal, projeto de Mecanização Rural, edital do Bahia Produtiva, distribuição de mudas entre outras iniciativas que fazem parte do “cardápio” de ações que contribuem para o desenvolvimento rural dos municípios baianos, foram apresentadas pela equipe da SDR.
O secretário da SDR, Jerônimo Rodrigues, afirmou que até meado do mês de março a SDR apresentará suas principais políticas públicas em todos os territórios. “Queremos que os gestores de cada município baiano conheçam e absorvam nossos serviços e sejam nossos parceiros para levar mais melhorias para o estado, impactando na produção e renda dos produtores. Estamos apresentando nosso cardápio de serviços e eles faram a seleção dos que mais se adequam para o Litoral Sul”.
Rodrigues disse ainda que a intenção é fazer uma mobilização para um alinhamento das políticas de governo com as políticas municipais. “O Litoral Sul tem um grande potencial, temos o legado da Mata Atlântica, temos capacidade de prática de turismo, chocolate, madeira de valor e, hoje, a nossa expectativa é que com esse debate realizado com o território, consórcios, colegiados, associação e prefeitos, possamos traçar um calendário de agenda para realizar ações que tenham impacto na agricultura familiar, reforma agrária, quilombolas, indígenas, ribeirinhos”.
O prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, declarou que a iniciativa da SDR fortalece a agricultura familiar. “Essa parceria promove nossas ações junto ao Governo do Estado, buscando alternativas para tornar a nossa região mais produtora”.
Para Antonio de Anizio, presidente da Associação dos Municípios da Região Cacaueira da Bahia (Amurc), que abrange 36 municípios do Território Litoral Sul, o encontro vai abrir novos rumos para a região. “Estamos vendo o êxodo da população dos pequenos municípios em direção às grandes cidades, devido a uma crise também na agricultura. Esse encontro vai abrir novos caminhos para que possamos fortalecer a nossa agricultura. Precisamos sair um pouco da monocultura do cacau e diversificar. Entendemos que esse é o caminho e tenho certeza que, com a SDR, conseguiremos resultados positivos”.
Estiveram presentes gestores públicos municipais e estaduais, Colegiados Territoriais, integrantes dos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Sustentável (CMDS), instituições prestadoras de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) e movimentos ou entidades representativas da agricultura familiar.













